Correio da Manhã
JornalistaParlamento manifesta pesar pelas vítimas dos ataques a Israel
O Parlamento aprovou esta sexta-feira, com abstenção do PCP e BE, um voto de pesar pelas vítimas dos ataques de 07 de outubro de 2023, perpetrados em Israel por milícias palestinianas de Gaza lideradas pelo Hamas.
No voto, apresentado pelo Grupo de Amizade Portugal-Israel (composto apenas por deputados do PSD, Chega e CDS-PP), lê-se que o parlamento manifesta "o mais profundo pesar pelas vítimas resultantes deste ataque terrorista" e expressa "a sua solidariedade para com todo o povo israelita e em particular para com as famílias das vítimas".
Este projeto contou com a abstenção dos deputados do PCP e BE, que ouviram acusações de "vergonha!" por parte das bancadas à direita, nomeadamente do Chega e CDS-PP, no momento da votação. O Governo associou-se a este voto e o embaixador de Israel em Portugal estava a assistir nas galerias.
As bancadas do PCP e do BE apresentaram um segundo voto de pesar, que acabou chumbado, "pelas centenas de vítimas inocentes no ataque de 07 de outubro de 2023, pelas mais de 70 mil vítimas mortais causadas nos últimos três anos na Palestina e pelas demais vítimas no Médio Oriente causadas pela política de colonização e genocídio de Israel".
O voto, que contou com os votos contra de PSD, Chega, IL, CDS-PP, e a abstenção do 'vice' da bancada do PS Pedro Delgado Alves, expressava ainda "solidariedade para com o povo palestiniano" e instava "à imediata concretização do Estado da Palestina e a uma paz justa e duradoura em toda a região".
Lusa
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EUA prometem não esquecer "ato de barbárie" de 7 de outubro contra aliado Israel
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, prometeu esta quarta-feira que os Estados Unidos (EUA) não esquecerão "o ato de barbárie" cometido a 07 de outubro de 2023 contra "um aliado", Israel, reiterando o compromisso com "a defesa da civilização".
Numa mensagem publicada na rede social X, Rubio recordou que esta quarta-feira "se completam três anos desde que terroristas do [movimento islamita palestiniano] Hamas torturaram, mutilaram e assassinaram 1.200 civis inocentes em Israel", entre os quais havia "homens, mulheres e crianças, incluindo dezenas de norte-americanos".
"Nunca esqueceremos este ato de barbárie contra um aliado e reafirmamos o nosso compromisso com a defesa da civilização", escreveu o chefe da diplomacia norte-americana, que neste momento se encontra numa visita oficial à Grécia e que na quinta-feira estará em Portugal.
Lusa
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Julgamentos do 7 de outubro: Israel estima levar suspeitos a tribunal militar no primeiro semestre de 2027
O presidente da Comissão de Constituição, Lei e Justiça da Knéset (o parlamento israelita), o deputado Simcha Rothman, afirmou esta quarta-feira que pretende ver os primeiros indícios contra palestinianos suspeitos de participar no massacre de 7 de outubro deduzidos no primeiro semestre de 2027.
Em declarações, citadas pela Aljazeera, Rothman afirmou, contudo, que é necessário acelerar o processo preparatório, uma vez que "o público israelita aguarda, exige e tem o direito" de ver os julgamentos arrancarem.
A legislação que cria um tribunal militar especial para julgar os suspeitos de cometer atrocidades no ataque foi aprovada em maio deste ano. Ainda assim, os procuradores do Ministério Público têm vindo a interrogar detidos em Gaza capturados no próprio dia 7 de outubro e no pós-ataque, reunindo provas desde os primeiros momentos após a ofensiva.
Estima-se que cerca de 300 palestinianos suspeitos de cometer atrocidades estejam detidos em centros prisionais israelitas, embora o número exato se mantenha sob sigilo.
Gonçalo Sousa Rebelo
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Andreia Churra Pereira
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Hamas assinala terceiro aniversário do 7 de Outubro com apelo a novos ataques contra Israel
O Hamas classificou esta quarta-feira o 7 de outubro de 2023 como um "feito militar extraordinário" - no terceiro aniversário do massacre que cometeu contra Israel - elogiando o planeamento, a execução e o engano que marcaram a ofensiva.
O porta-voz da ala militar do Hamas, Abu Obeida, afirmou, em comunicado citado pelo Times of Israel, que os combatentes estilhaçaram a doutrina de segurança da ocupação e que a capacidade de dissuasão israelita deixou de existir. O dirigente do Hamas deixou ainda em aberto o desejo de ver novos flancos de ataque abertos contra Israel, sugerindo especificamente a abertura de uma frente a oeste.
Gonçalo Sousa Rebelo
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Andreia Churra Pereira
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Israel recorda vítimas do 7 de outubro com cerimónias em Telavive e nas zonas de Re'im e Nahal Oz
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Gonçalo Sousa Rebelo
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Andreia Churra Pereira
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Autarca de Nova Iorque lamenta vítimas do 7 de outubro e acusa Israel de "genocídio" em Gaza
O presidente da Câmara de Nova Iorque, Zohran Mamdani, lamentou esta quarta-feira as vítimas do 7 de outubro de 2023 e condenou os crimes de guerra do Hamas - que matou mais de 1200 israelitas e raptou 251 pessoas - mas concentra grande parte da sua mensagem nas críticas a Israel.
"O sofrimento não começou nem terminou nesse dia [7 de outubro de 2023]. Pelo contrário, continuou através do genocídio devastador e contínuo perpetrado pelo governo israelita em Gaza", começa por dizer o político, e comunicado citado pelo Times Of Israel. Mamdani acusa o estado israelita de perpetrar um "genocídio" e "apartheid" em Gaza, realçando que a ofensiva já fez mais de 74 mil mortos palestinianos.
"Mesmo desde o chamado cessar-fogo, mais de 1400 palestinianos foram mortos. Esse sofrimento intensificou-se com cada bomba israelita lançada sobre ambulâncias à espera à porta dos hospitais, cada ataque de drone que tem como alvo um edifício residencial ou um jornalista e cada carregamento de ajuda alimentar recusado numa passagem fronteiriça", concluiu Mamdani.
Gonçalo Sousa Rebelo
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Andreia Churra Pereira
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Quatro palestinianos mortos e vários feridos em ataque israelita a Gaza
Pelo menos quatro pessoas morreram, na manhã desta quarta-feira, após ataques israelitas em Gaza, na Palestina.
De acordo com a Aljazzera, três morreram por disparos e ataques em várias partes da Faixa de Gaza. Uma quarta pessoa morreu na Faixa de Gaza após um ataque aéreo israelita contra um campo de refugiados em Khan Younis, no sul do enclave.
Outras pessoas ficaram feridas no último ataque, mas ainda não há números precisos.
Gonçalo Sousa Rebelo
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Andreia Churra Pereira
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Milícia xiita Hezbollah considera ataque do Hamas de 2023 um ato legítimo
O grupo xiita libanês Hezbollah (Partido de Deus) considerou o ataque do grupo islâmico palestiniano Hamas de 07 de outubro de 2023, que provocou a morte de 1.200 pessoas, um ato de resistência "legítimo e corajoso".
Num comunicado difundido no dia em que se assinalam três anos do ataque do Hamas em território israelita --- no qual também foram raptadas 251 pessoas ---, o Hezbollah acrescentou que, apesar da guerra de retaliação lançada por Israel em Gaza, o país não conseguiu "eliminar o Hamas".
Neste contexto, para a milícia xiita, passados três anos, Israel "falhou" em resolver o conflito em Gaza em que morreram 74 mil pessoas, de acordo com o Hamas.
Lusa
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Portugal expressa solidariedade com o povo israelita
O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros expressou esta quarta-feira a solidariedade portuguesa para com o povo israelita, quando se cumprem três anos do ataque do Hamas em Israel, que considerou o mais grave massacre terrorista antissemita depois do holocausto.
"Passam hoje três anos sobre o mais grave massacre terrorista antissemita depois da 'Shoah'", escreve Paulo Rangel, numa mensagem na rede social X, expressando a solidariedade de Portugal para com as famílias das vítimas -- "incluindo as portuguesas" -- e o povo israelita.
Na mensagem, Paulo Rangel considera ainda que o 07 de outubro de 2023 não pode ser esquecido e que "o antissemitismo tem de ser sempre condenado e combatido".
O ataque do Hamas de 07 de outubro de 2023 em Israel, num local onde decorria um festival de música eletrónica, provocou a morte a 1.200 pessoas e mais de 251 pessoas foram raptadas.
Este ataque desencadeou uma guerra devastadora em Gaza, deixando grande parte do território em ruínas e a sua população de dois milhões de pessoas a viver em condições precárias.
Lusa
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Londres recorda vítimas do 07 de outubro e promete proteger comunidade judaica
O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, prestou esta quarta-feira homenagem às vítimas dos atentados contra Israel há três anos e prometeu proteger a comunidade judaica no Reino Unido face ao aumento "preocupante" de atitudes antissemitas.
O líder trabalhista assegurou através de um comunicado que o seu Governo está empenhado em proteger os cidadãos de um "ódio vil" e salientou que os ataques da organização terrorista Hamas contra Israel, em 07 de outubro de 2023, tiveram um impacto em todo o mundo.
"Nos anos que se seguiram, temos assistido a um aumento alarmante de comportamentos antissemitas no Reino Unido", sublinhou o chefe do Governo, ao recordar o atentado ocorrido há um ano contra uma sinagoga em Manchester (norte de Inglaterra), no qual dois fiéis morreram após terem sido esfaqueados pelo cidadão britânico de origem síria Jihad Al-Shamie, que foi abatido pela polícia.
Lusa
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Macron recorda vítimas do 07 de outubro e reafirma compromisso com a paz
O Presidente francês, Emmanuel Macron, reafirmou esta quarta-feira o compromisso da França de combater o antissemitismo e o terrorismo e de trabalhar pela paz e segurança, três anos após os ataques de 07 de outubro de 2023 em Israel.
"Combater o antissemitismo e o terrorismo, em todo o lado e sempre, trabalhar pela paz e pela segurança de todos: esse é o compromisso da França", escreveu Macron nas redes sociais.
O Presidente francês recordou que os ataques perpetrados pelo Hamas causaram a morte de mais de 1.200 pessoas, entre as quais 51 cidadãos franceses, e manifestou a solidariedade para com Israel e para com as famílias das vítimas.
Lusa
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Israel em alerta no dia em que se assinalam 3 anos do ataque do Hamas
Os israelitas reúnem-se esta quarta-feira, 7 de outubro, por todo o país para assinalar o terceiro aniversário da invasão a Israel por parte do grupo islâmico Hamas, em 2023, que matou milhares de pessoas e sequestrou centenas, o dia mais mortífero da história de Israel.
As cerimónias em memória do ataque terão início pelas 06h29 (04h29 em Lisboa), hora a que o primeiro ataque começou. Por essa altura, os sobreviventes e as famílias dos que morreram reunir-se-ão no Kibutz Re'im, local onde se realizava o festival de música onde os terroristas massacraram 378 pessoas e levaram 44 reféns para Gaza, explica o Times of Israel.
Correio da Manhã
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