page view

Seguro "moralizadíssimo" e confiante apesar de sondagem mais desfavorável

Candidato presidencial lembrou tendência de crescimento de outros barómetros e reiterou que "que quem elege Presidentes são os votos dos portugueses".

14 de janeiro de 2026 às 21:00

O candidato presidencial António José Seguro mostrou-se hoje "moralizadíssimo" e confiante na passagem à segunda volta, apesar de uma sondagem mais desfavorável, mantendo que quem elege o Presidente são os votos e não os estudos de opinião.

"Estou moralizadíssimo. Já reparou que todas as sondagens que têm surgido, maioritariamente, dão-me em condições de passar à segunda volta? Mas não são as sondagens que nos dão esse bilhete. Quem nos dá esse passaporte para a segunda volta é o voto dos portugueses", respondeu o candidato numa curta paragem da caravana em Mafra, distrito de Lisboa.

Seguro foi questionado pelos jornalistas sobre a sondagem da Intercampus hoje divulgada e que o coloca em quatro lugar, ao contrário do estudo de opinião da Católica conhecido na terça-feira, na qual surgia em segundo, muito perto de André Ventura.

"A minha reação é a mesma, é que quem elege Presidentes são os votos dos portugueses e eu dirijo-me a cada português e a cada portuguesa para poderem concentrar o vosso na minha candidatura, porque sou o único candidato moderado que pode passar à segunda volta", respondeu.

Para o candidato presidencial apoiado pelo PS "é importante que a democracia tenha um moderado na Presidência da República".

"E portanto, eu espero muito que os portugueses me deem essa confiança. Eu tenho sentido essa confiança nas nossas ruas, nos nossos contactos, nas mensagens que tenho recebido, nas sessões que temos feito. Estou muito confiante", disse.

Seguro aproveitou para apelar a que as pessoas "vão votar no próximo domingo e elejam um Presidente seguro, um Presidente experiente, um Presidente moderado e um Presidente que vem para unir".

"Verdadeiramente aquilo que eu sinto é que há aqui dois candidatos que estão em condições de passar à segunda volta, mas não é indiferente qual é que passa em primeiro lugar e a democracia precisa que passe em primeiro lugar um candidato moderado, claramente convicto da nossa democracia e que respeita a Constituição da República Portuguesa. Esse candidato sou eu", insistiu, numa referência a André Ventura sem dizer o nome do candidato apoiado pelo Chega.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

o que achou desta notícia?

concordam consigo

Logo CM

Newsletter - Exclusivos

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8