Barra Cofina

Correio da Manhã

Economia

Corte de 330 milhões na renda dos parques eólicos

Portaria trava a atribuição de mais subsídios à produção de energia através do vento.
Raquel Oliveira 4 de Setembro de 2018 às 12:25
Energias renováveis
'Contexto socio-económico e as condições meteorológicas criaram novas pressões ambientais em 2015'
Energias renováveis
Energias renováveis
'Contexto socio-económico e as condições meteorológicas criaram novas pressões ambientais em 2015'
Energias renováveis
Energias renováveis
'Contexto socio-económico e as condições meteorológicas criaram novas pressões ambientais em 2015'
Energias renováveis
Os parques eólicos que aumentaram a sua potência já não vão receber subsídios pela produção extraordinária de energia, segundo uma portaria publicada esta segunda-feira em Diário da República.

A alteração legislativa traduz-se numa poupança de 332 milhões de euros nas rendas das renováveis até 2034, segundo um estudo da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).

A bonificação de tarifas dos parques eólicos fica assim limitada aos valores inicialmente previstos, deixando de fora a produção extraordinária proporcionada pela renovação dos equipamentos. Ou seja, a produção a mais terá de ser vendida a preços do mercado.

Ao que apurou o CM, há pelo menos sete centros eólicos que esperam autorização para aceder aos preços subsidiados, entre os quais parques instalados nas serras da Gardunha, Caramulo e das Meadas.

O alargamento de subsídios à produção extraordinária das centrais eólicas que aumentaram a sua potência, previsto por um decreto-lei de 2014, foi suspenso o ano passado pelo secretário de Estado da Energia.

As dúvidas de Jorge Seguro Sanches prendiam-se com a atribuição de mais subsídios a uma produção que, já de si, beneficiava de tarifas bonificadas.
Ver comentários
Newsletter Diária Resumo das principais notícias do dia, de Portugal e do Mundo. (Enviada diariamente, às 9h e às 18h)