Escolha o Correio da Manhã como "Fonte Preferida"
Veja as nossas notícias com prioridade, sempre que pesquisar no Google.
Todo o país voltará à normalidade, exceto algumas comunidades na fronteira com o Líbano, onde as autoridades israelitas insistem que o exército continuará a operar.
O exército israelita anunciou esta segunda-feira que a partir de terça-feira serão revogadas as medidas de segurança impostas à população, enquanto o Irão reabriu o seu espaço aéreo, medidas adotadas após a troca de ataques entre os países.
"As IDF [Forças de Defesa de Israel, o exército] continuam a acompanhar a evolução da situação e, após uma avaliação contínua da situação realizada pelo Comando da Frente Interna, foi decidido atualizar as diretrizes defensivas", refere um comunicado das Forças Armadas israelitas.
Todo o país voltará à normalidade, exceto algumas comunidades na fronteira com o Líbano, onde as autoridades israelitas insistem que o exército continuará a operar.
Também o posto fronteiriço de Rafah, que liga a Faixa de Gaza ao Egito, e de Kerem Shalom, serão reabertos na terça-feira, bem como as escolas, após o levantamento das restrições impostas devido ao lançamento de mísseis a partir do Irão contra território israelita.
"Segundo a avaliação operacional da situação e o levantamento das restrições de segurança em Israel, foi decidido que o posto fronteiriço de Kerem Shalom será reaberto amanhã, terça-feira, para a entrada gradual de ajuda humanitária na Faixa de Gaza. O posto fronteiriço de Rafah também será reaberto para a passagem limitada de pessoas em ambos os sentidos", informou o gabinete do Coordenador das Atividades Governamentais nos Territórios (COGAT), dependente do Ministério da Defesa israelita.
O COGAT salientou que a passagem de pessoas é retomada sob as condições rigorosas estabelecidas após o cessar-fogo, que entrou em vigor em outubro de 2025 e que permitiu a saída de apenas 840 feridos e doentes da lista de 20.000 pessoas elaborada pelas autoridades de Gaza, que se encontra na posse de Israel para revisão de segurança.
O anúncio foi feito momentos depois de, na sua primeira aparição desde a escalada das hostilidades, o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, ter admitido o fim dos ataques contra o Irão.
O líder israelita defendeu que os mais recentes ataques israelitas permitiram pôr fim aos disparos de mísseis iranianos.
"Neste momento, as hostilidades nesta frente cessaram, pois, após os golpes que desferimos contra o regime terrorista de Teerão, este deixou de nos atacar", acrescentou.
A República Islâmica tinha dado por concluídos os seus ataques horas antes e anunciou, por sua vez, a reabertura do seu espaço aéreo.
"Graças às condições de segurança e à necessária coordenação com as instituições competentes, as restrições de voo foram levantadas e a atividade da aviação no país está a recuperar a normalidade, tal como previsto", anunciou a Organização da Aviação Civil iraniana num comunicado.
Anteriormente, o Irão tinha encerrado o espaço aéreo da parte ocidental do país e anunciado o cancelamento dos voos em todos os aeroportos.
O Iraque e a Síria também tinham encerrado os seus respetivos espaços aéreos e restabeleceram igualmente a normalidade.
As Forças Armadas do Irão anunciaram esta segunda-feira o fim dos seus ataques contra Israel, após o lançamento de mísseis em resposta ao bombardeamento levado a cabo no domingo pelo exército israelita contra a capital do Líbano, Beirute, embora tenham prometido "medidas muito mais duras e esmagadoras" se Israel "continuar as suas agressões", também em território libanês.
O Irão defende que o Líbano deve ser abrangido pelo cessar-fogo e ameaçou responder contra a ofensiva israelita no sul do Líbano contra o movimento xiita Hezbollah.
Contudo, Israel afirmou que vai prosseguir com os seus ataques no Líbano.
"Nas últimas 24 horas, o Irão e o Hezbollah tentaram impor-nos uma nova equação. E esta equação é intolerável e inaceitável para mim", acrescentou Netanyahu, referindo-se à ameaça iraniana de que um ataque de Israel a Beirute, como o que ocorreu na tarde de domingo, acarretaria uma resposta militar.
"Pensavam que iriam disparar a partir de território libanês e iraniano contra Israel, e que nós não agiríamos. Isso não aconteceu, nem acontecerá. Não enquanto eu estiver no comando", garantiu o primeiro-ministro israelita, no dia seguinte ao facto de as forças iranianas terem quebrado pela primeira vez o cessar-fogo alcançado no passado mês de abril.
Teerão lançou mísseis contra território israelita entre domingo e esta segunda-feira, alegando estar a responder a um ataque aéreo israelita contra posições do Hezbollah nos subúrbios do sul de Beirute.
Os disparos iranianos levaram Israel a realizar novos ataques em retaliação, alimentando receios de uma escalada regional e colocando sob pressão a trégua alcançada há dois meses.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
o que achou desta notícia?
concordam consigo
A redação do CM irá fazer uma avaliação e remover o comentário caso não respeite as Regras desta Comunidade.
O seu comentário contem palavras ou expressões que não cumprem as regras definidas para este espaço. Por favor reescreva o seu comentário.
O CM relembra a proibição de comentários de cariz obsceno, ofensivo, difamatório gerador de responsabilidade civil ou de comentários com conteúdo comercial.
O Correio da Manhã incentiva todos os Leitores a interagirem através de comentários às notícias publicadas no seu site, de uma maneira respeitadora com o cumprimento dos princípios legais e constitucionais. Assim são totalmente ilegítimos comentários de cariz ofensivo e indevidos/inadequados. Promovemos o pluralismo, a ética, a independência, a liberdade, a democracia, a coragem, a inquietude e a proximidade.
Ao comentar, o Leitor está a declarar que é o único e exclusivo titular dos direitos associados a esse conteúdo, e como tal é o único e exclusivo responsável por esses mesmos conteúdos, e que autoriza expressamente o Correio da Manhã a difundir o referido conteúdo, para todos e em quaisquer suportes ou formatos actualmente existentes ou que venham a existir.
O propósito da Política de Comentários do Correio da Manhã é apoiar o leitor, oferecendo uma plataforma de debate, seguindo as seguintes regras:
Recomendações:
- Os comentários não são uma carta. Não devem ser utilizadas cortesias nem agradecimentos;
Sanções:
- Se algum leitor não respeitar as regras referidas anteriormente (pontos 1 a 11), está automaticamente sujeito às seguintes sanções:
- O Correio da Manhã tem o direito de bloquear ou remover a conta de qualquer utilizador, ou qualquer comentário, a seu exclusivo critério, sempre que este viole, de algum modo, as regras previstas na presente Política de Comentários do Correio da Manhã, a Lei, a Constituição da República Portuguesa, ou que destabilize a comunidade;
- A existência de uma assinatura não justifica nem serve de fundamento para a quebra de alguma regra prevista na presente Política de Comentários do Correio da Manhã, da Lei ou da Constituição da República Portuguesa, seguindo a sanção referida no ponto anterior;
- O Correio da Manhã reserva-se na disponibilidade de monitorizar ou pré-visualizar os comentários antes de serem publicados.
Se surgir alguma dúvida não hesite a contactar-nos internetgeral@medialivre.pt ou para 210 494 000
O Correio da Manhã oferece nos seus artigos um espaço de comentário, que considera essencial para reflexão, debate e livre veiculação de opiniões e ideias e apela aos Leitores que sigam as regras básicas de uma convivência sã e de respeito pelos outros, promovendo um ambiente de respeito e fair-play.
Só após a atenta leitura das regras abaixo e posterior aceitação expressa será possível efectuar comentários às notícias publicados no Correio da Manhã.
A possibilidade de efetuar comentários neste espaço está limitada a Leitores registados e Leitores assinantes do Correio da Manhã Premium (“Leitor”).
Ao comentar, o Leitor está a declarar que é o único e exclusivo titular dos direitos associados a esse conteúdo, e como tal é o único e exclusivo responsável por esses mesmos conteúdos, e que autoriza o Correio da Manhã a difundir o referido conteúdo, para todos e em quaisquer suportes disponíveis.
O Leitor permanecerá o proprietário dos conteúdos que submeta ao Correio da Manhã e ao enviar tais conteúdos concede ao Correio da Manhã uma licença, gratuita, irrevogável, transmissível, exclusiva e perpétua para a utilização dos referidos conteúdos, em qualquer suporte ou formato atualmente existente no mercado ou que venha a surgir.
O Leitor obriga-se a garantir que os conteúdos que submete nos espaços de comentários do Correio da Manhã não são obscenos, ofensivos ou geradores de responsabilidade civil ou criminal e não violam o direito de propriedade intelectual de terceiros. O Leitor compromete-se, nomeadamente, a não utilizar os espaços de comentários do Correio da Manhã para: (i) fins comerciais, nomeadamente, difundindo mensagens publicitárias nos comentários ou em outros espaços, fora daqueles especificamente destinados à publicidade contratada nos termos adequados; (ii) difundir conteúdos de ódio, racismo, xenofobia ou discriminação ou que, de um modo geral, incentivem a violência ou a prática de atos ilícitos; (iii) difundir conteúdos que, de forma direta ou indireta, explícita ou implícita, tenham como objetivo, finalidade, resultado, consequência ou intenção, humilhar, denegrir ou atingir o bom-nome e reputação de terceiros.
O Leitor reconhece expressamente que é exclusivamente responsável pelo pagamento de quaisquer coimas, custas, encargos, multas, penalizações, indemnizações ou outros montantes que advenham da publicação dos seus comentários nos espaços de comentários do Correio da Manhã.
O Leitor reconhece que o Correio da Manhã não está obrigado a monitorizar, editar ou pré-visualizar os conteúdos ou comentários que são partilhados pelos Leitores nos seus espaços de comentário. No entanto, a redação do Correio da Manhã, reserva-se o direito de fazer uma pré-avaliação e não publicar comentários que não respeitem as presentes Regras.
Todos os comentários ou conteúdos que venham a ser partilhados pelo Leitor nos espaços de comentários do Correio da Manhã constituem a opinião exclusiva e única do seu autor, que só a este vincula e não refletem a opinião ou posição do Correio da Manhã ou de terceiros. O facto de um conteúdo ter sido difundido por um Leitor nos espaços de comentários do Correio da Manhã não pressupõe, de forma direta ou indireta, explícita ou implícita, que o Correio da Manhã teve qualquer conhecimento prévio do mesmo e muito menos que concorde, valide ou suporte o seu conteúdo.
ComportamentoO Correio da Manhã pode, em caso de violação das presentes Regras, suspender por tempo determinado, indeterminado ou mesmo proibir permanentemente a possibilidade de comentar, independentemente de ser assinante do Correio da Manhã Premium ou da sua classificação.
O Correio da Manhã reserva-se ao direito de apagar de imediato e sem qualquer aviso ou notificação prévia os comentários dos Leitores que não cumpram estas regras.
O Correio da Manhã ocultará de forma automática todos os comentários uma semana após a publicação dos mesmos.
Para usar esta funcionalidade deverá efetuar login.
Caso não esteja registado no site do Correio da Manhã, efetue o seu registo gratuito.
Escrever um comentário no CM é um convite ao respeito mútuo e à civilidade. Nunca censuramos posições políticas, mas somos inflexiveis com quaisquer agressões. Conheça as
Inicie sessão ou registe-se para comentar.