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Governo quer rever carreiras gerais mas não aumenta salários

Frente Comum propõe uma negociação extraordinária para prosseguir discussão.

15 de janeiro de 2026 às 01:30

O secretário-geral da Fesap disse esta quarta-feira que o Governo quer rever as carreiras gerais da Administração Pública em 2027 e manifestou-se disponível para subscrever o acordo, ainda que esteja a aguardar a proposta final. Também a  presidente do Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE) disse que "há condições"  para chegar a acordo. Já a Frente Comum propõe uma "negociação extraordinária", já que esta quarta-feira foi o último dia de negociações com o Governo. 

"A novidade é que o Governo assume que vai rever as carreiras gerais" no próximo ano, afirmou José Abraão, à saída da reunião com a secretária de Estado da Administração Pública, em Lisboa, lembrando que o acordo atual já previa "o compromisso" de "discutir conteúdos funcionais". Deste modo, o objetivo "é continuar a trabalhar e trabalhar nos conteúdos funcionais, com vista a que em 2027 possamos ter revistas as carreiras gerais, que são o parente pobre da Administração Pública", afirmou José Abraão. Segundo o secretário-geral da Fesap, a proposta de novo acordo do Governo traz também novidades relativamente ao 'acelerador' de carreiras, tendo em vista corrigir "as injustiças geradas".

Quanto as restantes matérias, o governo manteve a proposta de aumentos de 2,15% com um mínimo de 56,58 euros para este ano, e um aumento do subsídio de refeição em 15 cêntimos (por dia) ao ano até 2029, apesar da secretária de Estado se ter comprometido a rever de novo o valor " caso exista um aumento substancial da inflação, de acordo com a presidente do STE, Rosa Sousa. 

A Frente Comum assume, em comunicado enviado às redações, que não se conforma "com supostas inevitabilidades", de propõe uma "negociação extraordinária", que deverá "permitir responder aos principais problemas dos trabalhadores e dos Serviços Públicos".

E TAMBÉM

Governo - negociações

A secretária de Estado da Administração Pública concluiu ontem o processo de negociações com os três sindicatos que representam os funcionários públicos. Marisa Garrido não aceitou mexer nos aumentos salariais, tendo apenas deixado a porta aberta a uma subida do subsídio de refeição caso a inflação dispare.

Carreiras

As carreiras gerais enquadram os trabalhadores transversais aos serviços, ou seja, técnicos superiores, assistentes operacionais e técnicos.

Quadro 3.º trimestre

Os últimos dados divulgados pela Direção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP) apontavam para a existência de 759 402 funcionários públicos espalhados pelos serviços do Estado.

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