Mobiliário rejeita encomendas por falta de trabalhadores. Há cerca de cinco mil vagas no setor
Indústria portuguesa de mobiliário vive crise de mão-de-obra.
A indústria portuguesa de mobiliário está a viver uma crise de mão-de-obra. "Estou a precisar de mais umas 40 pessoas, entre marceneiros, estofadores, maquinistas e serralheiros , mas não encontro, o que faz com que esteja a rejeitar encomendas e a prolongar os prazos para a entrega de outras", queixou-se ao Negócios o dono do grupo Laskasas, que tem três fábricas em Paredes, emprega 435 pessoas e fechou o último exercício com vendas de 24 milhões de euros.
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