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Grupo francês sobe contrapartida para explorar Casino da Póvoa

Nova concessionária do casino vai pagar ao Estado anualmente 19,5 milhões de euros.

15 de maio de 2026 às 01:30

O Grupo Barrière vai pagar praticamente o dobro da contrapartida anual fixa a entregar ao Estado pela exploração do Casino da Póvoa, que assumiram a 1 de maio, por um prazo de 15 anos, prorrogável por cinco, divulgou o Negócios.

De acordo com o contrato publicado, esta quinta-feira em Diário da República, a concessionária obriga-se a prestar uma contrapartida inicial de 33,65 milhões de euros, a preços de 2025, ou seja, o mesmo valor do que o estabelecido nas “regras” do concurso. Apenas o grupo francês participou no concurso limitado por prévia qualificação para a concessão do casino, após a anterior concessionária, a Varzim-Sol, participada da Estoril-Sol, ter decidido não entrar no concurso. Ao abrigo do estipulado, a nova concessionária tem de prestar, em cada ano de vigência do contrato, uma contrapartida fixa e uma contrapartida variável.

A contrapartida anual fixa é de 3 milhões de euros, ou seja, acima do “mínimo” de 1,8 milhões de euros exigido, enquanto a contrapartida anual variável, cujo valor é correspondente a 50% das receitas brutas (a diferença entre apostas e prémios pagos aos jogadores), “não pode, em caso algum, ser inferior a 16,5 milhões de euros, a preços de 2025. O caderno de encargos estipulava um “intervalo” entre 14,5 e 16,5 milhões de euros. Isto significa que por ano, o Casino da Póvoa vai render aos cofres do Estado 19,5 milhões de euros.

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