Barra Cofina

Correio da Manhã

Economia
6

António Domingues vai para a administração da NOS

Ex-presidente da CGD apresentou demissão depois de polémica em torno de declaração de rendimentos.
8 de Março de 2017 às 08:53
António Domingues
António Domingues FOTO: Raquel Wise

O conselho de administração da distribuidora de telecomunicações NOS, informou esta terça-feira que decidiu cooptar António Domingos, ex-administrador da Caixa Geral de Depósitos, para exercer o cargo de vogal do órgão até ao termo do mandato em curso (2016-2017). No comunicado enviado à CMVM, a empresa informa ainda que tal cooptação será "submetida a ratificação na próxima Assembleia Geral de Accionistas da NOS". 

António Domingues regressa assim à administração da NOS, onde outrora já esteve em representação do BPI, accionista da operadora de telecomunicações. 

Recorde-se que Domingues assumiu o cargo de presidente da Caixa Geral de Depósitos no passado dia 31 de agosto ao substituir José de Matos. Em novembro, Domingues apresentou ainda a sua demissão devido à polémica em torno da entrega das declarações de rendimento e de património ao Tribunal Constitucional. A sua ausência foi assegurada por Rui Vilar até à chegada da equipa de Paulo Macedo, a 1 de fevereiro.

Ao ser cooptado como vogal da Nos, António Domingues marca assim o seu regresso à administração da operadora de telecomunicações, onde já tinha estado em representação do accionista BPI (banco onde fez grande parte da sua carreira) - na qualidade de vogal do conselho de administração da PT Multimédia e Zon Multimédia [sua sucessora] e, posteriormente, da Nos [resultante da fusão da Zon com a Optimus].

António Domingues, recorde-se, assumiu a presidência da CGD a 31 de Agosto, em substituição de José de Matos, tendo acabado por apresentar a demissão em Novembro devido à polémica em torno da entrega das declarações de rendimento e de património junto do Tribunal Constitucional. Acabou por efectivar essa saída no início deste ano, tendo a presidência sido assegurada por Rui Vilar até a equipa de Paulo Macedo tomar posse a 1 de Fevereiro.

Antes de o ministro das Finanças ter dado posse à equipa de António Domingues na Caixa, a 31 de Agosto, foram necessários vários passos, nomeadamente a publicação no Portal da Justiça dos novos estatutos do banco do Estado, bem como a alteração ao regime jurídico do sector empresarial do Estado (e, neste âmbito, muita água correu).

 

Além disso, Domingues teve de anunciar a sua renúncia à administração da Nos, onde assumia um cargo não executivo. Era esta uma das condições impostas pelo supervisor Banco Central Europeu para aprovar o seu nome para a liderança da CGD.

Acabou por ficar pouco tempo na Caixa - quatro meses - e regressa agora, então, à operadora liderada por Miguel Almeida.

Ao ser cooptado como vogal da Nos, António Domingues marca assim o seu regresso à administração da operadora de telecomunicações, onde já tinha estado em representação do accionista BPI (banco onde fez grande parte da sua carreira) - na qualidade de vogal do conselho de administração da PT Multimédia e Zon Multimédia [sua sucessora] e, posteriormente, da Nos [resultante da fusão da Zon com a Optimus].

António Domingues, recorde-se, assumiu a presidência da CGD a 31 de Agosto, em substituição de José de Matos, tendo acabado por apresentar a demissão em Novembro devido à polémica em torno da entrega das declarações de rendimento e de património junto do Tribunal Constitucional. Acabou por efectivar essa saída no início deste ano, tendo a presidência sido assegurada por Rui Vilar até a equipa de Paulo Macedo tomar posse a 1 de Fevereiro.

Antes de o ministro das Finanças ter dado posse à equipa de António Domingues na Caixa, a 31 de Agosto, foram necessários vários passos, nomeadamente a publicação no Portal da Justiça dos novos estatutos do banco do Estado, bem como a alteração ao regime jurídico do sector empresarial do Estado (e, neste âmbito, muita água correu).

 

Além disso, Domingues teve de anunciar a sua renúncia à administração da Nos, onde assumia um cargo não executivo. Era esta uma das condições impostas pelo supervisor Banco Central Europeu para aprovar o seu nome para a liderança da CGD.

Acabou por ficar pouco tempo na Caixa - quatro meses - e regressa agora, então, à operadora liderada por Miguel Almeida.

Ao ser cooptado como vogal da Nos, António Domingues marca assim o seu regresso à administração da operadora de telecomunicações, onde já tinha estado em representação do accionista BPI (banco onde fez grande parte da sua carreira) - na qualidade de vogal do conselho de administração da PT Multimédia e Zon Multimédia [sua sucessora] e, posteriormente, da Nos [resultante da fusão da Zon com a Optimus].

António Domingues, recorde-se, assumiu a presidência da CGD a 31 de Agosto, em substituição de José de Matos, tendo acabado por apresentar a demissão em Novembro devido à polémica em torno da entrega das declarações de rendimento e de património junto do Tribunal Constitucional. Acabou por efectivar essa saída no início deste ano, tendo a presidência sido assegurada por Rui Vilar até a equipa de Paulo Macedo tomar posse a 1 de Fevereiro.

Antes de o ministro das Finanças ter dado posse à equipa de António Domingues na Caixa, a 31 de Agosto, foram necessários vários passos, nomeadamente a publicação no Portal da Justiça dos novos estatutos do banco do Estado, bem como a alteração ao regime jurídico do sector empresarial do Estado (e, neste âmbito, muita água correu).

 

Além disso, Domingues teve de anunciar a sua renúncia à administração da Nos, onde assumia um cargo não executivo. Era esta uma das condições impostas pelo supervisor Banco Central Europeu para aprovar o seu nome para a liderança da CGD.

Acabou por ficar pouco tempo na Caixa - quatro meses - e regressa agora, então, à operadora liderada por Miguel Almeida.

Ao ser cooptado como vogal da Nos, António Domingues marca assim o seu regresso à administração da operadora de telecomunicações, onde já tinha estado em representação do accionista BPI (banco onde fez grande parte da sua carreira) - na qualidade de vogal do conselho de administração da PT Multimédia e Zon Multimédia [sua sucessora] e, posteriormente, da Nos [resultante da fusão da Zon com a Optimus].

António Domingues, recorde-se, assumiu a presidência da CGD a 31 de Agosto, em substituição de José de Matos, tendo acabado por apresentar a demissão em Novembro devido à polémica em torno da entrega das declarações de rendimento e de património junto do Tribunal Constitucional. Acabou por efectivar essa saída no início deste ano, tendo a presidência sido assegurada por Rui Vilar até a equipa de Paulo Macedo tomar posse a 1 de Fevereiro.

Antes de o ministro das Finanças ter dado posse à equipa de António Domingues na Caixa, a 31 de Agosto, foram necessários vários passos, nomeadamente a publicação no Portal da Justiça dos novos estatutos do banco do Estado, bem como a alteração ao regime jurídico do sector empresarial do Estado (e, neste âmbito, muita água correu).

 

Além disso, Domingues teve de anunciar a sua renúncia à administração da Nos, onde assumia um cargo não executivo. Era esta uma das condições impostas pelo supervisor Banco Central Europeu para aprovar o seu nome para a liderança da CGD.

Acabou por ficar pouco tempo na Caixa - quatro meses - e regressa agora, então, à operadora liderada por Miguel Almeida.

Ao ser cooptado como vogal da Nos, António Domingues marca assim o seu regresso à administração da operadora de telecomunicações, onde já tinha estado em representação do accionista BPI (banco onde fez grande parte da sua carreira) - na qualidade de vogal do conselho de administração da PT Multimédia e Zon Multimédia [sua sucessora] e, posteriormente, da Nos [resultante da fusão da Zon com a Optimus].

António Domingues, recorde-se, assumiu a presidência da CGD a 31 de Agosto, em substituição de José de Matos, tendo acabado por apresentar a demissão em Novembro devido à polémica em torno da entrega das declarações de rendimento e de património junto do Tribunal Constitucional. Acabou por efectivar essa saída no início deste ano, tendo a presidência sido assegurada por Rui Vilar até a equipa de Paulo Macedo tomar posse a 1 de Fevereiro.

Antes de o ministro das Finanças ter dado posse à equipa de António Domingues na Caixa, a 31 de Agosto, foram necessários vários passos, nomeadamente a publicação no Portal da Justiça dos novos estatutos do banco do Estado, bem como a alteração ao regime jurídico do sector empresarial do Estado (e, neste âmbito, muita água correu).

 

Além disso, Domingues teve de anunciar a sua renúncia à administração da Nos, onde assumia um cargo não executivo. Era esta uma das condições impostas pelo supervisor Banco Central Europeu para aprovar o seu nome para a liderança da CGD.

Acabou por ficar pouco tempo na Caixa - quatro meses - e regressa agora, então, à operadora liderada por Miguel Almeida.

Ao ser cooptado como vogal da Nos, António Domingues marca assim o seu regresso à administração da operadora de telecomunicações, onde já tinha estado em representação do accionista BPI (banco onde fez grande parte da sua carreira) - na qualidade de vogal do conselho de administração da PT Multimédia e Zon Multimédia [sua sucessora] e, posteriormente, da Nos [resultante da fusão da Zon com a Optimus].

António Domingues, recorde-se, assumiu a presidência da CGD a 31 de Agosto, em substituição de José de Matos, tendo acabado por apresentar a demissão em Novembro devido à polémica em torno da entrega das declarações de rendimento e de património junto do Tribunal Constitucional. Acabou por efectivar essa saída no início deste ano, tendo a presidência sido assegurada por Rui Vilar até a equipa de Paulo Macedo tomar posse a 1 de Fevereiro.

Antes de o ministro das Finanças ter dado posse à equipa de António Domingues na Caixa, a 31 de Agosto, foram necessários vários passos, nomeadamente a publicação no Portal da Justiça dos novos estatutos do banco do Estado, bem como a alteração ao regime jurídico do sector empresarial do Estado (e, neste âmbito, muita água correu).

 

Além disso, Domingues teve de anunciar a sua renúncia à administração da Nos, onde assumia um cargo não executivo. Era esta uma das condições impostas pelo supervisor Banco Central Europeu para aprovar o seu nome para a liderança da CGD.

Acabou por ficar pouco tempo na Caixa - quatro meses - e regressa agora, então, à operadora liderada por Miguel Almeida.

Ao ser cooptado como vogal da Nos, António Domingues marca assim o seu regresso à administração da operadora de telecomunicações, onde já tinha estado em representação do accionista BPI (banco onde fez grande parte da sua carreira) - na qualidade de vogal do conselho de administração da PT Multimédia e Zon Multimédia [sua sucessora] e, posteriormente, da Nos [resultante da fusão da Zon com a Optimus].

António Domingues, recorde-se, assumiu a presidência da CGD a 31 de Agosto, em substituição de José de Matos, tendo acabado por apresentar a demissão em Novembro devido à polémica em torno da entrega das declarações de rendimento e de património junto do Tribunal Constitucional. Acabou por efectivar essa saída no início deste ano, tendo a presidência sido assegurada por Rui Vilar até a equipa de Paulo Macedo tomar posse a 1 de Fevereiro.

Antes de o ministro das Finanças ter dado posse à equipa de António Domingues na Caixa, a 31 de Agosto, foram necessários vários passos, nomeadamente a publicação no Portal da Justiça dos novos estatutos do banco do Estado, bem como a alteração ao regime jurídico do sector empresarial do Estado (e, neste âmbito, muita água correu).

 

Além disso, Domingues teve de anunciar a sua renúncia à administração da Nos, onde assumia um cargo não executivo. Era esta uma das condições impostas pelo supervisor Banco Central Europeu para aprovar o seu nome para a liderança da CGD.

Acabou por ficar pouco tempo na Caixa - quatro meses - e regressa agora, então, à operadora liderada por Miguel Almeida.

Ao ser cooptado como vogal da Nos, António Domingues marca assim o seu regresso à administração da operadora de telecomunicações, onde já tinha estado em representação do accionista BPI (banco onde fez grande parte da sua carreira) - na qualidade de vogal do conselho de administração da PT Multimédia e Zon Multimédia [sua sucessora] e, posteriormente, da Nos [resultante da fusão da Zon com a Optimus].

António Domingues, recorde-se, assumiu a presidência da CGD a 31 de Agosto, em substituição de José de Matos, tendo acabado por apresentar a demissão em Novembro devido à polémica em torno da entrega das declarações de rendimento e de património junto do Tribunal Constitucional. Acabou por efectivar essa saída no início deste ano, tendo a presidência sido assegurada por Rui Vilar até a equipa de Paulo Macedo tomar posse a 1 de Fevereiro.

Antes de o ministro das Finanças ter dado posse à equipa de António Domingues na Caixa, a 31 de Agosto, foram necessários vários passos, nomeadamente a publicação no Portal da Justiça dos novos estatutos do banco do Estado, bem como a alteração ao regime jurídico do sector empresarial do Estado (e, neste âmbito, muita água correu).

 

Além disso, Domingues teve de anunciar a sua renúncia à administração da Nos, onde assumia um cargo não executivo. Era esta uma das condições impostas pelo supervisor Banco Central Europeu para aprovar o seu nome para a liderança da CGD.

Acabou por ficar pouco tempo na Caixa - quatro meses - e regressa agora, então, à operadora liderada por Miguel Almeida.

Ver comentários
Newsletter Diária Resumo das principais notícias do dia, de Portugal e do Mundo. (Enviada diariamente, às 9h e às 18h)