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Relatórios médicos dão conta de que Leonor, de quatro meses, foi obrigada a ingerir vinho, antes de morrer queimada. Investigação está terminada.
Leonor, a bebé de quatro meses que morreu queimada em agosto passado, tinha vinho no estômago. Os relatórios médicos que estão junto ao processo – que agora seguiu para o Ministério Público – dão ainda conta de lesões antigas. A menina foi sujeita a maus-tratos vários, antes de morrer, na tarde de 18 de agosto. A PJ defende que foi queimada com água a ferver, como forma de castigo. A bebé não resistiu e morreu horas depois. O pai de Leonor continua em prisão preventiva. A acusação terá de ser proferida até 18 de fevereiro, altura em que terminam os prazos para a manutenção da medida de coação. Deverá ser acusado de maus-tratos continuados e homicídio qualificado. Arrisca 25 anos de cadeia.
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