Correio da Manhã
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JornalistaQuinze feridos em ataque russo a Kiev, Krivi Rig, Zaporijia e Kharkiv
Pelo menos 15 pessoas ficaram feridas na sequência de um ataque russo com drones de longo alcance e mísseis, na quarta-feira à noite, contra as cidades de Kiev, Krivi Rig, Zaporijia e Kharkiv.
Na capital, o bombardeamento causou danos materiais em três distritos, sem que, até ao momento, se registem vítimas, de acordo com o presidente da câmara, Vitali Klichkó.
Em Krivi Rig, uma cidade industrial situada na região de Dnipropetrovsk, centro-leste da Ucrânia, uma pessoa ficou ferida devido ao impacto de um drone Shahed russo-iraniano num edifício residencial.
Reconstrução da Ucrânia vai ser debatida com EUA na quinta-feira em Genebra, confirma Zelensky
A Ucrânia vai vai enviar dois representantes para um encontro na quinta-feira, em Genebra, Suíça, com mediadores da Casa Branca para negociar um acordo para a reconstrução do país, anunciou esta quarta-feira o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.
Guterres considera inaceitável "jogo de roleta" nas instalações nucleares ucranianas
O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou, esta terça-feira, que os combates em curso na Ucrânia representam riscos diretos para a segurança das operações das instalações nucleares ucranianas, pedindo o fim imediato deste "inaceitável jogo de roleta nuclear".
As declarações foram feitas perante o Conselho de Segurança da ONU pela subsecretária-geral para Assuntos Políticos e de Consolidação da Paz, Rosemary DiCarlo, que discursou em nome de Guterres, que não conseguiu chegar a Nova Iorque devido à tempestade de neve que afeta parte dos Estados Unidos.
Guterres fez um balanço dos quatro anos de guerra na Ucrânia, lamentando as vidas destruídas, as comunidades devastadas e uma instabilidade regional e global aprofundada.
Lusa
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Assembleia-Geral da ONU pede paz justa, apesar da abstenção dos EUA
A Assembleia-geral da ONU aprovou esta terça-feira uma resolução não vinculativa que pede uma paz justa e um cessar-fogo imediato e incondicional entre Rússia e Ucrânia, destacando-se a abstenção dos Estados Unidos.
Além de defender um cessar-fogo imediato, completo e incondicional, a resolução, apoiada por 107 países, reitera o apelo para uma paz abrangente, justa e duradoura, em conformidade com o direito internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas.
Reitera ainda o apelo à troca completa de prisioneiros de guerra, à libertação de todas as pessoas detidas ilegalmente e ao regresso de todos os civis transferidos ou deportados à força "como um importante medida de fomento da confiança".
Lusa
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Macron "muito cético" quanto à possibilidade de uma paz a curto prazo na Ucrânia
O presidente francês Emmanuel Macron expressou esta terça-feira "muito ceticismo" relativamente à possibilidade de ser alcançada "uma paz a curto prazo" na guerra na Ucrânia. A declaração foi feita durante a abertura da reunião da Coligação dos Dispostos, realizada por vídeoconferência, mas sem a presença dos EUA
Macron, que presidiu à reunião com o primeiro-ministro britânico Keir Starmer, afirmou que "não há vontade de alcançar a paz por parte da Rússia", embora tenha manifestado apoio à continuidade dos esforços para chegar a um acordo entre as partes.
O presidente francês insistiu ainda que o apoio à Ucrânia é necessário e expressou a sua convicção de que a União Europeia (UE) irá desbloquear o empréstimo de 90 mil milhões de euros a Kiev, atualmente bloqueado devido à oposição da Hungria. "Vamos conseguir, não há outra opção, assumimos um compromisso", afirmou.
Ministro da Defesa ucraniano apresenta novo plano para quinto ano de guerra
O ministro da Defesa ucraniano, Mykhailo Fedorov, apresentou, esta terça-feira, o plano da Ucrânia para o quinto ano de guerra, centrado em melhorar a defesa aérea, travar avanços inimigos e privar a Rússia de recursos.
Segundo um comunicado do seu ministério, Fedorov -- que tomou posse em janeiro deste ano - explicou que o novo plano para as Forças Armadas ucranianas, no quinto ano da guerra iniciada com a invasão russa, a 24 de fevereiro de 2022, responde à missão que lhes foi confiada pelo Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky: "Reforçar a defesa de maneira a obrigar o inimigo à paz".
Tais esforços, que Kiev deve combinar com "a diplomacia", segundo as diretivas de Zelensky, passam pelo encerramento do espaço aéreo à Rússia, porque "o país funciona" se o espaço aéreo ucraniano estiver seguro.
Lusa
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Rússia acusa Reino Unido e França de quererem fornecer "arma nuclear ou bomba suja" à Ucrânia mas Kiev nega
O serviço de informações estrangeiras da Rússia (SVR) acusou esta terça-feira, através de um comunicado, o Reino Unido e a França de "trabalharem ativamente" para fornecer uma "arma nuclear ou pelo menos uma bomba suja" à Ucrânia, vincando que esta posição indica que os dois países "reconhecem que a situação atual na Ucrânia não permite alcançar a tão desejada vitória sobre a Rússia".
Uma "bomba suja" é uma arma que combina explosivos convencionais (como dinamite) com material radioativo, e ao contrário de uma bomba atómica, não gera uma explosão nuclear, mas sim espalhar radiação para contaminar uma área.
"Há muitas pessoas sensíveis nos círculos militares, políticos e diplomáticos do Reino Unido e da França que compreendem o perigo que as ações imprudentes dos seus líderes representam para o mundo inteiro", lê-se ainda no comunicado.
A Ucrânia já reagiu e classificou como "absurdas" as acusações russas. "As autoridades russas, conhecidas pelo seu impressionante histórico de mentiras, estão mais uma vez a tentar inventar a velha história da 'bomba suja'", disse à Reuters o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia, Heorhii Tykhyi.
Parlamento Europeu assina empréstimo de 90 mil milhões à Ucrânia
Roberta Metsola, presidente do Parlamento Europeu, assinou esta terça-feira formalmente o empréstimo de 90 mil milhões de euros da União Europeia para apoiar a Ucrânia.
O financiamento, que tinha sido já aprovado pelos eurodeputados, inclui 60 mil milhões de euros para reforçar a defesa da Ucrânia e 30 mil milhões de euros para assistência macrofinanceira e apoio orçamental para garantir, nomeadamente, o funcionamento dos serviços públicos essenciais.
O pacote financeiro tem ainda de ser validado pelo Conselho da UE, tendo os ministros dos Negócios Estrangeiros falhado na segunda-feira um acordo sobre o tema, devido ao veto da Hungria.
Reino Unido anuncia sanções contra Rússia e mais ajuda financeira a Kiev
O Governo britânico anunciou quase 300 novas sanções contra a Rússia e mais ajuda financeira, num esforço para intensificar a pressão sobre o regime de Vladimir Putin, que iniciou a guerra há quatro anos.
As medidas visam o setor energético russo, bem como redes internacionais de comércio ilícito de crude e empresas fornecedoras de equipamentos militares ao exército russo, nomeadamente a empresa PJSC Transneft, responsável pelo transporte de mais de 80% das exportações de petróleo.
O Reino Unido sancionou também 48 navios petroleiros e 175 empresas ligadas à rede "2Rivers", uma das maiores operadoras da chamada "frota sombra" de Moscovo.
Macron francês insiste que a UE deve libertar a ajuda prometida a Kiev
O Presidente francês insistiu que a União Europeia (UE) deve libertar a ajuda prometida de 90 mil milhões de euros à Ucrânia, lembrando que o país é a "primeira linha de defesa" da Europa contra a Rússia.
"Nada justifica questionar isso", afirmou Emmanuel Macron na rede social Twitter, sublinhando que o objetivo é "que a Ucrânia resista e que a Rússia entenda que o tempo não está a seu favor".
O presidente francês prometeu ainda que a pressão sobre a economia de guerra da Rússia vai continuar, com mais sanções e ações contra a chamada "frota fantasma russa", ou seja, os navios utilizados por Moscovo para exportar petróleo, contornando as sanções internacionais.
No quarto aniversário da guerra, Zelensky discursa no Parlamento Europeu e lembra que a Ucrânia "não quis esta guerra"
Para assinalar os quatro anos da invasão russa, Volodymyr Zelensky discursou por videoconferência no Parlamento Europeu.
Agradecendo a Bruxelas pelo apoio concedido ao longo dos anos, Zelensky instou a que esse apoio continue, garantindo que a Ucrânia "não quis esta guerra", que é da responsabilidade da Rússia.
"Os russos devem aprender que a Europa não está disponível para os oligarcas", disse, reafirmando a Europa como "uma união de nações independentes que não tolera a humilhação e não aceita a violência".
"Por favor, continuem a defender o modo de vida ucraniano, continuem a apoiar a paz", pediu aos eurodeputados, que responderam com uma longa ovação de pé.
PM eslovaco anuncia suspensão do fornecimento de energia elétrica de emergência
O primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, anunciou esta segunda-feira a suspensão do fornecimento de energia elétrica de emergência à Ucrânia, devido à interrupção do abastecimento de petróleo russo pelo oleoduto Druzhba, que atravessa o território ucraniano.
"Tendo em conta a gravidade da situação e o estado de emergência petrolífera decretado na Eslováquia, vemo-nos obrigados a aplicar imediatamente esta primeira medida de reciprocidade", declarou Robert Fico numa mensagem vídeo divulgada na rede social Facebook e enviada à comunicação social.
"A suspensão [do fornecimento de energia elétrica à Ucrânia] será levantada assim que o trânsito de petróleo para a Eslováquia for restabelecido. Em caso contrário, tomaremos outras medidas recíprocas", acrescentou.
Lusa
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Pelo menos três mortos e quatro feridos em novo ataque russo com drones na Ucrânia
Pelo menos três pessoas morreram e quatro ficaram feridas num novo ataque com drones realizado pelo exército russo contra vários locais nas províncias ucranianas de Odessa, no sul do país, e Zaporijia, segundo as autoridades.
Zelensky diz que Putin "já começou" a Terceira Guera Mundial
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, disse à BBC que o presidente russo, Vladimir Putin, iniciou a "Terceira Guerra Mundial" defendendo pressões militares e económicas para obrigar a Rússia a retirar as forças da Ucrânia.
"Penso que Putin já começou (a "Terceira Guerra Mundial"). A questão é quanto território vai conseguir conquistar e como impedi-lo (...). A Rússia quer impor um modo de vida diferente ao mundo e mudar a vida que as pessoas escolheram", disse Zelensky em entrevista à estação pública britânica BBC divulgada esta segunda-feira.
No domingo, já foram assinalados quatro anos do início da campanha militar de grande escala da Rússia contra todo o território ucraniano, que se completam na terça-feira.
Explosões matam polícia de 23 anos e ferem 25 pessoas no oeste da Ucrânia
Uma polícia de 23 anos foi morta e 25 pessoas ficaram feridas no que as autoridades ucranianas classificaram como um ataque terrorista na cidade de Lviv, no oeste do país.
A Polícia Nacional da Ucrânia informou que dois dispositivos explosivos caseiros detonaram após equipas da polícia responderem a uma denúncia de arrombamento pouco depois da meia-noite de domingo. Os dispositivos foram colocados em caixotes de lixo, acrescentou a polícia.
O presidente Volodymyr Zelensky confirmou a detenção de "uma pessoa suspeita de ter realizado o ataque terrorista". O prefeito de Lviv, Andriy Sadovyi, afirmou que se tratava de uma mulher ucraniana.
Mais tarde, a polícia afirmou que o suspeito, de 33 anos, fabricou e posicionou os explosivos sob "instruções" de um agente dos serviços especiais russos.
Orbán bloqueará 90 mil milhões de euros da UE se petróleo russo não circular
O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, anunciou esta sexta-feira que irá bloquear o empréstimo da União Europeia de 90 mil milhões de euros à Ucrânia até que Kiev retome o trânsito de petróleo russo para a Hungria.
"Enquanto a Ucrânia bloquear o oleoduto Druzhba, a Hungria bloqueará o empréstimo de guerra ucraniano de 90 mil milhões de euros", afirmou numa breve mensagem na rede social Facebook.
"Não nos podem chantagear!", disse o primeiro-ministro ultranacionalista, considerado um dos líderes comunitários mais próximos de Moscovo, a par do homólogo Robert Fico, da Eslováquia.
Lusa
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Zelensky diz que EUA e Rússia exigem retirada total do Donbass
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou esta sexta-feira que os Estados Unidos e a Rússia exigem a retirada completa das tropas ucranianas do Donbass (leste) para colocar fim à guerra e acusa Moscovo de o querer substituir no poder.
"Os americanos e os russos estão a dizer que, se querem que a guerra termine amanhã, saiam do Donbass", declarou Zelensky em entrevista à agência France-Presse (AFP).
A região do Donbass, no leste da Ucrânia, inclui as áreas de Donetsk e Lugansk, sendo que menos de 20% da região de Donetsk permanece sob controlo de Kiev.
Lusa
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Zelensky garante que não está a perder guerra e anuncia avanços no sul
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, assegurou esta sexta-feira que a Ucrânia não está a perder a guerra contra a Rússia, embora reconheça que o desfecho do conflito permanece incerto e com um custo elevado.
"Não podemos dizer que estamos a perder a guerra, sinceramente, não estamos certamente. A questão é se vamos ganhar, essa é a questão, mas uma questão que tem um preço muito elevado", declarou Zelensky numa entrevista à agência France-Presse (AFP), a poucos dias do quarto aniversário do início da invasão russa.
O chefe de Estado indicou ainda que as forças ucranianas recuperaram recentemente cerca de 300 quilómetros quadrados no sul do país, no âmbito de uma contraofensiva em curso, informação que a AFP não conseguiu confirmar de forma independente.
Lusa
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Rússia avisa para "efeito dominó" de saída polaca de acordo sobre minas
A Rússia advertiu esta sexta-feira que a saída da Polónia da Convenção de Otava sobre a proibição de minas antipessoal pode desencadear um "efeito dominó" e ameaça agravar as tensões na Europa.
A Polónia deixou esta sexta-feira de ser signatária da convenção, após um período de seis meses depois de ter notificado as Nações Unidas, e anunciou que pretende produzir minas antipessoal para se defender em caso de agressão militar.
Maria Zakharova disse que, perante tal cenário, países da União Europeia (UE) com indústrias de defesa desenvolvidas, que não nomeou, já estavam "a tentar lucrar financeiramente com a satisfação da crescente procura de minas antipessoal no mercado internacional".
A Polónia juntou-se à Finlândia e aos três países bálticos (Estónia, Letónia e Lituânia), que também abandonaram o acordo e estão a criar uma barreira defensiva desde o Báltico até ao Ártico.
Os países em questão são membros da NATO e da UE.
Lusa
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Hungria suspende fornecimento de gasóleo até Kiev permitir envio de petróleo russo
O Governo húngaro anunciou esta quarta-feira a suspensão do fornecimento de gasóleo à Ucrânia, em resposta à decisão do país de não retomar o envio de petróleo russo através do oleoduto Druzhba.
Szijjarto apontou o dedo diretamente ao Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, acusando-o de pôr em perigo o abastecimento de energia à Hungria por razões políticas, e explicou que a Hungria não pode garantir a segurança energética da Ucrânia se a sua própria estiver em risco.
O chefe da diplomacia húngara sublinhou que, apesar de a Hungria desempenhar "um papel essencial na segurança energética da Ucrânia", Zelensky optou por bloquear as remessas de petróleo russo.
Lusa
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Negociações em Genebra terminam após duas horas
As negociações entre as delegações da Ucrânia, dos Estados Unidos e da Rússia foram concluídas em Genebra. A reunião durou aproximadamente duas horas.
“Podemos ver que algum trabalho preparatório foi feito, mas por enquanto as posições divergem, porque as negociações não foram fáceis”, disse Volodymyr Zelensky aos repórteres após as conversas.
O presidente ucraniano comentou o dia anterior de negociações, afirmando que a Rússia estava a tentar prolongar as negociações que, na sua opinião, já poderiam ter chegado à fase final.
Afirmou ainda que as negociações entre representantes ucranianos, americanos e russos ocorreram em duas frentes: questões militares e questões político-militares.
Rússia acusa Guterres de parcialidade e de violar Carta da ONU
A Rússia acusou esta quarta-feira o secretário-geral da ONU, António Guterres, de parcialidade a favor da Ucrânia e de violar a Carta das Nações Unidas ao expressar posições que Moscovo considerou pessoais ou de Portugal.
Guterres deveria "guardar para si as opiniões pessoais ou as abordagens do seu Governo [de Portugal] e conduzir-se de uma forma consistente com o cargo que ocupa", afirmou a porta-voz da diplomacia russa, Maria Zakharova.
Num encontro com a imprensa em Moscovo sobre as conversações de Genebra sobre a guerra na Ucrânia, realizadas na terça-feira e esta quarta-feira, Zakharova recordou declarações recentes de Guterres sobre o conflito iniciado pela Rússia há quatro anos.
Lusa
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Witkoff saúda "progresso significativo" nas negociações trilaterais
Steve Witkoff, enviado do Presidente norte-americano, elogiou hoje o "progresso significativo" alcançado no primeiro dia das negociações trilaterais entre a Ucrânia, a Rússia e os Estados Unidos, em Genebra.
"O sucesso do Presidente [dos Estados Unidos, Donald] Trump em reunir os dois lados desta guerra trouxe um progresso significativo", disse Witkoff, sobre as conversas realizadas na terça-feira.
"Ambos os lados concordaram em informar os seus respetivos líderes e continuar a trabalhar no sentido de um acordo", acrescentou o enviado, na rede social X.
Rússia ataca várias regiões ucranianas com mísseis antes do início de negociações
As forças armadas da Rússia lançaram esta terça-feira um novo ataque contra várias regiões da Ucrânia, utilizando mais mísseis e drones que o habitual, disse Kiev, horas antes de uma nova ronda de conversações.
A força aérea ucraniana disse na plataforma de mensagens Telegram que a Rússia utilizou mísseis de cruzeiro e teve como alvo regiões no norte, centro, sul e oeste da Ucrânia.
Paralelamente, os russos lançaram também vários grupos de aeronaves não tripuladas ('drones'), num ataque que se prolongou durante a madrugada.
Lusa
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Zelensky quer evitar erros passados e defende sanções totais à Rússia
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, garantiu hoje que não repetirá "os mesmos erros" cedendo território à Rússia e avisou que as ambições do Presidente russo só podem ser travadas com "sanções totais" ao Kremlin.
Numa mensagem publicada nas redes sociais, na véspera de uma nova ronda de negociações com vista a acabar com o conflito, na qual participam Kiev, Moscovo e Washington, Zelensky considerou que "foram cometidos muitos erros" no passado com a Rússia, sublinhando que não quer ser "o Presidente que repete os erros de antecessores ou outros".
"Não estou a falar apenas da Ucrânia. Estou a falar dos líderes de vários países que permitiram que um país agressor como a Rússia entrasse no seu território", referiu.
Referindo-se à invasão da Crimeia e de partes do leste da Ucrânia em 2014, bem como a outras crises como a da Geórgia em 2008, Zelensky reiterou o "grande erro" de "permitir que o agressor mantivesse qualquer coisa".
Delegação de Kiev viaja para nova ronda de negociações com Rússia e EUA
A delegação da Ucrânia viajou esta segunda-feira para a cidade de Genebra, na Suíça, para participar na terceira ronda de conversações trilaterais com a Rússia e os EUA, que começa na terça-feira.
Ataque de drones ucraniano provoca incêndio em porto russo no Mar Negro dias antes de nova reunião trilateral
Um ataque de drones ucraniano provocou um incêndio num porto russo no Mar Negro, informaram as autoridades este domingo.
Duas pessoas ficaram feridas num ataque ao porto de Taman na região de Krasnodar. Um tanque de armazenamento, um armazém e vários terminais ficaram danificados, informou o governador regional Veniamin Kondratyev, citado pela agência AP.
Os ataques surgiram antes da próxima ronda de negociações para a paz trilateral entre a Ucrânia, Rússia e EUA, na próxima terça e quarta-feira Genebra.
Correio da Manhã
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Trump avisa Zelensky que tem de "se mexer" se quiser acordo com Moscovo
O Presidente norte-americano, Donald Trump, avisou o homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, que tem de "se mexer", sob risco de perder "uma grande oportunidade" para chegar a um acordo de paz com a Rússia.
"Zelensky terá de se mexer. A Rússia quer fechar um acordo, e Zelensky terá de agir. Caso contrário, perderá uma grande oportunidade", afirmou o Presidente norte-americano aos jornalistas na Casa Branca, em Washington.
O político republicano incluiu também, nos seus avisos ao líder ucraniano, que as eleições na Ucrânia "devem ser realizadas antes do verão".
China anuncia nova ajuda humanitária a Kiev
A China está pronta para prestar "uma nova ajuda humanitária" à Ucrânia, anunciou hoje o chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, durante um encontro com o homólogo ucraniano na Conferência de Segurança de Munique.
"As relações entre a China e a Ucrânia devem manter-se no caminho certo (...). A China está pronta para prestar uma nova ajuda humanitária à Ucrânia", disse Wang Yi a Andrii Sybiga, segundo um comunicado divulgado pela televisão estatal chinesa CCTV.
A China, que nunca condenou a ofensiva russa na Ucrânia e se apresenta como neutra, apela regularmente a negociações de paz para pôr termo à guerra iniciada por Moscovo há quatro anos.
Ministro da Defesa alemão e Zelensky inauguram produção de drones na Alemanha
O primeiro drone de combate alemão-ucraniano fabricado na Alemanha foi entregue hoje à Ucrânia, na presença do ministro da Defesa alemão, Boris Pistorius, e do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.
Este drone fabricado na Alemanha é fruto da 'joint venture' Quantum Frontline Industries (QFI), criada em dezembro pela empresa alemã Quantum Systems e pela empresa ucraniana Frontline Robotics.
A QFI tem uma capacidade inicial de "10.000 drones por ano", afirmou Pistorius em Gauting, durante uma cerimónia que antecedeu a Conferência de Segurança de Munique (MSC), na Alemanha.
Os drones produzidos, do modelo Linz, já são utilizados pela defesa ucraniana para missões de combate, reconhecimento e apoio logístico, indicou Pistorius.
Rússia confirma nova ronda negocial trilateral na Suíça para discutir paz na Ucrânia
A Rússia confirmou, esta sexta-feira, que na próxima semana vai acontecer uma nova ronda negocial trilateral para discutir a paz na Ucrânia, avança a Sky News. A mesma fonte refere que as negociações vão acontecer em Genebra, Suíça, na próxima terça e quarta-feira.
As autoridades americanas tinha proposto que esta reunião trilateral decorra na próxima segunda e terça-feira, em Miami, EUA.
Correio da Manhã
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Zelensky vê fim da guerra como uma vitória para Donald Trump
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse hoje que a maior vitória para o homólogo norte-americano, Donald Trump, seria "parar a guerra" que começou em 2022 com a invasão da Rússia:
"Acredito que não haveria maior vitória para (Donald) Trump do que travar a guerra entre a Rússia e a Ucrânia", disse Zelensky em entrevista à publicação norte-americana The Atlantic:
Segundo Zelensky, a situação mais vantajosa para Donald Trump seria alcançar o fim da guerra na Ucrânia antes das eleições intercalares norte-americanas que se realizam em novembro.
Lusa
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Zelensky ameaça punir responsáveis incapazes de lidar com crise energética
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, ameaçou hoje que haverá consequências para os responsáveis locais e também diplomatas que não estiverem a fazer o suficiente para lidar com a crise energética do país provocada pelos bombardeamentos russos.
"É claro que há quem está realmente a trabalhar de forma eficaz e quem está apenas a ser chamado de autoridade e a não fazer o suficiente pelo povo. Haverá consequências", avisou o Presidente ucraniano num vídeo publicado nas redes sociais.
Zelensky instou "todo o corpo diplomático ucraniano" a continuar a divulgar no estrangeiro a devastação que os bombardeamentos russos estão a causar no sistema energético e noutras infraestruturas do país.
Lusa
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Aliados de Kiev prometem 35 mil milhões de dólares em apoio militar este ano
O Grupo de Contacto da Ucrânia comprometeu-se hoje com 35 mil milhões de dólares (30 mil milhões de euros) em ajuda militar a Kiev este ano, procurando aumentar a "pressão sobre a Rússia" e terminar a guerra em 2026.
O anúncio foi feito numa conferência de imprensa conjunta dos titulares da Defesa do Reino Unido, Alemanha e Ucrânia, bem como do secretário-geral da NATO, Mark Rutte, após uma reunião em Bruxelas da aliança de mais de 57 países, que procura garantir a coordenação a longo prazo do fornecimento de armas a Kiev.
"Posso confirmar que hoje o grupo se comprometeu a fornecer um total de 35 mil milhões de dólares em nova ajuda militar à Ucrânia", declarou o secretário da Defesa britânico, John Healy, que especificou que o seu país contribuirá com um novo pacote de 1,5 mil milhões de dólares (1,2 mil milhões de euros).
Lusa
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Mais 2.600 imóveis sem aquecimento em Kiev após novo ataque russo
Mais outros 2.600 prédios de habitação em Kiev ficaram esta quinta-feira sem aquecimento na sequência de novo ataque aéreo noturno das forças russas sobre infraestruturas energéticas um pouco por toda a Ucrânia, com 24 mísseis e 219 drones.
Segundo a Força Aérea ucraniana dos 24 projéteis de longo alcance, 15 foram derrubados pelas defesas antiaéreas, tendo os outros nove mísseis balísticos e 19 dos drones causado impactos em 13 localizações diferentes do território, designadamente nas regiões de Kiev, Kharkiv, Dnipro e Odessa.
"Após os ataques maciços da noite passada, quase 2.600 novos edifícios ficaram sem aquecimento", disse o autarca da capital ucraniana, Vitali Klitschko, acrescentando que mais de mil edifícios já estavam sem aquecimento devido a outros bombardeamentos recentes.
Lusa
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Ucrânia aceita nova ronda negocial com a Rússia nos EUA na próxima semana
A Ucrânia confirmou esta quarta-feira ter aceitado o convite dos EUA para uma nova ronda de negociações com a Rússia na próxima semana.
A acontecer, as conversações teriam lugar em Miami, na Florida. A Rússia não confirmou até ao momento quaisquer reuniões.
"O lado norte-americano propôs um encontro na América, em Miami, na próxima semana, e nós confirmámo-lo de imediato", afirmou o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, numa publicação na rede social Telegram.
A concretizar-se esta nova ronda negocial, acontecerá a 17 e 18 de fevereiro.
Zelensky condiciona eleições a cessar-fogo e garantias de segurança
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, condicionou esta quarta-feira a realização de eleições no país a um cessar-fogo no conflito com a Rússia e à obtenção de garantias de segurança a Kiev.
"É muito fácil: basta estabelecer um cessar-fogo e haverá eleições", declarou o líder ucraniano durante uma conferência de imprensa 'online', comentando notícias de que Kiev está a planear uma eleição presidencial e um referendo num futuro próximo.
Além da trégua, Volodymyr Zelensky acrescentou que a Ucrânia realizará eleições "quando todas as garantias de segurança necessárias estiverem em vigor", referindo-se a um dos temas principais nas negociações de paz em curso, relacionado com mecanismos de prevenção de uma nova ofensiva russa.
Lusa
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Dinamarca denuncia presença quase diária de "frota fantasma" russa em águas
Os petroleiros da "frota fantasma" russa, que contornam as sanções europeias, navegaram nas águas dinamarquesas a um ritmo próximo de um por dia em 2025, referem esta quarta-feira dados da Autoridade Marítima da Dinamarca.
"Em 2025, foram registados 292 movimentos de petroleiros abrangidos pelas sanções da União Europeia nas águas dinamarquesas", indicou a autoridade num correio eletrónico enviado à agência noticiosa France-Presse (AFP).
A Rússia terá constituído uma frota de petroleiros antigos, de propriedade opaca, para contornar as sanções impostas pela UE, bem como pelos Estados Unidos e pelos países do grupo G7 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido, além da UE), na sequência da invasão em larga escala da Ucrânia por Moscovo, em 2022.
As sanções, destinadas a limitar as receitas utilizadas por Moscovo para prosseguir a guerra, excluíram numerosos petroleiros que transportam petróleo russo dos sistemas ocidentais de seguro e de transporte marítimo.
Parlamento Europeu aprova empréstimos de 90 mil milhões de euros
O Parlamento Europeu aprovou hoje financiamentos num total de 90 mil milhões de euros da União Europeia (UE) à Ucrânia.
O empréstimo aprovado em Estrasburgo tinha já tido o aval do Conselho Europeu, em dezembro, para cobrir as necessidades orçamentais e militares da Ucrânia durante o período 2026-2027.
Compreende 60 mil milhões de euros para assistência militar e 30 mil milhões de euros para apoio orçamental, financiados através de empréstimos da UE com potencial reembolso a partir de ativos russos imobilizados.
Lusa
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Kremlin defende restrições impostas ao Telegram por incumprimento das leis russas
O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, defendeu esta quarta-feira as restrições impostas pelo regulador russo ao popular sistema de mensagens Telegram, por alegadamente não estar a cumprir as leis da Rússia.
"Vejo e leio as declarações da Roscomnadzor [autoridade russa reguladora das comunicações] de que foi tomada a decisão de suspender o funcionamento do Telegram devido ao facto de a empresa não cumprir os requisitos da legislação russa. É lamentável que a empresa não cumpra, mas há uma lei que deve ser cumprida", disse Peskov à agência de notícias russa TASS.
O porta-voz do Kremlin comentou que, em sua opinião, seria melhor que o Telegram e outros serviços que foram limitados na Rússia cumprissem a legislação do país.
Lusa
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Ucrânia estima ter feito 1,25 milhões de baixas do lado inimigo
As Forças Armadas ucranianas estimaram esta quarta-feira ter provocado 1,25 milhões de baixas, entre mortos e feridos, nas congéneres inimigas russas desde a invasão de 24 de fevereiro de 2022, sem que haja números de Moscovo há meses.
"As perdas totais em combate do inimigo (...), até 11 de fevereiro de 2026, foram de 1.249.380, incluídas 820 em combates registados durante as últimas 24 horas", publicou o Estado-Maior do exército de Kiev nas redes sociais.
O balanço acrescenta que a Federação Russa perdeu também 11.661 carros de combate, 24.020 veículos blindados, 37.148 sistemas de artilharia, 435 aviões, 347 helicópteros, 28 navios e dois submarinos, embora "os dados estejam ainda em atualização".
Lusa
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Drones ucranianos atacam refinaria da Lukoil em Volgogrado
A refinaria da empresa petrolífera russa Lukoil em Volgogrado foi atacada por drones ucranianos, informou esta quarta-feira o canal independente Astra na plataforma de mensagens Telegram, com base em fotografias publicadas por testemunhas nas redes sociais.
"De acordo com a análise das fotos das testemunhas feita pela Astra, a refinaria Lukoil-Vologadneftererabotka, no distrito de Krasnoarmeiski, em Volgogrado, foi atingida e começou a arder", indicou o canal, que mostrou as imagens citadas e gráficos explicativos com mapas.
A Astra indicou que este terá sido o nono ataque ucraniano contra aquela instalação desde fevereiro de 2024.
Lusa
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Negociador ucraniano discute diálogo com Moscovo com países europeus
O chefe da equipa de negociação ucraniana no diálogo com a Rússia discutiu por telefone os desenvolvimentos das conversações de paz com os principais parceiros europeus de Kiev, indicou o próprio Rustem Umerov na rede social Telegram.
O negociador ucraniano e também secretário do Conselho de Segurança Nacional da Ucrânia deu conta de uma primeira conversa com os seus homólogos da Alemanha, França e Reino Unido e uma segunda com os da Dinamarca, Lituânia, Letónia, Estónia, Suécia, Noruega, Finlândia e Islândia.
"Juntos, estamos a caminhar para uma paz justa e duradoura para a Ucrânia", comentou Umerov.
Rússia atacou com 125 drones infraestrutura energética na Ucrânia
A Rússia atacou esta terça-feira a Ucrânia com 125 drones e provocou "danos substanciais" numa infraestrutura energética, disseram esta terça-feira as autoridades de Kiev.
Segundo as autoridades ucranianas, 110 das aeronaves teleguiadas russas de longo alcance foram intercetadas, mas 13 atingiram seis localizações diferentes, que não foram reveladas.
Contudo, a empresa privada do setor da energia DTEK anunciou em comunicado que uma das suas infraestruturas de produção ou distribuição sofreu "danos substanciais" e "a sua reparação vai requerer um extenso período".
As partes em conflito têm vindo há meses a atingir alvos semelhantes que provocam, de ambos os lados, interrupções no abastecimento de eletricidade ou gás às populações, algo agravado pelas temperaturas negativas que se fazem sentir na região.
Lusa
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Pelo menos três mortos na Ucrânia em ataque com drones russos. Uma criança entre as vítimas
Pelo menos três pessoas, incluindo uma criança, morreram esta segunda-feira na sequência de novos ataques lançados pelas forças russas contra Kharkiv e Odessa, na Ucrânia, disseram as autoridades ucranianas.
Uma mulher e uma criança foram mortas num ataque com aparelho aéreo não tripulado (drone) russo contra a cidade de Bogodukhiv, Kharkiv, que está parcialmente ocupada pelas forças russas, disse o Serviço de Emergência Estatal da Ucrânia.
O departamento ucraniano afirmou que o ataque, realizado durante a noite, atingiu um edifício residencial na cidade, acrescentando que o prédio que se incendiou ficou completamente destruído.
Lusa
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AIEA apela à "máxima contenção militar" face a deterioração da segurança nuclear
O líder da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) apelou à "máxima contenção militar" por parte da Ucrânia e da Rússia face à "deteroriação das condições" de segurança das centrais nucleares ucranianas.
O diretor-geral da AIEA lamentou na sexta-feira que os riscos para a infraestrutura nuclear da Ucrânia estejam "sempre presentes" devido à invasão lançada pela Rússia em fevereiro de 2022.
Rafael Mariano Grossi alertou para a necessidade de uma revisão completa do sistema de fornecimento de energia às centrais nucleares da Ucrânia, de forma a "reforçar a sua resiliência e prevenir novos incidentes".
UE anuncia 20.º pacote de sanções contra a Rússia e abrange energia, finanças e comércio
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou esta sexta-feira um novo pacote de sanções da União Europeia (UE) contra a Rússia, que abrange os setores da energia, finanças e comércio, e pediu rápido aval dos Estados-membros.
"Num momento em que decorrem importantes conversações de paz em Abu Dhabi, devemos ser realistas: a Rússia só se sentará à mesa com intenções genuínas se for pressionada a fazê-lo, esta é a única linguagem que a Rússia compreende. É por isso que esta sexta-feira estamos a intensificar a nossa ação [já que a] Comissão apresenta um novo pacote de sanções - o 20.º desde o início da guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia", anunciou Von der Leyen, numa declaração divulgada em Bruxelas.
Revelando que "o novo pacote de sanções abrange a energia, os serviços financeiros e o comércio", a líder do executivo comunitário apelou a que os Estados-membros da UE "aprovem rapidamente estas novas sanções" pois "tal enviaria um sinal poderoso antes do sombrio 4.º aniversário" do conflito, assinalado no próximo dia 24 de fevereiro.
Lusa
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Ucrânia e Rússia trocam 157 prisioneiros de guerra. Reunião trilateral termina sem avanços significativos
A Ucrânia e a Rússia terminaram o segundo dia de discussões para a paz em Abu Dhabi, esta quinta-feira, sem avanços significativos para pôr fim à guerra. No entanto, a reunião culminou numa decisão concreta e rara - troca de 157 prisioneiros de guerra de cada lado.
A reunião desta quinta-feira durou três horas, segundo o jornal britânico The Guardian.
Steve Witkoff alertou que "ainda há trabalho significativo por fazer", diminuindo as expectativas relativamente ao caminho em direção à paz.
Zelensky, presidente da Ucrânia, disse que as negociações serão retomadas num futuro próximo.
Correio da Manhã
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Parlamento Europeu com sessão extraordinária para homenagear povo ucraniano
O Parlamento Europeu vai realizar a 24 de fevereiro, dia em que se assinala o quarto ano da invasão russa da Ucrânia, uma sessão plenária extraordinária em Bruxelas para homenagear povo ucraniano, anunciou, esta quarta-feira, a presidente.
"Quatro anos de coragem e resiliência. É com orgulho que anunciamos que, no dia 24 de fevereiro, o Parlamento Europeu convocará uma sessão plenária extraordinária para homenagear a coragem do povo da Ucrânia", divulgou Roberta Metsola na rede social X.
"Reafirmamos o nosso compromisso inabalável com uma paz justa e duradoura, bem como o nosso apoio concreto à Ucrânia", adiantou a líder da assembleia europeia.
Lusa
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Negociações de paz em Abu Dhabi prosseguem na quinta-feira
O primeiro dia de negociações trilaterais sobre o conflito na Ucrânia terminou, esta quarta-feira, em Abu Dhabi e as conversações prosseguem na quinta-feira, informou a porta-voz da delegação ucraniana.
Os enviados de Moscovo e Kiev reuniram-se para mais uma ronda de negociações mediadas pelos Estados Unidos, no dia em que a Rússia voltou aos ataques aéreos em grande escala no país vizinho que, segundo as autoridades locais, recorreram a munições de fragmentação num mercado em Donetsk, onde morreram pelo menos sete pessoas.
Nenhuma das partes comentou o progresso da ronda negocial desta quarta-feira, após o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter expressado o seu otimismo
Lusa
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Duas pessoas morreram em ataque ucraniano contra Lugansk
Duas pessoas morreram na sequência de um ataque ucraniano com drone na região de Lugansk, leste da Ucrânia, controlada pelas forças russas, ao mesmo tempo que um ataque russo atingiu várias infraestruturas em toda a Ucrânia.
O governo local da região de Lugansk comunicou através das redes sociais que um jovem e uma mulher de 20 anos foram mortos no ataque ucraniano com um aparelho aéreo não tripulado (drone) que atingiu um autocarro que circulava na cidade de Novokrassnianka, região de Lugansk.
Em setembro de 2022, a Rússia reivindicou a anexação da região de Lugansk, bem como das regiões de Donetsk (leste), Zaporijia e Kherson (sul), embora não controle "de facto" todo o território.
Lusa
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Duas pessoas mortas em ataque aéreo russo na região de Dnipropetrovsk
Duas pessoas morreram num ataque com um drone russo na região de Dnipropetrovsk, na Ucrânia, anunciaram hoje as autoridades locais, horas antes do começo de negociações de paz tripartidas, programadas para começar em Abu Dhabi.
"Uma mulher de 68 anos e um homem de 38 foram mortos", disse o chefe da administração regional de Dnipropetrovsk, Mykola Lukashuk, na plataforma de mensagens Telegram.
Na direção contrária, o Ministério da Defesa russo disse hoje que as defesas aéreas abateram 24 drones ucranianos sobre quatro regiões da Rússia durante a noite.
Zelensky acusa Rússia de preferir aterrorizar população em vez de tentar diplomacia
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, acusou, esta terça-feira, a Rússia de preferir continuar os ataques à Ucrânia em vez de procurar uma solução diplomática, após mais de 1.100 casas terem ficado sem aquecimento, em Kiev, numa grande ofensiva noturna.
"Aproveitar os dias mais frios do inverno para aterrorizar a população é mais importante para a Rússia do que escolher a diplomacia", escreveu o líder da Ucrânia na plataforma digital X, acrescentando que as forças russas atacaram durante a noite com "mais de 70 mísseis no total e lançaram 450 ataques com drones".
O ministro do Desenvolvimento ucraniano, Oleksiy Kuleba, declarou que "em resultado dos ataques, ficaram sem aquecimento mais de 1.100 imóveis de habitação".
Lusa
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Dois feridos em ataques russos a Kiev após vários dias de trégua
A Rússia retomou, esta terça-feira, os ataques contra Kiev, ferindo duas pessoas, de acordo com as autoridades da capital da Ucrânia, após vários dias de trégua, que Moscovo atribuiu a um pedido dos Estados Unidos.
"Os russos decidiram atacar Kiev em pleno frio", disse o chefe da administração militar da capital ucraniana, Tymur Tkachenko, dando conta dos dois feridos.
O Kremlin anunciou na sexta-feira que tinha aceitado um pedido do Presidente norte-americano, Donald Trump, para suspender os ataques contra Kiev e contra a rede elétrica até 01 de fevereiro, antes do retomar das negociações em Abu Dhabi.
Lusa
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Rússia está a atacar Kiev
A Rússia está a atacar Kiev. A Reuters avança que fortes explosões foram ouvidas na capital ucraniana.
Donald Trump tinha dito há apenas três dias que acordara com Vladimir Putin que este não atacasse Kiev devido ao frio que se faz sentir na Ucrânia.
Correio da Manhã
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Pelo menos 15 mineiros mortos em ataque russo contra autocarro na Ucrânia
Pelo menos 15 pessoas morreram este domingo e outras sete ficaram feridas, quando um 'drone' russo atingiu um autocarro que transportava mineiros em Pavlograd, na região de Dnipropetrovsk, centro da Ucrânia.
O ataque ocorreu durante um "ataque russo em grande escala" contra minas na zona, operadas pela empresa de energia DTEK, que deu conta das mortes dos mineiros na rede Telegram.
"O epicentro de um dos ataques foi um autocarro de trabalho que transportava mineiros da empresa após um turno na região de Dnipropetrovsk. Até ao momento, sabe-se que 15 mineiros morreram. Segundo informações preliminares, sete mineiros também ficaram feridos", relatou a empresa.
Lusa
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Corte de energia elétrica interrompe circulação do metro de Kiev e provoca apagões
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenski, confirmou este sábado que a Ucrânia enfrenta cortes de energia em várias regiões, o que está a originar diversos apagões, situação que já levou à interrupção da circulação do metro de Kiev.
"A situação de emergência no sistema elétrico da Ucrânia é causada por problemas técnicos nas linhas de interconexão entre a nossa rede e a da Moldávia", afirmou o Presidente ucraniano nas suas redes sociais após uma reunião com a primeira-ministra, Yulia Sviridenko, e o ministro da Energia, Denis Shmihal, para tratar da situação.
"Todas as medidas de resposta necessárias foram implementadas no sistema energético da Ucrânia e os trabalhos de restauro continuam. A tarefa agora é estabilizar a situação o mais rapidamente possível", refere Zelenski.
Lusa
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Rússia realizou ataques noturnos à Ucrânia apesar da suspensão pedida pelos EUA
A Rússia lançou um míssil e 111 drones contra a Ucrânia durante a noite, disse a Força Aérea ucraniana, um dia depois de o Presidente norte-americano ter anunciado uma suspensão dos ataques aéreos russos.
A Força Aérea de Kiev precisou que a Rússia disparou um míssil balístico Iskander-M, além do lançamento dos 111 aparelhos aéreos não tripulados (drones).
Os ataques noturnos da Rússia tiveram como alvo 15 locais diferentes tendo a Força Aérea ucraniana abatido 80 drones.
Ataque aéreo russo causa três mortos na região de Zaporijia
Ataques russos mataram três pessoas na região de Zaporijia, no centro-leste da Ucrânia, anunciou esta quinta-feira o governador local.
"Os russos realizaram ataques com drones contra bairros residenciais de Vilniansk (...). Duas mulheres e um homem foram mortos, e outro homem ficou ferido", escreveu Ivan Fedorov na plataforma de mensagens Telegram.
"Habitações foram destruídas e deflagraram incêndios", acrescentou.
Putin disposto a receber Zelensky desde que seja em Moscovo
O Kremlin manifestou-se esta quarta-feira disposto a organizar um encontro entre os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, desde que ocorra em Moscovo.
Ushakov recordou que Putin declarou em várias ocasiões à imprensa que, se Zelensky estiver realmente disposto a reunir-se, então convidá-lo-ia para ir a Moscovo".
Segundo indicou, esta questão "foi discutida várias vezes durante os contactos telefónicos" entre Putin e o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
"Em particular, Trump pediu-nos que estudássemos essa possibilidade. O importante é que estes contactos estejam bem preparados. Isso é o primeiro ponto. E o segundo é que estejam orientados para a obtenção de resultados positivos concretos", sublinhou.
Putin e Zelensky reuniram-se apenas uma vez desde que o segundo assumiu a presidência ucraniana. O encontro teve lugar em dezembro de 2019, em Paris, na presença dos líderes de França e da Alemanha.
Lusa
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Dois mortos em ataque russo perto de Kiev
Duas pessoas morreram e outras quatro ficaram feridas num ataque russo perto de Kiev, anunciou esta quarta-feira a administração militar regional da capital da Ucrânia.
O ataque atingiu a localidade de Bilogorodska, nos subúrbios a sudeste da capital, precisou o responsável da administração, Mykola Kalashnyk.
Na terça-feira, uma onda de ataques russos causou 12 mortos, incluindo cinco num comboio de passageiros perto de Kharkiv (nordeste), e atingiu infraestruturas energéticas, dias antes do recomeço das negociações tripartidas para a paz, previsto para domingo, em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos.
Ataques aéreos russos fazem 10 mortos e danificam infraestruturas energéticas
Os ataques russos no leste e sul da Ucrânia fizeram 10 mortos e danificaram as infraestruturas energéticas, denunciou esta terça-feira Kiev, enquanto Ucrânia e Rússia estão em negociações diretas para terminar o conflito de quase quatro anos.
A região de Odessa foi atacada por cerca de 50 'drones' russos, segundo as autoridades locais.
Os corpos de três pessoas foram encontrados debaixo dos escombros na própria cidade de Odessa, onde cerca de 30 pessoas ficaram feridas.
Lusa
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Controlo da central nuclear de Zaporijia pendente nas negociações com Rússia
O ministro ucraniano das Relações Exteriores, Andri Sibiga, esclareceu esta terça-feira que, além da questão territorial, o controlo da central nuclear de Zaporijia está pendente nas negociações de paz entre Kiev e a Rússia:
A central de Zaporijia é a maior da Europa e está ocupada pelas tropas russas, praticamente desde início da invasão da Ucrânia há quase quatro anos.
Em declarações ao meio de comunicação social "European Truth", o ministro disse que o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, está disposto a reunir-se pessoalmente com o homólogo russo, Vladimir Putin, para resolver as duas questões mais sensíveis que continuam por solucionar, no âmbito do processo de paz impulsionado pelos Estados Unidos.
Lusa
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Rússia destruiu rede elétrica de Odessa. Kiev detetou 165 drones e abateu 135
Um ataque noturno com drones provocou esta terça-feira danos graves na infraestrutura da rede elétrica da cidade portuária ucraniana Odessa (sul), uma cidade que tem sido das mais afetadas pelos bombardeamentos das Forças Armadas da Federação Russa.
A Força Aérea ucraniana contabilizou 165 drones no seu território, anunciando ter conseguido abater 135 deles, mas há registo de dois mortos em Donetsk, num total de 14 locais de impactos por todo o país.
"O nível de destruição foi colossal e os trabalhos de reconstrução vão levar bastante tempo para que aquele equipamento volte a funcionar", lê-se em comunicado da empresa de distribuição elétrica de Odessa, DTEK, enquanto o governador Mikolayiv (a leste de Odessa) também se queixou de que o sistema de fornecimento de gás à sua região foi afetado.
Lusa
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Zelensky deseja que a Ucrânia integre a União Europeia até 2027
Volodymyr Zelensky afirmou nesta terça-feira que a Ucrânia deseja juntar-se à União Europeia até 2027.
Numa mensagem deixada na rede social X, o presidente ucraniano revelou que discutiu este tema com Christian Stocker, chanceler da Áustria, numa conversa por telefone, e que espera agora que todos os estados membros apoiem esta intenção.
Cerca de 15% dos prédios residenciais em Kiev continuam sem aquecimento após ataques russos
O prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, afirmou este domingo que 1.330 prédios residenciais permanecem sem aquecimento.
Com mais de 3 milhões de habitantes, Kiev continua a luta para restabelecer o fornecimento de energia elétrica, aquecimento e água, após os ataques russos à infraestruta crítica nos dias 9, 20 e 24 de janeiro.
"Os trabalhadores do setor de energia continuam a trabalhar para restabelecer o fornecimento de energia nas casas dos moradores de Kiev", disse Klitschko, citado pelo jornal The Kyiv Independent.
No dia 23 de janeiro, o número já tinha reduzido para cerca de 2 mil, mas, depois do ataque de dia 24, quase 6 mil dos cerca 12 mil prédios existentes ficaram sem aquecimento.
Zelensky revela que acordo com garantias de segurança oferecidas pelos EUA "está 100% pronto"
Volodymyr Zelensky revelou este domingo que o documento com garantias de segurança dos Estados Unidos para a Ucrânia está "100% pronto" - falta apenas a assinatura.
Estas declarações do presidente ucraniano surgem após dois dias de negociações tripartidas (sexta e sábado), em Abu Dahbi, nos Emirados Árabes Unidos, em reuniões que juntaram à mesma mesa representantes ucranianos, russos e norte-americanos.
Próxima reunião trilateral está agendada para 1 de fevereiro
A próxima ronda de negociações entre os Estados Unidos, a Ucrânia e a Rússia vai decorrer dia 1 de fevereiro. À semelhança das anteriores, a reunião deverá ocorrer na capital dos Emirados Árabes Unidos, Abu Dhabi, de acordo com o Ukrinform.
O próximo encontro vai acontecer oito dias depois das primeiras negociações lideradas pelos EUA com o objetivo de avançar em direção a uma solução para a guerra em grande escala na Ucrânia.
Steve Witkoff, enviado especial de Donald Trump, afirmou que os dois dias de conversa foram "muito construtivos" e acrescentou que "o presidente Trump e toda a sua equipa estão empenhados em trazer paz a esta guerra".
Correio da Manhã
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ONU pede fim dos ataques russos que deixam milhares sem aquecimento nem luz
O coordenador humanitário das Nações Unidas para a Ucrânia condenou este sábado veementemente "mais uma vaga de ataques russos" contra infraestruturas energéticas na Ucrânia, em violação do direito internacional humanitário, deixando milhares de pessoas sem aquecimento nem eletricidade.
"Este ciclo sistemático de ataques à infraestrutura energética viola o direito internacional humanitário e deve terminar. Os civis devem estar seguros e quentes nas suas casas e não viver com medo das perdas que a próxima ronda de destruição possa trazer", afirmou este sábado Matthias Schmale, numa mensagem nas redes sociais.
O representante do Gabinete das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) denunciou que a mais recente onda de ataques matou e feriu civis e deixou "milhares expostos ao rigoroso inverno".
Lusa
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Negociações em Abu Dhabi terminam sem divulgação de resultados
Representantes ucranianos e russos terminaram este sábado uma primeira ronda de negociações em Abu Dhabi sob mediação norte-americana, disseram as duas delegações sem revelar resultados, mas admitindo retomar o diálogo nos próximos dias.
União Europeia assina acordo para criar tribunal que julgará invasão russa
A União Europeia e o Conselho da Europa assinaram um acordo para financiar uma equipa avançada, que preparará as bases para a criação de um tribunal que julgará a invasão russa na Ucrânia.
A equipa avançada preparará as bases institucionais, logísticas e organizacionais do Tribunal Especial para o Crime de Agressão contra a Ucrânia (STCA), um órgão que a Ucrânia e o Conselho da Europa concordaram em criar no passado dia 25 de junho, em Paris, refere a agência EFE.
O tribunal terá o mandato de processar altos líderes políticos e militares pela invasão russa à Ucrânia, algo para o qual o Tribunal Penal Internacional (TPI) não tem jurisdição.
Reunião "produtiva" entre Ucrânia, EUA e Rússia já terminou e prossegue este sábado
A reunião entre as delegações russa, ucraniana e norte-americana já terminou na capital dos Emirados Árabes Unidos, Abu Dhabi, avança a NBC News, com base numa fonte da Casa Branca, que adianta que a reunião foi "produtiva" e que as negociações vão prosseguir neste sábado. No encontro desta sexta-feira, estiveram em cima da mesa as negociações de paz.
Correio da Manhã
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Quatro mortos, incluindo uma criança, em ataque russo no leste da Ucrânia
Um ataque russo matou quatro pessoas, incluindo uma criança de cinco anos, durante a noite desta sexta-feira no leste da Ucrânia, avança o Serviço Estatal de Emergência, citado pela SkyNews.
Os drones lançados atingiram uma área residencial na região de Donetsk.
Há registo de cinco moradores feridos.
Correio da Manhã
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Primeiro encontro entre a Ucrânia, EUA e Rússia já começou
A reunião entre as delegações russa, ucraniana e norte-americana já começou na capital dos Emirados Árabes Unidos, Abu Dhabi, avança a SkyNews. No encontro desta sexta-feira, estarão em cima da mesa as negociações de paz que poderão estender-se até este sábado.
Joana Mendes
JornalistaSeguir Autor:
Controlo de territórios vai ser discutido nas negociações entre as delegações ucraniana, russa e norte-americana
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse esta sexta-feira que a questão fundamental do controlo sobre os territórios no leste ucraniano vai ser abordada pelas delegações ucraniana, russa e norte-americana.
A reunião trilateral vai realizar a partir desta sexta-feira em Abu Dhabi.
"A questão do Donbass (território no leste da Ucrânia, incluindo as regiões de Donetsk e Lugansk) é fundamental", declarou esta sexta-feira o presidente ucraniano durante uma conferência de imprensa, acrescentando que o assunto vai ser discutido em Abu Dhabi, sexta e sábado.
Lusa
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Enviado especial dos EUA diz só faltar resolver um ponto para a Paz na Ucrânia
O enviado especial dos Estados Unidos da América (EUA) para a resolução da guerra entre Rússia e Ucrânia, Steve Witkoff, afirmou esta quinta-feira que apenas resta uma questão por resolver entre as partes, registando-se "progressos significativos".
"Acredito que só resta uma questão para ser resolvida. Discutimos diversas versões dessa questão, o que significa que ela pode ser resolvida. Portanto, se ambos os lados desejarem resolvê-la, nós vamos resolvê-la", disse, sem pormenorizar, num evento à margem do Fórum Económico Mundial, em Davos, Suíça.
Witkoff viaja ainda esta quinta-feira para Moscovo, prevendo-se um encontro com a cúpula do Kremlin para transmitir o ponto da situação negocial com Kiev.
Lusa
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Finlândia receia ser atingida por drones ucranianos desviados pela Rússia
As autoridades finlandesas alertaram hoje sobre a possibilidade de o território da Finlândia ser sobrevoado e atingido por drones ucranianos desviados pelas forças russas.
O chefe dos serviços de informação militares finlandeses disse à France Presse que a Rússia tem neste momento capacidades técnicas que permitem bloquear o sinal dos aparelhos aéreos não tripulados (drones) ucranianos.
Segundo Helsínquia, a Ucrânia tem como alvo os portos russos localizados próximo do território finlandês sendo que a Rússia desenvolveu técnicas capazes de interferir na rota dos aparelhos correndo-se o risco de serem dirigidos contra a Finlândia.
Lusa
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Pelo menos três mortos em ataque ucraniano com drones a terminal portuário russo
Pelo menos três pessoas morreram esta quarta-feira num ataque ucraniano com drones a um terminal portuário na região russa de Krasnodar, no Mar Negro.
Além dos mortos, o ataque na localidade de Volna feriu com diferentes gravidades outros oito trabalhadores, que foram hospitalizados, segundo explicou no Telegram governador de Krasnodar, Beniamin Kondrátev.
Em consequência do bombardeamento, quatro depósitos de produtos petrolíferos arderam nas chamas nos terminais do porto de Taman.
Lusa
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Rússia ataca subestações de duas centrais nucleares ucranianas
As tropas russas atacaram na madrugada desta terça-feira várias subestações elétricas que alimentam duas centrais nucleares na Ucrânia. O ataque, que matou uma pessoa e feriu várias, visou infraestruturas críticas localizadas a sul e a oeste do país. Três centrais nucleares fornecem a maioria da energia utilizada pelos ucranianos que enfrentam um inverno particularmente rigoroso com temperaturas negativas.
Zelensky alerta para novo ataque em grande escala da Rússia e pede vigilância
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, avisou esta segunda-feira que a Rússia está a preparar um novo ataque em grande escala e pediu aos ucranianos que estejam vigilantes e reajam a todos os alertas de ataque aéreo.
"Nos próximos dias, devemos estar extremamente vigilantes. A Rússia preparou um ataque em grande escala e está à espera do momento certo para o realizar", apontou Zelensky, no seu habitual discurso noturno dirigido à nação.
"Por favor, prestem atenção a todos os alertas de ataque aéreo. Cada região deve estar pronta para reagir o mais rapidamente possível e apoiar a população", acrescentou, citado pela agência de notícias Ukrinform.
Zelensky adiantou que recebeu relatórios dos serviços de informação russos sobre os planos, que alertavam para possíveis atos de sabotagem, bem como ataques contra as autoridades ucranianas.
O governante ucraniano garantiu ainda ter aprovado operações para reforçar as defesas da Ucrânia.
Negociadores de Kiev nos EUA para discutir acordo de paz com Rússia
Negociadores ucranianos chegaram este sábado aos EUA para conversações com o enviado do Presidente, Steve Witkoff, e o genro de Trump, Jared Kushner, para tentar pôr fim a quase quatro anos de guerra com a Rússia, segundo um membro da delegação.
Os enviados americanos têm negociado separadamente com Kiev e Moscovo um acordo destinado a pôr fim ao conflito, mas várias questões permanecem por resolver, incluindo o futuro dos territórios ocupados e as garantias de segurança para a Ucrânia.
Estas novas discussões, que se realizarão em Miami, na Florida, ocorrem num momento em que uma série de bombardeamentos russos contra as infraestruturas da Ucrânia provocaram cortes de energia e aquecimento no meio do inverno.
Lusa
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Ucrânia e Rússia acordam cessar-fogo local para trabalhos de ligação elétrica em Zaporizhzhia, segundo a AIEA
A Rússia e a Ucrânia deram esta sexta-feira o seu acordo à AIEA para um cessar-fogo local com o objetivo de reparar a última linha elétrica de emergência restante da central nuclear de Zaporizhzhia, declarou o seu Diretor-Geral, Rafael Grossi.
Os trabalhos deverão começar "nos próximos dias" nesta linha, danificada e desativada devido a operações militares em 02 de janeiro, precisou a Agência Internacional de Energia Atómica num comunicado.
"Este cessar-fogo temporário, o quarto que negociamos, demonstra o papel indispensável que continuamos a desempenhar", considerou Grossi, citado no comunicado.
Escolas de Kiev encerram duas semanas devido a crise energética
As escolas de Kiev vão encerrar durante duas semanas a partir de segunda-feira, em plenas dificuldades causadas pelos ataques russos às infraestruturas energéticas da Ucrânia, anunciou esta sexta-feira o presidente da câmara da capital ucraniana, Vitali Klitschko.
"A partir de 19 de janeiro, as escolas da capital estarão encerradas até 01 de fevereiro", informou Klitschko na rede social Telegram, explicando que a pausa será compensada com as férias da primavera e do verão.
O autarca comentou que a prioridade "é a segurança das crianças e a preservação do processo educativo, mesmo em condições difíceis".
Lusa
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Várias áreas sem ajuda no inverno por falta de recursos
A falta de recursos obrigou o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) a "abandonar" várias zonas da Ucrânia no seu plano de preparação para o inverno, lamentou esta sexta-feira o representante da organização no país, Munir Mammadzade, em conferência de imprensa.
Mammadzade sublinhou que o plano de preparação para o inverno da organização, com um orçamento de aproximadamente 100 milhões de dólares [86 milhões de euros], foi financiado em apenas 60%.
"Vamos precisar de reavaliar a situação, pois este pedido de 100 milhões de dólares foi feito antes do aumento significativo dos cortes de energia na capital", destacou o representante do UNICEF.
Mammadzade enfatizou ainda a importância de se preparar não só para esta emergência, mas também para o futuro, especialmente em Kiev e noutras áreas urbanas.
"Acreditamos que isto não terminará este inverno", avaliou.
Lusa
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Putin espera acordo de paz "o mais depressa possível" e normalizar relações com Europa
O Presidente russo, Vladimir Putin, disse esta quinta-feira que ainda espera um acordo de paz "o mais depressa possível" para o conflito na Ucrânia e normalizar as relações com os países europeus, que considera estarem atualmente reduzidas ao mínimo.
Dirigindo-se a dez embaixadores europeus que lhe apresentaram esta quinta-feira as suas credenciais numa cerimónia no Kremlin, o líder russo alertou que as relações com a Europa "deixam muito a desejar" e manifestou confiança em restaurá-las no futuro.
Lusa
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Kiev continua a enfrentar falhas de energia registando-se 17 graus negativos
Mais de 400 edifícios residenciais na capital da Ucrânia permanecem sem aquecimento devido aos ataques russos que atingiram os sistemas de distribuição de energia e numa altura em que se registam 17 graus negativos na região.
As falhas começaram a verificar-se na passada sexta-feira após os ataques russos com aparelhos aéreos não tripulados (drones) e mísseis que afetaram o sistema de distribuição de gás e da redes de fornecimento de eletricidade.
Lusa
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Reino Unido vai desenvolver mísseis balísticos para a Ucrânia
O Reino Unido vai desenvolver um novo míssil balístico, para a Ucrânia. O “Nightfall” terá capacidade de carga de 200 quilos e alcance superior a 500 quilómetros, podendo atingir alvos na Rússia. O projeto visa fortalecer as capacidades de defesa ucranianas. As autoridades britânicas esperam que seja possível produzir dez mísseis por mês.
Três equipas da indústria da defesa vão produzir os três primeiros mísseis e o objetivo é, dentro de um ano, iniciar testes de lançamento.
Quatro mortos em ataque russo que atingiu uma clínica pediátrica
Quatro pessoas morreram esta terça-feira na sequência de um ataque russo que atingiu uma clínica pediátrica nos arredores de Kharkiv, no noroeste da Ucrânia, informaram as autoridades locais.
O governador da região de Kharkiv, Oleg Sinegubov, afirmou numa breve mensagem na rede social Telegram que "o número de mortos no ataque inimigo nos arredores de Kharkiv subiu para quatro", e que há seis feridos com gravidade.
Também relatou outro ataque com drone no distrito de Shevchenkovsky, mas que não causou vítimas.
Lusa
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ONU afirma que 2025 foi o ano mais letal para os civis ucranianos desde 2022
A ONU denunciou esta segunda-feira que 2025 foi o ano mais letal para os civis ucranianos - 2.514 mortes - desde 2022, ano em que a Rússia iniciou a invasão em larga escala da Ucrânia.
Numa reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre a situação na Ucrânia, a subsecretária-geral Rosemary DiCarlo apontou para as conclusões da Missão de Monitorização dos Direitos Humanos das Nações Unidas no país, que verificou a morte de 2.514 civis e o ferimento de 12.142 no passado.
Segundo a Missão, o número total de civis mortos e feridos em 2025 foi 31% maior do que em 2024, quando se registaram 2.088 mortos e 9.138 feridos e 70% superior a 2023 (1.974 mortos e 6.651 feridos).
Kiev reclamou neutralização de 135 drones russos. Duas pessoas ficaram feridas
As defesas aéreas ucranianas disseram esta segunda-feira que neutralizaram 135 dos 156 aparelhos aéreos não tripulados (drones) lançados pela Rússia desde a tarde de domingo, ferindo duas pessoas em Odessa.
O ataque russo contra o sul da Ucrânia deixou várias cidades e parte da capital regional, Odessa, sem energia.
Segundo o governador da região de Odessa, Oleg Kiper, duas pessoas ficaram feridas e pelo menos cinco residências e um edifício administrativo foram danificados.
Zelensky assinala data simbólica do conflito com a Rússia
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, assinalou este domingo os 1418 dias da guerra na Ucrânia — os mesmos que durou o conflito entre a Alemanha Nazi e a União Soviética na 2ª Guerra Mundial.
"Hoje assinala-se o 1418º dia da guerra da Rússia contra a Ucrânia. Queriam repetir e repetiram o escárnio do povo — repetiram o fascismo, repetiram quase todas as piores coisas que aconteceram no século XX”, afirmou o chefe de Estado na sua mensagem diária ao país.
Rússia atinge infraestruturas energéticas em 150 zonas na Ucrânia
O exército russo atacou, nas últimas 24 horas, infraestruturas energéticas e depósitos de combustível em mais de 150 zonas na Ucrânia, que atravessa um período de baixas temperaturas, revelou este sábado o boletim de guerra russo.
Mísseis e aparelhos não tripulados russos atingiram infraestruturas civis e posições inimigas, tanto de tropas como de mercenários estrangeiros, em 153 zonas do país, informou o Ministério da Defesa russo na rede social Telegram.
Moscovo insiste que essas infraestruturas garantem o funcionamento da indústria militar inimiga, o que é questionado tanto por Kiev como pelos seus aliados europeus.
Os ataques deixaram provisoriamente sem eletricidade milhões de pessoas nas últimas semanas na Ucrânia.
Lusa
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Conselho de Segurança da ONU reúne-se a pedido de Kiev após ataques russos
O Conselho de Segurança da ONU vai reunir-se na segunda-feira a pedido da Ucrânia, após novos ataques russos e a utilização por Moscovo do míssil de última geração Orechnik.
A informação consta da agenda do Conselho, que foi alterada e publicada na sexta-feira à noite.
"A Rússia atingiu um novo nível terrível de crimes de guerra e crimes contra a humanidade nos ataques contra civis e infraestruturas civis na Ucrânia", denunciou o embaixador da Ucrânia na ONU, Andrii Melnyk, numa carta em que solicita a reunião e à qual a agência France-Presse (AFP) teve acesso.
Novos ataques russos na noite de quinta para sexta-feira privaram de aquecimento metade dos edifícios residenciais de Kiev, levando o presidente da câmara da capital ucraniana a apelar à população para que saísse temporariamente da cidade.
Nestes bombardeamentos foi utilizado, pela segunda vez desde o início da guerra em fevereiro de 2022, o míssil balístico russo Orechnik.
Lusa
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Guterres condena veementemente recentes ataques russos contra alvos civis na Ucrânia
O secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou esta sexta-feira veementemente os recentes ataques russos contra infraestruturas civis ucranianas, na sequência dos recentes bombardeamentos que incluíram o lançamento de um míssil hipersónico, segundo um comunicado do porta-voz.
"O secretário-geral condena veementemente os ataques direcionados com mísseis e drones realizados pela Federação Russa contra a infraestrutura civil ucraniana", pode ler-se na nota.
Para Guterres, os ataques "contra civis e infraestruturas civis violam o direito internacional humanitário, onde quer que ocorram, são inaceitáveis e devem cessar imediatamente".
Kiev reporta um morto em ataques russos a dois cargueiros no mar Negro
Pelo menos uma pessoa morreu em vários ataques esta sexta-feira efetuados por forças russas a cargueiros no mar Negro, segundo as autoridades ucranianas, que denunciaram tratar-se de "mais um ato terrorista contra a navegação civil".
O ministro do Desenvolvimento Comunitário e Territorial da Ucrânia, Oleksiy Kuleba, explicou que um drone atingiu uma embarcação civil com pavilhão de São Cristóvão e Nevis, que se dirigia para o porto de Chornomorsk para carregar cereais, no âmbito do corredor marítimo ucraniano.
"Relato preliminar: há vítimas. A navegabilidade do navio não foi afetada; está a navegar e a dirigir-se para o porto mais próximo", informou Kuleba, numa mensagem publicada no seu canal da plataforma digital Telegram.
Indicou ainda que uma embarcação com pavilhão das Ilhas Comores, que transportava soja, foi atingida perto do porto de Odessa.
"Infelizmente, como resultado do ataque, um membro da tripulação, um cidadão sírio, morreu", confirmou.
"Isto é mais uma prova de que a Rússia ataca deliberadamente alvos civis, os transportes marítimos internacionais e a logística alimentar. A Ucrânia está a fazer tudo o que é possível para garantir a segurança e cumprir os seus compromissos de exportação, apesar dos constantes ataques", sublinhou o ministro ucraniano.
A guerra de agressão da Rússia, iniciada com a invasão da Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, prossegue sem fim à vista, tendo até agora fracassado todos os esforços de mediação para um acordo de cessar-fogo.
Analistas dizem que míssil russo Oreshnik visa intimidar o Ocidente
O lançamento pela Rússia de um míssil balístico Oreshnik sem ogiva nuclear contra a Ucrânia, perto da fronteira com a Polónia, é interpretado por analistas como manobra estratégica de comunicação destinada a intimidar os aliados de Kiev.
Especialistas ouvidos pela agência noticiosa francesa France-Presse consideram que a decisão de utilizar um míssil balístico de alcance intermédio, cujas capacidades técnicas permanecem incertas, visa sobretudo enviar uma mensagem política ao Ocidente, explorando o simbolismo associado à ameaça nuclear.O investigador Cyrille Bret, do Institut Montaigne, considera que o Presidente russo, Vladimir Putin, está a comunicar diretamente com o Ocidente, sublinhando que os mesmos efeitos militares poderiam ter sido alcançados sem recurso a este tipo de armamento.
O general australiano reformado Mick Ryan classificou o Oreshnik como uma "arma psicológica" inserida numa estratégia de guerra cognitiva, considerando o lançamento "lógico" após semanas difíceis para a Rússia no plano internacional, incluindo a captura do aliado Nicolás Maduro pelos Estados Unidos e a apreensão de um petroleiro ligado a Moscovo no Atlântico Norte.
Lusa
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Autoridades ucranianas pedem a residentes para saírem de Kiev por falta de aquecimento
O presidente da Câmara de Kiev instou hoje os habitantes a abandonarem temporariamente a capital ucraniana, onde metade dos edifícios residenciais estão sem aquecimento após os ataques aéreos russos da madrugada, com a temperatura nos -8º Celsius.
"Metade dos edifícios residenciais de Kiev --- quase 6.000 --- estão atualmente sem aquecimento", avançou Vitaly Klitschko.
Por isso, os moradores "devem sair temporariamente (...), para locais onde existam fontes de alimentação e aquecimento", apelou.
Várias áreas de Kiev foram atingidas no ataque lançado esta madrugada pela Rússia à Ucrânia, que provocou quatro mortos em Kiev, e atingiu infraestruturas críticas na cidade ocidental de Lviv.
O abastecimento de água e eletricidade foi interrompido em partes da capital, sendo que o aquecimento e crucial nesta altura do inverno, adiantou Vitaly Klitschko.
Lusa
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Zelensky pede reação a ataque russo que danificou embaixada qatari e prédios
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pediu esta sexta-feira uma "resposta clara" da comunidade internacional, após maciço ataque aéreo russo, incluindo o sistema de mísseis hipersónicos Oreshnik, que danificou 20 edifícios habitacionais e a Embaixada qatari em Kiev.
"É preciso uma resposta clara da comunidade internacional. Em primeiro lugar, dos Estados Unidos, cujos sinais estão a ser seguidos de perto pela Rússia", declarou nas redes sociais, exigindo a Rússia entenda que "é seu dever concentrar-se na diplomacia".
Segundo o líder ucraniano, "o prédio da embaixada do Qatar foi danificado por um drone russo", tal como outros 20 edifícios residenciais na capital, confirmando um total de quatro vítimas mortais.
Lusa
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Kiev diz que Moscovo quis testar aliados com 36 mísseis e 242 drones
A Força Aérea ucraniana anunciou esta que as Forças Armadas da Federação Russa lançaram 36 mísseis e 242 drones contra o seu território durante a noite de quinta-feira e esta madrugada, incluindo o sistema de mísseis hipersónicos Oreshnik.
Para Kiev, este ataque maciço teve como objetivo testar os aliados da Ucrânia, apesar de as autoridades ucranianas adiantarem que as defesas antiaéreas abateram 226 drones e 18 mísseis.
"Um ataque como este, próximo à fronteira da União Europeia e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), representa uma séria ameaça à segurança do continente europeu e um teste para a aliança transatlântica", defendeu o ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Andriy Sybiga, nas redes sociais.
Lusa
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Ataque da Rússia mata quatro pessoas em Kiev e ofensiva ucraniana deixa 500 mil russos sem energia
Um ataque da Rússia à Ucrânia fez esta sexta-feira quatro mortos em Kiev, enquanto um ataque ucraniano deixou mais de 500 mil russos sem eletricidade na região oriental de Belgorod, de acordo com as autoridades dos dois países.
Além da capital ucraniana, a Rússia também atingiu infraestruturas críticas na cidade ocidental de Lviv, usando um míssil balístico não identificado, disse o presidente da câmara, Andriy Sadoviy.
O Comando Ocidental da Força Aérea da Ucrânia adiantou mais tarde que o míssil viajou a uma velocidade de 13 mil quilómetros por hora e que o tipo específico de foguete estava a ser investigado.
Lusa
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Rússia dispara míssil Oreshnik contra a Ucrânia em resposta ao alegado ataque à residência de Putin
A Rússia afirmou ter disparado, esta sexta-feira, contra a ucrânia o míssil Oreshnik em retaliação a uma tentativa de ataque ucraniano à residência de Putin, na região de Novgorod no final do passado mês de dezembro, avança a Reuters.
Recorde-se que a Ucrânia negou esta tentativa de ataque e classificou a alegação russa como "uma mentira".
O comunicado oficial descreve um "ataque maciço com armas de alta precisão e de longo alcance, incluindo o sistema de mísseis terra-ar Oreshnik, de alcance intermédio", além de drones.
O número de unidades balísticas utilizadas não foi especificado, mas foi justificado como " resposta ao ataque terrorista perpetrado pelo regime de Kiev" contra a residência do presidente russo, Vladimir Putin, no final de dezembro.
Correio da Manhã
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Lusa
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Mais de um milhão de casas na Ucrânia sem energia e água após ataque russo
Mais de um milhão de casas na Ucrânia ficaram sem aquecimento e sem água após ataques aéreos russos durante a noite e que atingiram sobretudo a região de Dnipropetrovsk, no centro do país, disse esta quinta-feira o Governo de Kiev.
O vice-primeiro-ministro para a Reconstrução da Ucrânia, Oleksiy Kuleba, afirmou que os trabalhos de reparação decorrem na região de Dnipropetrovsk para restabelecer o fornecimento de água e aquecimento a mais de um milhão de casas.
Anteriormente, a empresa ucraniana Ukrenergo responsável pelo fornecimento de energia indicava que os ataques russos contra a Ucrânia durante a última noite provocaram falhas de eletricidade nas regiões centro e leste do país.
Lusa
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Rússia perdeu 1.400 soldados e 17 sistemas de artilharia nas últimas 24 horas
A Rússia sofreu aproximadamente 1.215.900 baixas na Ucrânia entre fevereiro de 2022 e janeiro de 2026, com 1.400 soldados mortos ou feridos nas últimas 24 horas, afirmou o Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia no Facebook.
Correio da Manhã
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Regiões de Zaporijia e Dnipropetrovsk quase sem energia após ataque russo
As regiões de Zaporijia e Dnipropetrovsk, no leste da Ucrânia, ficaram esta quarta-feira quase completamente sem energia devido a um ataque russo, informou o governo ucraniano.
"Esta tarde, as tropas russas lançaram mais um ataque às infraestruturas energéticas da Ucrânia. Como resultado do ataque, as regiões de Dnipropetrovsk e Zaporijia ficaram quase completamente sem energia", referiu um comunicado de imprensa publicado no Telegram pelo ministério.
As duas regiões no leste da Ucrânia, situam-se nas margens do rio Dnieper, perto da linha da frente da guerra.
Lusa
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Rússia envia submarino para escoltar petroleiro sob ameaça dos EUA
A Federação Russa enviou um submarino e outros meios para fazerem a escolta a um petroleiro que os Estados Unidos da América (EUA) tentaram apreender junto à Venezuela, noticiou esta quarta-feira o jornal norte-americano Wall Street Journal.
Segundo fonte oficial dos EUA, o navio em causa é o "Bella 1", que tem estado há duas semanas a tentar furar o bloqueio naval das forças comandadas por Washington, no mar do Caribe.
O referido petroleiro, sem carga nos seus tanques, não conseguiu atracar na Venezuela para ser carregado e foi perseguido pela Guarda Costeira dos EUA, que alegam tratar-se de um dos navios da chamada "frota fantasma" com o objetivo de distribuir petróleo russo por vários países, numa espécie de 'mercado negro'.
Lusa
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Presidente Volodymyr Zelensky está no Chipre em visita oficial
A informação foi divulgada pelo Gabinete do Presidente, segundo a agência Ukrinform.
"O presidente está no Chipre", afirmou Sergii Nykyforov, porta-voz do chefe de Estado ucraniano.
Segundo ele, o programa da visita de Zelensky inclui reuniões com o presidente de Chipre, Nikos Christodoulides, e o arcebispo de Chipre, Georgios, bem como conversas conjuntas entre o presidente da Ucrânia, o presidente de Chipre, Nikos Christodoulides, o presidente do Conselho Europeu, Antonio Costa, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.
À noite, Zelensky participará na cerimónia que marca o início da presidência da República de Chipre no Conselho da União Europeia.
Correio da Manhã
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Depósito de petróleo russo pega fogo após ataque ucraniano
Um incêndio deflagrou no depósito de petróleo de Stary Oskol, na região de Belgorod, na Rússia, após ter sido atacado por drones ucranianos durante a noite de 7 de janeiro, disse o governador regional Vyacheslov Gladkov, de acordo com o The Kyiv Independent.
Moradores de Stary Oskol relataram um incêndio nos arredores da cidade na noite de 6 de janeiro e disseram que um depósito de petróleo local estava em chamas. Testemunhas publicaram fotos e vídeos do grande incêndio no local nas redes sociais. Gladkov confirmou posteriormente que um drone tinha atacado o depósito de petróleo.
"Como resultado da detonação, vários tanques pegaram fogo no local", disse Gladkov. Os bombeiros estão a combater o incêndio e aparentemente não há vítimas, acrescentou.
Correio da Manhã
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Alemanha enviará tropas para país vizinho da Ucrânia
O chanceler alemão, Friedrich Merz, afirmou esta terça-feira que o seu país poderá enviar tropas de manutenção da paz para um país vizinho da Ucrânia, em caso de cessar-fogo com a Rússia, mas não para o país invadido.
"A Alemanha continuará envolvida política, financeira e também militarmente. Parte disso poderia incluir o envio de efetivos para território vizinho [da Ucrânia] como parte da NATO, depois de um cessar-fogo", declarou Merz numa conferência de imprensa com os líderes de França, Reino Unido e Ucrânia, após a cimeira em Paris da coligação de Boa Vontade.
Uma vez encontrado um acordo sobre a criação de uma força internacional "apoiada" por meios militares norte-americanos, o governo e o parlamento alemão "decidirão a natureza e a extensão da contribuição alemã", declarou o chanceler, acrescentando que, para já, Berlim "não exclui nenhuma opção".
Lusa
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Zelensky despede mais três altos funcionários dos serviços de informações
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou a demissão de mais três altos funcionários do Serviço Nacional de Informações (SBU), após a destituição na segunda-feira do chefe da mesma agência, Vasily Maliuk, divulgou esta terça-feira a imprensa internacional.
A Presidência da Ucrânia publicou três breves decretos, de acordo com a agência de notícias Europa Press, que confirmam a demissão do chefe do Departamento de Contra-Informação Militar, Oleksandr Dubrovin, do chefe do Centro de Contraterrorismo do SBU e "número dois" da agência, Serhiy Andrushchenko, e do vice-diretor do SBU, Serhiy Naumiuk.
Lusa
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Drones ucranianos atacam instalações petrolíferas em várias regiões da Rússia
Durante a madrugada desta terça-feira, drones ucranianos atacaram várias regiões da Rússia. Há relatos de explosões e incêndios em diversos locais.
As autoridades regionais de Tver disseram que um fragmento de um drone atingiu um prédio alto no centro da cidade durante o ataque, matando uma pessoa, ferindo outras duas e provocando um incêndio, de acordo com o jornal The Kyiv Independent.
Moradores de Penza disseram ter ouvido cinco a sete explosões após as 2h da manhã, horário local, e visto clarões no céu. Relatos preliminares sugerem um possível impacto numa fábrica de rolamentos.
As autoridades russas não confirmaram oficialmente o alcance ou os alvos dos ataques.
Dois mortos em ataques russos após alerta de mísseis em Kiev
Ataques russos entre domingo e esta segunda-feira causaram dois mortos em Kiev e nos arredores, anunciaram as autoridades locais, depois de o exército ucraniano alertar que todo o país estava sob ameaça de mísseis.
Na capital, "uma pessoa morreu no ataque", disse o chefe da administração militar, Tymour Tkatchenko, na plataforma de mensagens Telegram, enquanto as autoridades locais indicaram que um estabelecimento médico foi atingido.
Nos arredores, os bombardeamentos atingiram várias habitações e "infraestruturas críticas", matando um homem na localidade de Fastiv, de acordo com o responsável pela administração militar regional, Mykola Kalachnyk.
Lusa
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Moscovo acusa Kiev de ataques com drones contra capital russa
As autoridades russas reivindicaram esta sexta-feira a interceção de sete aparelhos aéreos não tripulados lançados pelo Exército ucraniano contra Moscovo, sem prestar informações sobre vítimas ou danos materiais.
O presidente da Câmara de Moscovo, Sergei Sobyanin, afirmou que os aparelhos aéreos não tripulados (drones) foram abatidos durante a noite de quinta-feira e a manhã de hoje.
O autarca da capital da Rússia disse que as equipas de emergência estão a trabalhar nos locais onde se encontram os destroços dos drones.
Kiev não forneceu detalhes sobre os alegados ataques.
O Ministério da Defesa russo indicou que os sistemas de defesa aérea tinham abatido aproximadamente 65 drones ucranianos durante a noite de quinta-feira e as primeiras horas de hoje, incluindo sete sobre a região de Moscovo.
Da mesma forma, as autoridades da Rússia acrescentaram que 20 drones foram destruídos.
Até ao momento não foram divulgados dados concretos sobre sobre eventuais vítimas ou danos materiais nas regiões da Rússia.
Lusa
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Autoridades relatam um dos maiores ataques com drones sobre Zaporijia
O governador da região de Zaporijia, Ivan Fedorov, afirmou que a região foi alvo, nas últimas horas, de "um dos maiores ataques com drones" desde o início desta fase da guerra, que começou em fevereiro de 2022.
Fedorov sublinhou que, embora não tenha havido vítimas, a capital da região de Zaporijia, que tem o mesmo nome, sofreu danos significativos.
"Durante o feriado de Ano Novo, o inimigo [Rússia] atacou implacavelmente Zaporijia e os seus arredores", alertou Fedorov.
Lusa
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Rússia está a perder seis soldados por cada ucraniano morto
A Ucrânia estima que a Rússia esteja a perder seis soldados por cada militar ucraniano morto no campo de batalha, com perdas médias diárias superiores a mil militares, segundo avaliações das Forças Armadas de Kiev.
"Os russos perdem aproximadamente seis vezes mais soldados do que a Ucrânia. Esta proporção aplica-se especificamente às fatalidades", sublinhou comandante-chefe das Forças Armadas da Ucrânia, Oleksandr Syrskyi, citado pelo portal de notícias ucraniano Euromaidan.
Para Syrskyi, estes números mostram claramente porque é que o Kremlin é incapaz de acumular novas forças para um avanço estratégico na frente de batalha, apesar da mobilização em massa, dos incentivos financeiros e da pressão sobre a população.
Zelensky anuncia reunião com aliados europeus na próxima semana
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou esta terça-feira uma reunião com os líderes dos aliados de Kiev na próxima semana em França, no âmbito das negociações de paz promovidas pela Casa Branca com Rússia e Ucrânia.
A reunião, prevista para 06 de janeiro, deverá ser precedida por um encontro na Ucrânia entre conselheiros de segurança dos aliados de Kiev, acrescentou o líder ucraniano, na rede social X.
O encontro em solo ucraniano deverá acontecer no dia 03 de janeiro, detalhou Zelensky, que voltou a acusar Moscovo de falsidade sobre um alegado ataque ucraniano a uma residência do Presidente russo, Vladimir Putin.
Ucrânia e Rússia trocaram um total de cinco mil prisioneiros desde janeiro
A Rússia e a Ucrânia trocaram desde o início do ano cerca de 2.500 prisioneiros de guerra de cada lado, no âmbito dos acordos alcançados durante as negociações de Istambul, indicaram, esta terça-feira, as autoridades russas.
O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Mikhail Glazunin, em entrevista ao jornal Izvestia, disse que a Rússia repatriou 2.300 soldados e 170 civis.
A Rússia entregou também os corpos de 12 mil soldados ucranianos mortos em combate.
Lusa
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Trump ameaça Irão e Hamas e elogia Israel
O Presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou esta segunda-feira voltar a atacar o Irão, caso este país relance o programa nuclear, e punir o Hamas por recusar desarmar-se, após um encontro com o primeiro-ministro israelita, com quem trocou elogios.
Numa conferência de imprensa após receber na sua residência de Mar-a-Lago, estado da Florida (sul) o chefe do governo de Israel, Benjamin Netanyahu, Trump insistiu que o Hamas tem de desarmar-se, como estipula a segunda fase do plano de paz para Gaza, e que o movimento islamita palestiniano pagará "um preço elevado" se não o fizer.
"Se não se desarmarem como se comprometeram a fazer, uma vez que concordaram em fazê-lo, pagarão um preço elevado. E não queremos que chegue a esse ponto... Devem desarmar-se num prazo relativamente curto", declarou Trump, acerca daquele que foi um dos temas centrais da conversa com Netanyahu.
Lusa
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Zelensky transmitiu a líderes europeus resultados do encontro com Trump
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, falou este domingo com os homólogos da Finlândia e da Letónia, Alexander Stubb e Edgars Rinkevics, e com o chanceler alemão, Friedrich Merz, sobre o seu encontro de domingo com o líder norte-americano, Donald Trump.
A informação foi divulgada depois de uma reunião de cerca de três horas entre Zelensky e o homólogo norte-americano, Donald Trump, na Florida, durante a qual ambos indicaram progressos rumo a um acordo de paz, embora tenham reconhecido que subsistem "questões espinhosas" por resolver.
Os dois líderes anunciaram ainda a criação de "grupos de trabalho" entre a Rússia e a Ucrânia para finalizar um eventual acordo "nas próximas semanas", sem avançar datas ou locais.
Lusa
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Trump insatisfeito com alegado ataque a residência de Putin
O Presidente norte-americano, Donald Trump, declarou-se esta segunda-feira insatisfeito com um alegado ataque ucraniano a uma residência do Presidente russo, Vladimir Putin, que Kiev diz ser uma montagem.
"Este é um momento delicado. Não é o momento certo. Uma coisa é atacar porque estão a atacar. Outra coisa é atacar a própria casa", afirmou Trump na Florida, relatando que Putin lhe transmitiu estar "muito irritado".
Trump recebeu Zelensky no domingo, durante as férias de Natal na Florida, para discutir a nova versão do plano norte-americano para pôr fim ao conflito, agora reformulado em 20 pontos após conversações com Kiev.
Lusa
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Trump conversa com Putin por chamada telefónica após encontro com Zelensky
O presidente norte-americano, Donald Trump, falou novamente ao telefone com Vladimir Putin, esta segunda-feira, segundo a Casa Branca citada pela Sky news.
Esta terá sido a primeira conversa dos dois líderes após o encontro na Florida entre Trump e Zelensky. Antes da reunião deste domingo, Trump também falou com Putin por chamada telefónica. De acordo com o norte-americano, as conversas têm sido "produtivas".
Correio da Manhã
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Trump promete decisões sobre negociações de paz em janeiro
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, deslocou-se este domingo até à Florida para se encontrar em Mar-a-Lago com o presidente norte-americano, Donald Trump. A reunião entre o dois líderes começou pelas 13h30 locais (18h30) e após o término seguiu-se a videoconferência com os líderes europeus. No final, Trump referiu que a "reunião" com o homólogo "foi excelente" e que os dois estavam a "95% de acordo" para alcançar a paz da "guerra provavelmente mais mortífera".
O republicano disse que manterá contacto com Zelensky nas próximas semanas. O presidente ucraniano afirmou, em conferência de imprensa, que o encontro tinha permitido "alcançar progressos".
Correio da Manhã
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Encontro entre Trump e Zelensky termina. Presidentes estão reunidos em videoconferência com os líderes europeus
O encontro entre Trump e Zelensky já terminou, avança o jornal Corriere Della Sera. Os dois presidentes estão agora reunidos em videoconferência com os líderes europeus.
Kremlin diz que EUA também não apoia cessar-fogo temporário antes de solução definitiva
O Kremlin afirmou este domingo que o presidente russo, Vladimir Putin, e o presidente dos EUA, Donald Trump, não apoiam uma iniciativa conjunta europeia e ucraniana para um cessar-fogo temporário antes de uma solução definitiva, e que Moscovo acredita que Kiev precisa de tomar uma decisão sobre a região do Donbass.
Yuri Ushakov, assessor de política externa do Kremlin, afirmou que a conversa telefónica deste domingo entre Putin e Trump durou 1 hora e 15 minutos e aconteceu a pedido do presidente norte-americano, horas antes do encontro com Zelensky.
Correio da Manhã
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Zelensky e Trump já estão reunidos: "Acredito que podemos avançar muito rapidamente para um acordo", disse o presidente norte-americano
Volodymyr Zelensky já chegou a Mar-a-Lago, propriedade de Trump em Palm Beach, para reunir com o presidente norte-americano. À entrada, aos jornalistas, Trump deixou algumas palavras.
Começou por referir que este encontro acontece numa fase descrita por ambas as partes como crítica e assegurou que vão prosseguir as negociações com vista à paz. "Não tenho prazos. O meu prazo é acabar com a guerra", disse.
O líder norte-americano referiu ainda que haverá uma garantia de segurança e elogiou o papel dos líderes europeus, garantindo que o objetivo de todos é "alcançar um acordo".
"Muita gente morreu e acho que ambos os presidentes querem chegar a um acordo. Acredito que temos os elementos para um acordo que é bom para a Ucrânia, bom para todos. Não há nada mais importante. Acho que os líderes europeus estão muito alinhados com esta reunião e com a concretização de um acordo. São todas pessoas fantásticas", referiu Trump.
Zelensky, por sua vez, agradeceu o facto de Trump o ter recebido mais uma vez e disse esperar que este encontro sirva para avançar nas negociações com vista à paz no conflito. O líder ucraniano adiantou ainda que os líderes europeus estão muito empenhados.
Antes de os dois líderes entrarem para a reunião, Trump disse aos jornalistas que acredita que num fim "rápido" da Guerra: "Ou isto vai acabar ou vai prolongar-se por muito tempo e milhares de pessoas vão morrer. E ninguém quer isso. Acredito que podemos avançar muito rapidamente para um acordo."
Já sentados à mesa das negociações, no interior da residência, Acredito que podemos avançar muito rapidamente para um acordo, foi possível ouvir Zelensky dizer qu era a sua primeira vez em Mar-a-Lago, ao que Trump respondeu que a sala em que estavam é "muito propícia para negócios".
Ao lado de Trump, estão presentes o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, a chefe de gabinete da Casa Branca, Susie Wiles, e os enviados especiais Steve Witkoff e Jared Kushner.
O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto e oficial militar de mais alta patente dos EUA, também está presente.
Rússia e Ucrânia acordam cessar-fogo temporário na central de Zaporíjia
A Rússia e a Ucrânia chegaram este domingo a acordo para um cessar-fogo temporário na central nuclear de Zaporíjia, medidado pela Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA)
O anúncio foi feito pela própria agência numa publicação nas suas redes sociais, em que explica que a pausa nos combates serve para levar a cabo reparações na estrutura.
"A equipa da AIEA está a monitorizar as reparações, que deverão durar alguns dias, como parte dos esforços contínuos para evitar acidentes nucleares durante os conflitos militares", pode ler-se na comunicação, que cita o diretor da agência autónoma das Nações Unidas, Rafael Grossi.
Zelensky e Trump reúnem-se hoje ao final da tarde
O encontro entre o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e o seu homólogo norte-americano, Donald Trump, está marcado para este domingo e deve acontecer ao final da tarde. De acordo com a Reuters, a reunião entre os dois chefes de Estado para discutir a mais recente versão do plano de paz está agendada para as 13h00 na Florida (18h00 em Lisboa), na propriedade de Trump em Mar-a-Lago.
Putin diz que Ucrânia não tem pressa em resolver o conflito
Vladimir Putin, citado este sábado pela agência de notícias russa TASS, diz que a Ucrânia não tem pressa em resolver o conflito com a Rússia de forma pacífica.
Se a Ucrânia não quiser resolver a guerra pacificamente, acrescentou Putin, a Rússia alcançará todos os seus objetivos "pela força".
Este sábado, pelo menos uma pessoa morreu e 22 ficaram feridas durante a madrugada num ataque russo com mísseis e drones contra a capital ucraniana, Kiev, que deixou ainda mais de 2600 edifícios residenciais sem aquecimento.
Ataques da última noite a Kiev fazem pelo menos 22 feridos
Os ataques da última noite à capital ucraniana, na véspera do encontro entre Volodymyr Zelensky e Donald Trump, resultaram em pelo menos 22 feridos, de acordo com autoridades locais citadas pela imprensa ucraniana.
Na região de Kiev, registaram-se ainda vários cortes de energia em consequência da ofensiva russa, que utilizou vários mísseis balísticos, hipersónicos e de cruzeiro para levar a cabo o ataque.
Na rede social X, as forças armadas da Polónia informaram ainda ter sido colocadas em estado de prontidão, na sequência dos bombardeamentos da madrugada deste sábado.
Ucrânia em alerta após Kiev ser atingida por ataques russos. Defesa aérea acionada
Todo o território ucraniano está em alerta depois de Kiev ter sido atingida por uma "forte" investida russa, de acordo com autoridades citadas pela Reuters.
O presidente da Câmara de Kiev, Vitali Klitschko, deixou um alerta no Telegram: "Explosões na capital. Defesas aéreas em ação. Permaneçam em abrigos!"
Correio da Manhã
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Trump avisa que tem palavra final sobre plano de paz negociado com Zelensky
O Presidente norte-americano, Donald Trump, alertou esta sexta-feira ser necessária a sua validação final ao plano de paz de 20 pontos negociado com o homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, para terminar com o conflito iniciado pela invasão russa.
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, "não tem nada a dizer até que eu o aprove", sublinhou o líder norte-americano em entrevista exclusiva ao Politico.
"Depois, veremos o que ele tem a dizer", frisou.
Lusa
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Zelensky discute plano de paz com aliados europeus antes de reunião com Trump
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, discutiu esta sexta-feira com vários líderes europeus os esforços diplomáticos para um acordo de paz na Ucrânia, após anunciar um encontro na Florida com o homólogo norte-americano, Donald Trump.
O líder ucraniano assinalou nas redes sociais conversas telefónicas com o chanceler alemão Friedrich Merz, o Presidente finlandês Alexander Stubb, e os chefes de Governo da Dinamarca, Mette Frederiksen, e da Estónia, Kristen Michal.
Zelenky indicou que falou também com o primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, e com o secretário-geral da NATO, Mark Rutte.
Lusa
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Zelensky está disposto a levar a referendo plano de paz se Rússia concordar com cessar-fogo de pelo menos 60 dias
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky anunciou, esta sexta-feira, que está disposto a levar o plano de paz a referendo caso a Rússia concorde com um cessar-fogo de pelo menos 60 dias, avança o Axios.
Recorde-se que, também esta sexta-feira, foi divulgado que Zelesnky vai reunir-se com o presidente norte-americano, Donald Trump, no próximo domingo.
Correio da Manhã
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Rússia acusa Kiev de sabotar plano de paz com texto "radicalmente diferente"
A Rússia acusou esta sexta-feira a Ucrânia de tentar sabotar as negociações para o fim do conflito entre os dois países, referindo que o novo texto apresentado por Kiev é "radicalmente diferente" do que Moscovo tinha negociado com Washington.
"A nossa capacidade de dar o impulso final e chegar a um acordo depende do nosso trabalho e da vontade política da outra parte. Sobretudo num contexto em que Kiev e os seus apoiantes, particularmente dentro da União Europeia, que não são favoráveis a um acordo, redobraram os seus esforços para o sabotar", criticou o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Ryabkov.
Em declarações à televisão russa, o governante apontou o argumento habitual de Moscovo sobre "uma resolução adequada dos problemas que estão na origem desta crise", iniciada com a invasão russa da Ucrânia em fevereiro de 2022, sem a qual, defendeu, "será simplesmente impossível chegar a um acordo final".
Lusa
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Zelensky anuncia que se vai encontrar com Trump. Reunião acontece este domingo
Volodymyr Zelensky anunciou que se irá encontrar com Donald Trump "num futuro próximo", deixando no ar a possibilidade de essa reunião ocorrer ainda antes do final do ano.
O encontro anunciado na manhã, deverá acontecer já este domingo. A informação foi avançada por Barak Ravid, jornalista do site Axios, e posteriormente confirmada pelo próprio presidente ucraniano.
“Esta reunião destina-se especificamente ao propósito de finalizar tudo o que for possível”, disse , citado pela Reuters.
Ucrânia atinge com mísseis britânicos refinaria russa de abastecimento militar
A Ucrânia atingiu, esta quinta-feira, com mísseis britânicos a refinaria de petróleo russa de Novoshakhtinsk, em Restov, segundo as forças de segurança ucranianas, citadas pela Sky News.
Na sequência do ataque foram registadas várias explosões na refinaria que é uma das maiores fornecedoras de produtos petrolíferos do sul da Rússia. Esta refinaria abastece as tropas russas que estão na linha da frente na Ucrânia.
Correio da Manhã
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Zelensky falou ao telefone com emissários dos EUA para a paz
O Presidente ucraniano falou esta quinta-feira ao telefone com os emissários dos EUA Steve Witkoff e Jared Kushner, depois de, na quarta-feira, ter revelado os detalhes da versão mais recente do plano norte-americano para a paz na Ucrânia.
"Discutimos detalhes substantivos do trabalho em curso. Há boas ideias que podem contribuir para um resultado comum e uma paz duradoura", afirmou Volodymyr Zelensky, numa publicação no Facebook.
Agradecendo a Steve Witkoff e Jared Kushner (genro do Presidente norte-americano, Donald Trump) "a abordagem construtiva" e o "trabalho intensivo" de ambos, o chefe de Estado ucraniano disse esperar que os entendimentos e ideias discutidos neste dia de Natal venham a provar-se úteis.
Lusa
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Zelensky parece desejar morte de Putin em mensagem de Natal
Numa mensagem de Natal dirigida aos ucranianos, Volodymyr Zelensky parece desejar a morte de Vladmir Putin, apesar de nunca ter referido o nome do presidente russo.
“Hoje todos partilhamos um sonho. E fazemos um desejo, para todos nós: que ele morra”, disse Zelensky na mensagem difundida nas redes sociais e que aparentemente parece uma referência a Putin.
Ucrânia disposta a retirar tropas do centro industrial do leste do país
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou, esta quarta-feira, que está disposto a ordenar a retirada de tropas do centro industrial do leste do país, avança a AP. A decisão faria parte do plano de paz para acabar com a guerra da Rússia.
Segundo Zelensky, a retirada das tropas só será possível se Moscovo recuar. O objetivo é que o centro industrial da Ucrânia se torne numa zona desmilitarizada que seja monitorizada por forças internacionais.
Correio da Manhã
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3 pessoas mortas em "ataque massivo" russo contra rede elétrica ucraniana. Várias regiões do país estão às escuras
Pelo menos três pessoas morreram e outras 12 ficaram feridas na sequência de mais uma noite de ataques russos à Ucrânia. De acordo com o site do governo de Kiev, o Ukrinform, que cita uma publicação do ministério da Energia na sua página de Facebook, a ofensiva "massiva" levou ainda a cortes de energia em várias regiões, deixando boa parte do país às escuras.
Putin diz estar "pronto para dialogar" com Macron
O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, está "pronto para dialogar" com o homólogo francês, Emmanuel Macron, disse este domingo o porta-voz do Kremlin à agência de notícias russa RIA Novosti.
"[Macron) disse que estava pronto para falar com Putin. É provavelmente muito importante recordar o que o Presidente disse durante a 'Linha Direta' [entrevista anual a Putin). Ele também expressou o facto de estar pronto para dialogar com Macron", explicou Dmitry Peskov.
O porta-voz referia-se a uma declaração de Emmanuel Macron na sexta-feira de manhã em Bruxelas, no final da cimeira em que a União Europeia chegou a um acordo para desbloquear um empréstimo de 90 mil milhões de euros para apoiar a Ucrânia.
Lusa
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Zelensky revela proposta dos EUA para reunião conjunta de ucranianos e russos em Miami
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, revelou este sábado que os Estados Unidos propuseram uma reunião conjunta com negociadores ucranianos e russos em Miami, onde estão previstas novas rondas de contactos com as partes para um acordo de paz.
[OS Estados Unidos] "propuseram um formato, tanto quanto sei, Ucrânia, Estados Unidos e Rússia", disse Zelensky, em conferência de imprensa em Kiev.
O líder ucraniano defendeu que poderá fazer sentido realizar esta reunião conjunta em vez do habitual formato de contactos separados, na qual admitiu a presença de representantes europeus, depois da análise de possíveis resultados dos outros encontros previstos para Miami.
Lusa
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Rússia anuncia conquista de mais duas localidades em Donetsk e Sumy
A Rússia reivindicou este sábado a tomada de duas localidades nas regiões ucranianas de Donetsk e Sumy, um dia depois de o Presidente Vladimir Putin ter anunciado avanços em toda a linha na Ucrânia.
As novas conquistas foram as localidades de Svitle, em Donetsk, e de Visoke, em Sumy, segundo um comunicado do Ministério da Defesa citado pela agência de notícias espanhola EFE.
Donetsk é uma das quatro regiões que a Rússia declarou como anexadas em setembro de 2022, juntamente com Lugansk, Zaporijia e Kherson, depois de ter feito o mesmo à Crimeia em 2014.
Lusa
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Portugal e Ucrânia assinam acordo para a coprodução de drones marítimos
O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, assinou este sábado, durante a visita a Kiev e respetiva reunião com Zelensky, um acordo sobre a coprodução de drones marítimos ucranianos, avançou nas redes sociais Alexander Kamyshin, ex-ministro das Indústrias Estratégicas da Ucrânia.
Joana Mendes
JornalistaSeguir Autor:
Primeiro-ministro está pela primeira vez em Kiev e reúne-se hoje com Zelensky
O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, chegou este sábado de manhã a Kiev para uma visita de um dia à Ucrânia, que inclui uma reunião com o Presidente da República Volodymyr Zelensky.
Esta é a primeira visita de Luís Montenegro à Ucrânia - país invadido pela Rússia em 24 de fevereiro de 2022 -, desde que chefia o Governo PSD/CDS-PP (abril de 2024) e acontece cerca de ano e meio depois de Zelensky ter estado em Portugal, em maio do ano passado.
Lusa
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Oito mortos após ataque russo com míssel na região de Odessa
O governador de Odessa, sul da Ucrânia, informou esta sexta-feira que um ataque russo com um míssil balístico matou oito pessoas e feriu 27 na cidade da costa do Mar Negro, segundo a AP.
Inicialmente, o governador Oleg Kiper, cuja região inclui uma das maiores cidades da Ucrânia e o seu principal porto, publicou nas redes sociais que o ataque tinha feito sete mortos e quinze feridos.
Antes, as autoridades ucranianas indicaram que a Rússia lançou desde quinta-feira contra o país 160 'drones' de longo alcance, atingindo 23 regiões do país e provocando falta de energia em Odessa.
Lusa
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Putin adverte que europeus terão de devolver "o que foi roubado" à Rússia
O Presidente russo, Vladimir Putin, advertiu esta sexta-feira os europeus que "terão de devolver o que foi roubado" à Rússia e que Moscovo pretende recuperar, por via judicial, os ativos congelados devido à guerra na Ucrânia.
"Roubo não é a palavra exata. (...) O que tentam fazer connosco é abertamente um assalto", afirmou Putin durante uma intervenção em direto na televisão perante a imprensa e os cidadãos para fazer o balanço de 2025.
Putin disse que "independentemente do que roubem e de como o façam, em algum momento terão de o devolver", segundo a agência de notícias espanhola EFE.
Lusa
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Ataque com cerca de 50 drones russo causa falha de energia em Odessa
A Rússia lançou 160 drones de longo alcance contra a Ucrânia desde a tarde de quinta-feira, 47 dos quais atingiram 23 áreas do país, tendo provocado a falta de energia em Odessa, declararam esta sexta-feira as autoridades ucranianas.
Na cidade de Odessa, no sul da Ucrânia, as infraestruturas críticas foram danificadas por drones russos, de acordo com o chefe da administração militar da cidade, Sergi Lisak, na rede social Telegram.
Lisak explicou que um bairro da cidade ficou sem eletricidade, água canalizada e aquecimento como resultado deste mais recente ataque russo.
Lusa
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Rússia saudou decisão que afasta uso de bens russos para financiar Kiev
O responsável do Fundo Russo de Investimento Direto, Kirill Dmitrev, saudou hoje a decisão da União Europeia que decidiu financiar a Ucrânia através da emissão de dívida, em vez de utilizar ativos russos congelados.
Kirill Dmitrev dirige o Fundo Russo de Investimento Direto e, segundo a France Presse, é considerado um dos autores do plano de paz para a Ucrânia apresentado pelo chefe de Estado norte-americano Donald Trump.
Para Dmitriev, a decisão da União Europeia foi "uma grande vitória" para o direito, acrescentando que se tratou, em particular, de uma vitória para das vozes sensatas da Europa.
Lusa
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Zelensky pede decisão sobre financiamento europeu até fim do ano
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, advertiu esta quinta-feira que o país invadido pela Rússia há quase quatro anos precisa de uma decisão sobre os ativos russos imobilizados até ao final ano.
Em conferência de imprensa em Bruxelas, depois de intervir na reunião do Conselho Europeu - a última de 2025 -, Volodymyr Zelensky advertiu os líderes do bloco comunitário que a Ucrânia precisa de uma decisão nas últimas duas semanas sobre o financiamento ao país em 2026 e 2027.
A proposta em cima da mesa, apresentada pela Comissão Europeia há duas semanas, prevê a utilização das receitas dos recursos russos congelados nos países da União Europeia para financiar nos próximos dois anos o país que a Rússia invadiu.
A proposta vai ser discutida esta quinta-feira, mas a Bélgica é um dos países que está contra, uma vez que agrega a maioria destes recursos russos congelados.
Sobre esta oposição à proposta, Volodymyr Zelensky disse que falou pessoalmente com o primeiro-ministro da Bélgica e que "lhe disse tudo o que tinha a dizer" sobre a necessidade de aprovar esta ideia do executivo de Ursula von der Leyen.
"Vamos ver se surtiu efeito o que lhe disse", comentou.
Outros países, comentou Volodymyr Zelensky, têm "superstições políticas" e "são contra a Ucrânia, independentemente do que a Ucrânia faça".
Lusa
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Zelensky diz que adesão à NATO está na Constituição ucraniana e não desiste da intenção
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, sublinhou esta quinta-feira que a adesão à NATO está inscrita na Constituição do país, que não tenciona alterar por exigência da Rússia.
"Não vou mudar a minha Constituição - que é o que os ucranianos decidiram - só porque isso é o que a Rússia quer", referiu Zelensky, numa conferência de imprensa após ter-se reunido com os líderes da União Europeia (UE) em Bruxelas, acrescentando que a Ucrânia acredita merecer as garantias de segurança para travar o conflito em curso e prevenir outra eventual agressão russa.
Referindo que em Washington, desde a Presidência norte-americana liderada pelo democrata Joe Biden, lhe dizem que a Ucrânia não entrará na Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), o chefe de Estado ucraniano frisou que o seu objetivo é "tentar mudar essas posições".
Lusa
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Von der Leyen pede luz verde para concluir acordo com Mercosul
A presidente da Comissão Europeia disse, esta quinta-feira, ser "de enorme importância alcançar a 'luz verde'" do Conselho Europeu para concluir o acordo do Mercosul, considerando que só assim vai ser possível acabar com as "dependências problemáticas" à competitividade.
"Sobre a nossa discussão em geoeconomia, as nossas dependências são problemáticas para a nossa competitividade [da União Europeia (UE)] [...], o acordo com o Mercosul tem um papel essencial, é um mercado de aproximadamente 700 milhões de consumidores e é de enorme importância", disse Ursula von der Leyen.
À entrada para uma reunião do Conselho Europeu em Bruxelas, a última de 2025, a presidente do executivo comunitário europeu pediu a aprovação deste acordo entre a UE e o Mercado Comum do Sul (que inclui o Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia).
Lusa
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Luís Montenegro defende a utilização de ativos russos para financiar a Ucrânia
O primeiro-ministro Luís Montenegro, defende que "a solução ideal passa pela utilização dos ativos russos congelados" no financiamento à Ucrânia, um dos temas discutidos na reunião de líderes Europeus a decorrer, esta quinta-feira, em Bruxelas.
Segundo Montenegro, "a Europa não pode, não deve falhar". Embora reconheça que a reunião será "dura", o líder português considera que é possível chegar a um entendimento.
O primeiro-ministro destacou também a importância do quadro financeiro plurianual e a manutenção dos mecanismos de coesão, nomeadamente na agricultura, mais um dos temas a ser discutido, esta quinta-feira.
De igual forma, Montenegro espera que a Europa chegue a um acordo com a Mercosul, "crucial para manter a reciprocidade entre a Europa e os nossos parceiros da Mercosul, num mercado que abrange mais de 700 milhões de consumidores".
"Espero que sejamos capazes de mostrar que esse tipo de afirmações são descabidas do ponto de vista do conteúdo", disse Montenegro em resposta às declarações de Trump, que chamou os líderes europeus de "fracos".
Correio da Manhã
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Vice-ministro ucraniano considerou positiva conversa em Pequim com embaixador dos EUA
O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Sergiy Kislistsia, disse, esta quinta-feira, ter tido uma "boa conversa" com o embaixador dos EUA em Pequim, David Perdue, e indicou ter pela frente "um dia intenso" de encontros na capital chinesa.
"É sempre positivo sentir o apoio de parceiros como os Estados Unidos", escreveu o responsável ucraniano na rede social X, numa publicação acompanhada por uma fotografia em frente à embaixada norte-americana na capital chinesa.
Kislistsia afirmou ainda que tem pela frente "um dia intenso" de reuniões em Pequim, sem especificar se incluem encontros com autoridades chinesas ou apenas com representantes de outros países presentes na capital.
Lusa
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Pelo menos três mortos e vários feridos em ataques ucranianos no sudoeste da Rússia
Pelo menos três pessoas morreram e várias ficaram feridas numa série de ataques ucranianos contra cidades na região de Rostov, no sudoeste da Rússia, disseram, esta quinta-feira, as autoridades russas.
O governador da região, Yuri Sliusar, declarou na rede social Telegram que os ataques com drones se concentraram nas cidades de Bataisk, Taganrog e Rostov, todas localizadas perto do Mar Negro.
Em Rostov, dois tripulantes de um navio de carga foram mortos e três ficaram feridos num ataque que danificou também a embarcação.
Lusa
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António Costa diz que cimeira só terminará com decisão sobre financiamento à Ucrânia
O presidente do Conselho Europeu assegurou que a reunião só acabará com uma decisão sobre o financiamento à Ucrânia para os próximos dois anos e defendeu a proposta de utilização dos recursos russos imobilizados nos países da União Europeia (UE).
"Vai ser um Conselho [Europeu] árduo [...], posso assegurar-lhes que não sairemos sem uma decisão" sobre o financiamento à Ucrânia, disse António Costa, à entrada para a última reunião do Conselho Europeu de 2025, em Bruxelas.
O ex-primeiro-ministro de Portugal insistiu que é necessário "assegurar as necessidades de financiamento da Ucrânia em 2026 e 2027" e apontou a proposta da Comissão Europeia -- de utilizar os ativos russos congelados nos países da UE -- como a solução mais credível para o fazer.
Lusa
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José Luís Carneiro considera que aliança Europa-EUA é decisiva mas projeto europeu deve ser respeitado
O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, considerou esta quinta-feira, em Bruxelas, que "a aliança estratégica da Europa com os Estados Unidos "é absolutamente decisiva", mas sublinhou que os aliados devem respeitar o projeto europeu e os seus valores fundamentais.
À entrada para uma reunião de líderes do Partido Socialista Europeu, que antecede a cimeira de chefes de Estado e de Governo da União Europeia (UE) que esta quinta-feira começa em Bruxelas, o líder do PS comentou que "esta discussão dos líderes socialistas na preparação do Conselho Europeu é da maior importância, na medida em que ocorre num momento em que os EUA fazem uma apresentação da sua estratégia de defesa nacional", muito crítica da Europa.
"Nós entendemos que a aliança estratégica da Europa com os Estados Unidos é absolutamente decisiva para o nosso futuro, para a nossa segurança e defesa, mas, como foi afirmado pelo presidente do Conselho Europeu [António Costa], a Europa não está sob pressão e sob controlo de potências que são aliadas, mas que devem respeitar a singularidade do projeto europeu e dos seus valores fundamentais", disse.
Lusa
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Primeiro ministro húngaro avisa que o uso de ativos russos conduzirá à guerra na União Europeia
O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, disse, esta quinta-feira, que usar os ativos russos congelados na União Europeia conduzirá à guerra e que não quer ver a União Europeia (UE) em guerra
"Usar o dinheiro [congelado na UE] significa guerra", referiu, em declarações aos jornalistas à entrada do Conselho Europeu.
"Não quero ver uma União Europeia que esteja em guerra", sublinhou.
Lusa
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Kallas apela à aprovação de proposta para usar ativos russos para financiar Ucrânia
A alta representante para os Negócios Estrangeiros insistiu, esta quinta-feira, na aprovação da proposta para utilizar os recursos russos imobilizados para financiar a Ucrânia, advertindo que "Putin está a contar com o fracasso" da União Europeia (UE).
"Avançar com esta proposta legislativa significa que todos vamos suportá-la [...], [Vladimir] Putin [Presidente russo] está a contar com o nosso fracasso hoje, não devíamos dar-lhe isso", disse Kaja Kallas, à entrada para a uma reunião do Conselho Europeu, a última de 2025.
Os representantes políticos dos 27 países da UE no Conselho Europeu discutem, esta quinta-feira uma proposta apresentada há duas semanas pela Comissão Europeia para utilizar os recursos russos congelados em território do bloco comunitário para financiar a Ucrânia em 2026 e 2027, que ainda não tem a aprovação garantida.
Lusa
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32 feridos em ataques aéreos russos a prédios e escola em Zaporijia
As autoridades ucranianas informaram esta quarta-feira que pelo menos 32 pessoas ficaram feridas em ataques aéreos russos contra a cidade de Zaporijia (sul) que visaram um prédio de apartamentos, automóveis e uma instituição de ensino.
Ivan Fedorov, chefe da administração militar regional, indicou na rede social Telegram que 32 pessoas ficaram feridas em Zaporijia e no distrito em redor da cidade, elevando um anterior balanço dos serviços de emergência ucranianos.
Imagens da AFP mostram bombeiros a combater um incêndio que deflagrou num edifício residencial de oito andares, com a fachada enegrecida pelas chamas e janelas partidas.
De acordo com Fedorov, duas pessoas ficaram feridas num ataque de um 'drone' russo contra um carro civil na cidade de Kushugum, a sul de Zaporijia.
Esta cidade, que tinha uma população de aproximadamente 710.000 habitantes antes do início da invasão russa em 2022, é bombardeada regularmente pelo exército russo, com a linha da frente localizada a menos de 30 quilómetros de distância.
Apesar de controlar apenas parte da região, o Kremlin reivindica ter anexado toda Zaporijia, bem como outras três regiões no leste e sul da Ucrânia.
Lusa
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Zelensky avisa que a Rússia se prepara para mais um ano de guerra
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, alertou esta quinta-feira que a Rússia se prepara para travar mais um ano de guerra, após o homólogo russo, Vladimir Putin, ter afirmado que os seus objetivos "serão sem dúvida alcançados" na Ucrânia.
"Hoje, ouvimos mais um sinal de Moscovo a dizer que se estão a preparar para fazer do próximo ano mais um ano de guerra", declarou Zelensky no seu discurso diário à nação.
O líder ucraniano avisou os aliados europeus que "é importante que vejam isto" e sobretudo que reajam, dirigindo-se em particular aos Estados Unidos, "que dizem frequentemente que a Rússia supostamente quer acabar com a guerra".
Lusa
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Putin promete conquistar a Kiev "territórios históricos russos"
O Presidente russo, Vladimir Putin, prometeu esta quarta-feira a conquista militar do que considerou os "territórios históricos russos" na Ucrânia, numa alusão às quatro regiões ucranianas anexadas por Moscovo, se a diplomacia fracassar.
"Se o adversário e os seus patrocinadores estrangeiros se recusarem a falar sobre isso, a Rússia alcançará a libertação dos seus territórios históricos pela via militar", afirmou, citado pela agência de notícias espanhola EFE.
Os objetivos da Rússia serão "sem dúvida alcançados", afirmou Putin, também citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).
Lusa
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Von der Leyen promete que empréstimo de reparações não será à custa da Bélgica
A presidente da Comissão Europeia apelou esta quarta feira ao aval dos líderes da União Europeia ao empréstimo de reparações à Ucrânia assente nos ativos russos imobilizados, prometendo não será "à custa da Bélgica", que acolhe grande parte destes bens.
"É preciso aumentar o custo da guerra para a Rússia e foi por isso que propus duas opções para reparações: com base nos ativos e com base no endividamento da UE. Na semana passada, acordámos a imobilização sustentada dos ativos russos [...], mas também concordamos todos que isto não pode ser feito à custa de qualquer Estado-membro em particular", disse Ursula von der Leyen, referindo-se à Bélgica.
Discursando na sessão plenária do Parlamento Europeu, na cidade francesa de Estrasburgo, a líder do executivo comunitário apontou que a proposta de empréstimo de reparações à Ucrânia "inclui salvaguardas para garantir o máximo nível de proteção para todos os Estados-membros".
Lusa
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China critica possível uso de ativos russos congelados na UE para apoiar a Ucrânia
A China manifestou esta quarta-feira a sua "oposição às sanções unilaterais ilegais não autorizadas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas", face à possibilidade de a União Europeia utilizar receitas provenientes de ativos russos congelados para ajudar a Ucrânia.
"Esse tipo de sanções viola o Direito Internacional", afirmou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Guo Jiakun, durante uma conferência de imprensa em Pequim.
Guo apelou ainda à criação de "um ambiente positivo e condições favoráveis para promover as conversações de paz", sublinhando que "devem ser criadas condições propícias a uma solução política da crise na Ucrânia, e não o contrário".
Lusa
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Rússia reclamou a tomada da cidade de Kupyansk no nordeste ucraniano
A Rússia reclamou esta terça-feira o controlo da cidade de Kupyansk, no nordeste da Ucrânia, onde as forças ucranianas alegaram recentemente ter recapturado vários distritos ao Exército russo.
O porta-voz do grupo militar russo Zapad, Leonid Sharov, destacado na região, disse que à agência TASS que a cidade de Kupyansk está sob o controlo do 5.º Exército da Rússia.
A Rússia tinha reclamado a tomada de Kupyansk em novembro.
Lusa
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Zelensky assinala progressos nas garantias de segurança a Kiev
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, assinalou esta segunda-feira progressos nas negociações sobre as garantias de segurança dos Estados Unidos a Kiev, após dois dias de conversações em Berlim com enviados de Washington, apesar de persistirem divergências sobre questões territoriais.
"Avançámos nesta área", disse em conferência de imprensa em Berlim com o chanceler alemão, Friedrich Merz, referindo que já consultou os detalhes, parecendo "bastante promissores, embora seja apenas um primeiro rascunho".
Volodymyr Zelensky referiu que a Ucrânia e os Estados Unidos mantêm, no entanto, posições diferentes em relação a eventuais concessões territoriais a Moscovo para pôr fim à guerra.
Lusa
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Kallas fala em semana decisiva para encontrar solução para o financiamento da Ucrânia
A alta representante da União Europeia (UE) para a diplomacia considerou que a semana que começa esta segunda-feira "é decisiva" para encontrar uma solução para o financiamento à Ucrânia, insistindo que a melhor opção é utilizar os recursos russos imobilizados.
"Esta semana é decisiva", disse Kaja Kallas, à entrada para uma reunião ministerial, em Bruxelas.
O último encontro dos ministros dos Negócios Estrangeiros da UE, com a participação de Paulo Rangel em representação do Governo português, ocorre dias antes do último Conselho Europeu de 2025, onde os 27 querem encontrar uma maneira de providenciar apoio financeiro à Ucrânia para os próximos dois anos.
Lusa
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Zelensky e negociadores dos EUA voltam a reunir-se na segunda-feira em Berlim
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e os enviados dos EUA para as negociações de paz na Ucrânia vão voltar a reunir-se na segunda-feira em Berlim, depois do encontro deste domingo ter durado cinco horas.
"[As partes] concordaram em continuar amanhã", disse o conselheiro do chefe de Estado ucraniano à saída do encontro na capital alemã, no qual esteve também presente o chanceler germânico, Friedrich Merz.
Dmytro Lytvyn acrescentou, segundo a agência de notícias francesa AFP, que Volodymyr Zelensky falará na segunda-feira.
Lusa
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Zelensky admite esquecer adesão à NATO a troco de garantias de segurança ocidentais
O Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky admitiu este domingo, na Alemanha, deixar cair a candidatura do país à NATO como contrapartida por garantias de segurança do Ocidente, mas rejeitou a pressão dos EUA para ceder territórios à Rússia.
Em resposta aos jornalistas através do WhatsApp à chegada à Berlim para uma reunião, ladeado pelo chanceler alemão, Friedrich Merz, com os enviados dos EUA Steve Witkoff e Jared Kushner para as negociações de paz na Ucrânia, Volodymyr Zelensky sublinhou que, uma vez que os EUA e alguns países europeus rejeitaram a pretensão da Ucrânia de aderir à NATO, Kiev espera que o Ocidente dê garantias de segurança similares às oferecidas aos membros da Aliança.
"Estas garantias de segurança são uma oportunidade para prevenir outra onda de agressão russa", sustentou, citado pela agência de notícias Associated Press (AP), garantindo que tal "é já um compromisso" por parte da Ucrânia.
Lusa
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Ucrânia vai receber a quase totalidade dos 123 prisioneiros libertados por Minsk
A Ucrânia confirmou este sábado que vai receber a quase totalidade dos 123 prisioneiros libertados pelo Presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, incluindo os principais líderes da oposição, Maria Kolesnikova e Viktor Babariko.
"Hoje, em nome do Presidente da Ucrânia, foi realizada uma operação para o regresso de 114 civis que estavam detidos no território da República da Bielorrússia", afirmou o Centro de Coordenação para Prisioneiros de Guerra da Ucrânia na sua conta do Telegram.
Entre os libertados estão cinco ucranianos que estiveram presos sob acusações de espionagem e figuras públicas e políticas bielorrussas como Kolesnikova, Babarika e a jornalista Marina Zolotova, entre outros.
Lusa
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Ucrânia ataca importante refinaria de pretróleo da Rússia. Drones russos deixam partes de Odessa sem eletricidade e água
Os ataques russos voltaram a afetar a Ucrânia esta madrugada de sexta-feira. Em Odessa, um ataque aéreo danificou vários edifícios e deixou partes da cidade sem eletricidade e sem água.
Por outro lado, as forças ucranianas atingiram uma das cinco maiores refinarias de petróleo da Rússia, a Slavneft-YANOS, na cidade de Yaroslavl, também na madrugada desta sexta-feira.
Zelensky discute reconstrução com representantes dos Estados Unidos
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, falou esta quarta-feira por videoconferência sobre a reconstrução do seu país com o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, o enviado da Casa Branca Jared Kushner, e o diretor-geral da empresa BlackRock, Larry Fink.
A conversa "pode ser considerada a primeira reunião" do grupo de trabalho que irá elaborar o plano de reconstrução da Ucrânia, afirmou Zelensky nas redes sociais.
"Discutimos elementos-chave para a recuperação, diversos mecanismos e ideias para a reconstrução. Há muitas ideias que, com a perspetiva correta, podem ser bem-sucedidas na Ucrânia", defendeu.
Lusa
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Volodymyr Zelensky diz que "não tem o direito" de entregar territótrio à Rússia
Após um dia intenso de reuniões com vários parceiros europeus e da NATO, o presidente ucraniano prestou algumas declarações a jornalistas acerca da atual posição do país nas conversações rumo a uma possível paz com a Rússia.
De acordo com a Al Jazeera, que esteve presente numa conferência de imprensa online, Volodymyr Zelensky afirmou que a lei ucraniana e internacional não permitem a concessão de território, que tem sido pretensão russa nas negociações de paz, nomeadamente no que diz respeito à região do Donbass.
"Não temos o direito [de ceder território], pela lei ucraniana, a nossa constituição ou a lei internacional", disse, acrescentando ainda que os ucranianos também não têm "o direito moral de o fazer".
As declarações do chefe de Estado ucraniano surgem numa altura em que as reações russas que se vão conhecendo à versão do plano de paz norte-americano revista com o lado ucraniano indicam que as duas partes estão ainda longe de chegar a um entendimento — e num momento em que Moscovo tem progressivamente intensificado os ataques à Ucrânia.
Exército ucraniano recupera controlo de aldeia na região de Dnipropetrovsk
O Exército ucraniano disse este domingo que recuperou o controlo da aldeia de Tikhe, na região central de Dnipropetrovsk, território que a Rússia anunciou ter capturado no dia 21 de novembro deste ano.
A 67.ª Brigada Mecanizada do Exército da Ucrânia reportou a libertação de Tikhe através de uma publicação na sua página de Facebook, em que afirma que os soldados conseguiram expulsar o inimigo da aldeia e "limpá-la dos invasores", graças às suas ações "coordenadas e precisas", bem como à sua "corajosa execução".
Em 21 de novembro, os russos tinham anunciado a captura de Tikhe e Vidradne, na região de Dnipropetrovsk.
Lusa
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Zelensky discute plano de paz com emissários dos EUA. Presidente ucraniano reúne-se com líderes europeus na segunda-feira
O presidente ucraniano confirmou este sábado nas redes sociais que falou com Steve Witkoff e Jared Kushner, os principais emissários de Donald Trump para os esforços de paz na guerra contra a Rússia.
Numa publicação na sua página na rede X, Volodymyr Zelensky referiu que a conversa telefónica com os representantes norte-americanos foi "construtiva" e serbiu para falar de "pontos-chave que podem garantir um fim ao banho de sangue e eliminar a ameaça de uma nova invasão" por parte da Rússia no futuro.
"A Ucrânia está determinada em continuar a trabalhar em boa-fé com o lado norte-americano para alcançar genuinamente a paz", escreveu o líder ucraniano, deixando ainda um agradecimento a Donald Trump pela sua "abordagem intensiva às negociações".
Para segunda-feira, está já marcado um encontro em Londres entre Zelensky e as principais lideranças europeias. O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, o presidente francês, Emmanuel Macron, e o chanceler alemão, Friedrich Merz vão estar presentes.
Forças de Kiev atacam refineria de Riazán a 200 quilómetros de Moscovo
A Ucrânia atacou este sábado a refinaria de Riazán, a cerca de 200 quilómetros de Moscovo, com o objetivo de "minar o potencial" militar da Rússia, informou o Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia.
Segundo avança a agência de notícias Efe, a extensão dos danos está ainda por determinar.
"As forças de defesa continuam a tomar medidas para minar o potencial militar-económico dos agressores russos", garante o comunicado, citado pela Efe.
Lusa
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Portugal afasta aumento notável da contribuição para financiamento ucraniano
O ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE), Paulo Rangel, afastou esta sexta-feira a possibilidade de um "aumento notável" da contribuição portuguesa para o financiamento da Ucrânia, embora sublinhado a exigência dos dois esquemas possíveis.
Questionado sobre se Portugal está disposto a continuar a apoiar a Ucrânia mesmo que isso implique aumentar substancialmente a contribuição portuguesa para o orçamento europeu, Rangel sublinhou que as opções equacionadas não preveem um "aumento sensível ou notável da contribuição portuguesa".
Washington e Kiev apontam que "qualquer progresso real" para paz depende de Moscovo
Washington e Kiev frisaram esta sexta-feira que "qualquer progresso real" rumo à paz na Ucrânia dependerá da disposição da Rússia, enquanto anunciavam que as negociações entre as delegações norte-americanas e ucranianas na Florida vão continuar no sábado.
Os negociadores, que se reuniram esta sexta-feira pelo segundo dia consecutivo na Florida, divulgaram uma declaração conjunta que ofereceu um panorama geral do progresso que, segundo elas, foi alcançado.
"Ambas as partes concordaram que o progresso real rumo a qualquer acordo depende da vontade da Rússia em demonstrar um compromisso sério com a paz a longo prazo, incluindo medidas para a desescalada e o fim das mortes", pode ler-se no comunicado.
Criança morre em ataque russo com 137 drones. Há registo de vários feridos
As forças militares da Federação Russa atacaram território ucraniano com 137 drones desde a tarde de quinta-feira, segundo as autoridades de Kiev, e uma criança morreu e várias pessoas ficaram feridas na província Dnipropetrovsk (sudeste).
Daquelas aeronaves telepilotadas, 90 eram aparelhos 'kamikaze' (autodestrutivos) Shahed, de fabrico iraniano, tendo as defesas antiaéreas da Ucrânia destruído 80, enquanto outros 57 causaram danos em 13 localizações não especificadas pela Força Aérea ucraniana.
Um menino de 12 anos morreu num dos impactos, no distrito de Sinelnikove, ao passo que uma mulher de 37 anos e um homem de 39 ficaram feridos no distrito de Nikopol, igualmente atingidos no ataque com drone.
Lusa
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Chanceler alemão discute ativos russos na sexta-feira com Governo belga
O chanceler alemão, Friedrich Merz, desloca-se na sexta-feira a Bruxelas para discutir com o homólogo belga o plano da Comissão Europeia de aceder aos ativos congelados russos para financiar a Ucrânia, anunciou esta quinta-feira o Governo de Berlim.
O líder alemão adiou uma viagem à Noruega, que estava agendada para o mesmo dia, para estar presente num "jantar privado" com o primeiro-ministro belga, Bart de Wever, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, indicou um porta-voz do Governo alemão.
"Quero discutir (...) como podemos avançar com a proposta, que a Comissão já traduziu em textos legais", destacou Merz em conferência de imprensa na noite desta quinta-feira.
Lusa
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Coordenador da ONU admite que cessar-fogo na Ucrânia não está perto de acontecer
O coordenador humanitário da ONU para a Ucrânia, Matthias Schmale, admitiu esta quinta-feira que um cessar-fogo não está "sequer perto" de acontecer, negando qualquer otimismo de que a guerra esteja perto do fim.
"Não parece que estejamos perto de um cessar-fogo. A guerra continua sem tréguas e há uma destruição realmente significativa a acontecer, por um lado, nas infraestruturas e no setor energético, mas também nas vidas que estão a ser prejudicadas", afirmou, numa conferência de imprensa em Nova Iorque.
"Pessoas estão a ser mortas e feridas. Portanto, [a guerra] é implacável nesses termos. E houve momentos de otimismo cauteloso. Neste momento, não sinto qualquer otimismo de que nos estejamos a aproximar do fim desta terrível tragédia", sublinhou.
Lusa
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Cinco mortos após ataques russos na região de Donetsk e Kherson
As autoridades ucranianas denunciaram a morte de duas pessoas na região de Donetsk e três em Kherson na sequência de ataques russos durante a noite, que danificaram instalações de distribuição de energia em Odessa, no Mar Negro.
Duas das mortes ocorreram na cidade de Kostyantinivka, em Donetsk, localizada perto da linha da frente e que tem sido um dos objetivos das forças russas na região.
Em Kherson, na região que permanece sob controlo ucraniano, foram registadas três vítimas mortais.
Lusa
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Trump descreve encontro entre enviados dos EUA e Putin como "muito bom"
O Presidente norte-americano, Donald Trump, descreveu, esta quarta-feira, o encontro entre os seus enviados e o chefe de Estado russo, Vladimir Putin, sobre a guerra na Ucrânia, como "muito bom", sem adiantar mais detalhes sobre os próximos passos nas negociações.
"Ele gostaria de acabar com a guerra", destacou o presidente norte-americano sobre o seu homólogo russo, antes de esclarecer que esta foi a impressão que o seu enviado, Steve Witkoff, e o seu genro, Jared Kushner, transmitiram após reunirem com Putin.
"Veremos se isso acontece", acrescentou, referindo-se a um acordo para pôr fim ao conflito.
Lusa
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Equipa de Trump reúne-se quinta-feira em Miami com ucranianos sobre plano de paz
Os conselheiros do Presidente norte-americano, Donald Trump, vão reunir-se na quinta-feira em Miami com o principal negociador ucraniano, para novas conversações sobre o plano de paz entre Ucrânia e Rússia, revelou esta quarta-feira fonte da Casa Branca.
Segundo um alto responsável da administração Trump, que falou à agência Associated Press (AP) sob condição de anonimato, o enviado do republicano, Steve Witkoff, e o seu genro, Jared Kushner, vão reunir-se com o principal negociador da Ucrânia, Rustem Umerov, na quinta-feira, em Miami, para novas conversações.
Umerov reuniu-se esta quarta-feira em Bruxelas com os conselheiros de segurança dos líderes dos principais aliados europeus para os atualizar sobre os últimos contactos relativos ao plano de paz promovido pelos Estados Unidos.
Lusa
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Zelensky pede fim da guerra em vez de cessar-fogo temporário
O Presidente ucraniano apelou, esta terça-feira, para o fim da guerra, em vez de apenas uma cessação temporária das hostilidades, no dia de conversações em Moscovo entre a Rússia e os Estados Unidos sobre a Ucrânia.
"O nosso objetivo comum é pôr fim à guerra, não apenas obter uma pausa nos combates. É necessária uma paz digna", declarou Zelensky em Dublin, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).
Zelensky, que se reuniu com o primeiro-ministro irlandês, Micheál Martin, elogiou as medidas dos Estados Unidos para acabar com a guerra e alcançar uma paz "decente e digna".
Lusa
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Kiev garante que continuam os combates em Pokrovsk
As Forças Armadas da Ucrânia garantiram, esta terça-feira, que os combates continuam na cidade Pokrovsk, importante polo de transportes no leste, apesar de a Federação Russa ter já reivindicado a tomada daquela localidade, após meses de ataques intensos.
"As operações de busca e assalto bem como de eliminação da presença inimiga nas zonas urbanas continuam em Pokrovsk", lê-se em comunicado do exército ucraniano.
Pouco antes da meia-noite, o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas russas, Valery Gerasimov, informou o presidente russo, Vladimir Putin, de que as cidades de Pokrovsk e Vovchansk, nas regiões de Donetsk e Kharkiv, respetivamente, foram tomadas pelos militares da Rússia.
Lusa
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Kremlin afirma que chegada de Witkoff à Rússia é um "dia importante para a paz"
O enviado especial do Kremlin, Kirill Dmitriev, afirmou, esta terça-feira, que a chegada à Rússia do enviado da Casa Branca, Steve Witkoff, é um "dia importante para a paz" na Ucrânia.
"Dia importante para a paz: a equipa que tornou realidade o acordo de paz de Gaza do Presidente [Donald] Trump estará em Moscovo para avançar com a agenda de paz de Trump na Ucrânia", escreveu na rede social X.
Dmitriev, considerado um dos autores do plano de paz apresentado pelos Estados Unidos há duas semanas, fez este comentário horas antes do encontro entre Witkoff e o Presidente russo, Vladimir Putin.
Lusa
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Turquia reportou novo ataque contra navio de carga russo no Mar Negro
Um cargueiro com pavilhão russo foi atacado no Mar Negro, a 80 milhas da costa turca, reportou, esta terça-feira, a Direção de Assuntos Marítimos da Turquia.
O navio "MildVolga 2", navegando sob bandeira russa, foi atacado a 80 milhas náuticas (cerca de 180 quilómetros) ao largo da costa turca enquanto navegava da Rússia em direção à Geórgia com uma carga de óleo de girassol.
De acordo com as autoridades da Turquia, os 13 tripulantes do navio estão a salvo sendo que o navio não solicitou assistência.
Lusa
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Macron defende plano de paz com a Ucrânia e os europeus sentados à mesa
O Presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou esta segunda-feira que um plano de paz só pode ser "finalizado" com a Ucrânia e os europeus "sentados à mesa".
Um plano de paz entre a Rússia e a Ucrânia só poderá ser finalizado com Kiev e os europeus "sentados à mesa", declarou esta segunda-feira Emmanuel Macron, durante uma conferência de imprensa com o seu homólogo Volodymyr Zelensky, em Paris.
"Não existe, em rigor, um plano finalizado hoje sobre as questões territoriais. Só poderá ser finalizado pelo Presidente Zelensky", afirmou Macron, acrescentando que "mediadores americanos viajarão para Moscovo nas próximas horas".
Lusa
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União Europeia alerta para perigo de escolher caminho "mais fácil" para paz com rendição do país agredido
A União Europeia (UE) alertou, esta segunda-feira, para o perigo de concentrar na Ucrânia toda a pressão das negociações para um cessar-fogo, na sequência da reunião entre Washington e o Kremlin, prevista para terça-feira.
"Tenho o receio de que toda a pressão venha a ser exercida sobre o lado mais fraco, uma vez que a rendição da Ucrânia é a maneira mais fácil de acabar com esta guerra", disse a alta representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, Kaja Kallas, em conferência de imprensa em Bruxelas.
Na terça-feira, o Presidente russo, Vladimir Putin, vai encontrar-se com Steve Witkoff, o enviado especial do Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, para as negociações de paz do conflito na Ucrânia, iniciado com uma invasão da Rússia em 24 de fevereiro de 2022.
Lusa
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União Europeia diz que pode ser "semana crucial" para paz negociada sem europeus
A alta representante para a Política de Segurança considerou, esta segunda-feira, que esta semana "pode ser crucial" para alcançar um acordo que acabe com o conflito na Ucrânia, mas criticou que a União Europeia (UE) esteja ausente das negociações.
"Esta semana pode ser crucial para a diplomacia", disse Kaja Kallas, à entrada para uma reunião ministerial em Bruxelas, capital da Bélgica e sede das principais instituições da UE.
A alta representante para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança do bloco comunitário europeu reconheceu que houve "discussões difíceis, mas produtivas" entre as autoridades ucranianas e dos Estados Unidos da América (EUA), para alterar a proposta de plano de paz que incluía 28 pontos iniciais, nomeadamente a cedência à Rússia dos territórios ocupados.
Lusa
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Trump acredita que há "boas hipóteses" de um acordo entre Kiev e Moscovo
O Presidente norte-americano considerou este domingo que há "boas hipóteses" de se chegar a um acordo para pôr fim ao conflito entre a Rússia e a Ucrânia, na sequência das negociações entre uma delegação norte-americana e ucraniana na Florida.
"Penso que a Rússia gostaria que isto acabasse, e penso que a Ucrânia, sei que a Ucrânia gostaria que isto acabasse", declarou Donald Trump a bordo do Air Force One (avião presidencial).
Donald Trump divulgou recentemente um plano de paz considerado por várias diplomacias europeias como muito favorável a Moscovo.
Lusa
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Rubio diz que reunião foi produtiva, mas que "ainda há muito trabalho a ser feito". Ucrânia agradece os esforços dos EUA
Após uma tarde de reunião entre autoridades dos EUA e da Ucrânia, o secretário de Estado norte-americano Marco Rubio disse aos jornalistas que a sessão foi produtiva, mas "ainda há trabalho a ser feito" na busca por um acordo de paz.
"Não se trata apenas dos termos que põem fim aos combates", disse Rubio, citado pela Associated Press. "Trata-se também dos termos que estabelecem a prosperidade a longo prazo para a Ucrânia. ... Acho que hoje estamos a construir isso, mas ainda há muito trabalho a ser feito", explicou.
Correio da Manhã
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Conversações entre Kiev e EUA na Florida não foram fáceis, afirma fonte ucraniana
As negociações entre responsáveis ucranianos e norte-americanos sobre o plano de Washington para encontrar uma solução para a guerra na Ucrânia não foram fáceis, avançou este domingo uma fonte próxima da delegação ucraniana à agência France-Presse (AFP).
"O processo não é fácil porque a busca por soluções continua", disse a fonte, referindo, no entanto, que a discussão foi "construtiva" e que "todos desejam um resultado concreto para ter matéria para negociações futuras entre os Estados Unidos e a Rússia".
Enviados de Kiev e representantes norte-americanos estiveram este domingo reunidos na Florida, nos Estados Unidos (EUA), para discutir o plano de paz impulsionado por Washington para a guerra na Ucrânia, iniciada pela Rússia em fevereiro de 2022.
Lusa
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Um morto e 11 feridos em Kiev em novo ataque russo com drones
Pelo menos uma pessoa morreu e 11 ficaram feridas no sábado à noite perto da capital ucraniana, Kiev, em consequência de um novo ataque com drones atribuído à Rússia, avançou a agência noticiosa France-Presse (AFP).
Zelensky considera viável alcançar acordo para o fim da guerra "nos próximos dias"
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou este sábado que considera "viável" alcançar "nos próximos dias" um acordo para um "fim digno" da guerra com a Rússia.
"Os norte-americanos estão a mostrar uma abordagem construtiva e é possível que nos próximos dias sejam concretizados os passos para determinar como pôr um fim digno à guerra" afirmou Zelensky, no seu habitual discurso ao fim de cada dia.
Lusa
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Negociadores de Zelensky a caminho de Washington para discutir plano de paz
O presidente ucraniano anunciou que uma delegação encabeçada pelo secretário do Conselho de Segurança e Defesa da Ucrânia está a caminho dos EUA para discutir o plano de paz desenhado por Donald Trump.
Numa publicação na rede social X, Volodymyr Zelensky explicou que o objetivo passa por "elaborar de forma rápida e substancial as medidas necessárias para pôr fim à guerra". O encontro deverá ter lugar este domingo. "A Ucrânia está a trabalhar por uma paz digna", sublinhou.
A viagem da delegação ucraniana acontece num contexto de cada vez maior pressão por parte de Washington para pôr fim à guerra, e após notícias virem a público de que Donald Trump se prepara para reconhecer os territórios da Crimeia, Lugansk e Donetsk como parte da Federação Russa — algo que o lado ucraniano já reiterou por diversas vezes ser uma linha vermelha.
Paulo Rangel saúda avanços mas reitera necessidade de envolver Europa e Kiev
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, saudou, esta sexta-feira, os aparentes avanços positivos nas negociações com vista a um cessar-fogo na Ucrânia, mas voltou a sublinhar que qualquer acordo tem de envolver os ucranianos e os países europeus.
"Saudamos vivamente que haja um esforço enorme para fazer aqui uma aceleração nos processos de paz. Até este momento, o que nós temos é conversações diretas entre os Estados Unidos e a Rússia, conversações diretas entre os Estados Unidos e a Ucrânia. O que nos dizem os parceiros ucranianos é que tem havido progressos muito positivos. E, portanto, nós, obviamente, estamos satisfeitos com isso", disse Paulo Rangel.
"Agora, é fundamental nunca esquecer que uma solução para a Ucrânia só pode ser feita com a Ucrânia e uma solução que tem de envolver necessariamente, é imperativa, não há outra forma, a União Europeia" e outros países europeus, como o Reino Unido, a Noruega ou a Turquia, acrescentou o chefe da diplomacia portuguesa, que falava à agência Lusa em Barcelona, Espanha, à margem da reunião anual da União pelo Mediterrâneo (UpM).
Lusa
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Putin saúda posição da Hungria e Orbán mantém importações de energia
O Presidente russo, Vladimir Putin, saudou,e sta sexta-feira, a posição da Hungria sobre a guerra na Ucrânia ao receber em Moscovo o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, que prometeu continuar a comprar petróleo e gás à Rússia.
"Conheço a sua posição equilibrada sobre a questão ucraniana", declarou Putin a Orbán, que, no seio da União Europeia (UE), se opõe às sanções contra a Rússia e critica o apoio a Kiev.
Orbán reafirmou que a Hungria continuará a comprar produtos energéticos à Rússia, apesar das sanções decretadas pela UE por causa da invasão russa da Ucrânia em fevereiro de 2022.
"Gostaria de reafirmar que o abastecimento de energia proveniente da Rússia constitui atualmente a base do fornecimento de energia da Hungria e assim continuará a ser no futuro", declarou Orbán, citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).
Lusa
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Rússia diz ver com bons olhos "alguns pontos" do plano de paz atualizado
O Kremlin já terá visto a versão mais recente do plano de paz dos EUA para a guerra na Ucrânia. De acordo com a norte-americana NBC, o britânico The Guardian e a Agence France-Presse, que citam declarações de um dos principais assessores de Putin à TV estatal, o plano já terá sido visto "informalmente" e será discutido no encontro entre o Presidente russo e Steve Witkoff, enviado especial de Donald Trump.
Yuri Ushakov afirmou que o plano ainda não foi alvo de "análise séria", estando essa discussão agendada para quando Vladimir Putin se econtrar com Witkoff.
Ushakov terá ainda acrescentado que "alguns pontos" do plano revisto vão de encontro às pretensões de Moscovo, enquanto outros requerem uma discussão entre as partes.
As declarações do membro do Kremlin surgem no seguimento de Ucrânia e EUA terem chegado a um "entendimento", afirmou Kiev, quanto ao plano, que numa primeira fase foi negociado entre Washington e Moscovo, sem a participação dos ucranianos.
A proposta não foi ainda oficialmente divulgada, mas os seus principais pontos circulam na imprensa desde a última semana.
Rússia reclama abate de 33 drones ucranianos durante a noite
As defesas aéreas da Rússia abateram durante a noite de terça-feira 33 drones ucranianos sobre quatro regiões do país, levando à suspensão do funcionamento de alguns aeroportos, disse esta quarta-feira o Ministério da Defesa russo nas redes sociais.
De acordo com o relatório militar russo, o maior número de abates ocorreu na região de Belgorod, na fronteira com a Ucrânia, onde 13 aeronaves não tripuladas (drones) foram intercetadas e destruídas.
Os restantes drones foram abatidos nas regiões de Voronezh (dez), Lipetsk (quatro) e Bryansk, bem como sobre as águas do Mar Negro (cinco), ao largo da Península da Crimeia, anexada pela Rússia em 2014.
Lusa
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Trump anuncia visita do enviado da Casa Branca a Moscovo
O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou, esta terça-feira, que o enviado da Casa Branca, Steve Witkoff, vai deslocar-se a Moscovo para discutir os "poucos pontos de discórdia" que impedem um acordo para o conflito entre Rússia e Ucrânia.
O líder norte-americano indicou, na rede Truth Social, que espera reunir-se ele próprio com o homólogo russo, Vladimir Putin, e com o ucraniano, Volodymyr Zelensky, mas "apenas quando o acordo para pôr fim a esta guerra estiver concluído ou se tiver chegado à fase final" das negociações.
Trump referiu que Witkoff será acompanhado em Moscovo pelo secretário do Exército, Dan Driscoll, que recentemente se juntou aos esforços de Washington neste dossiê.
Lusa
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Turquia propõe "contacto direto" entre Kiev e Moscovo em Istambul
O Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, propôs, esta terça-feira, "facilitar um contacto direto" em Istambul entre a Rússia e a Ucrânia para se alcançar um cessar-fogo "justo e duradouro".
O chefe de Estado turco, que participava numa videoconferência de apoio à Ucrânia com 35 países, reiterou que está em contacto com ambas as partes no conflito, segundo um comunicado do seu gabinete de comunicação publicado na rede social X.
"Nesta reunião, o nosso Presidente declarou que a Turquia prosseguirá os seus esforços diplomáticos para facilitar um contacto direto entre as partes, a fim de alcançar uma paz justa e duradoura o mais rapidamente possível".
Lusa
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Zelensky está "pronto para avançar" com plano norte-americano para terminar com a guerra
O Presidente ucraniano disse, esta terça-feira, aos aliados que estava pronto para avançar com o plano de paz norte-americano para acabar com a guerra, mas que este ainda continha "pontos sensíveis" que desejava discutir com o homólogo norte-americano, Donald Trump.
"Este quadro está sobre a mesa e estamos prontos para avançar juntos", disse Volodymyr Zelensky aos líderes da chamada "Coligação dos Dispostos", que, esta terça-feira, realizou uma reunião por videoconferência, de acordo com uma cópia do seu discurso, citado pelas agências internacionais e pelo 'site' oficial da presidência ucraniana.
O líder ucraniano afirmou que, após as reuniões entre ucranianos, europeus e norte-americanos convocadas no domingo em Genebra (Suíça) e a reunião desta terça-feira, com os aliados de Kiev, a Ucrânia está preparada para avançar em conjunto com os Estados Unidos e com a Europa com a versão atualizada do acordo de paz.
Lusa
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Marcelo Rebelo de Sousa alerta que procura de resultado "muito imediato" pode criar "problema muito grave"
O Presidente da República alertou, esta terça-feira, a propósito das negociações para a paz na Ucrânia, que a procura de um resultado "muito imediato" pode criar "um problema muito grave" a prazo.
Marcelo Rebelo de Sousa, que falava à saída de uma conferência sobre o 25 de Novembro de 1975, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, não comentou em concreto os contactos em curso nem as posições das duas partes, Ucrânia e Rússia, mas referiu que "há vários processos em simultâneo a decorrer".
"Há contactos entre vários estados, há contactos que envolvem a União Europeia, que são também muitos estados. E tudo decorre a uma velocidade grande. Eu nesses momentos eu gosto só de recordar princípios", acrescentou.
Lusa
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Trump confia que acordo com Kiev e Moscovo está "muito perto"
O Presidente norte-americano, Donald Trump, manifestou, esta terça-feira, confiança de que um acordo para o fim do conflito na Ucrânia está "muito perto", numa fase de intenso diálogo de Washington com Kiev e Moscovo.
"Não é fácil, mas penso que estamos muito perto de um acordo. Veremos", afirmou o líder norte-americano na Casa Branca, à margem da cerimónia anual do indulto de perus do Dia de Ação de Graças.
Donald Trump reconheceu que pensava que um acordo "seria mais fácil", mas insistiu que os seus esforços estão a registar progressos.
Lusa
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Von der Leyen e Costa elogiam negociações e garantem manter pressão sobre Rússia
Os líderes da Comissão Europeia e do Conselho Europeu saudaram, esta terça-feira, a presença dos Estados Unidos na reunião de países aliados da Ucrânia e garantiram que Bruxelas vai continuar a exercer pressão sobre a Rússia.
António Costa, presidente do Conselho Europeu, destacou na rede social X que a reunião da chamada "Coligação dos Dispostos" foi "muito proveitosa".
"Foi bom ouvir o Presidente Volodymyr Zelensky e Marco Rubio (secretário de Estado norte-americano) sobre a sua avaliação do processo de paz em curso", frisou.
Lusa
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Macron defende necessidade de garantir um exército ucraniano forte e sem limitações
O Presidente francês, Emmanuel Macron, defendeu, esta terça-feira, a necessidade de garantir a existência de "um exército ucraniano forte" e "sem limitações", afirmando ainda que não há um desejo de cessar-fogo do lado russo.
O chefe de Estado francês disse no final de uma reunião com os países aliados de Kiev, a chamada "Coligação dos Dispostos", que, esta terça-feira, decorreu por videoconferência, que a paz pode ser mantida "dissuadindo qualquer nova agressão", sublinhando que para tal é necessário "um exército ucraniano forte".
"As discussões em Genebra mostraram que não deve haver limites para o exército ucraniano. Planeámos tudo o que é necessário para o fazer", disse, referindo-se às negociações que decorreram durante o passado fim de semana entre europeus, norte-americanos e ucranianos na cidade suíça.
Lusa
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Kiev alvo de ataque russo. Vários prédios residenciais foram atingidos
Kiev foi alvo de um ataque russo na madrugada desta terça-feira. As primeiras explosões foram ouvidas pela 1h00 locais (23h de segunda-feira, em Lisboa), indica o Kiyv Independent.
No distrito de Pechersky, vários prédios residenciais indenciaram-se, depois de terem sido atingidos por drones russos.
Mais cedo, as autoridades ucranianas alertaram para uma ameaça de mísseus balísticos em Kiev. A Força Aérea da Ucrânia também avisou sobre uma ameaça de mísseis a todo o país, depois de terem sido vistos bombardeiros MiG-31 a descolarem de bases aéreas russas.
Zelensky garante que plano de paz dos EUA já não tem 28 pontos
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, adiantou, esta segunda-feira, que, após negociações em Genebra entre Kiev e Washington, o "pano de paz" inicialmente proposto pelos norte-americano passou a ter menos pontos, acrescentando que ainda há trabalho a ser feito.
"Hoje, a nossa delegação regressou de Genebra após conversações com o lado norte-americano e parceiros europeus, e agora a lista de medidas necessárias para pôr fim à guerra pode tornar-se viável. A partir de agora, depois de Genebra, há menos pontos, não mais 28, e muitas coisas corretas foram tidas em conta neste plano", garantiu Zelensky, durante o habitual vídeo diário dirigido à nação.
Segundo o governante, citado pela agência de notícias Ukrinform, ainda há trabalho a ser feito para tornar o documento final satisfatório.
Lusa
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Rússia rejeita alterações europeias ao plano de paz de Trump
A Rússia rejeitou, esta segunda-feira, as modificações introduzidas pelos países europeus ao plano de paz para a Ucrânia apresentado pelos Estados Unidos.
"Tomámos conhecimento do plano europeu que, à primeira vista, é absolutamente não construtivo, não nos convém", disse o conselheiro presidencial para os assuntos internacionais, Yuri Ushakov, citado pela agência de notícias espanhola EFE.
Os Estados Unidos propuseram na semana passada um plano para acabar com a guerra da Rússia contra a Ucrânia, iniciada em fevereiro de 2022.
Lusa
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"Uma base para a paz": Putin e Erdogan falaram ao telefone sobre acordo de paz
Moscovo revelou esta segunda-feira que Vladimir Putin e o seu homólogo turco falaram ao telefone sobre o plano de paz para a Ucrânia divulgado na imprensa no final da semana passada.
Em comunicado divulgado na página do Kremlin, é referido que a conversa girou em torno de assuntos relativos "à cooperação bilateral" entre os Rússia e Turquia, e passou pelo recentemente formulado plano norte-americano, negociado com Moscovo.
O Presidente russo terá afirmado que a proposta, "na versão revista" pela Rússia, é consistente com o que foi discutido na cimeira que juntou Putin e Donald Trump no Alasca, em agosto, e que pode "em princípio, formar a base para um acordo de paz definitvo".
"Na versão revista" será, contudo, o termo-chave, uma vez que não é claro que a posição do Kremlin se mantenha face às alterações que o acordo deverá sofrer, na sequência das conversações entre os EUA e o lado ucraniano que tiveram lugar no domingo, em Genebra, e que se deverão prolongar ao longo dos próximos dias (estando até em cima da mesa a possibilidade de uma nova ida de Zelensky a Washington).
Erdogan, pela sua parte, terá reafirmado a vontade da Turquia em "fornecer toda a assistência" ao processo negocial entre Moscovo e Kiev.
Zelensky alerta contra risco de reconhecer à Rússia "o que roubou"
Volodymyr Zelensky disse esta segunda-feira que a Ucrânia conseguiu manter “pontos muito sensíveis” em cima da mesa de negociações sobre o plano de paz negociado entre EUA e Rússia e que veio a público na semana passada.
Falando a partir de Kiev ao parlamento da Suécia, Zelensky voltou a sublinhar como linha vermelha o reconhecimento de território conquistado pela Rússia ao longo dos últimos quase quatro anos.
“Putin quer reconhecimento legal pelo que roubou, quebrando o princípio da integridade e soberania territorial. (...) [E quer isto] não só da Ucrânia como do resto do mundo, o que é muito perigoso”, afirmou o presidente ucraniano, citado pela BBC.
Numa altura em que a evolução da linha da frente aponta para um ascendente de Moscovo no conflito, o líder ucraniano referiu-se ao momento atual como “crítico” para a Ucrânia e reiterou a vontade de manter aberto o diálogo com os aliados ocidentais do país. “A Ucrânia está a trabalhar de perto com os EUA e outros parceiros europeus para definir os próximos passos”, disse.
Quatro mortos e 17 feridos em ataque russo a Kharkiv
Quatro pessoas morreram e 17 ficaram feridas num ataque russo a Kharkiv, indicou domingo o presidente da câmara da segunda cidade mais populosa da Ucrânia antes da invasão lançada por Moscovo em fevereiro de 2022.
Zelensky agradece esforços dos EUA e Europa, mas distancia-se dos planos de paz propostos
O presidente da Ucrânia, Volodymir Zelensky, reiterou que a Rússia começou a guerra e "só a Rússia é que recusa terminá-la". Zelensky garante estar grato aos EUA e a todos os países da Europa, do G7 e do G20 que estão "a ajudar a defender a vida", no entanto, distancia-se dos planos de paz realçando o "objetivo principal - parar a guerra da Rússia e preveni-la de alguma vez recomeçar".
"Tudo deve funcionar da forma correta - para que a guerra termine verdadeiramente e não aconteça outra vez", lê-se no comunicado divulgado por Zelensky na rede social X.
Correio da Manhã
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Trump afirma que novo plano de paz não é a "oferta final" para a Ucrânia
O novo plano de paz avançado pela Casa Branca não é a oferta final de Washington à Ucrânia, disse Donald Trump este sábado, segundo o Kyiv Independent.
O plano de 28 pontos, criado pelo enviado especial Steve Witkoff em colaboração com o assessor do Kremlin Kirill Dmitriev, convida a Ucrânia a fazer concessões territoriais à Rússia, diminuir o tamanho do exército e assumir o compromisso constitucional de nunca aderir à NATO.
As declarações do presidente norte-americano indicam que ainda há espaço para negociações. Se o presidente Zelensky recusar aceitar os termos, "então ele pode continuar a lutar com todas as suas forças", acrescentou Trump.
Correio da Manhã
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Líbano pronto para negociar acordo que acabaria com ataques israelitas
O Líbano está pronto para negociar um acordo que acabe com os ataques israelitas ao país e retire Israel de cinco colinas fronteiriças que ocupou desde o fim da guerra com o Hezbollah, disse esta sexta-feira o Presidente libanês.
Numa declaração televisiva, por ocasião do Dia da Independência, Joseph Aoun acrescentou que as tropas libanesas estão prontas para ocuparem posições em todos os pontos de onde as tropas israelitas se retirarem.
No entanto, o Presidente adiantou que não estava para já claro se Israel aceitaria a oferta, pois esta ocorre num momento em que as forças israelitas intensificaram os seus ataques no Líbano.
Lusa
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Paulo Rangel critica plano de paz de Trump por não ter ouvido previamente Kiev
O ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE), Paulo Rangel, criticou esta sexta-feira a proposta apresentada pelos Estados Unidos para pôr fim à guerra na Ucrânia por ter sido feita sem ouvir previamente as autoridades de Kiev.
Esta proposta "deveria resultar de uma audição prévia da Ucrânia, que não foi feita. Isso é um aspeto que nós, obviamente, criticamos", disse o chefe da diplomacia portuguesa.
Ucrânia corre o risco de "perder a dignidade" ou o apoio dos EUA: a resposta de Zelensky à proposta de paz de Trump
Num discurso de 10 minutos esta sexta-feira ao povo ucraniano, versando o plano de paz desenhado pelos Estados Unidos, Volodymyr Zelensky alertou que a Ucrânia pode enfrentar uma escolha muito difícil, entre perder a dignidade ou um parceiro fundamental, numa referência aos EUA, que estão a pressionar a Ucrânia a aceitar um plano para acabar com a guerra com a Rússia.
Rússia aconselha Zelensky a negociar já para não perder mais território
A presidência russa (Kremlin) advertiu esta sexta-feira o Presidente ucraniano de que deve negociar o fim da guerra, sob pena de a Ucrânia perder novos territórios, na sequência da divulgação de um plano de paz norte-americano.
"É melhor negociar e fazê-lo agora do que mais tarde. O espaço para tomar decisões para ele [Volodymyr Zelensky] reduz-se à medida que perde territórios" face à ofensiva das forças russas, afirmou o porta-voz do Kremlin.
Dmitri Peskov disse também que a Rússia não recebeu oficialmente os detalhes da proposta dos Estados Unidos, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).
Kiev afirma manter controlo de Kupyansk e acusa Rússia de desinformação
O Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas da Ucrânia assegurou esta quinta-feira que Kupyansk continua sob controlo das suas tropas, qualificando de "desinformação" o anúncio por Moscovo da captura daquela cidade bastião na província de Kharkiv, nordeste do país.
"Estão a ser realizadas medidas de contrassabotagem e operações especiais na cidade e nos seus arredores para detetar e eliminar grupos inimigos infiltrados de sabotagem e reconhecimento", refere o Estado-Maior em comunicado nas redes sociais.
As alegações sobre a captura de Vovchansk e Pokrovsk são "falsas", adianta e "esta desinformação" tem "o único objetivo de ocultar as pesadas perdas do Exército russo, que é obrigado a realizar constantes e devastadores ataques".
EUA admitem "termos generosos" à Rússia mas ameaçam com mais sanções
Os Estados Unidos admitiram esta quinta-feira terem proposto "termos generosos à Rússia" durante as negociações para o fim da guerra na Ucrânia, mas ameaçaram impor mais custos económicos se Moscovo continuar a ignorar os apelos de cessar-fogo.
Numa reunião do Conselho de Segurança da ONU, o representante norte-americano nas Nações Unidas, Mike Waltz, considerou imperativo acabar com a guerra e iniciar o processo de reconstrução, frisando que a diplomacia é o único caminho para uma paz duradoura e justa.
Sem mencionar o controverso plano de paz recentemente proposto pelos Estados Unidos, Waltz afirmou que, desde que Donald Trump chegou à Presidência norte-americana, Washington propôs "termos generosos à Rússia, incluindo o alívio das sanções", mas os combates continuaram.
Paz deve respeitar independência e soberania de Kiev, apela Zelensky
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, apelou esta quinta-feira a uma paz que respeite independência e soberania do seu país, após um alto funcionário norte-americano lhe ter apresentado o plano de Washington para pôr fim à invasão russa.
"A Ucrânia precisa de paz. (...) Uma paz digna, para que as condições respeitem a nossa independência, a nossa soberania e a dignidade do povo ucraniano", disse Zelensky no seu discurso diário difundido através das redes sociais.
Antes, Zelensky reuniu-se em Kiev com o secretário do Exército norte-americano, Daniel Driscoll.
Pelo menos 22 pessoas continuam desaparecidas na cidade ucraniana de Ternopil
Pelo menos 22 pessoas continuam desaparecidas após o ataque aéreo russo contra a cidade de Ternopil, no oeste da Ucrânia, que matou 26 pessoas e feriu mais de 90, disse esta quinta-feira o presidente ucraniano.
O ataque ocorreu na quarta-feira sendo que Volodymyr Zelensky disse esta quinta-feira que os socorristas trabalharam durante toda a noite em Ternopil, e que ainda se mantêm as operações de busca e salvamento.
Vinte e duas pessoas ainda estão desaparecidas, acrescentou Zelensky numa mensagem difundida nas redes sociais, referindo que mais de 200 socorristas foram enviados para a cidade ucraniana.
Lusa
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Zelensky responsabiliza Rússia por sabotagem ferroviária na Polónia
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, apontou esta quarta-feira uma "ligação russa" nos recentes atos de sabotagem contra linhas férreas na Polónia, após uma conversa telefónica com o primeiro-ministro polaco, Donald Tusk.
Zelensky escreveu nas redes sociais que a convicção de Kiev é a de que "todos os factos indicam que há uma ligação russa por trás disto tudo", acrescentando que "ninguém, além da Rússia, está interessado nisto".
A linha férrea sabotada no fim de semana é utilizada para o envio de equipamento militar polaco para a Ucrânia.
Varsóvia responsabilizou dois cidadãos ucranianos que, segundo as autoridades polacas, terão atuado sob ordens russas.
Segundo Zelensky, Tusk partilhou detalhes fornecidos pelas agências de segurança e serviços de informações polacos, indicando que a rede social Telegram terá sido usada para organizar os atos subversivos e lançar uma campanha de desinformação contra a Ucrânia.
Durante a chamada telefónica, o chefe do Governo polaco apresentou também condolências pela morte de pelo menos 20 pessoas num bombardeamento russo na madrugada desta quarta-feira contra a cidade de Ternopil, no oeste da Ucrânia.
Declarado estado de emergência em Donetsk após ataques de drones ucranianos
As autoridades de Donetsk, anexada por Moscovo em 2022, declararam esta quarta-feira o estado de emergência na região devido a ataques maciços de drones por parte das forças ucranianas na segunda-feira.
"Como resultado de um ataque maciço de drones às centrais térmicas de Zuyevskaya e Starobeshevo (...) que resultou na destruição de instalações de produção de energia, é declarado o estado de emergência", afirmou o decreto, citado pela agência de notícias russa TASS.
Anteriormente, as autoridades da região sob tutela de Moscovo também comunicaram cortes de água devido aos ataques de Kiev.
Na segunda-feira, ataques com drones ucranianos deixaram cerca de 500.000 habitantes na região de Donetsk sem eletricidade, informou o governador, Denis Pushilin.
O responsável acrescentou que, enquanto as forças ucranianas atacam as estruturas energéticas de Donetsk, as forças russas aumentam a sua zona de controlo na linha da frente, incluindo nas proximidades do reduto estratégico de Pokrovsk.
No mesmo dia, a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) informou que três reatores de duas centrais nucleares ucranianas estão a operar com capacidade reduzida há dez dias, após um ataque atribuído à Rússia.
O principal alvo dos ataques em território inimigo, segundo as autoridades ucranianas, são as infraestruturas energéticas, contra as quais, nas últimas semanas, Kiev tem utilizado não só aviões não tripulados, mas também mísseis de fabrico próprio.
Estes ataques que visam este tipo de estruturas tem sido recorrente por ambos os lados do conflito, num momento em que se aproxima o inverno que costuma ser rigoroso nesta zona do globo.
Espanha desbloqueia 615 milhões de euros para apoio militar à Ucrânia
Espanha vai desbloquear nas próximas semanas 615 milhões de euros para apoio militar à Ucrânia, no âmbito de acordos bilaterais e de mecanismos criados no seio da NATO e da União Europeia, anunciou esta terça-feira o executivo espanhol.
O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro, Pedro Sánchez, numa conferência de imprensa na sede do Governo espanhol, em Madrid, ao lado do Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, que visitou esta terça-feira Espanha.
Ucrânia atinge alvos militares na Rússia com mísseis ATACMS
O exército ucraniano anunciou que atingiu, esta terça-feira, alvos militares na Rússia com mísseis ATACMS fornecidos pelos EUA, avança a Reuters. Segundo a mesma fonte, o ataque foi definido pela Ucrânia como um "desenvolvimento significativo".
Correio da Manhã
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Presidente ucraniano vai à Turquia para tentar continuar conversações de paz
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou esta terça-feira que vai à Turquia amanhã para tentar reavivar as conversações de paz e retomar as trocas de prisioneiros com a Rússia.
Rússia reclamou abate de 31 drones ucranianos em regiões de fronteira
As defesas aéreas russas abateram 31 drones ucranianos sobre oito regiões da Rússia, obrigando à suspensão das operações em dois aeroportos, disse esta terça-feira o Ministério da Defesa de Moscovo através das redes sociais.
Zelensky assina em França contrato para a compra de 100 aviões de combate Rafale
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, assinou esta segunda-feira em Paris um acordo para a compra de até 100 aviões de combate Rafale a França, além de sistemas de defesa aérea e drones. Fontes da Presidência francesa divulgaram o conteúdo da carta de intenções, assinada por Zelensky e pelo presidente francês Emmanuel Macron na base aérea de Villacoublay, a vinte quilómetros a sudoeste de Paris.
Trump anuncia sanções e aumento de tarifas de 500% para países que fizerem negócios com a Rússia
O presidente norte-americano anunciou este domingo que o Partido Republicano está a preparar um novo pacote de sanções contra países que fizerem acordos comerciais com a Rússia.
"Fui eu que sugeri, qualquer país que faça negócios com a Rússia vai ser duramente sancionado", disse citado pela Reuters Donald Trump, acrescentando que o Irão poderá ser um dos países sancionados.
De acordo com a Bloomberg, entre as sanções apoiadas pela Casa Branca estará um aumento de 500% nas tarifas contra países com laços económicos com Moscovo.
Forças ucranianas reclamam corte de rota logística russa em Pokrovsk
As forças de defesa ucranianas reclamaram este sábado o corte de uma rota logística das tropas russas nos arredores de Pokrovsk, na região leste do país, fazendo explodir uma estrada, informou o 7.º Corpo Aerotransportado.
"As forças de defesa estão a cortar as rotas logísticas do inimigo nos arredores de Pokrovsk. Como resultado do ataque aéreo, a estrada que liga Selydove a Pokrovsk foi destruída. Isto impediu os russos de utilizarem esta rota para se infiltrarem em Pokrovsk com veículos ligeiros", segundo uma mensagem publicada na rede Facebook.
Lusa
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Pelo menos dois mortos e sete feridos em ataque russo a Odessa
Um novo ataque russo com drones (aeronaves telepilotadas) à cidade ucraniana Tchornomorsk, junto a Odessa, a sul, causou esta sexta-feira pelo menos dois mortos e sete feridos, afirmou o governador local, Oleg Kiper.
"Alguns dos feridos estão em estado grave", escreveu aquele responsável político na rede social Telegram, acrescentando que o ataque visou uma praça da cidade e atingiu lojas e automóveis.
A Federação Russa tem estado a levar a cabo este outono uma campanha de bombardeamentos contra as estações e subestações de produção e distribuição de eletricidade ucranianas que obrigam as autoridades do setor a fazer 'apagões' e a racionar os serviços.
Rússia declarou estado de emergência no porto de Novorossiysk após ataque
As autoridades do porto russo de Novorossiysk, um dos principais portos do Mar Negro, declararam esta sexta-feira o estado de emergência na cidade, após um ataque ucraniano com drones.
Pelo menos quatro pessoas ficaram feridas e várias instalações petrolíferas ficaram danificadas, segundo o presidente da câmara de Novorossiysk, Andriy Kravchenko, numa mensagem divulgada através das redes sociais.
O ataque ucraniano com aparelhos aéreos não tripulados ocorreu durante a madrugada.
Zelensky reage a ataque russo com 430 drones e 18 mísseis. Presidente ucraniano promete resposta "de longo alcance"
Um ataque em grande escala com mísseis e 'drones' russos contra a capital ucraniana, causou esta madrugada quatro mortos e dezenas de feridos, afirmou Zelensky numa publicação deixada na Plataforma X, acrescentando que entre as vítimas estão crianças e uma mulher grávida.
"Este foi um ataque deliberadamente calculado, com o objetivo de causar o máximo de danos às pessoas e à infraestrutura civil", pode ler-se na publicação. O presidente ucraniano deu conta de que a Rússia lançou 430 drones e 18 mísseis nos ataques noturnos desta sexta-feira.
O jornal ucraniano, Kiev Independent, relata que o presidente da Câmara da capital já veio retificar que os ataques fizeram pelo menos seis mortos e 25 feridos.
Rússia lança ataque com mísseis e drones contra a capital da Ucrânia. Vários bairros da cidade com cortes de energia
A Rússia levou a cabo um "ataque em larga escala" com mísseis e drones contra a capital ucraniana na noite desta quinta-feira, relata o The Kyiv Independent. Há registo de vários bairros da cidade com cortes de energia.
Destroços de drones atingiram um prédio residencial de cinco andares no distrito de Dniprovskiy, de acordo com as autoridades ucranianas. Dezenas de mísseis balísticos foram também lançados contra várias regiões da Ucrânia, segundo a Força Aérea ucraniana.
Correio da Manhã
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Comissão Europeia desembolsa mais quatro mil milhões de euros para apoiar a Ucrânia
A Comissão Europeia libertou esta quinta-feira a décima e última parte de quatro mil milhões de euros para apoiar macrofinanceira excecional à Ucrânia, na sequência do apoio acordado pelos países do G7, foi esta quinta-feira anunciado.
Em comunicado, o executivo comunitário europeu anunciou que os 4,1 mil milhões de euros deste valor, acordado pelos países do G7 (Estados Unidos da América, Reino Unido, Japão, Alemanha, França, Canadá e Itália, e também a União Europeia), e elevou para 5,9 mil milhões de euros o apoio prestado pelo bloco político-económico da Europa (com mais 1,8 mil milhões de euros ao abrigo do Mecanismo para a Ucrânia).
Rússia abateu 130 drones e Kiev denuncia mais ataques a estruturas elétricas
As defesas antiaéreas russas derrubaram esta quinta-feira130 drones (aeronaves telepilotadas) de asa fixa, e por isso com maior autonomia, sobre 10 regiões do território e também na anexada península da Crimeia, anunciou o Ministério da Defesa da Federação Russa.
Por seu turno, a principal empresa energética ucraniana, Ukrenergo, denunciou ataques russos a várias infraestruturas de três zonas, igualmente com drones, e registo de danos e 'apagões' em Dnipropetrovsk e Zaporijia.
"Desde as 23h00 de Moscovo (20h00, de Lisboa) de 12 de novembro até às 08h00 (05h00 de Lisboa) de 13 de novembro, os sistemas de defesa aérea intercetaram e destruíram 130 veículos aéreos não tripulados ucranianos de asa fixa", lê-se no comunicado oficial dos militares russos, publicado na rede Telegram.
Zelensky pede demissão dos ministros da Justiça e da Energia da Ucrânia devido a escândalo de corrupção
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pediu, esta quarta-feira, a demissão dos ministros da Justiça e da Energia, no âmbito do escândalo de corrupção descoberto pelas autoridades do país.
Zelensky pediu ao primeiro-ministro ucraniano, Svyrydenko que "solicitasse cartas de demissão desses ministros", avança o Guardian. O chefe de Estado não quer que estes dois ministros ocupem cargos de influência enquanto a investigação está em curso.
Rússia diz ter abatido 22 drones, um deles perto da capital
As defesas antiaéreas abateram esta quarta-feira 22 drones (aeronaves telepilotadas) ucranianos de asas fixas, em sete regiões diferentes da Federação Russa, e um dos derrubes destes aparelhos com mais autonomia aconteceu perto de Moscovo, anunciou o Ministério da Defesa russo.
Segundo comunicado oficial na rede social Telegram, oito dos drones foram intercetados e destruídos na região meridional de Rostov, perto da fronteira inimiga, enquanto os outros abates verificaram-se nas zonas de Stavropol (quatro), Oriol (três), Briansk (três), Tula (dois), Kaluga (um) e Moscovo (um).
O presidente da Câmara Municipal da capital russa, Serguei Sobianin, admitiu que a aeronave não tripulada tinha mesmo a direção da cidade.
Governo ucraniano afasta ministro da Justiça por suspeitas de corrupção
O Governo ucraniano afastou esta quarta-feira o ministro da Justiça, depois de este ter sido implicado num alegado esquema de cobrança de comissões na empresa nacional de energia atómica, revelado na segunda-feira pela agência anticorrupção do país.
"Esta manhã realizámos uma reunião extraordinária do Governo. Tomámos a decisão de afastar Herman Galushchenko do desempenho das suas funções de ministro da Justiça", escreveu a primeira-ministra, Yulia Sviridenko, na rede social X.
O parlamento ucraniano iniciou, na segunda-feira, o processo de demissão de Galushchenko, que, de acordo com uma investigação do Gabinete Anticorrupção da Ucrânia (NABU), esteve envolvido, enquanto ministro da Energia, numa rede que obteve pelo menos 100 milhões de dólares (86 milhões de euros) em comissões relacionadas com contratos adjudicados a empresas privadas por uma filial da empresa estatal de energia atómica Energoatom.
Kiev admite que 300 soldados russos entraram na cidade de Pokrovsk
As Forças Armadas da Ucrânia admitiram esta terça-feira que mais de 300 soldados russos entraram na cidade de Pokrovsk, um dos poucos bastiões ucranianos na província de Donetsk.
As autoridades ucranianas indicaram que as forças russas aproveitaram as condições meteorológicas adversas para intensificarem "com sucesso" os esforços para entrarem na cidade de Pokrovsk.
Ataque russo danifica infraestruturas em Odessa
Um novo ataque militar da Rússia, com drones (aeronaves telepilotadas), danificou esta terça-feira infraestruturas de fornecimento de energia e da empresa de caminhos de ferro ucraniana Ukrzaliznytsia, na região de Odessa (sul), informou o governador local, Oleg Kiper.
"Na sequência do ataque, houve vários incêndios nas infraestruturas energéticas", escreveu o responsável político na sua conta da rede social Telegram, adiantando que também foram atingidos escritórios e um depósito daquela companhia de transportes.
Desde o início do outono, a Rússia tem atacado, praticamente todas as noites instalações daquele género, o mesmo se passando com as forças armadas ucranianas, mais especificamente refinarias e instalações similares.
Rússia volta a atacar com mísseis hipersónicos Kinzhal e bateria de drones
As forças armadas russas voltaram esta segunda-feira a atacar a invadida Ucrânia com dois mísseis hipersónicos Kinzhal, cinco mísseis teleguiados S-300 e S-400 e um total de 67 drones (aeronaves telepilotadas), anunciou a Força Aérea ucraniana.
O comunicado não esclarece se os engenhos foram intercetados ou destruídos, adiantando-se no texto que ainda há que a verificar no terreno o resultado concreto e global deste mais recente ataque das forças militares da Federação Russa.
No setor dos drones, os responsáveis da Ucrânia esclareceram que 40 daqueles dispositivos eram do tipo 'kamikaze' (sem retorno) Shahed e que 52 dos 67 foram intercetados, tendo 15 deles sortido efeito em nove localizações distintas.
Kiev regista 196 combates com forças russas concentrados em Pokrovsk
A Ucrânia adiantou este domingo que, nas últimas 24 horas, foram registados 196 combates, a maioria deles concentrados na zona de Pokrovsk, onde as forças russas lançaram 73 ataques.
Os russos lançaram um ataque com mísseis e 54 ataques aéreos contra posições e zonas povoadas ucranianas, com 41 mísseis, 126 bombas aéreas guiadas e 5.276 drones 'kamikaze', e realizaram ataques de artilharia contra posições das forças de defesa da Ucrânia.
A conquista de Pokrovsk parece ter-se tornado uma prioridade para a Rússia devido à importância estratégica do local, que lhe permitiria lançar uma ofensiva para ocupar toda a região de Donetsk.
Lusa
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Kiev acusou Rússia de ataques com 80 drones durante a madrugada
As forças russas atacaram o território ucraniano durante a madrugada com 80 drones, dos quais 61 foram neutralizados, enquanto 18 atingiram sete locais diferentes, disseram as autoridades militares de Kiev.
Até ao momento não há registo de eventuais vítimas ou danos materiais, na Ucrânia.
Por outro lado, as forças ucranianas reclamaram um ataque contra território russo, que atingiu e danificou a central termoelétrica na região russa de Oryol.
Lusa
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