A artista plástica Tracey Emin, cuja obra não me comove, defendeu que as “pessoas ricas” deveriam fazer-se sócias de museus e fazer doações voluntárias para que a entrada continue gratuita para o público. Aplaudo. Há anos que defendo uma campanha junto de “pessoas ricas” para que dêem sentido à expressão “responsabilidade social da riqueza”. Foi essa responsabilidade que levou alguns ricos portugueses a fazer doações importantes (bibliotecas, arte, edifícios, etc.) à comunidade. Não se trata apenas de lei do mecenato, um tema que deve ser resolvido com urgência, mas de um apelo a essa “responsabilidade social”. Há anos, o extraordinário Eng.º Sevinate Pinto, um homem muito generoso que foi ministro da agricultura e académico, tentava angariar fundos para o maravilhoso Festival Terras sem Sombra, que levava música erudita e músicos estrangeiros e portugueses a todo o Alentejo; contou-me que foi pedir apoio a um grande empresário mundial, relacionado com o Alentejo; obteve 1500 euros. Convinha falarmos disto.
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