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Pensões como jogo de sorte e azar

O primeiro-ministro, José Sócrates, afirmou este sábado, em Braga, que o PSD quer transformar as pensões de reforma dos portugueses num “jogo de sorte e azar” sujeito às variações dos mercados de capitais.

14 de outubro de 2006 às 12:57

O secretário-geral do PS referia-se à proposta social-democrata de criação de um imposto extraordinário de 0,25% sobre todas as transacções realizadas na bolsa, cuja receita reverteria na íntegra para o Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social.

José Sócrates acusou o PSD de querer trocar o sistema actual, de solidariedade entre gerações, por um método ‘cada um por si’ e de querer obrigar os portugueses “a entregar um terço dos seus rendimentos para um sistema de capitalização privado”.

O líder socialista referiu ainda que a proposta apresentada pelos sociais-democratas não traz benefícios aos portugueses, estando já provado que “ a rentabilidade dos fundos de capitais é inferior à da capitalização que é assegurada pelo sistema público”.

José Sócrates enumerou algumas das reformas que tem vindo a implementar e garantiu que “a economia portuguesa está a crescer ao mesmo ritmo da média europeia”, apesar das dificuldades orçamentais e do regime rigoroso que tem seguido.

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