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Seguro critica demora na reposição da energia nas zonas afetadas pela tempestade

Candidato socialista pediu "resposta rápida" do Governo às necessidades das populações afetadas pelo mau tempo.

03 de fevereiro de 2026 às 01:30

Dentro de portas fez-se o dia de António José Seguro. Abrigado para não apanhar a chuva que ia surgindo pontualmente, o candidato visitou o Museu Aberto, em Campo Maior. À porta fez-se luz para a chegada do candidato apoiado pelo Partido Socialista, mas na sua opinião parece que ainda há muitas entidades que não estão iluminadas quanto ao que está a acontecer no país. Seguro deixou críticas ao tempo que a reposição de energia está a chegar à região centro do país, afetada pelo mau tempo. “Não podemos ter uma reação em que se demora quase uma semana a repor a energia elétrica em casa das pessoas”, defendeu.

Para o candidato, o mais importante é que sejam “ativados todos os instrumentos, quer públicos quer privados, para acudir às pessoas”. “Continua a haver milhares de pessoas a não ter energia elétrica em suas casas”, referiu.

Depois da Proteção Civil ter afirmado que não era necessário o mecanismo europeu, Seguro respondeu apenas que é a Proteção Civil que "é responsável por saber o que deve adotar ou não".

Pediu ainda uma rápida resposta às necessidades da população e recusou comentar as declarações da ministra da Administração Interna, que afirmou não saber o que falhou no apoio rápido às populações.

António José seguro sublinhou que “fenómenos desta natureza vão ser mais frequentes” e por isso, é preciso “ter um Estado mais eficiente para responder em tempo útil a estas tragédias”. Reiterou ainda que “haverá um momento de avaliação e de tirar ilações para o futuro” e sobre isso falará “no momento certo”.

A ação de campanha continuou dentro do Museu, onde aproveitou para recordar momentos da infância. Numa das salas a imitar uma escola antiga, Seguro lembrou os momentos onde quem “não aprendia a lição” era castigado. Mas a lição do candidato está bem estudada e arrancou a última semana de campanha com o máximo de força para chegar a Belém.

Candidato socialista clarifica património nas empresas familiares

António José Seguro revelou toda a informação sobre o património que tem na esfera das suas empresas familiares, ainda não na declaração entregue no Tribunal Constitucional, mas no site da sua candidatura.

Segundo transmitiu fonte da campanha do socialista ao jornal Observador, foi feito um pedido de esclarecimento a uma equipa jurídica para determinar se Seguro está realmente obrigado por lei a revelar este património enquanto candidato. Dele consta um terreno de 3625 hectares, em Carril, Penamacor, que pertence à empresa agroalimentar Mimos da Beira. Noutra empresa, a Amarcor, estão seis casas, que estarão afetas ao alojamento local que o candidato explora em Penamacor. Em 2024, a faturação total das empresas foi de 347 255,34 euros.

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