Em 1980, Umberto Eco (1932-2016) era um popular professor italiano de literatura, filosofia e semiótica. Não era preciso conhecer a sua tese sobre a estética medieval e em S. Tomás de Aquino para o apreciar; os seus livros estavam na moda, sobretudo ‘A Obra Aberta’, o ‘Tratado de Semiótica Geral’ ou ‘O Signo’. Hoje ninguém se interessa por essas matérias. Mas, em 1980, Eco publica um romance, ‘O Nome da Rosa’, e tudo mudou. Não só não era um romance maçador, como se tratava de uma “história policial” passada num mosteiro medieval com um um monge que tinha nome de filósofo e um bibliotecário que podia ser Jorge Luis Borges – e que vendeu mais de 50 milhões de exemplares. Depois, ‘O Pêndulo de Foucault’, de que gosto bastante, e, para abreviar, ‘O Cemitério de Praga’, romances em que joga com teorias da conspiração, filosofia, crendices, literatura, personagens reais – e mostra como se diverte a divertir-nos. Passam hoje 10 anos sobre a sua morte – viveu rodeado de livros, numa biblioteca infindável e divertida.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
No futebol mantém-se a lógica de quema acha que pode, quer e manda.
A ideia de que o povo está farto de eleições é um chavão das elites de Lisboa.
O PS é um partido anquilosado. E Carneiro é melhor meter-se ao caminho por si só.
Camilo viajou por todo o mundo nas suas páginas, redesenhou Portugal consoante a imaginação de um romancista impenitente e com um mapa na cabeça, cheio de episódios, evocações e personagens.
O Governo tem de alterar esse Estado falhado que se mostra depois de cada tragédia.
O problema já não é Sócrates. É uma Justiça que acaba derrotada pelo calendário.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos