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Oliveira de Azeméis: Mota Soares inaugura lar para 26 idosos

O ministro da Solidariedade e Segurança Social inaugurou hoje em Oliveira de Azeméis um lar de idosos com 26 quartos, que diz reflectir o espírito de "trabalho conjunto" essencial em tempo de crise.

05 de novembro de 2011 às 18:00

"As autarquias locais são fundamentais em qualquer altura e principalmente em época de crise financeira e social", defendeu Pedro Mota Soares na inauguração da nova estrutura do Centro Social e Paroquial do Pinheiro da Bemposta, construída numa área de 4 890 metros quadrados cedidos pela Diocese do Porto e que custou 1,5 milhões de euros, financiados em 17 por cento pela Câmara Municipal e em 30 por cento pelo PARES - Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais.

"Esta obra é essencial para todo o concelho e, em particular, para a freguesia", explicou o ministro.

"Representa um trabalho em conjunto, que é mesmo a única forma que temos de conseguir garantir uma resposta a muitos portugueses e famílias que vivem uma situação de dificuldade, apanhados nas malhas da exclusão social e da pobreza", acrescentou.

Admitindo que "muitas funções do Estado central são indelegáveis", Pedro Mota Soares declarou, contudo, que, "nas respostas sociais que há que construir, as instituições sociais são um parceiro fundamental - e não apenas [elementos] de uma relação em que o Governo se comportava como se fosse mero patrão dessas estruturas".

Hermínio Loureiro, presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, já antes reconhecer a mesma importância às parcerias do Estado com as instituições sociais, as autarquias, as escolas e as empresas em situação de proximidade aos problemas a resolver.

Realçando que o Pinheiro da Bemposta "não é uma freguesia muito industrializada, mas mobiliza-se como poucas para as questões sociais", o autarca valorizou por isso o empenho da comunidade na concretização do projecto iniciado há vários anos, sujeito a candidatura a financiamento em 2005 e entretanto várias vezes atrasado por questões burocráticas várias.

Esse foi, aliás, um dos aspectos destacados por Armindo Nunes, presidente da Junta de Freguesia local e também tesoureiro do Centro Social da paróquia.

"O obstáculo mais difícil de superar foi o peso da burocracia e isso demonstra a nossa falta de cultura prática de incentivo à agilização de processos", disse.

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