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Carreiras: acordo colectivo assinado

O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, valorizou "o marco histórico" conseguido esta sexta-feira com a assinatura do primeiro Acordo Colectivo de Carreiras Gerais com a FESAP e STE, sindicatos da Função Pública. A Frente Comum, afecta à CGTP, recusou subscrever o documento.

11 de setembro de 2009 às 16:41

O acordo permite a contratação colectiva no Estado no âmbito da aprovação do Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas e define regras quanto à organização e duração do tempo do trabalho, incluindo a possibilidade de realizar teletrabalho e jornada contínua.

Teixeira dos Santos considera que estas alterações vão permitir um aumento de “produtividade” na Função Pública, ao mesmo tempo que, através da contratação colectiva, os trabalhadores ganharão maior liberdade e autonomia.

O STE, um dos sindicatos que assinou o acordo, refere que foi o “entendimento possível”. Bettencourt Picanço, presidente do sindicato, lamenta as limitações do Governo no que toca a assuntos como o quadro de remunerações e a não consideração de um suplemento remuneratório para a isenção de horários. O ministro das Finanças recordou os tempos de crise para pedir compreensão pelo facto do acordo não versar sobre esse tipo de benefícios.

O acordo, que pode vir a abranger mais de 300 mil trabalhadores, define matérias como a flexibilidade nos horários, a frequência em acções de formação e a isenção do horário de trabalho que, neste último caso, está restrito aos técnicos superiores e aos coordenadores técnicos.

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