O vídeo que vai ajudar mãe com 32 filhos adotivos

Se o vídeo tiver 50 mil visualizações até 10 de abril, a Make Life Better Foundation vai construir um laboratório informático em casa de mulher que acolhe crianças em casa.
23.03.14
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Annmarie Richards, uma jamaicana de 54 anos com 32 filhos adotivos, é a nova estrela de um vídeo do GoBoka Play, um canal do Youtube dedicado à divulgação de causas humanitárias.

Na realidade, Annmarie Richards trabalha como vendedora mas apenas em par-time. Conforme o vídeo mostra, ela dedica-se a tempo inteiro aos seus 32 filhos, meninos e meninas que Annmarie Richards recolheu das ruas da Jamaica, onde viviam sem abrigo e sujeitos a todo o tipo de agressões, tráfico e redes de crime organizado.

No vídeo, AnnMarie vai explicando que, quando entram em sua casa, as crianças "comem, tomam banho, têm acesso a cuidados médicos e vão à escola". Eventualmente, algumas acabam por ficar e tornam-se praticamente seus filhos. Muitas já prosseguiram estudos debaixo do seu teto e conseguiram mesmo construir carreiras sólidas e a sua própria família.   

O video foi filmado e produzido por Joel Robbins, Matthew Butler e Jenny Ljung, os três jovens com idades entre os 26 e os 28 anos que gerem o GoBoka Play. É aqui que mostram histórias como as de Annmarie ao Mundo, gerando uma onda de solidariedade e verbas por meio de uma espécie de crowdfunding digital.

A ideia é simples: quando alguém algures no Mundo partilha ou faz gosta dos vídeos do canal, as empresas parceiras do projecto doam um dólar para a causa. "Muita gente nova, estudantes, sobretudo, querem apoiar causas humanitárias mas não têm dinheiro para isso. Nem precisam. Desta forma, basta partilharem ou gostarem. Do lado dos parceiros, este sistema também é interessante porque dá visibilidade às suas marcas", contou Joel Robbins, o realizador do vídeo de AnnMarie.  

Se o filme protagonizado por AnnMarie conseguir obter 50 mil visualizações até 10 de abril, a Make Life Better Foundation vai construir um laboratório informático em casa de Richards.

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5 Comentários
  • De O JE - PARIS24.03.14
    Faz lembrar-me de um africano (MALI) que foi descoberto em Paris tinha 4 mulheres e 23 filhos, claro que não trabalhava ganhava mais de 10000€ mês, uns eram mesmo filhos outros não, e quem pagava, claro o contribuinte
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  • De maria24.03.14
    arquimedes,na Jamaica as pessoas não são brancas,não é uma questão de racismo.Racista parece-me você.Paiva se fôr um infantário onde se apoiam crianças abandonadas,onde são tratadas,com subsídios ou não,é melhor q nada.
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  • De paiva24.03.14
    não é ser racista ,tanto faz ser branco ou preto , é ser mais um infantário clandistino do que uma mãe adoptiva. o que ela quer é subsidios.
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  • De Rui Almeida23.03.14
    SR. Arquimedes, não tem nada a ver c/ o dito(em inteligência). A sra adoptou nas ruas da Jamaica e penso que lá não há caucasianos. Acho que a sra não é racista: o sr. é pouco inteligente e xenofobo encapotado, penso eu.
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  • De arquimedes23.03.14
    32 crianças e nenhum é branco nem fora da Jamaica , RACISTA XENOFABA
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