Direito de Resposta do Centro Hospitalar de Entre Douro e Vouga
Referente à notícia: "PJ investiga violação de menina de três anos".
A propósito de uma notícia publicada a 26 de junho, recebemos o seguinte direito de resposta:
"O Centro Hospitalar de Entre Douro e Vouga tomou conhecimento da notícia publicada em 26/06/2019 sob o título "PJ investiga violação de menina de três anos".
Nesse texto, depois de abordar a questão da eventual violação de uma menor, facto que motivou a presença de agentes da PJ na instituição, a notícia lança a suspeita de que, para além dessa investigação, a presença de agentes policiais também poderia estar relacionada com a investigação a fraudes relativas a parcerias publico privadas entre esta instituição e clínicas privadas.
Esta suspeita lançada de forma leviana pelo Correio da Manhã é absolutamente falsa. O Correio da Manhã mentiu aos seus leitores, pois não é verdade que tenha estado uma segunda brigada na PJ na instituição nem que esteja em curso qualquer investigação a supostas fraudes, pela simples razão de que não existem.
Na sua ânsia em fabricar factos imaginários, a notícia alega que existem, na unidade de S. João da Madeira, 15 camas que nunca são utilizadas ao mesmo tempo que supostamente se contratam camas em unidades privadas.
Esta é mais uma informação completamente falsa, pois a capacidade de internamento existente em S. J. da Madeira está plenamente utilizada, ao contrário do que é afirmado.
O Centro Hospitalar de Entre Douro e Vouga, pelo respeito que nos merecem os leitores do Correio da Manhã, exerce este direito de resposta, pois não podemos admitir que uma instituição séria e que presta um serviço de primordial importância na nossa comunidade possa ver a sua reputação colocada em causa com base em factos falsos e inventados."
O Presidente do Conselho de Administração
Miguel Paiva, Dr.
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