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Marques Mendes promete independência e diz que não será "um apoiante do Governo" em Belém

Promessa foi deixada por Luís Marques Mendes num discurso durante um almoço-comício com centenas de apoiantes, na Batalha, distrito de Leiria.

04 de janeiro de 2026 às 15:42
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Marques Mendes promete independência e diz que não será 'um apoiante do Governo' em Belém

O candidato presidencial Luís Marques Mendes comprometeu-se este domingo a ser um Presidente da República independente, assegurando que não será um "apoiante do Governo" caso seja eleito para Belém.

"Tenho muito orgulho na minha família política. Não renego à minha identidade política nem às minhas origens políticas, mas evidentemente que sempre fui muito independente e continuarei a ser assim na Presidência da República. Acho que é isso que é útil a Portugal e acho que é isso que é coerente com a minha maneira de ser, e é aquilo que os portugueses querem", afirmou.

Esta promessa foi deixada por Luís Marques Mendes num discurso durante um almoço-comício com centenas de apoiantes, na Batalha, distrito de Leiria, que contou com as presenças do presidente do PSD, Luís Montenegro, do secretário-geral do partido, Hugo Soares, do líder parlamentar do CDS-PP, Paulo Núncio, do ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, e do mandatário nacional da candidatura, Rui Moreira.

"Vou ser um apoiante do Governo? Não, não é essa a missão de um Presidente da República. Mas vou ser um apoiante das boas decisões e resultados do Governo? Com certeza, e ajudar a que esses resultados e decisões surjam é a minha obrigação. Vou ser um adversário do Governo deste ou de qualquer outro? Não, não é essa a atitude condizente com o Presidente da República, mas vou ser um adversário das falhas que este ou outro Governo tenha? Com certeza, é isso que os portugueses querem, alguém que possa chamar a atenção para ser útil, construtivo e eficaz em prol do país", antecipou.

Discursando logo a seguir a Luís Montenegro, Marques Mendes assinalou que os dois são amigos "há 26 anos" e classificou o primeiro-ministro como "um amigo do seu amigo, leal e solidário em todos os momentos, os bons e os maus".

"Mas é também gratificante ter aqui o político, o político que subiu na política a pulso, que subiu na política com coragem, com perseverança, com persistência e com determinação. E teve isso em todos os lugares, no parlamento e agora de uma forma especial no Governo de Portugal. É um exemplo como amigo, é um exemplo como político, caráter, coragem, capacidade de decisão, vontade de arriscar em nome de Portugal", salientou.

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