Cabaz alimentar regista aumento de 12 euros num ano

Cesta de 63 bens essenciais monitorizada semanalmente pela Deco/Proteste custa agora 227,09 euros, mais 5,5% do que há um ano.

28 de julho de 2024 às 01:30
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Um cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais, entre carne, peixe, laticínios, legumes ou frutas, custa hoje mais cerca de 12 euros do que há um ano, de acordo com os dados da monitorização semanal levada a cabo pela Deco/Proteste.

O valor apurado para a cesta de 63 alimentos alimentos na última semana fixou-se nos 227,09 euros, contra os 215,24 euros no mesmo período de 2023, o correspondente a um acréscimo de 5,5%. Face há dois anos, o aumento cifrou-se em cerca de 22 euros, mais de 10%.

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Na última semana, ainda assim, foi observado um ligeiro decréscimo de 97 cêntimos no cabaz, face à monitorização anterior. O problema é que, na altura de pagar, é preciso contar também com os os valores acumulados das várias subidas de preços nos últimos dois anos, em particular após a invasão da Ucrânia pela Rússia.

Depois da pandemia da Covid-19, a guerra veio agravar ainda mais as perturbações nos mercados internacionais, fazendo disparar os preços dos alimentos e da energia, o que se refletiu de forma negativa nos orçamentos familiares.

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Em comparação com os preços de finais de julho de 2023, na última semana, os cinco bens alimentares do cabaz da Deco que mais subiram foram o azeite virgem extra (43%), as ervilhas ultracongeladas (28%), a pescada fresca (22%), o peixe-espada-preto (20%) e o atum em posta enlatado (17%).

Um cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais, entre carne, peixe, laticínios, legumes ou frutas, custa hoje mais cerca de 12 euros do que há um ano, de acordo com os dados da monitorização semanal levada a cabo pela Deco/Proteste.

O valor apurado para a cesta de 63 alimentos alimentos na última semana fixou-se nos 227,09 euros, contra os 215,24 euros no mesmo período de 2023, o correspondente a um acréscimo de 5,5%. Face há dois anos, o aumento cifrou-se em cerca de 22 euros, mais de 10%.

Na última semana, ainda assim, foi observado um ligeiro decréscimo de 97 cêntimos no cabaz, face à monitorização anterior. O problema é que, na altura de pagar, é preciso contar também com os os valores acumulados das várias subidas de preços nos últimos dois anos, em particular após a invasão da Ucrânia pela Rússia.

Depois da pandemia da Covid-19, a guerra veio agravar ainda mais as perturbações nos mercados internacionais, fazendo disparar os preços dos alimentos e da energia, o que se refletiu de forma negativa nos orçamentos familiares.

Em comparação com os preços de finais de julho de 2023, na última semana, os cinco bens alimentares do cabaz da Deco que mais subiram foram o azeite virgem extra (43%), as ervilhas ultracongeladas (28%), a pescada fresca (22%), o peixe-espada-preto (20%) e o atum em posta enlatado (17%).

SAIBA MAIS

Importa referir, tal como frisa a Deco/Proteste, que o preço da cesta de bens alimentares essenciais está em rota descendente há várias semanas. A 3 de janeiro custava 236,04 euros, e a 24 de julho já tinha descido para 227,09.

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HÁ SUBIDAS DE 8% E DE 7%

Embora o preço do cabaz alimentar esteja em queda, há vários produtos que continuam a registar subidas de uma semana para a outra. Entre 17 e 24 de julho, a cebola aumentou 8% e os medalhões de pescada e o tomate, 7%.

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