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OBRAS NOS ESTÁDIOS AMEAÇADAS

O Sindicato dos Trabalhadores da Construção, Madeiras, Mármores, Pedreiras, Cerâmica e Materiais de Construção do Norte e Viseu anunciou ontem cinco reivindicações para os trabalhadores na construção dos novos estádios de futebol para o Euro-2004, ameaçando com uma greve geral caso as exigências não sejam satisfeitas, podendo começar no novo recinto desportivo do F. C. Porto.

07 de agosto de 2002 às 23:12

O presidente do sindicato,Albano Ribeiro, nomeou o pacote de medidas a reivindicar: aumento salarial de 50 euros para todos os trabalhadores, pagamento das horas extraordinárias a 85 por cento, acréscimo de 40 por cento no salário do trabalho nocturno, direito a 7,50 euros de subsídio de alimentação por cada dia de trabalho e atribuição de um prémio de produtividade de 40 euros por mês.

"Este é o momento em que os trabalhadores da construção civil e obras públicas podem e devem fazer valer as suas justas reivindicações, porque o sector tem, como nunca teve, uma boa capacidade económica para suportar as exigências dos trabalhadores", disse Albano Ribeiro.

Para os “patrões” esta acção"não passou de um "fait-divers" de um sindicalista activo. O contrato colectivo de trabalho do sector foi actualizado em 22 de Abril, e, por isso, não fazem sentido estas reivindicações", disse ao CM Rui Viana.

O responsável máximo da AICCOPN diz que "se a greve for por diante, os efeitos serão mínimos e não terão reflexos de maior nas obras dos novos estádios. Penso que se trata de uma chantagem pelo impacto que poderá ter neste momento. Mas sem consequências de maior".

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