Direito ao voto dos agentes de proteção civil assegurado atempadamente

Bombeiros e agentes da proteção civil podem votar nas eleições presidenciais deste domingo entre rendições de grupos de operacionais.

08 de fevereiro de 2026 às 14:15
Eleições Foto: Lusa
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Bombeiros e outros agentes de proteção civil, que estão neste momento empenhados no apoio às populações afetadas pelo meu tempo, podem votar nas eleições presidenciais deste domingo entre rendições de grupos de operacionais, explicou a Proteção Civil.

No 'briefing' diário das 12h00 de ponto de situação na prevenção e apoio às zonas e populações afetadas pelo mau tempo, na sede da ANEPC, em Carnaxide, Oeiras, o comandante nacional, Mário Silvestre, explicou que o direito ao voto dos agentes de proteção civil no terreno foi assegurado de forma atempada.

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"Foram dadas as indicações específicas e, portanto, os grupos que estão a ser rendidos, inclusivamente os que saem irão votar, os que vêm já virão com essa votação feita e, portanto, houve o cuidado e o planeamento atempado para que estas movimentações e rendições assegurassem, no fundo, o direito ao voto de todos os operacionais envolvidos", disse Mário Silvestre.

As assembleias de voto abriram às 08:00 deste domingo em Portugal continental e na Madeira para a segunda volta das eleições presidenciais, encerrando às 19:00.

Nos Açores, as mesas de voto abrem e encerram uma hora depois em relação à hora de Lisboa, devido à diferença horária.

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Há, no entanto, municípios onde o ato eleitoral foi adiado devido à devastação provocada pelo mau tempo das últimas semanas, que provocou 14 mortos, centenas de feridos e desalojados, e deixou um rastro de destruição.

Mais de 11 milhões de eleitores são chamados a escolher o novo Presidente da República, num sufrágio que opõe António José Seguro a André Ventura, os dois mais votados em 18 de janeiro.

No primeiro sufrágio, Seguro obteve 31,1% dos votos e Ventura 23,52%, segundo o edital do apuramento geral dos resultados.

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A afluência às urnas na segunda volta das eleições presidenciais situava-se, até às 12h00 deste domingo, nos 22,35%, segundo dados da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, acima do que se registou na primeira volta.

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