Conheça o plano de expansão da retalhista espanhola, que mantém a aposta nos distritos de Braga, Porto e Aveiro.
Guimarães, Vila Nova de Famalicão, Porto, Matosinhos, Vila do Conde, Felgueiras, Valongo, Santa Maria da Feira e Espinho. Estas são as nove cidades portuguesas que vão receber novos supermercados da Mercadona em 2021.
Já com 20 lojas em Portugal, a retalhista de origem espanhola vai manter a aposta nos distritos de Braga, Porto e Aveiro, "repetindo" até dois concelhos.
Vai ter uma segunda unidade em Matosinhos, onde já tinha recuperado uma antiga fábrica de conservas, e uma terceira na cidade Invicta, após aberturas na Boavista e em Campanhã.
A nova loja portuense fica na Rua Diogo Botelho (Lordelo do Ouro), a de Matosinhos junto à Exponor (Leça da Palmeira), a de Vila do Conde na Av. General Humberto Delgado, a de Felgueiras nas imediações do estádio de futebol, a de Valongo na Av. Oliveira Zina, a de Espinho perto do acesso à A29, a de Santa Maria da Feira na Rua de Santo André, a de Famalicão na Rua S. Julião, junto ao estádio, e a de Guimarães perto da igreja de Silvares.
No total, este ano a cadeia de supermercados prevê a criação de 500 novos postos de trabalho, "com contrato efetivo desde o primeiro dia de trabalho", que somam aos mais de 1.700 já contratados no país pela empresa sediada em Valência. Algumas destas vagas já estão abertas no site de recrutamento
Em 2019, Vila Nova de Gaia (Canidelo e Mafamude), Matosinhos, Maia, Gondomar, Porto, Barcelos, Braga, Ovar e São João da Madeira foram as primeiras cidades portuguesas a receber supermercados, faturando 32 milhões de euros no semestre de estreia desde lado da fronteira. No ano passado, abriu portas em Aveiro (2), Trofa, Valongo, Penafiel, Santo Tirso, Paços de Ferreira, Porto (Campanhã), Águeda e Viana do Castelo.
Numa nota enviada às redações esta sexta-feira, 26 de fevereiro, a Mercadona indica que estas novas lojas terão uma área de vendas de cerca de 1.900 metros quadrados e seguem o novo conceito 6.25, que "transmite aos clientes e colaboradores as ações que estão a ser levadas a cabo em relação à redução de plásticos e à gestão de resíduos, permitindo deste modo ouvir os comentários dos clientes no terreno".
Portugal foi o primeiro destino de internacionalização da marca que lidera o retalho alimentar no país vizinho. Começou por instalar a sede no Porto, na zona da Boavista, mas acabou por saltar o rio Douro e mudá-la para os novos escritórios centrais em Vila Nova de Gaia.
A chegada comercial à zona de Lisboa ainda não está calendarizada, mas o plano prevê a instalação de um bloco logístico na zona da capital – já tem um a funcionar na Póvoa de Varzim – e de um centro de coinovação semelhante ao que criou em Matosinhos para conhecer as preferências dos clientes nacionais.
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