Fortunas nacionais valem mais 2,3 mil milhões de euros
Famílias aumentam riqueza à boleia do bom desempenho da bolsa em 2025.
A fortuna das sete maiores famílias com forte presença na bolsa chegou ao final do ano a subir 2,38 mil milhões para perto de 19 mil milhões de euros. A contribuir para esta subida estiveram sobretudo as duas cotadas do retalho, a Jerónimo Martins (dona do Pingo Doce) e a Sonae (dona do Continente), com as fortunas das famílias Soares dos Santos e Azevedo a valorizarem-se mais de 1,8 mil milhões de euros, segundo o Negócios.
O conjunto das fortunas das sete maiores famílias que detêm grandes participações na bolsa (Soares dos Santos, Azevedo, Amorim, Queiroz Pereira, Mota, Champalimaud e Teixeira Duarte) aumentou com o bom comportamento da bolsa que obteve o melhor resultado dos últimos 16 anos crescendo quase 30%. De todas, apenas a família Amorim viu a sua fortuna cair cerca de 248 milhões de euros, uma queda travada pelos dividendos. A fortuna da família liderada por Cláudia Azevedo - que para além do Continente também é dona da Nos - foi a que mais cresceu o ano passado, ‘engordando’ mil milhões de euros, tendo terminado o ano a valer 2,6 mil milhões de euros. Já a Soares dos Santos, acumulou 847 milhões de euros elevando o valor da participação na Jerónimo Martins para 7,3 mil milhões de euros, ainda segundo o Negócios. A fortuna da família Queiroz Pereira valorizou 386 milhões de euros subindo acima dos três mil milhões de euros. A fortuna da família liderada por Manuel Maria Teixeira Duarte cresceu 108 milhões enquanto a Manuel Champalimaud viu a sua fortuna engordar 43 milhões de euros.
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