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Francisco José Viegas

Francisco José Viegas

Escritor

Blog

17 de março de 2026 às 00:30

Enquanto o papa Leão XIV pede aos sacerdotes que não usem a IA para escrever as suas homilias, porque é preciso dar uma alma humana à doutrina, altos executivos de marcas na área da IA descobriram e lançaram uma “nova tendência de comportamento”: rezar, ir à igreja, discutir e falar de religião – ou de Deus. Uma das razões tem a ver com o facto de a chamada “inteligência artificial generativa” (quando as máquinas superam os humanos em operações cognitivas) se aproximar perigosamente, na sua versão otimista, “da ideia de Deus”. Estes empresários, ligados à PayPal, Oracle, Google DeepMind, Intel, etc., acham que os poderes da IA levantam questões sobre “o que significa ser humano” – e sobre os limites da própria tecnologia, em ponto de não retorno. Ah, velha questão. As descobertas tardias acabam por ser ligeiramente ridículas, mas há nestes receios uma dimensão que ultrapassa a mera contabilidade das vantagens e desvantagens da IA: a pergunta sobre se é a máquina a decidir se ainda somos humanos – ou um clone.

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