Direito de Resposta e Retificação de Bruno Mascarenhas

Referente à notícia publicada em 6/05/2026: Vereador do Chega em Lisboa ameaçou criança

15 de maio de 2026 às 01:30
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Bruno Mascarenhas visado na notícia que saiu na página 23 do jornal diário “Correio da Manhã”, de quarta-feira, dia 6 de Maio de 2026, com o título , vem exercer o seu direito de resposta e retificação, através da prestação dos seguintes esclarecimentos:

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A 23 de Março de 2017, o filho do visado, na altura com 9 anos, foi vítima de agressão por parte de um colega de turma, no Externato Rainha D. Amélia, na sequência da qual partiu a clavícula esquerda, sendo que já anteriormente tinha sido vítima de idênticas agressões, por parte do mesmo colega.

No seguimento desta agressão, a 3 de Abril de 2017, o visado apresentou participação criminal na 30ª Esquadra da PSP, relativa a ofensas à integridade física.

Na altura já existiam várias outras queixas por parte de progenitores de outros colegas relativas a comportamentos violentos do agressor. O visado e a mãe do filho de ambos, remeteram uma carta ao estabelecimento de ensino a dar conhecimento da participação, denunciar todos estes factos e a solicitar a tomada de medidas necessárias e urgentes.

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A 9 de Maio de 2017, o visado deu conhecimento da participação apresentada ao Ministério da Educação. denunciando os comportamentos violentos e reiterados do agressor, que colocavam em risco a segurança dos alunos.

Na sequência destes incidentes o externato instaurou um processo disciplinar ao colega que cometeu as agressões.

Ainda assim, o visado, como é óbvio, nunca ameaçou uma criança, pelo que é totalmente falso o título e conteúdo da notícia.

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O visado não foi ouvido sobre os factos antes da publicação da notícia, não foi chamado para prestar declarações e desconhecia-os completamente, antes de ler a referida notícia.

Nunca houve qualquer acusação ou sequer queixa.

A notícia publicada pelo Correio da Manhã representa uma completa inversão de uma situação em que a vítima foi o filho do visado.

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Representa também uma inversão dos princípios basilares do Estado de Direito, ao relatar factos que são falsos, sem que tivesse sido dada oportunidade ao visado para o exercício de qualquer contraditório ou esclarecimento, antes da publicação da notícia.

Bruno Mascarenhas

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