Candidato a Presidente da República considera que a sua responsabilidade é "apelar ao coração dos portugueses para que vão votar no próximo domingo".
António José Seguro alertou esta quinta-feira para "o pesadelo" que seria para quem o quer como Presidente da República, ao não ir votar, acabar a eleger o seu opositor, considerando "um risco inaceitável" vencer por uma margem curta.
No final de uma visita ao DNA Cascais, distrito de Lisboa, Seguro foi confrontado com a possibilidade de a sua candidatura ser prejudicada por uma elevada abstenção devido ao mau tempo que tem assolado o território nacional.
António José Seguro alertou esta quinta-feira para "o pesadelo" que seria para quem o quer como Presidente da República, ao não ir votar, acabar a eleger o seu opositor, considerando "um risco inaceitável" vencer por uma margem curta.
No final de uma visita ao DNA Cascais, distrito de Lisboa, Seguro foi confrontado com a possibilidade de a sua candidatura ser prejudicada por uma elevada abstenção devido ao mau tempo que tem assolado o território nacional.
"Quem ganha eleições são os votos dos portugueses, quando são contados, e no final a maioria diz quem é o novo Presidente da República. Aquilo que seria algo completamente surpreendente, seria mesmo um pesadelo, é que os portugueses queiram um Presidente, queiram a candidatura que eu protagonizo e, depois, por não irem votar, permitam que seja outro a vencer as eleições", sustentou.
Questionado sobre se sentiria que a sua legitimidade ficaria fragilizada caso, em vez de ter uma vitória por uma margem confortável, tivesse um resultado pouco acima dos 50%, o candidato apoiado pelo PS respondeu que "seria um risco inaceitável se houvesse uma situação dessa natureza".
"Eu julgo que nunca houve em Portugal uma escolha tão simples de fazer, porque são dois caminhos completamente diferentes e dois perfis de candidatos completamente diferentes. Aquilo que eu peço aos portugueses é que não arrisquem e façam um voto do lado certo", apelou.
Para Seguro, a sua responsabilidade como candidato a Presidente da República é "apelar ao coração dos portugueses para que vão votar no próximo domingo".
"É muito importante que os portugueses vão decidir quem é o Presidente da República que querem e não deixar que sejam outros a escolher e a fazer escolhas para eles próprios", insistiu.
Nesta visita, o candidato mais votado na primeira volta contou com a presença do centrista Diogo Feio e do antigo candidato à Câmara de Cascais, João Maria Jonet, bem como do deputado do PS Miguel Costa Matos.
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