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Falta de coveiro obriga família a abrir sepultura

Coveiro abriu vala no sítio errado e recusou-se a escavar uma nova.

18 de setembro de 2014 às 17:21

A família de Antónia Pereira da Silva, que morreu aos 94 anos em Araçu, no Brasil, teve de abrir a cova para poder realizar o funeral. O coveiro do cemitério largou o posto por ter outros compromissos.

Rose Anacleto da Silva, de 32 anos, neta da falecida, contou que o coveiro se enganou e abriu uma cova no lugar errado, um jazigo antigo e danificado. Quando a família da idosa chegou e percebeu o erro, pediu-lhe para ele abrir outra sepultura num jazigo da família mas, segundo Rose, o homem afirmou que tinha um compromisso e foi-se embora.

Entretanto o corpo chegou ao cemitério e os familiares é que tiveram de abrir a cova. Ao saber do ocorrido, o presidente da câmara de Araçu, Odair José, demitiu o funcionário e enviou outro coveiro mas quando este chegou, o buraco já estava quase todo aberto.

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