Banco de Fomento deverá precisar de novo reforço de capital
Presidente da entidade bancária diz que 1.500 milhões de euros previstos pelo Estado até 2030 não deverão ser suficientes.
O presidente do Banco Português de Fomento (BPF), Gonçalo Regalado, afirmou este sábado ser muito provável que o banco precise de um novo reforço do capital para além dos 1.500 milhões de euros previstos pelo Estado até 2030.
"A subscrição [do aumento de capital de 1.500 milhões de euros] é agora e é integral, em 2026, e a realização será feita ao longo dos próximos quatro anos. E, com boa probabilidade, terá que ser reforçada e aumentada", referiu o presidente do banco público em entrevista ao programa "Dúvidas Públicas" da Rádio Renascença.
Sustentando que "o banco terá a densidade e a dimensão de capital que é regulatoriamente exigida e que é necessária", o presidente do BPF disse que "o que é necessário para agora são 2.000 milhões de euros", pelo que "foi o que se estabilizou com o Ministério das Finanças e com o Ministério da Economia para se fazer a subscrição em 2026 e a realização durante os próximos quatro anos".
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