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Abstenção foi de 50% na segunda volta das eleições presidenciais

Estavam inscritos nesta segunda volta, que decorreu maioritariamente no domingo passado, 11.039.672 eleitores e votaram 5.519.808 pessoas.

15 de fevereiro de 2026 às 21:49

A segunda volta das eleições presidenciais, que ditou a eleição de António José Seguro, registou uma abstenção de 50% dos eleitores, um aumento face à primeira volta, segundo dados finais provisórios da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna (SGMAI).

De acordo com os dados da SGMAI, estavam inscritos nesta segunda volta, que decorreu maioritariamente no domingo passado, 11.039.672 eleitores e votaram 5.519.808 pessoas.

A primeira volta das eleições presidenciais portuguesas realizou-se em 18 de janeiro e foi a mais concorrida, com 11 candidatos, tendo votado 52,26% dos perto de 11 milhões de eleitores inscritos.

A taxa de abstenção nas eleições presidenciais de 2021 situou-se nos 60,76%, a maior de sempre, tendo contribuído para este aumento a covid-19 e o recenseamento automático dos portugueses no estrangeiro.

Há 10 anos, em 2016, na primeira eleição de Marcelo Rebelo de Sousa, a taxa de abstenção foi de 51,34%.

A segunda volta das eleições presidenciais realizou-se este domingo em 20 freguesias e secções de voto onde a votação foi adiada uma semana devido aos efeitos das tempestades, com um total de cerca de 36 mil inscritos.

António José Seguro venceu as eleições presidenciais já no domingo passado, e viu este domingo reforçada a sua votação, com mais de 3,5 milhões de votos e 66,83% dos votos, segundo os dados finais provisórios da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna.

André Ventura, que disputou a segunda volta contra Seguro, conseguiu 1,7 milhões de votos, o que equivale a 33,17% dos votos.

Registaram-se ainda 175 mil votos brancos (3,18%) e 98 mil votos nulos (1,79 %).

Na primeira volta das presidenciais, em 18 de janeiro, disputada por 11 candidatos, António José Seguro, apoiado pelo PS, foi o mais votado, com 31,11% dos votos expressos, seguido de André Ventura, apoiado pelo Chega, que teve 23,5%.

O atual Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, eleito em 2016, cessará funções em 09 de março, data em que António José Seguro tomará posse perante a Assembleia da República.

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