A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, dando início a uma guerra que já provocou milhares de mortos, destruiu diversas cidades e levou a que milhões abandonassem o País.
O conflito armado está também a provocar uma grave crise na cadeia de distribuição de alguns produtos para outros países, como é o caso dos cereais, e a contribuir para o aumento da inflação.
Rússia ataca instalações de energia da Ucrânia
O presidente russo Vladimir Putin disse esta quinta-feira que a Rússia foi obrigada a lançar ataques que infligiram grandes danos às instalações de energia ucranianas em resposta aos ataques de Kiev a alvos russos, avança a Reuters.
O Presidente afirmou que os ataques fazem parte do processo de "desmilitarização" da Ucrânia - um dos objetivos que citou quando enviou as tropas russas para a Ucrânia em fevereiro de 2022.
"Infelizmente, observámos recentemente uma série de ataques às nossas instalações de energia e fomos obrigados a responder", afirmou Putin.
Correio da Manhã
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Kiev denuncia uso de componentes ocidentais em mísseis russos
O chefe do gabinete presidencial ucraniano, Andriy Yermak, denunciou esta sexta-feira que os mísseis utilizados pela Rússia nas últimas semanas para atacar as centrais térmicas ucranianas contêm componentes fabricados em países ocidentais e asiáticos.
"O inimigo está a atacar as centrais térmicas ucranianas com mísseis que contêm componentes de países ocidentais e asiáticos", escreveu Yermak numa mensagem publicada na sua conta do Telegram.
O conselheiro e braço direito do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, alertou para esta situação depois de a Rússia ter lançado na madrugada de quinta-feira mais de 40 mísseis contra o território da Ucrânia, onde o principal alvo do ataque foram as infraestruturas energéticas.
Lusa
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Kiev e Moscovo trocam mais de 120 corpos de soldados
As autoridades da Ucrânia e da Rússia confirmaram esta sexta-feira ter feito uma nova troca de mais de 120 soldados que morreram na guerra entre os dois países, iniciada há mais de dois anos.
O Centro de Coordenação para o Tratamento de Prisioneiros de Guerra da Ucrânia indicou, numa mensagem divulgada através da rede Telegram, que as autoridades receberam os restos mortais de 99 soldados, dos quais 77 morreram em combate na região de Donetsk, 20 em Zaporijia e dois em Kharkiv.
Por seu lado, o Governo russo recebeu os cadáveres de 23 soldados, como confirmou o deputado Shamsail Saraliev, em declarações ao portal de notícias RBK.
Lusa
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EUA apuram que China aumentou vendas para esforço de guerra russo
A China aumentou as vendas para a Rússia de máquinas-ferramenta, microeletrónica e outras tecnologias que Moscovo aproveita para produzir mísseis, tanques, aeronaves e armamento para utilização na Ucrânia, de acordo com uma avaliação dos Estados Unidos.
Dois altos funcionários da administração norte-americana citados sob anonimato pela agência Associated Press, disseram que em 2023 cerca de 90% da microeletrónica da Rússia teve proveniência na China e que a Rússia usou para fabricar mísseis, tanques e aeronaves.
Quase 70% dos cerca de 900 milhões de dólares (845 milhões de euros) em importações de máquinas-ferramenta da Rússia no último trimestre de 2023 também tiveram origem chinesa.
Lusa
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Duas pessoas mortas em ataques ucranianos na região de Kherson
Os ataques ucranianos deste domingo à região de Kherson, na Ucrânia, controlada pela Rússia, mataram duas pessoas e feriram outra, segundo o chefe regional russo, Vladimir Saldo, citado pela Reuters.
Correio da Manhã
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Zelensky pede ajuda semelhante à dada a Israel para defender Ucrânia dos ataques aéreos russos
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, reafirmou, este domingo, a necessidade de aliados ajudarem a Ucrânia a se defender de ataques aéreos russos. Zelensky comparou a situação à ajuda deste sábado dada pelos aliados a Israel relativamente à ofensiva do Irão.
"O mundo inteiro viu que Israel não estava sozinho na sua defesa - as ameaças no céu também foram destruídas pelos seus aliados. Quando a Ucrânia diz que os aliados não podem fechar os olhos aos mísseis e drones russos, isso significa que é necessário agir, e agir com firmeza", disse o presidente.
Correio da Manhã
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Situação das tropas ucranianas degrada-se nas frentes de Donetsk
As autoridades ucranianas indicaram, esta segunda-feira, que a situação das suas tropas está a degradar-se, à medida que a Rússia usa grandes quantidades de bombas aéreas guiadas e beneficia de vantagem de artilharia nas frentes da região leste de Donetsk.
"A situação na frente é sempre difícil numa guerra tão intensa. Mas hoje em dia - e especialmente na região de Donetsk - está a tornar-se mais difícil", lamentou o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, numa mensagem à população, insistindo na necessidade de mais armas.
Chasiv Yar, uma cidade a 15 quilómetros de Bakhmut (sob controlo russo), é atualmente alvo da ofensiva as tropas de Mocovo, de acordo com o comandante das Forças de Defesa ucranianas, Oleksandr Syrsky.
Lusa
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Congresso dos EUA vai votar planos separados de ajuda à Ucrânia e a Israel
A Câmara dos Representantes norte-americana vai votar esta semana planos separados de ajuda militar à Ucrânia e à Israel, depois de meses de bloqueio, disse o líder da câmara baixa do Congresso dos Estados Unidos.
"Esta semana, iremos considerar projetos de lei separados", incluindo aqueles para "financiar o aliado israelita" e "apoiar a Ucrânia na guerra contra a agressão russa", declarou na segunda-feira o republicano Mike Johnson.
"Há acontecimentos repentinos em todo o mundo que todos estamos a seguir de perto", disse Johnson, numa conferência de imprensa, numa aparente referência aos mais de 300 'drones' e mísseis lançados contra Israel entre a noite de sábado e o domingo.
Lusa
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Zelensky antecipa intensificação das ofensivas russas nas próximas semanas
O Presidente da Ucrânia disse na segunda-feira no seu discurso à nação ter informações dos seus serviços de inteligência de que a Rússia tentará intensificar os seus ataques e ações ofensivas na frente nas próximas semanas e meses.
"É óbvio que a loucura do Kremlin continua a ser desencadeada e o ocupante tentará intensificar os seus ataques e ações ofensivas", disse o chefe de Estado ucraniano, citando informações recebidas pelos chefes dos seus serviços militares e de inteligência estrangeiros sobre os planos russo para esta primavera e verão.
A Rússia aproveita a sua superioridade em número de soldados e quantidade de munições e sistemas de artilharia para continuar a avançar na frente oriental.
Lusa
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Ucrânia abre embaixada em Moçambique
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia anunciou a abertura de uma embaixada em Maputo, considerando o ato uma "nova página" nas relações com Moçambique.
"Abre-se uma nova página e novas perspetivas nas relações entre os dois países", disse o representante especial da Ucrânia para o Médio Oriente e África, Maksym Subkh, após uma audiência na segunda-feira em Maputo com a ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique, Verónica Macamo.
Lusa
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Pelo menos 37 mil desaparecidos após dois anos de invasão russa
O comissário ucraniano para os direitos humanos anunciou que cerca de 37 mil civis e soldados estão desaparecidos desde o início da invasão russa, há dois anos, número incompleto devido à ocupação de cerca de 20% do território.
"Quase 37 mil pessoas estão desaparecidas: crianças, civis e soldados", publicou no Facebook o comissário ucraniano Dmytro Loubinets.
Apesar da nova contagem, sublinhou, "estes números podem ser muito mais elevados", uma vez que a recolha de informação ainda está a decorrer.
Lusa
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Zelensky acredita que "papel ativo" da China pode acelerar paz
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou esta terça-feira que a China pode acelerar a paz com a Rússia, desempenhando um "papel ativo" na conferência internacional sobre o fim do conflito prevista para decorrer na Suíça em junho.
"Estou convencido de que a primeira cimeira mundial de paz na Suíça pode abrir caminho para uma paz justa para a Ucrânia. O papel ativo da China pode certamente acelerar o nosso progresso neste caminho", escreveu Zelensky na rede X, após o chanceler alemão, Olaf Scholz, se ter avistado com o Presidente chinês, Xi Jinping, em Pequim, e ter dado conta do apoio dos dois líderes à iniciativa a realizar-se em junho.
A Suíça vai realizar uma conferência internacional de alto nível sobre a paz na Ucrânia em 15 e 16 de junho, mas a Rússia não tenciona participar, segundo o Governo suíço.
Lusa
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Mísseis russos provocam "muitas mortes" no norte da Ucrânia
Um ataque de mísseis russos deixou "muitos mortos e muitos feridos" na manhã desta quarta-feira em Cherniguiv, no norte da Ucrânia, disse o governador do território através das redes sociais.
"O inimigo [Rússia] fez um ataque com três mísseis quase no centro da cidade. Há civis mortos e muitos feridos", afirmou o governador Vyacheslav Tchaous.
Até ao momento não foi estabelecido um balanço oficial de vítimas deste ataque russo.
Lusa
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Zelenskiy pede apoio aos parceiros ocidentais após ataque russo à cidade de Chernihiv
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, apelou, esta quarta-feira, à determinação e ao apoio dos parceiros ocidentais depois de um ataque com mísseis russos à cidade de Chernihiv, no norte do país, ter matado pelo menos 13 pessoas, segundo avança a Reuters.
"Isto não teria acontecido se a Ucrânia tivesse recebido equipamento de defesa aérea suficiente e se a determinação do mundo para combater o terror russo tivesse sido suficiente", referiu o presidente ucraniano.
Pelo menos 14 mortos e mais de 60 feridos no ataque russo contra Chernihiv
Pelo menos 14 pessoas morreram e mais de 60 ficaram feridas, incluindo duas crianças, num ataque russo contra em Chernihiv, cidade no norte da Ucrânia, de acordo com o presidente da câmara, segundo avança o jornal Kyivin Independent.
Primeiro balanço dava conta de 13 mortos e apenas alguns feridos.
Segundo o presidente da câmara, três mísseis russos atingiram a área próxima do centro da cidade. Entre as várias infra-estruturas atacadas, estão um edifício de oito andares, um hospital, uma instituição de ensino superior. Dezenas de carros também foram danificados.
As explosões foram ouvidas em Chernihiv, situada no norte da Ucrânia, por volta das 9h locais.
Lusa
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Correio da Manhã
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Investigação sobre morte de jornalista franco-irlandês confiada a juízes franceses
A investigação por crime de guerra sobre a morte de Pierre Zakrzewski, repórter de imagem franco-irlandês da Fox News, na Ucrânia, foi entregue no início de abril a juízes de instrução do tribunal de Paris, disse esta quarta-feira fonte judicial.
Lusa
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Eslovacos querem comprar munições após Governo suspender ajuda a Kiev
Os promotores de uma campanha na Eslováquia para comprar munições para a Ucrânia anunciaram hoje que pretendem juntar um milhão de euros, rejeitando a recusa do Governo em enviar ajuda militar ao país vizinho.
Milhares de pessoas já contribuíram com 575 mil euros para a campanha de 'crowdfunding' desde segunda-feira, altura em que o grupo "Paz para a Ucrânia" lançou a iniciativa.
Desde que chegou ao poder em 2023, o primeiro-ministro Robert Fico pôs fim à ajuda militar a Kiev e apelou para conversações de paz entre a Ucrânia e a Rússia.
Lusa
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Países Baixos entregam três F-16 adicionais para formação na Roménia
Os Países Baixos entregaram esta quarta-feira três caças de combate F-16 adicionais para formação de pilotos ucranianos na Roménia, embora as sessões de treino ainda não tenham começado.
A transferência dos aparelhos para o Centro Europeu de Formação F-16 foi acompanhada por uma reunião entre o ministro da Defesa romeno, Angel Tilvar, e a sua homóloga neerlandesa, Kajsa Ollongren na Base Aérea n.º 86 de Borcea, na Roménia, segundo o portal ucraniano Euromaidan.
Os Países Baixos, juntamente com a Dinamarca e os Estados Unidos, lideraram uma coligação internacional, à qual Portugal também pertence, de reforço das capacidades aéreas da Ucrânia, através do fornecimento de caças norte-americanos F-16 e formação de pilotos ucranianos.
Lusa
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Rússia diz que ajuda dos EUA à Ucrânia nada mudará na frente de combate
A Rússia desvalorizou hoje a possibilidade de o Congresso norte-americano desbloquear um pacote de ajuda militar à Ucrânia, afirmando que nada mudará na frente de combate.
"Não pode de forma alguma influenciar os desenvolvimentos na linha da frente. (...) Não vai mudar nada", disse o porta-voz do Kremlin (presidência russa), Dmitri Peskov, citado pela agência francesa AFP.
A maioria republicana na Câmara dos Representantes mantém bloqueado há meses um pacote de ajuda militar à Ucrânia no valor de 60 mil milhões de dólares (56,2 mil milhões de euros, ao câmbio atual).
Kiev considera essa ajuda como crítica para combater a invasão russa e, hoje mesmo, os chefes de diplomacia dos Estados Unidos, Antony Blinken, e da Ucrânia, Dmytro Kuleba, insistiram na urgência de o Congresso desbloquear a verba.
"É urgente que todos os amigos e apoiantes da Ucrânia envidem todos os esforços para continuar a fornecer à Ucrânia aquilo de que necessita para se defender da agressão russa", disse Blinken, à margem do G7.
Kuleba reforçou que o desbloqueamento do pacote de ajuda norte-americano é crucial para a Ucrânia "lidar com o massacre causado pelos mísseis russos".
Lusa
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Blinken e Kuleba reforçam urgência de desbloquear ajuda a Kiev
Os chefes de diplomacia dos Estados Unidos e da Ucrânia insistiram esta quinta-feira na urgência de o Congresso norte-americano desbloquear o pacote de ajuda a Kiev, para permitir ao exército ucraniano defender-se face à intensificação dos ataques da Rússia.
Em declarações na ilha italiana de Capri, que acolhe até sexta-feira uma reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros do G7, o secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, voltou a apelar à Câmara dos Representantes, de maioria republicana, que aprove o pacote de ajuda financeira à Ucrânia, bloqueado há meses.
Lusa
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Detido na Polónia suspeito de ajudar a planear assassinato de Zelensky
Um homem foi detido esta quinta-feira na Polónia por ser suspeito de ter intenções de fornecer informações à Rússia sobre a segurança do aeroporto de Rzeszów-Jasionka, localizado na Polónia, para ajudar o Kremlin assassinar o presidente
Correio da Manhã
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Agência de Energia Atómica informada de novo ataque à central de Zaporijia
A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) confirmou esta quinta-feira ter sido informada de um novo ataque com 'drones' na central nuclear ucraniana de Zaporijia, que, embora não tenha provocado danos, expôs mais uma vez o risco de um desastre.
Em comunicado, a AIEA adverte que, se a tentativa de ataque ao centro de formação da central nuclear se confirmar, seria um incidente "extremamente preocupante".
Este terá sido o terceiro ataque contra o centro de formação relatado recentemente, depois de dois incidentes semelhantes ocorridos na semana passada, assinalou Rafael Grossi, diretor-geral da AIEA citado no comunicado.
Lusa
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Pelo menos oito mortos em ataque russo com mísseis a Dnipropetrovsk
Pelo menos oito pessoas morreram esta sexta-feira em Dnipropetrovsk, no sul da Ucrânia, quando a Rússia atacou a região com vários mísseis, anunciou fonte militar ucraniana.
"Oito pessoas foram mortas, incluindo duas crianças pequenas", escreveu o chefe da administração militar ucraniana na zona, Serguii Lisak, na plataforma de mensagens Telegram, calculando pelo menos 25 feridos.
Um balanço anterior das autoridades dava conta de pelo menos um morto e nove feridos.
Lusa
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Força Aérea ucraniana anuncia abate de bombardeiro russo
A Força Aérea Ucraniana anunciou esta sexta-feira ter abatido um bombardeiro russo Tu-22M3 de longo alcance, pela primeira vez desde o início da invasão lançada por Moscovo.
"Pela primeira vez, unidades de mísseis antiaéreos da Força Aérea e em cooperação com a inteligência de defesa da Ucrânia destruíram um bombardeiro estratégico de longo alcance Tu-22M3, que transportava 22 mísseis de cruzeiro X", revelou o comandante da Força Aérea na plataforma de mensagens Telegram.
Moscovo assumiu entretanto a queda de um bombardeiro Tu-22M3 das Forças Aeroespaciais Russas na região de Stavropol (sul), quando regressava à sua base após completar uma missão de combate, mas disse que os dados preliminares apontavam para um defeito técnico.
Lusa
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Banco Europeu de Investimento e Kiev assinam memorando que dá acesso a 560 milhões de euros
O Banco Europeu de Investimento (BEI) e a Ucrânia assinaram esta sexta-feira um novo memorando de entendimento para acelerar a chegada de 560 milhões de euros para projetos de reconstrução do país invadido pela Rússia.
O memorando de entendimento estabelece prioridades e reforça a colaboração entre o BEI e Kiev para acelerar os investimentos no terreno, com 560 milhões de euros disponíveis para os projetos em curso este ano e que deverão ser rapidamente executados para que a Ucrânia tenha acesso a 500 milhões de euros em empréstimos do BEI e a 60 milhões de euros em subvenções da UE em 2024.
Lusa
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Ucrânia afirma que bombardeiro russo abatido tinha atacado duas cidades
A Ucrânia afirmou que o bombardeiro estratégico russo Tu-22M3 que destruiu esta sexta-feira tinha atacado duas cidades de uma região do centro-leste onde foram registados ataques noturnos mortíferos.
"Foi o avião que bombardeou Dnipropetrovsk e Kryvyi Rig", disse o porta-voz da força aérea ucraniana, Illia Yevlach, à agência francesa AFP.
"Vingámos as nossas cidades e os nossos civis", acrescentou o porta-voz.
As autoridades ucranianas disseram que os ataques russos desta sexta-feira na região provocaram nove mortos e 32 feridos, mas admitiram que poderá haver vítimas sob os escombros de edifícios.
Lusa
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Zelensky evoca Israel para pedir à NATO 7 sistemas anti-mísseis Patriot
O Presidente ucraniano afirmou esta sexta-feira que o seu país, sob invasão e ataques constantes da Rússia, precisa de sete sistemas de defesa anti-mísseis Patriot ou semelhantes de países NATO, criticando o pouco apoio recebido em comparação com Israel.
Numa mensagem na rede social Telegram, Volodymyr Zelensky deixou um caderno de encargos para garantir a segurança dos céus do seu país: "Mais sete MIM-104 Patriot ou semelhantes, é o número mínimo de que precisamos. Podem salvar muitas vidas e alterar realmente a situação. Vocês têm isso".
A publicação acompanhava um vídeo da intervenção do Presidente da Ucrânia esta sexta-feira numa reunião por videoconferência com os ministros da Defesa da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) e o seu secretário-geral, Jens Stoltenberg, em que deixou duras críticas à diferença de tratamento em relação a Israel, que no último fim de semana repeliu quase totalmente um ataque do Irão com centenas de 'drones' e mísseis balísticos graças aos sistemas anti-mísseis israelitas e apoio de países NATO, sobretudo dos Estados Unidos.
Lusa
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Forças ucranianas lançam ataques contra oito regiões russas
A Ucrânia lançou 'drones' contra oito regiões russas na madrugada de hoje, atingindo um depósito de combustível e três subestações de eletricidade, disse uma fonte da defesa ucraniana.
"Pelo menos três subestações elétricas e um depósito de combustível foram atingidos e incendiaram-se", disse a fonte à agência francesa AFP.
A mesma fonte declarou que o ataque visou "as infraestruturas energéticas que abastecem o complexo militar-industrial russo".
Lusa
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Rússia vai criar centro de produção de 'drones'
A Rússia vai criar um centro para conceção e produção de 'drones' de assalto, uma área em que a Ucrânia tem causado muitos danos às forças russas, anunciou hoje o ministro da Defesa, Serguei Shoigu.
"O centro reunirá diferentes empresas, laboratórios e departamentos de 'design' envolvidos no desenvolvimento e produção de armamento avançado", disse Shoigu durante uma visita a um campo militar na região de Moscovo.
Shoigu pôde supervisionar o funcionamento de 'drones' com uma carga útil entre 10 e 200 quilogramas, cujas peças são fabricadas a nível nacional, o que facilita a rápida produção em massa.
Em particular, os especialistas apresentaram ao ministro um quadricóptero universal que pode transportar vários tipos de munições e operar em condições de visibilidade quase nulas.
A facilidade de operação da aeronave com quatro motores de impulso requer apenas duas semanas de formação, segundo a agência espanhola EFE.
A empresa está preparada para produzir 30 unidades deste tipo por mês, se receber a aprovação do Ministério da Defesa.
O Presidente russo, Vladimir Putin, tem insistido há vários meses na necessidade de acelerar a produção de aviões não tripulados para utilizar na guerra contra a Ucrânia, onde Moscovo tem usado sobretudo 'drones' iranianos Shahed.
Lusa
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Orbán diz que Bruxelas está a "brincar com o fogo" na sua posição sobre o conflito na Ucrânia
O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, alertou este sábado para o risco de a Europa entrar num "remoinho de guerra" que a "levará para o abismo", considerando que "Bruxelas está a brincar com o fogo" pelo envolvimento na guerra na Ucrânia.
"O que está a ser feito é uma verdadeira loucura", disse Orbán no primeiro grande comício de campanha do seu partido, o Fidesz, para as eleições europeias de junho. O primeiro-ministro húngaro não escondeu que espera que estas eleições marquem um ponto de viragem na Europa, com um maior peso das posições ultraconservadoras.
Orbán sublinhou a sua firme oposição a qualquer envolvimento da NATO na Ucrânia.
Lusa
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Procuradoria de Kiev contabiliza 545 crianças mortas na invasão russa
A Procuradoria-Geral da Ucrânia informou hoje que desde o início da invasão russa, em fevereiro de 2022, o número de crianças ucranianas mortas devido ao conflito é de 545, enquanto 1.289 ficaram feridas em graus variados de gravidade.
Entre as vítimas mais recentes, na sexta-feira, um menino de 08 anos e uma rapariga de 14 morreram em consequência de um bombardeamento na cidade de Sinelnikovo, na região de Dnipropetrovsk (centro da Ucrânia), enquanto um rapaz de 06 anos estava gravemente ferido.
Além disso, na região de Mykolaiv (sul), um adolescente de 14 anos ficou ferido no ataque da cidade de Solonchaki, segundo a procuradoria ucraniana.
Lusa
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NATO saúda aprovação de ajuda norte-americana
O secretário-geral da NATO saudou hoje a aprovação pela Câmara dos Representantes dos Estados Unidos da América de um pacote de ajuda financeira à Ucrânia.
Numa mensagem publicada na rede social X, Jens Stoltenberg congratulou-se com a aprovação de "um novo programa de ajuda importante para a Ucrânia", no valor de cerca de 61 mil milhões de dólares.
"A Ucrânia usa as armas fornecidas pelos aliados da NATO para destruir as capacidades de combate russas. Isto vem reforçar a segurança de todos na Europa e na América do Norte", declarou.
Lusa
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Rússia reivindica tomada de localidade no leste da Ucrânia
A Rússia reivindicou, este domingo, a conquista da localidade de Bogdanivka, entre Bakhmut e Chassiv Iar, no leste da Ucrânia, onde tem estado na ofensiva nas últimas semanas contra as tropas ucranianas com falta de munições.
"As unidades do grupo de tropas Sul libertaram completamente a cidade de Bogdanovka, na República Popular de Donetsk", afirmou o Ministério da Defesa russo em comunicado, segundo a agência francesa AFP.
Bogdanivka, uma pequena localidade com menos de 100 habitantes antes da guerra, fica a menos de 10 quilómetros de Chassiv Iar, a cidade-alvo do exército russo após a conquista de Bakhmut, mais a leste, na primavera de 2023.
Lusa
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Presidente da suíça convida Putin para o diálogo antes de conferência de paz
A Presidente suíça, Viola Amherd, escreveu uma carta ao homólogo russo, Vladimir Putin, convidando-o "a dialogar em tempos difíceis", num momento em que está em preparação uma grande conferência de paz na Ucrânia, organizada pelas autoridades de Berna.
Um porta-voz do Ministério da Defesa suíço confirmou o envio da carta, na qual Amherd explica a Putin a posição da Suíça sobre o respeito do direito internacional, dos direitos humanos e dos princípios universais estabelecidos na carta fundadora das Nações Unidas, que propõe usar como uma base na busca da paz.
A Suíça convocou uma conferência internacional de paz para meados de junho, na qual estará presente o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e que também poderá contar com a presença do chefe de Estado norte-americano, Joe Biden, entre outros líderes mundiais.
Lusa
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Forças de Kiev reclamam mais um navio russo atingido na Crimeia
O Ministério da Defesa ucraniano anunciou esta domingo que a Marinha de Kiev atingiu um navio de resgate da frota russa do Mar Negro na Crimeia, após Moscovo ter indicado que repeliu um ataque contra a sua armada.
"Hoje, a marinha ucraniana atingiu o navio de resgate russo 'Kommouna' (...) A natureza dos danos está a ser verificada", declarou o Ministério da Defesa.
Segundo o jornal Ukrainska Pravda, o navio, identificado como a embarcação militar mais antiga do mundo - atravessando duas guerras mundiais -, incendiou-se no porto de Sebastopol, na península da Crimeia, anexada por Moscovo em 2014, em resultado de uma operação da Marinha Ucraniana este domingo realizada.
Lusa
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Borrell exorta países da UE a mobilizar mais sistemas de defesa aérea e munições
O chefe da diplomacia da União Europeia (UE) exortou esta segunda-feira os Estados-membros a enviaram mais sistemas de defesa aérea e munições para a Ucrânia, esperando também 'luz verde' para alargar as sanções ao Irão pelos ataques a Israel.
"Temos de colocar a tónica na capacidade de os Estados-membros da UE aumentarem o apoio à Ucrânia. Foram feitos vários avisos, foram enviadas cartas a pedir-lhes que vejam o que podem fazer [porque] precisamos de [enviar] mais munições e mais lançadores, [...] de fornecer intercetores para as baterias que já existem e aumentar o número de baterias e vamos ver o que os Estados-membros são capazes de fazer e mobilizar", disse Josep Borrell.
À entrada para a reunião dos ministros europeus dos Negócios Estrangeiros e da Defesa, no Luxemburgo, o Alto Representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança acrescentou: "Em Bruxelas não o temos, têm de ser os Estados-membros".
Lusa
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Rússia toma controlo da aldeia ucraniana de Novomykhailivka
A Rússia tomou, esta segunda-feira, o controlo da aldeia de Novomykhailivka, na Ucrânia, a 40 quilómetros de Donetsk, segundo o ministério da Defesa russo, citado pela Reuters. As forças ucranianas continuam, no entanto, a evitar o avanço das tropas russas.
Correio da Manhã
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Torre de televisão de Kharkiv destruída após ataque russo
A torre da televisão de Kharkiv, a segunda maior cidade da Ucrânia, foi destruída na sequência de um ataque russo que não causou vítimas, inviabilizando a retransmissão do respetivo sinal, indicaram as autoridades regionais
A estrutura de 240 metros de altura, que já tinha sido danificada por um ataque em março de 2022, no início da invasão russa, desmoronou-se a partir do meio, observou um jornalista da agência noticiosa France-Presse (AFP) que se encontrava nas proximidades.
"Os ocupantes atacaram uma infraestrutura de televisão em Kharkiv", declarou o governador da região, Oleg Synegoubov, salientando que, durante o ataque, os funcionários esconderam-se.
Lusa
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Paulo Rangel diz que Portugal trabalha "em várias frentes" para reforçar apoio a Kiev
O ministro dos Negócios Estrangeiros garantiu esta segunda-feira que Portugal está a "trabalhar em várias frentes" para reforçar o apoio à Ucrânia, falando num "empenho reforçado", mas sem novos anúncios europeus face aos insistentes pedidos ucranianos de defesa aérea.
"O Estado português continua a trabalhar no sentido de disponibilizar ainda mais material militar que possa ajudar a Ucrânia. Estamos a trabalhar em várias frentes sobre essa matéria e estamos a disponibilizar alguma capacidade que existe, nas empresas privadas em Portugal para, por exemplo, em matéria de 'drones' [aeronaves não tripuladas], fabricar componentes, que poderiam ajudar muito nesta matéria e, portanto, temos aqui várias frentes em que estamos a trabalhar", disse Paulo Rangel, no Luxemburgo.
"A grande urgência é o fornecimento de armas e basicamente capacidade aérea e de anti-aérea, essa é a principal. Sabemos que há iniciativa alemã, há a iniciativa checa, há um conjunto de instrumentos [...] e eu diria que há um empenho reforçado, mas não diria que há novidades especiais", acrescentou o chefe da diplomacia portuguesa, falando em declarações à imprensa portuguesa na sua estreia nas reuniões dos ministros da tutela na UE.
Lusa
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Secretário do Conselho de Segurança russo reúne-se com Brasil, Cuba, Bolívia e Sudão
O secretário do Conselho de Segurança da Rússia, Nikolai Patrushev, reuniu-se esta segunda-feira com representantes de Cuba, Bolívia, Brasil e Sudão para debater assuntos de cooperação e temas regionais e globais.
Patrushev manteve conversações com o assessor para assuntos internacionais do Governo brasileiro, Celso Amorim, para abordar "a cooperação russa em matéria de segurança e a interação da Rússia e do Brasil nos formatos multilaterais", segundo o Conselho de Segurança Russa em comunicado.
Lusa
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Biden promete a Zelensky envio rápido de pacote de ajuda
O Presidente norte-americano, Joe Biden prometeu esta segunda-feira, num telefonema ao homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, enviar-lhe rapidamente ajuda militar significativa assim que o Congresso valide um pacote de 61 mil milhões de dólares (57 mil milhões de euros) para Kiev.
Os Estados Unidos "fornecerão rapidamente nova ajuda militar significativa para satisfazer as necessidades urgentes do campo de batalha e de defesa aérea da Ucrânia", segundo um comunicado de imprensa da Casa Branca sobre a conversa entre os dois líderes.
Por sua vez, Zelensky expressou, de acordo com uma mensagem que publicou na rede X, gratidão a Biden "pelo seu apoio inabalável à Ucrânia e pela sua verdadeira liderança global".
Lusa
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Dois bebés entre 9 feridos em ataque de drones russo em Odessa
A Rússia lançou um ataque de drones contra a Ucrânia que feriu nove pessoas no porto de Odessa, no Mar Negro, quatro delas crianças, e também teve como alvo Kiev, a capital, disseram autoridades militares ucranianas na madrugada desta terça-feira segundo a Reuters.
As crianças feridas, incluindo dois bebés, foram hospitalizadas, bem como três dos adultos, disse o governador da região de Odesa, Oleh Kiper, na aplicação de mensagens Telegram.
Vários edifícios residenciais na cidade foram danificados e incendiaram-se. Pelo menos 14 apartamentos foram danificados, acrescentou a administração da cidade.
A força aérea da Ucrânia disse que a Rússia lançou um total de 16 drones de ataque contra a Ucrânia e dois mísseis balísticos Iskander de curto alcance.
Os sistemas de defesa aérea destruíram 15 dos drones que sobrevoavam as regiões de Odesa e Mykolaiv, no sul da Ucrânia, a região central de Cherkasy e a região da capital, Kiev, informou a força aérea no Telegram. Não disse o que aconteceu com os mísseis.
Correio da Manhã
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PM britânico reforça apoio militar enquanto visita Polónia e Alemanha
O primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak, inicia esta terça-feira uma visita à Polónia e à Alemanha, durante a qual deverá anunciar um pacote adicional de apoio militar à Ucrânia no valor de 500 milhões de libras (580 milhões de euros).
O financiamento será utilizado para fornecer "rapidamente" munições, defesa antiaérea, 'drones' e apoio de engenharia, adiantou o Governo em comunicado.
Em paralelo, o Ministério da Defesa britânico vai enviar equipamento "para ajudar a fazer recuar a invasão russa em terra, no mar e no ar", incluindo 60 barcos, mais de 1.600 mísseis de ataque e de defesa aérea, mais de 400 veículos e cerca de quatro milhões de cartuchos de munições para armas ligeiras.
Lusa
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Ministro da Agricultura ucraniano acusado de apropriação de terras
O ministro ucraniano da Agricultura, Mykola Solsky, foi acusado de se apropriar de terrenos do Estado entre 2017 e 2021, no valor de quase 6,9 milhões de euros, anunciou a Agência Nacional Anticorrupção da Ucrânia em comunicado.
Desde o início da invasão russa, em fevereiro de 2022, surgiram vários casos de corrupção na Ucrânia, nomeadamente nos meios militares.
Mykola Solsky trabalhou num escritório de advogados até 2019, de acordo com a biografia oficial do político, tendo sido eleito para o Parlamento nesse ano e nomeado ministro em março de 2022.
Lusa
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Londres reconhece progressos militares lentos mas crescentes da Rússia
Os serviços secretos britânicos reconhecem "progressos lentos mas crescentes" das forças russas na invasão da Ucrânia, mas desvalorizam a tomada da cidade de Novomikhailovka, na província de Donetsk (leste).
Apesar de referirem a pouca "importância estratégica" de Novomikhailovka, os serviços britânicos reconhecem "progressos lentos mas crescentes" das tropas russas na invasão, desencadeada em fevereiro de 2022.
A cidade de Novomikhailovka, a sul de Marinka, encontra-se numa conexão rodoviária que liga outras cidades da região.
Lusa
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Novo pacote de ajuda militar britânico inclui mísseis de longo alcance Storm Shadow
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky revelou esta terça-feira que o novo pacote de ajuda militar britânico a Kiev incluirá mais mísseis de longo alcance Storm Shadow, além de blindados e munições.
"São (mísseis) Storm Shadow e outros tipos de mísseis, centenas de veículos blindados e anfíbios e munições; tudo o que a Ucrânia realmente precisa no campo de batalha", escreveu Zelensky nas redes sociais, relatando uma conversa telefónica com o primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak.
A Ucrânia recebeu na primavera passada os primeiros mísseis de longo alcance Storm Shadow do Reino Unido, que têm sido utilizados por Kiev para atingir alvos russos longe da linha da frente.
Lusa
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Kiev anuncia medidas para fazer regressar homens do estrangeiro
O chefe da diplomacia ucraniana, Dmytro Kuleba, anunciou esta terça-feira medidas iminentes para trazer de volta à Ucrânia homens em idade de lutar residentes no estrangeiro.
A Ucrânia, que luta contra a invasão russa há dois anos, necessita urgentemente de soldados, especialmente porque Kiev espera que a Rússia lance uma nova ofensiva nas próximas semanas ou meses.
"O facto de permanecer no estrangeiro não isenta o cidadão dos seus deveres para com a sua pátria", argumentou Kuleba, sem referir que medidas vão ser tomadas para fazer regressar do estrangeiro homens em idade de lutar para o território nacional.
Lusa
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Ataque russo em zona residencial em Kharkiv faz seis feridos
Um ataque russo numa zona residencial em Kharkiv, na Ucrânia, fez seis feridos e destruiu vários prédios na madrugada desta quarta-feira.
O ataque danificou três edifícios residenciais, dois escritórios, três edifícios não residenciais e uma conduta de gás no distrito central da cidade, informa a Reuters, citando o governado da região.
Correio da Manhã
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UE desembolsa 2.ª parcela de financiamento excecional de 1,5 mil ME
A União Europeia (UE) desembolsou esta quarta-feira a segunda parcela, no valor de 1,5 mil milhões de euros, do financiamento intercalar excecional a Kiev ao abrigo do Mecanismo para a Ucrânia.
O desembolso vem na sequência da avaliação positiva, pela Comissão Europeia, das reformas nos domínios do sistema judicial, da luta contra o branqueamento de capitais, da gestão das finanças públicas, do ambiente empresarial e da agricultura, bem como dos requisitos em matéria de apresentação de relatórios, a fim de garantir uma utilização transparente e eficaz dos fundos.
Em março, a UE enviou a primeira parcela do financiamento parcelar excecional, de 4,5 mil milhões de euros, valor que ascende, com a verba libertada esta quarta-feira, a seis mil milhões de euros, no âmbito do Mecanismo para a Ucrânia, aprovado igualmente em março.
Uma condição prévia geral para o apoio ao abrigo do mecanismo é o respeito por mecanismos democráticos efetivos.
Lusa
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Moscovo e Kiev acordam trocar 48 crianças deslocadas pela guerra
As autoridades da Rússia e Ucrânia chegaram esta quarta-feira a acordo para troca de 48 crianças deslocadas pela guerra, anunciou a comissária russa para a Infância, Maria Lvova-Belova, após a primeira reunião bilateral sobre o assunto, no Qatar.
"Vinte e nove crianças regressarão à Ucrânia e 19 à Rússia, em consequência" do acordo, declarou Lvova-Belova à imprensa.
Tal como o Presidente russo, Vladimir Putin, pende sob a comissária um mandado de captura emitido pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) desde a primavera de 2023
Lusa
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Biden assina pacote de ajuda militar à Ucrânia, Israel e Taiwan. Envio começa nas próximas horas
O Presidente norte-americano, Joe Biden, assinou esta quarta-feira uma medida de ajuda militar que inclui assistência à Ucrânia, Israel e Taiwan, assegurando que um pacote de material de guerra seguirá para Kiev "nas próximas horas".
Lusa
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Líder ortodoxo acusado de revelar à Rússia posições de forças de Kiev
Os serviços de segurança ucranianos acusaram esta quarta-feira o líder ortodoxo do principal mosteiro do Leste da Ucrânia de ter revelado à Rússia posições das forças de Kiev.
Os serviços de segurança afirmaram que o metropolita (arcebispo) do principal mosteiro de Sviatogirsk era suspeito de "informar" os russos sobre "as posições dos postos de controlo das forças armadas ucranianas" no distrito de Kramatorsk, na região de Donetsk.
O dirigente é acusado de ter mencionado publicamente os locais à sua congregação "durante uma liturgia", segundo os serviços, sem especificar a data dos acontecimentos ou nomear explicitamente o metropolita Arseniy.
Lusa
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Kiev usa armas de longo alcance enviadas secretamente pelos EUA
A Ucrânia começou a usar pela primeira vez mísseis balísticos de longo alcance fornecidos secretamente pelos EUA, bombardeando um campo de aviação militar e forças russas na Crimeia, na semana passada, informou esta quarta-feira Washington.
Os novos mísseis eram desejados há muito pela Ucrânia, já que estas armas permitem quase o dobro da distância de ataque (até 300 quilómetros) que tinha com a versão de médio alcance da arma que recebeu dos EUA em outubro passado, de acordo com a agência AP.
Estes mísseis fazem também parte do novo pacote de ajuda militar dos Estados Unidos cuja autorização o Presidente norte-americano, Joe Biden, assinou hoje.
Lusa
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Kiev usa armas de longo alcance enviadas secretamente pelos EUA
A Ucrânia começou a usar pela primeira vez mísseis balísticos de longo alcance fornecidos secretamente pelos EUA, bombardeando um campo de aviação militar e forças russas na Crimeia, na semana passada, informou esta quarta-feira Washington.
O Departamento de Estado norte-americano confirmou que o Sistema de Mísseis Táticos do Exército de longo alcance, conhecido como ATACMS, foi enviado à Ucrânia "este mês", antes mesmo da aprovação na terça-feira de um novo pacote de ajuda a Kiev pelo Congresso.
O envio foi feito "a pedido direto do Presidente" Joe Biden em fevereiro, afirmou Vedant Patel, porta-voz do Departamento de Estado, acrescentando que os mísseis, que fazem parte do último pacote de ajuda enviado à Ucrânia em 12 de março, "chegaram à Ucrânia neste mês".
Lusa
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Moscovo e Kiev discutiram no Qatar o retorno de crianças separadas das famílias
Representantes de Moscovo e Kiev reuniram-se pela primeira vez no Qatar para discutir o retorno de crianças separadas das suas famílias pela guerra na Ucrânia, disse a comissária russa para os Direitos da Criança, Maria Lvova-Belova.
"Com a mediação do Qatar, foram realizadas hoje as primeiras negociações presenciais com o lado ucraniano, onde foi discutida a ajuda às famílias que querem reunir-se", disse a política russa, que é procurada pelo Tribunal Penal Internacional (TPI), na sua conta Telegram.
Tanto Lvova-Belova como o Presidente russo, Vladimir Putin, estão sob mandados de captura emitidos pelo TPI, que os acusou de deportação ilegal de crianças e da sua transferência das zonas ocupadas da Ucrânia para o território da Rússia, o que constitui um crime de guerra.
Lusa
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Secretário-geral da NATO pede mais investimento militar e mais apoio à Ucrânia
O secretário-geral da NATO pediu esta quinta-feira aos países da aliança atlântica que aumentem os gastos militares devido às tensões com a Rússia, e criticou o facto de a Ucrânia não ter recebido a ajuda prometida nos últimos meses.
Jens Stoltenberg, que falava em Berlim, afirmou que, para que a aliança se mantenha forte, é preciso reforçar as suas capacidades de dissuasão e defesa, aumentar o apoio à Ucrânia e cooperar com os aliados em todo o mundo para "defender a liberdade".
Desde a anexação da Crimeia pela Rússia, em 2014, a NATO tem respondido com o maior reforço da defesa numa geração, disse, mas advertiu que "é preciso ir mais longe" e que cada aliado deve "fazer o que é necessário" para poder cumprir plenamente os seus planos de defesa e atingir o objetivo mínimo de 2% do PIB.
Lusa
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Mulher e três crianças feridas em ataques russos no nordeste da Ucrânia
Quatro pessoas ficaram feridas em ataques russos a uma instalação industrial e a um prédio residencial, no nordeste da Ucrânia, esta sexta-feira. De acordo com a Reuters, as vítimas são três crianças e uma mulher.
Correio da Manhã
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Rússia bombardeia rede ferroviária ucraniana para evitar transporte de armas dos aliados ocidentais
A Rússia bombardeou esta sexta-feira a rede ferroviária ucraniana para evitar a passagem de um comboio que transportava armas dos aliados ocidentais, denunciou uma fonte das autoridades de segurança de Kiev, alegação entretanto confirmada pelo exército de Moscovo.
Lusa
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Evacuados dois hospitais em Kiev devido a ameaça de bombardeamentos
A Câmara Municipal de Kiev anunciou esta sexta-feira a evacuação de emergência de dois hospitais na capital ucraniana, incluindo uma unidade pediátrica, por receio de ataques russos a estes estabelecimentos de saúde.
"A cidade está a começar a evacuar com urgência dois hospitais, incluindo um hospital infantil", anunciou a autarquia na rede Telegram.
A autarquia mencionou um vídeo que circula em meios de comunicação 'online' indicando que haveria soldados nestes estabelecimentos.
Lusa
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Zelensky insiste em pelo menos sete sistemas Patriot para defender o país
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, insistiu esta sexta-feira junto do Grupo de Contacto para a Defesa da Ucrânia na necessidade de mais armamento, apontando mísseis de longo alcance e sistemas de defesa aérea, entre os quais "pelo menos sete" Patriot.
Zelensky, que participou nesta reunião por videoconferência, sublinhou que "o destino do mundo" está em jogo na guerra na Ucrânia e "tudo depende da rapidez" da ação de Kiev e dos seus aliados.
O líder ucraniano admitiu que a Rússia conseguiu "tomar a iniciativa" no campo de batalha durante os meses que o Congresso dos Estados Unidos demorou para aprovar o último pacote de ajuda, mas vê espaço, não apenas para estabilizar a frente de combate, mas também para as forças da Ucrânia reconquistarem terreno.
Lusa
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Chefe da NATO considera espionagem russa perigosa e inaceitável
O chefe da NATO descreveu esta sexta-feira como "perigosos e inaceitáveis" os alegados casos de espionagem pró-russa na Alemanha e no Reino Unido, e avisou que os aliados estão a coordenar a reação a atos hostis.
"Temos de estar atentos às atividades secretas da Rússia no território da aliança", afirmou Jens Stoltenberg em Berlim ao lado do chanceler alemão, Olaf Scholz, citado pela agência espanhola EFE.
As autoridades alemãs detiveram na semana passada dois indivíduos acusados de espionagem e de preparar sabotagens em nome de Moscovo, enquanto dois britânicos foram acusados hoje de cooperar com os serviços secretos russos.
Lusa
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Espanha dar a Kiev mísseis para defesa antiaérea Patriot
Espanha vai enviar para a Ucrânia mísseis para defesa aérea Patriot de longo alcance, assim como munições de vários tipos, disse esta sexta-feira a ministra da Defesa, Margarita Robles.
A ministra anunciou o envio de "um conjunto de mísseis" Patriot, num número não especificado, numa reunião do Grupo de Contacto para a Defesa da Ucrânia, segundo um comunicado do Ministério da Defesa de Espanha.
Espanha é um dos poucos países da União Europeia com mísseis Patriot e confirmou hoje este envio para a Ucrânia, após respostas evasivas nos últimos dias.
Lusa
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EUA anunciam mais mísseis Patriot num novo pacote de 5,6 mil milhões de euros
Os Estados Unidos vão fornecer à Ucrânia mais mísseis Patriot para os seus sistemas de defesa aérea como parte de um pacote de ajuda adicional de 5,61 mil milhões de euros, anunciou hoje o secretário de Defesa, Lloyd Austin.
Os mísseis serão utilizados para reabastecer os sistemas de defesa aérea Patriot anteriormente fornecidos e fazem parte de um pacote que também inclui mais munições para o Sistema Nacional Avançado de Mísseis Superfície-Ar (NASAMS), e equipamento adicional para integrar lançadores de defesa aérea, mísseis e radares ocidentais no armamento existente na Ucrânia, grande parte do qual ainda remonta a sistemas anteriores da era soviética.
Em comunicado, o Departamento de Defesa classificou o novo pacote com histórico, marcando o segundo aniversário da criação do Grupo de Contacto de Defesa da Ucrânia.
Lusa
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Bélgica anuncia entrega de caças F-16 a Kiev no final do ano
O Governo belga anunciou hoje a decisão de acelerar a entrega de caças F-16 para a Ucrânia, tendo como objetivo que o primeiro avião de combate chegue no final do ano.
"Em coordenação com os nossos aliados F-16 e parceiros de coligação, o nosso país fará tudo o que estiver ao seu alcance para acelerar a entrega, se possível antes do final deste ano", declarou a ministra da Defesa belga, Ludivine Dedonder, segundo o canal RTBF.
O Governo de Bruxelas indicou que terão de ser cumpridos três critérios: garantir a segurança do território belga, manter a operacionalidade da sua defesa e respeitar os compromissos internacionais, nomeadamente no quadro da NATO.
Lusa
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Refinaria de petróleo russa danificada por drone ucraniano
A refinaria de petróleo de Slavyansk, em Krasnodar, na Rússia, foi danificada por um ataque de drone ucraniano, segundo as autoridades locais citadas pela Reuters. As operações foram parcialmente suspensas, os danos estão a ser analisados.
Correio da Manhã
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Rússia garante ultrapassar sanções da União Europeia que diz serem ilegais
A Rússia assegurou este sábado que vai ultrapassar o que disse ser as tentativas de expulsar o país dos mercados da energia, que classificou como "ações ilegais", numa altura em que a União Europeia pode aplicar novas sanções.
"[...] Procuraremos formas de ultrapassar os obstáculos ilegais, a concorrência desleal e as ações ilegais", afirmou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, em conferência de imprensa.
Peskov denunciou "as tentativas de expulsar a Rússia dos mercados energéticos", sublinhando que o aumento dos preços é, sobretudo, do interesse dos Estados Unidos "e de outros países".
Questionado sobre a possibilidade de proibição de transferência de GNL (gás natural liquefeito) russo de um navio para o outro durante o transporte em alto mar, o porta-voz russo referiu não querer antecipar novas sanções, apesar de ressalvar que a Rússia não aceita as mesmas "em qualquer circunstância".
Lusa
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Zelenskiy afirma que Rússia atacou instalações de gás que asseguram o abastecimento da UE
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, afirmou este sábado, que um ataque russo ao setor energético do seu país, com 34 mísseis de vários tipos, visou instalações de gás importantes para o abastecimento da União Europeia, avança a Reuters.
"O principal alvo foi o setor da energia, várias instalações da indústria, tanto de eletricidade como de trânsito de gás", disse Zelenskiy no seu discurso noturno em vídeo. "Em particular, as instalações de gás que são cruciais para garantir o fornecimento seguro à União Europeia".
Correio da Manhã
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Rússia reivindica controlo de Novobakhmutivka
O Ministério da Defesa de Moscovo reivindicou este domingo o controlo da aldeia Novobakhmutivka, na zona Oriental, onde o exército tem avançado contra a defensiva ucraniana.
"Através de operações ativas, unidades do Grupo Central de Força libertaram a aldeia de Novobakhmutivka", adiantou hoje o Ministério da Defesa russo, no seu relatório diário.
Novobakhmutivka fica a noroeste da cidade de Ocherytne, que também foi invadida pelas forças russas.
Lusa
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Forças russas cercam aldeia perto de Donetsk
As forças russas cercaram a aldeia de Novobakhmutivka, na região ucraniana de Donetsk, perto de Ocheretyne, informou o Ministério da Defesa russo e avança a Reuters.
As forças russas também repeliram uma série de contra-ataques ucranianos perto de Chasiv Yar, segundo o ministério, outro ponto-chave na região onde as partes se confrontaram repetidamente.
Correio da Manhã
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Zelensky pede à comunidade internacional mais meios aéreos e a rápida adesão da Ucrânia à NATO
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, apelou este domingo à comunidade internacional para que se apresse a fornecer mais meios aéreos, inicie conversações formais para que o seu país entre na União Europeia e convide a Ucrânia a aderir à NATO.
Segundo avança a Reuters, as forças ucranianas enfrentam um agravamento da sua situação no Leste e aguardam a entrega de armas americanas, na sequência da aprovação pelo Congresso, a 23 de abril, de um pacote de ajuda de cerca de 60 mil milhões de euros, após meses de atraso.
"Ainda estamos à espera dos fornecimentos que foram prometidos à Ucrânia", afirmou o presidente ucraniano. "Estamos à espera dos volumes e do alcance que podem mudar a situação no campo de batalha no interesse da Ucrânia."
Correio da Manhã
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Polónia levanta bloqueios nos postos fronteiriços com a Ucrânia
Todos os postos fronteiriços rodoviários entre a Polónia e a Ucrânia foram reabertos, após meses de bloqueios por parte de agricultores e transportadores polacos que denunciavam uma concorrência desleal de Kiev, anunciaram esta segunda-feira as autoridades aduaneiras polacas.
"Podemos atravessar todos os postos fronteiriços", afirmou, em declarações à agência francesa AFP, Michal Derus, porta-voz da alfândega de Lublin, depois de o posto de Hrebenne ter sido desbloqueado no domingo à noite.
Lusa
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Líder da NATO e Zelensky discutem criação de fundo de 100 mil milhões de euros
O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, fez esta segunda-feira uma visita surpresa a Kiev, onde discutiu com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, a criação de um fundo de 100 mil milhões de euros de ajuda militar nos próximos cinco anos.
"Hoje falámos sobre a iniciativa de Jens [Stoltenberg] de criar um fundo especial de apoio financeiro para a defesa da Ucrânia no valor de 100 mil milhões de euros por um período de cinco anos", declarou Zelensky, numa conferência de imprensa conjunta com o líder da Aliança Atlântica realizada na capital ucraniana.
O secretário-geral da NATO propôs no início deste mês a criação de um fundo de 100 mil milhões de euros para ajudar a Ucrânia a longo prazo.
Lusa
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Ataque russo provoca pelo menos dois mortos e oito feridos em Odessa
Um ataque russo com mísseis matou esta segunda-feira pelo menos duas pessoas e feriu outras oito na cidade portuária de Odessa, no sudoeste da Ucrânia, anunciou o governador local.
"Infelizmente, o ataque com mísseis russos deixou duas pessoas mortas. Oito outras pessoas ficaram feridas em graus variados de gravidade, incluindo um menino de 12 anos", disse Oleg Kiper na rede Telegram.
Numa mensagem divulgada anteriormente, o governador indicou que o ataque danificou "edifícios residenciais e infraestruturas civis".
Lusa
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Pelo menos cinco mortos e 32 feridos após míssil atingir instituição de ensino em Odessa
Um ataque com mísseis russos a uma instituição de ensino num parque popular no porto ucraniano de Odessa, no Mar Negro, esta segunda-feira, matou pelo menos cinco pessoas e feriu 32, disseram as autoridades locais, segundo a Reuters.
Kiper, governador regional, refere que sete dos feridos estavam em estado grave, incluindo uma criança de quatro anos. Entre os feridos, havia ainda outra criança e uma mulher grávida.
"Monstros. Bestas. Selvagens. Escumalha. Não sei que mais dizer", declarou o Presidente da Câmara de Odesa, Hennadii Trukhanov, num vídeo publicado no Telegram. "As pessoas estão a dar um passeio à beira-mar e eles estão a disparar e a matar".
Correio da Manhã
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Dois mortos e seis feridos em ataque russo contra cidade de Kharkiv
Ataques russos causaram esta terça-feira dois mortos e seis feridos em Kharkiv, a segunda maior cidade da Ucrânia, anunciou o governador regional, Oleg Syniehubov.
"De acordo com as primeiras informações, duas pessoas morreram e seis ficaram feridas em ataques contra Kharkiv", escreveu Syniehubov nas redes sociais, citado pela agência francesa AFP.
O governador já tinha anunciado antes que as forças russas tinham atacado a cidade do nordeste da Ucrânia com "bombas aéreas guiadas".
Lusa
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EUA instam países a doar defesa antimíssil Patriot a Kiev
O secretário da Defesa norte-americano, Lloyd Austin, encorajou esta terça-feira os países com sistemas de antimíssil Patriot a doá-los à Ucrânia, que aguarda mais armas de defesa aérea para combater a invasão russa.
O apelo de Austin surge uma semana após o Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, ter promulgado o projeto de lei que prevê 61 mil milhões de dólares de ajuda militar e económica a Kiev.
"Há países que têm Patriot e o que estamos a fazer é continuar a mobilizar esses países", afirmou o secretário da Defesa numa audição na Câmara dos Representantes.
Lusa
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Forças de Kiev vão ter unidade de 'drones' exclusivamente feminina
A Ucrânia vai lançar a sua primeira unidade de 'drones' exclusivamente feminina em cooperação com as Forças de Defesa de Kiev, como uma medida para contrariar a superioridade russa em efetivo e armamento.
Segundo Ihor Lutsenko, militar, fundador do Centro de Apoio ao Reconhecimento Aéreo e líder da empresa de 'drones' Ordem de Santiago, a unidade voluntária vai concentrar-se na operação e manutenção de sistemas de 'drones'.
"Infelizmente, o inimigo tem uma grande vantagem em mão de obra, por isso não devemos negligenciar quaisquer ideias que nos permitam reduzir esta lacuna", disse Lutsenko, citado pela imprensa ucraniana, referindo-se às dificuldades das forças de Kiev em contrariar a superioridade militar nas frentes de combate terrestres no leste do país.
Lusa
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13 feridos em ataque de míssil russo ao porto ucraniano de Odessa
Um míssil balístico russo atingiu, esta quarta-feira, o porto ucraniano de Odessa, ferindo pelo menos 13 pessoas e provocando um grande incêndio, refere governador regional Oleh Kiper no Telegram, segundo a Reuters.
Um canal de comunicação social afirmou que o armazém da Nova Poshta, uma grande empresa de correios e serviços de correio, tinha sido atingido e publicou um vídeo que mostrava o momento do impacto com os destroços a voar dentro das instalações.
Odessa é um alvo frequente dos ataques russos e os mísseis atingiram locais na cidade nos últimos dois dias, matando oito pessoas.
Correio da Manhã
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'Human Rights Watch' acusa Rússia de executar soldados ucranianos que se renderam
A organização Human Rights Watch (HRW) acusou esta quinta-feira a Rússia de executar, desde o início de dezembro, pelo menos 15 soldados ucranianos que se tentavam render e exigiu uma investigação por potenciais crimes de guerra.
Num relatório, a organização não-governamental (ONG) de direitos humanos acrescentou ter recebido relatos de que as forças russas terão também executado outros seis soldados ucranianos que se estavam a render ou que já se tinham rendido.
"Desde a invasão em grande escala da Ucrânia pela Rússia, as forças [russas] cometeram muitos crimes de guerra hediondos", disse num comunicado a diretora de Crises e Conflitos da HRW, Belkis Wille.
Lusa
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Macron reafirma hipótese de enviar tropas ocidentais para combater russos
O Presidente francês, Emmanuel Macron, voltou a admitir esta quinta-feira a possibilidade de enviar tropas terrestres ocidentais para a Ucrânia no caso da Rússia "romper as linhas da frente" e Kiev solicitar esse apoio.
"Se os russos passassem a linha da frente, se houvesse um pedido ucraniano - o que não é o caso atualmente - deveríamos legitimamente colocar-nos a questão", disse o Presidente francês numa entrevista ao semanário britânico The Economist.
Lusa
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Vice-primeiro-ministro de Itália diz que nenhum soldado italiano morrerá em nome de Macron
O vice-primeiro-ministro de Itália, Matteo Salvini, afirmou esta quinta-feira que nenhum soldado italiano morrerá em nome do Presidente francês, depois de Emmanuel Macron ter insistido na possibilidade de envio de tropas ocidentais para a Ucrânia.
"Nunca um soldado italiano irá morrer em nome de Macron, é o que eu penso", disse Salvini, líder do partido de extrema-direita Liga, que integra a coligação governamental da primeira-ministra Giorgia Meloni, citado pela agência italiana ANSA.
Macron reafirmou numa entrevista à revista britânica The Economist, divulgada esta quinta-feira, que não se pode excluir o envio de tropas ocidentais para a Ucrânia, tal como já tinha dito em fevereiro.
Lusa
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Conselho da Europa prepara tribunal especial para julgar a Rússia contra a Ucrânia
O Conselho da Europa instruiu esta quinta-feira o seu secretário-geral a trabalhar nos preparativos para um tribunal especial para julgar o "crime de agressão" da Rússia contra a Ucrânia.
De acordo com a decisão, o Comité de Ministros do Conselho autorizou na terça-feira Marija Pejcinovic Buric a "preparar todos os documentos necessários para contribuir para as consultas (...) sobre um possível projeto de acordo" entre o Conselho da Europa e a Ucrânia, "relativa à criação de um Tribunal Especial para o crime de agressão da Federação Russa contra a Ucrânia".
Este comité -- que é um órgão executivo do Conselho da Europa - é composto pelos ministros dos Negócios Estrangeiros dos 46 países membros do Conselho, incluindo a Ucrânia.
Lusa
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Incêndio em fábrica alemã de armas enviadas para a Ucrânia
Uma fábrica do fabricante alemão de armas que desenvolve sistemas antiaéreos IRIS-T, enviada pela Alemanha para a Ucrânia, incendiou-se esta sexta-feira a sul de Berlim, provocando o desabamento parcial do edifício.
Um total de 170 bombeiros e equipas de emergência estão destacados no bairro de Lichterfelde para extinguir as chamas na fábrica, especializada em técnicas metalúrgicas e onde havia produtos químicos, indicou o Corpo de Bombeiros na rede social X.
Um porta-voz dos bombeiros disse que uma sala técnica no primeiro andar do edifício estava em chamas, embora todos tenham conseguido sair do local sem ajuda.
O Corpo de Bombeiros de Berlim alertou os moradores sobre os perigos dos gases tóxicos e pediu-lhes que fechassem portas e janelas.
De acordo com o jornal Bild, a fábrica afetada é a Diehl Metal Applications, que pertence à Diehl, que também tem uma subsidiária chamada Diehl Defense, com sede na mesma rua.
A empresa desenvolve os sistemas de defesa aérea IRIS-T, dos quais a Alemanha enviou algumas unidades para a Ucrânia.
Lusa
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Kremlin considera declaração de Cameron sobre fornecimento de armas britânicas à Ucrânia uma “escalada direta" em torno do conflito
o Kremlin considerou, esta sexta-feira, que a declaração do Ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, David Cameron, de que a Ucrânia poderia utilizar armas britânicas contra alvos dentro da Rússia, se assim o desejasse, constitui uma escalada direta e perigosa das tensões em torno do conflito, avança a Reuters.
Cameron prometeu 3,7 mil milhões de dólares de ajuda militar anual à Ucrânia durante "o tempo que for necessário" na quinta-feira, acrescentando que Londres não se opõe a que as suas armas sejam utilizadas dentro da Rússia.
"A Ucrânia tem esse direito. Quando a Rússia está a atacar dentro da Ucrânia, compreende-se perfeitamente porque é que a Ucrânia sente a necessidade de se defender", disse Cameron à Reuters durante uma visita a Kiev.
Correio da Manhã
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Seis feridos em ataque de drones russos contra Kharkiv e Dnipro
Seis pessoas ficaram feridas num ataque de drones russos contra as regiões ucranianas de Kharkiv e Dnipro, na madrugada deste sábado, avança a Reuters.
O exército russo lançou 13 drones Shahed. As unidades de defesa aérea ucranianas intercetaram todos os drones, disse a Força Aérea ucraniana, citada pela Reuters
Os destroços dos drones abatidos atingiram infra-estruturas críticas e edifícios comerciais e residenciais.
Correio da Manhã
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Forças de Kiev sob pressão máxima no leste do país
As Forças de Defesa da Ucrânia encontram-se sob pressão máxima no leste do país, à medida que a Rússia intensifica as suas investidas em superioridade de homens e equipamento militar antes da chegada do novo apoio militar a Kiev.
Desde a queda de Adviivka, em fevereiro passado, pouco antes de se assinalar o segundo aniversário da invasão russa, as tropas de Moscovo têm concentrado fogo na direção de Chasiv Yar, uma pequena cidade na província de Donetsk que tinha apenas 13 mil habitantes antes da guerra e que se encontra semi-destruída.
Nas últimas semanas, as forças russas fizeram progressões na região, aldeia após aldeia, com casos em que a mesma localidade muda sucessivamente de mãos no mesmo dia, a par de campanhas de ataques com bombas aéreas e planadoras que saturam os deficitários militares ucranianos.
Lusa
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Itália diz que declarações de Macron sobre possível intervenção aumentam tensão
O ministro da Defesa italiano, Guido Crosetto, considerou que as declarações do Presidente francês, Emmanuel Macron, sobre a possibilidade de envio de tropas ocidentais para a Ucrânia "aumentam a tensão" em torno do conflito iniciado pela invasão russa.
A posição do governante italiano consta de uma entrevista de Guido Crosetto ao jornal diário 'Corriere dela Sera', este sábado publicada.
"Não julgo o Presidente de um país amigo como a França, mas não entendo o propósito e a utilidade destas declarações, que objetivamente aumentam a tensão", afirmou o ministro.
Lusa
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Agência Atómica da ONU denuncia atividades militares "quase diárias" na central de Zaporíjia
A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) denunciou atividades militares "quase diárias" nas imediações da central nuclear de Zaporíjia, a maior da Europa, alertando novamente para o perigo das mesmas para a integridade das instalações.
O novo aviso da agência nuclear das Nações Unidas surge depois de os seus peritos terem ouvido, na passada terça-feira, durante uma inspeção, "mais de uma centena de disparos nas imediações" da central.
"Em três ocasiões, no espaço de uma hora, na tarde de terça-feira, a equipa da AIEA na ZNPP ouviu um total de mais de 100 disparos de espingardas de assalto", refere a nota da agência.
Lusa
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Rússia emite mandado de captura contra Zelensky
A Rússia emitiu um mandado de captura contra o Presidente ucraniano Vladimir Zelensky, avança a agência TASS, citando o Ministério do Interior da Rússia.
Correio da Manhã
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Kiev diz que inclusão de Zelensky em lista de procurados é "desespero"
A diplomacia da Ucrânia reagiu à inclusão este sábado do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na lista de procurados do Ministério do Interior da Rússia, dizendo que se trata de uma prova do "desespero" de Moscovo.
De acordo com um comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, "as informações russas sobre a alegada inclusão do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na lista de pessoas procuradas pelo Ministério do Interior russo demonstram o desespero do Estado russo e da máquina de propaganda, que não sabe o que mais inventar para chamar a atenção".
"Gostaríamos de lembrar a todos que, ao contrário dos anúncios inúteis da Rússia, o mandado de prisão do Tribunal Penal Internacional contra o ditador russo, Vladimir Putin, por crimes de guerra é real e executório em 123 países", acrescenta o comunicado.
Lusa
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Macron critica papel da Rússia como "potência desestabilizadora" na Europa
O Presidente francês criticou o papel da Rússia como "potência desestabilizadora" na Europa e, no contexto da invasão da Ucrânia, apelou ao continente europeu para "não fechar nenhuma porta", uma vez que Moscovo "não impõe limites".
"Hoje [a Rússia] decidiu resolutamente tornar-se uma potência desestabilizadora que não impõe limites estratégicos às suas ações", defendeu Emmanuel Macron em entrevista ao La Tribune Dimanche, segundo informou no sábado o jornal Le Figaro.
A Rússia já não tem "um objetivo estratégico declarado" na Ucrânia, como tinha no início, o de "salvar as províncias ucranianas que tinham declarado autonomia", denunciou Macron.
Lusa
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Exército russo assume controlo da aldeia de Ocheretyne em Donetsk
O exército russo assumiu o controlo da aldeia de Ocheretyne, na região de Donetsk, no leste da Ucrânia, este domingo, avançou a Reuters, citando o Ministério da Defesa russo.
A localidade tinha uma população de cerca de 3 mil habitantes antes da guerra.
Correio da Manhã
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Pelo menos seis mortos e 33 feridos em ataque de drone ucraniano a Belgorod
As autoridades regionais russas de Belgorod afirmaram, esta segunda-feira, que pelo menos seis pessoas morreram e 33 ficaram feridas num ataque de um drone ucraniano, avança a Reuters.
Correio da Manhã
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PM ucraniano convencido que adesão à NATO será decidida em julho
O primeiro-ministro da Ucrânia, Denis Shmigal, garantiu esta segunda-feira que Kiev está "a um passo" de entrar na NATO e confia que a Aliança tomará uma decisão sobre o assunto na próxima cimeira, marcada para julho em Washington.
"O nosso exército trabalha de acordo com os padrões da NATO [Organização do Tratado do Atlântico Norte]. Implementámos todas as reformas necessárias e agora estamos a um passo de sermos convidados", disse Shmigal, numa entrevista à televisão canadiana CBC.
Shmigal reiterou a ideia de que uma derrota da Ucrânia na guerra contra a Rússia torna "mais que provável" o início de uma terceira guerra mundial, sublinhando que os países bálticos e a Polónia serão os próximos objetivos russos.
Isso obrigaria a NATO a entrar no conflito, afirmou.
Por isso, sublinhou, o que a Ucrânia está a fazer neste momento é proteger os valores e as fronteiras "do mundo civilizado", pelo que apoiar a Ucrânia significa "proteger o futuro global".
Lusa
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Finlândia armazena armas na Noruega para fazer face a uma eventual crise
As autoridades finlandesas afirmaram esta segunda-feira que têm armas e equipamento militar armazenados na Noruega para o caso de uma crise grave na Europa e sugeriram que poderiam tomar medidas semelhantes para armazenar armas também na Suécia.
Numa entrevista ao diário Financial Times, o ministro da Defesa finlandês, Mikko Heiskannen, referiu que essa cooperação deverá ser acordada com as autoridades suecas e outros países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) num futuro próximo.
"Já não estamos sozinhos. Agora podemos contar com os outros", afirmou Heisknnanen.
"Os ovos não têm de estar todos no mesmo cesto", prosseguiu o ministro finlandês, pouco depois de o Governo finlandês ter manifestado o desejo de construir uma fábrica para produzir TNT, um composto químico altamente explosivo habitualmente utilizado para lançar foguetes e mísseis.
As autoridades, que já iniciaram conversações com as várias indústrias potencialmente envolvidas no projeto, estão a tentar fazer avançar um acordo de cooperação no domínio da defesa com os Estados Unidos.
Lusa
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União Europeia conta com a China para pressionar a Rússia a acabar com a guerra na Ucrânia
A Presidente da Comissão Europeia, Ursula von Der Leyen, disse, esta segunda-feira, que a União Europeia conta que a China pressione a Rússia a por fim à guerra na Ucrânia, avança a Reuters.
A afirmação surgiu depois das declarações do presidente da China, Xi Jingping.
"Contamos com a China para usar toda a sua influência sobre a Rússia para pôr fim à guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia", disse von der Leyen.
"O Presidente Xi desempenhou um papel importante no desanuviamento das ameaças nucleares irresponsáveis da Rússia e estou confiante de que o Presidente Xi continuará a fazê-lo num contexto de ameaças nucleares contínuas por parte da Rússia", acrescentou.
Correio da Manhã
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Putin ordena utilização de armas nucleares em exercícios militares
Vladimir Putin, presidente da Rússia, ordenou, esta segunda-feira, a utilização de armas nucleares táticas em exercícios militares, depois de considerar que, os Estados Unidos da América, Inglaterra e França estão a apoiar o armamento ucraniano com elevadas quantias de dinheiro, avança a Reuters
Correio da Manhã
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Ministro da Defesa italiano contesta posição de Macron sobre envio de tropas para a Ucrânia
O ministro da Defesa italiano, Guido Crosetto, contestou o "passo em frente" do Presidente francês, Emmanuel Macron, sobre o envio de tropas para a Ucrânia, numa entrevista publicada esta segunda-feira no diário Il Messaggero.
"Não sei que benefício trará nesta fase tão difícil, em que são necessárias análise, racionalidade e diplomacia", afirmou Crosetto, que voltou a discordar da proposta lançada por Macron há alguns meses.
Lusa
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NATO diz que anúncio russo de manobras com armas nucleares é irresponsável
A NATO classificou como "perigosa e irresponsável" a decisão da Rússia de anunciar que planeia realizar em breve exercícios militares envolvendo armas nucleares táticas.
"A retórica nuclear da Rússia é perigosa e irresponsável. A NATO permanece vigilante", disse a porta-voz da Aliança Atlântica Farah Dakhlallah, salientando que a postura coletiva dos membros da sua organização é prova da "garantia de proteção de cada centímetro de território aliado".
A porta-voz lembrou que a Ucrânia tem direito à legítima defesa, consagrado na Carta das Nações Unidas, e insistiu que os aliados "continuarão a apoiar a Ucrânia".
Lusa
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Pentágono critica "retórica irresponsável" sobre exercícios nucleares russos
O Pentágono criticou esta segunda-feira a "retórica irresponsável" de Moscovo, na sequência do anúncio russo de exercícios nucleares perto da Ucrânia.
"Este é um exemplo do tipo de retórica irresponsável que já vimos da Rússia no passado. É totalmente inapropriada tendo em conta a atual situação de segurança", afirmou o porta-voz do Pentágono, Pat Ryder, aos jornalistas.
Os Estados Unidos ainda não observaram "qualquer alteração no posicionamento das forças estratégicas" russas, mas continuarão a "monitorizar", acrescentou.
Lusa
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Moscovo convoca embaixador francês contra "provocações" de Macron
A Rússia convocou esta segunda-feira o embaixador francês em Moscovo para denunciar a política "destrutiva e provocadora" de Paris, depois de o Presidente francês ter voltado a admitir o envio tropas ocidentais para a Ucrânia.
"O lado russo apresentou a sua avaliação de princípio da linha destrutiva e provocadora de Paris, que está a levar a uma escalada do conflito", disse a diplomacia russa em comunicado.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros russo avisou o embaixador francês Pierre Levy que "as tentativas das autoridades francesas de criar uma certa 'indeterminação estratégica' através das suas declarações irresponsáveis" sobre o envio de militares para a Ucrânia "estão condenadas ao fracasso".
Lusa
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Rússia adverte que entrega de F-16 a Kiev será considerada provocação da NATO
A Rússia advertiu esta segunda-feira que o envio de caças F-16 à Ucrânia será considerado uma provocação dos Estados Unidos e da NATO, estejam ou não capacitados para transportar armamento nuclear.
"Independentemente das alterações efetuadas aos aviões entregues, serão por nós considerados como portadores de armas nucleares e consideramos esse passo dos Estados Unidos e da NATO como uma deliberada provocação", assinalou em comunicado o Ministério dos Negócios Estrangeiros russo.
Moscovo tem sublinhado desde há vários anos que este tipo de aviões tem sido utilizados nas designadas "missões nucleares conjuntas" da NATO.
Lusa
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Líderes dos países bálticos qualificam anúncio russo de manobras nucleares de "táticas de medo"
As chefes de Governo dos três países bálticos qualificaram de "táticas de medo" do Kremlin o anúncio emitido hoje por Moscovo sobre manobras com armas nucleares táticas para efetuar simulacros de exercícios.
A primeira-ministra da Estónia, Kaja Kallas, afirmou em conferência de imprensa após receber em Riga o chanceler alemão Olaf Scholz, acompanhada pelas homólogas da Letónia e Lituânia, que as declarações do Presidente russo Vladimir Putin não constituem nada de novo e "foram feitas para fazer questionar as decisões" de apoiar a Ucrânia.
A primeira-ministra da Letónia, Evika Silina, afirmou que as ameaças do Kremlin são dirigidas aos países que planeiam assistir em junho na Suíça à conferência de paz sobre a Ucrânia.
Lusa
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Polónia financia 20 mil terminais de acesso das forças de Kiev à Internet por satélite
O Governo polaco está a financiar uma operação de 20 mil terminais de acesso à Internet por satélite Starlink na Ucrânia, uma rede essencial de telecomunicações para o Exército do país, informaram hoje as autoridades de Varsóvia.
"Hoje temos mais de 20.000 Starlinks, cuja operação é financiada pela Polónia", declarou o ministro polaco da Digitalização, Krzysztof Gawkowski, durante uma visita a Kiev, citado pela agência PAP.
"A Starlink dá apoio ao Exército ucraniano, mas também aos hospitais", sublinhou.
Em janeiro, o Ministério da Digitalização polaco já tinha indicado que Varsóvia era "o maior fornecedor de terminais Starlink" para Kiev, com 7.990 unidades.
A Starlink possui uma rede de mais de 2.000 pequenos satélites em órbita baixa acima da Terra ligados a terminais terrestres que podem gerar 'wi-fi' e acesso à Internet.
Lusa
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Rússia avisa que armas enviadas para Kiev estão no mercado negro
As autoridades russas avisaram hoje que os fornecimentos de armas ocidentais às Forças Armadas ucranianas "inundam o mercado negro", admitindo consequências catastróficas para o continente europeu.
Segundo a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, Maria Zakharova, o Governo da Ucrânia exporta as armas que recebe dos seus parceiros ocidentais para terceiros, apesar de os Estados Unidos e outros países terem tentado controlar a situação com comissões.
"Washington até tentou enviar uma comissão (...) para descobrir onde e como foi distribuída ajuda financeira e assistência de milhões de dólares sob a forma de armas", disse Zakharova, que acusa o regime de Kiev de distribuir armas para várias partes do mundo.
"Ninguém sabe para onde, e em que quantidade, o regime de Kiev envia essas mesmas armas, porque, obviamente, já apareceram em várias partes do mundo, incluindo na Europa Ocidental", disse a porta-voz da diplomacia russa.
Zakharova assegurou que tudo isto terá "consequências catastróficas" não só para a Europa Ocidental, mas também para a Aliança Atlântica como um todo, recordando que uma situação semelhante ocorreu há anos com o movimento terrorista Al-Qaeda.
"No início Bin Laden era o melhor amigo dos Estados Unidos e do Ocidente. Deram-lhe apoio adequado no espaço público. Os 'media' ocidentais homenagearam-no, como 'guerreiro da democracia' e ' guerreiro da luz'. Mais tarde declararam-no terrorista número um", disse a porta-voz.
Os aliados internacionais da Ucrânia forneceram a Kiev centenas de milhões de euros em armas e ajuda financeira para enfrentar a invasão russa, que começou no final de fevereiro de 2022 por ordem do presidente Vladimir Putin.
O Governo ucraniano garantiu sempre que as armas ocidentais não saíram da posse das suas Forças Armadas.
Lusa
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Cabo Verde vai participar na cimeira de paz promovida por Kiev
Cabo Verde vai participar na cimeira sobre a fórmula da paz proposta por Kiev para a resolução do conflito com a Rússia, adiantou esta terça-feira o Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, sublinhando que a "voz de África" é importante mesta matéria.
"Cabo Verde foi um dos primeiros países africanos a confirmar a presença na Cimeira da Paz", frisou o chefe de Estado ucraniano, numa nota na rede social X sobre uma conversa com o primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva.
Zelensky agradeceu ao primeiro-ministro cabo-verdiano pelo apoio à fórmula de paz de Kiev e pela "sua posição de princípio relativamente à agressão russa".
Os dois governantes discutiram "os esforços necessários para encorajar o maior número possível de países do continente [africano] a participar na cimeira", vincou Zelensky.
"A voz de África é importante quando se trata do apoio global a uma paz justa na Ucrânia", acrescentou.
Já Ulisses Correia e Silva divulgou na sua conta no X que recebeu e aceitou o convite de Zelensky para participar na cimeira de paz que decorrerá em 15 e 16 de junho na Suíça.
Numa outra nota no X, Volodymyr Zelensky frisou que Kiev continua a 'maratona' rumo à cimeira de paz que decorrerá na Suíça.
"Cada líder que participará na Cimeira, cada líder que ajuda na sua organização e cada Estado cuja força estamos agora a acrescentar à força coletiva de proteção da vida humana estão todos a contribuir para a maratona de preparativos da Cimeira da Paz", destacou o Presidente ucraniano.
Zelensky referiu que conversou hoje com os líderes de Espanha, Bélgica, Letónia, Finlândia e Cabo Verde e que, "passo a passo", está "a reunir uma comunidade verdadeiramente global, com todos os continentes representados na Cimeira".
Lusa
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Rússia lança ataque aéreo de grande escala contra Kiev e Lviv e causa grandes danos em centrais elétricas
A Rússia lançou um ataque aéreo em gande escala contra as cidades ucranianas de Kiev e Lviv, na madrugada desta quarta-feira, causando grandes danos em centrais elétricas, avança a Reuters. Duas pessoas ficaram feridas na região de Kiev.
A força aérea ucraniana afirmou ter abatido 39 dos 55 mísseis e 20 dos 21 drones de ataque utilizados no ataque.
Correio da Manhã
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Rússia diz que conflito na Ucrânia termina em duas semanas se Ocidente interromper o fornecimento militar a Kiev
A Rússia afirmou que a guerra na Ucrânia terminaria dentro de duas semanas se o Ocidente suspender os fornecimentos militares a Kiev, avança a Reuters.
No início do mês Josep Borrell disse que a existência da Ucrânia dependia do Ocidente e que a guerra estaria terminada num par de semanas se o fornecimento de armamento ocidental terminasse.
"E o que é necessário para desanuviar o confronto, Borrell disse: se deixarem de fornecer armas a Kiev, tudo estará terminado em duas semanas. E aqui está a fórmula", disse a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, Maria Zakharova.
Correio da Manhã
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Stoltenberg garante que Kiev não pediu tropas da NATO
O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, garantiu esta quarta-feira ter dito à primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, que a Ucrânia não pediu a intervenção militar da Aliança Atlântica para combater a invasão russa.
"A NATO [Organização do Tratado do Atlântico Norte] não tem intenção de enviar forças para a Ucrânia", acrescentou Stoltenberg, em declarações à agência noticiosa italiana ANSA, após o encontro com Meloni.
"Quando visitei a Ucrânia, na semana passada, os ucranianos não pediram tropas da NATO, mas sim mais apoio", sublinhou Stoltenberg, que se encontra em visita oficial a Itália.
Lusa
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UE alcança acordo sobre lucros com bens russos e estuda novo pacote de sanções
Os embaixadores dos 27 Estados-membros junto da União Europeia (UE) chegaram hoje a acordo político sobre a mobilização dos lucros com bens russos congelados para a Ucrânia, estando a estudar novas sanções à Rússia que abrangem o GNL.
"Os embaixadores da UE chegaram a um acordo de princípio sobre as medidas relativas às receitas extraordinárias provenientes dos ativos imobilizados da Rússia. O dinheiro servirá para apoiar a recuperação e a defesa militar da Ucrânia no contexto da agressão russa", escreveu a presidência belga do Conselho, numa publicação na rede social X (antigo Twitter).
Fonte comunitária explicou que este é "mais um nível adicional de apoio à Ucrânia, atualmente estimado em cerca de três mil milhões de euros por ano", num total de 12 mil milhões nos próximos quatro anos.
Lusa
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Ataque russo contra centro desportivo de Kharkiv fere várias crianças
Pelo menos cinco crianças ficaram feridas esta quarta-feira na sequência de um ataque russo nas proximidades de um centro desportivo no distrito de Saltovski, na província ucraniana de Kharkiv.
As autoridades de Kharkiv informaram que dois adultos também ficaram feridos, num ataque que atingiu instalações desportivas de um centro educativo.
"O Exército russo atacou deliberadamente um alvo civil: um campo desportivo. Durante o dia. Quando as crianças brincavam na rua. O Estado agressor será responsável por todos os crimes contra o povo ucraniano", denunciou o gabinete governamental de Kharkiv.
Lusa
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Putin declara que forças nucleares da Rússia estão sempre prontas
O Presidente russo, Vladimir Putin, declarou esta quinta-feira que forças nucleares estratégicas da Rússia estão "sempre" prontas para o combate.
"A Rússia fará tudo para evitar um confronto global. Mas, ao mesmo tempo, não permitiremos que ninguém nos ameace. As nossas forças estratégicas [nucleares] estão sempre em alerta", declarou o Presidente russo.
No contexto da guerra na Ucrânia, e na mesma semana em que tomou posse para o quinto mandato como chefe de Estadio, Putin anunciou que vai ordenar "manobras militares nucleares" num "futuro próximo".
Lusa
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Ucrânia vai libertar prisioneiros que queiram lutar pelo país na guerra
Alguns reclusos ucranianos poderão pedir liberdade condicional se se juntarem a exército daquele país. A medida faz parte de uma nova lei aprovada no parlamento da Ucrânia, que tem por objetivo aumentar o efetivo de Kiev no conflito com a Rússia.
Segundo a CNN, a lei aplica-se aos prisioneiros que não tenham mais de três anos da sentença por cumprir e não vai abranger aqueles que estejam associados a crimes mais graves, como violações, homicídios e pedofilia.
Correio da Manhã
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Zelensky demite chefe de departamento de coronéis acusados de conspirar para matá-lo
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, demitiu esta quinta-feira o chefe do Departamento de Proteção do Estado (UDO), a que pertenciam até há dois dias dois coronéis detidos por alegado envolvimento numa conspiração russa para assassiná-lo.
No entanto, a destituição de Serhi Rudi decorreu no âmbito de um processo de remodelação das altas patentes das Forças Armadas. Hoje foi também nomeado o novo comandante das Forças de Operações Especiais, Oleksander Trepak.
No início desta semana, o Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) deteve dois coronéis do UDO pelo seu alegado envolvimento numa conspiração russa para matar o chefe de Estado ucraniano.
Lusa
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Rússia tenta invadir por terra região ucraniana de Kharkiv
A Rússia tentou invadir por terra a região ucraniana de Kharkiv esta sexta-feira, avança o K
A Rússia tentou invadir por terra a região ucraniana de Kharkiv esta sexta-feira, avança o Kyiv Independent.
"Por volta das 5 da manhã, houve uma tentativa do inimigo de romper a nossa linha defensiva sob a cobertura de veículos blindados", escreveu o Ministério da Defesa da Ucrânia.
Correio da Manhã
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Bombardeamento russo mata duas pessoas e fere cinco na região ucraniana de Kharkiv
Duas pessoas morreram e cinco ficaram feridas, esta sexta-feira, em bombardeamentos russos na região nordeste de Kharkiv. A informação foi avançada pela Reuters.
Correio da Manhã
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EUA autorizam envio de novo pacote de ajuda militar para Kiev
O Presidente dos EUA, Joe Biden, anunciou esta sexta-feira que ordenou o envio de um novo pacote de ajuda, no valor de 400 milhões de dólares (cerca de 370 milhões de euros), para a defesa da Ucrânia.
Num comunicado, Biden confirmou que os fundos incluem "artigos e serviços de defesa do Departamento de Defesa", bem como materiais de treino militar, todos "para prestar assistência à Ucrânia", na resistência à invasão russa.
Segundo o jornal 'online' Politico, o pacote envolverá a transferência de armas norte-americanas e inclui novos mísseis Patriot, mísseis antiaéreos Stinger, veículos de combate Bradley, veículos anti-minas, sistemas anti-blindados Javelin e diversas munições.
Lusa
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Uma mulher morta e 29 pessoas feridas em bombardeamentos ucranianos em Belgorod
Uma mulher morreu e 29 pessoas ficaram feridas, este sábado, na sequência de bombardeamentos ucranianos à região russa de Belgorod. A informação foi avançada pelo governador da região e citada pela Reuters
Correio da Manhã
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Zelensky afirma existência de vários combates em aldeias da região de Kharkiv
Zelensky afirmou, este domingo, que decorrem vários combates em aldeias da região de Kharkiv, no nordeste da Ucrânia, enquanto as forças russas tentavam avançar para o outro lado da fronteira, avança a Reuters.
Existiram ainda combates em Donetsk.
Correio da Manhã
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Kiev relata baixas russas sem precedentes na ofensiva de Kharkiv
O Estado-Maior ucraniano estimou esta segunda-feira em 1.740 o número de vítimas russas nas últimas 24 horas, um número sem precedentes na ofensiva transfronteiriça lançada pela Rússia contra a região nordeste da Ucrânia de Kharkiv.
O número de baixas inclui soldados russos mortos e feridos e é superior aos que Kiev tinha relatado nas últimas semanas e meses, quando esta contagem estava entre 800 e 1.300 vítimas quase diariamente.
A Rússia lançou um ataque transfronteiriço contra a região fronteiriça do norte de Kharkiv na sexta-feira, conseguindo romper as defesas ucranianas que protegiam a fronteira com a Rússia para levar os combates ao território ucraniano.
Kiev indicou que os combates estão ocorrer em cidades de duas áreas distintas da zona fronteiriça de Kharkiv.
Lusa
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Polónia suspende negociações com a Ucrânia sobre questões agrárias
As autoridades polacas anunciaram esta segunda-feira a suspensão das conversações com a Ucrânia sobre questões agrícolas, após meses de protestos dos agricultores polacos, acusando alguns dos negociadores ucranianos de corrupção.
Lusa
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Bruxelas prolonga por mais um ano regras autónomas de comércio com Moldova e Ucrânia
Bruxelas prolongou por mais um ano as regras autónomas de comércio com a Ucrânia e a Moldova, afetadas pela invasão russa, que inclui a suspensão dos encargos alfandegários e quotas para produtos exportados pelos dois países.
Em comunicado, o Conselho da UE anunciou que vai prorrogar a suspensão de encargos alfandegários de 06 de junho deste ano até 05 de junho de 2025.
Já as regras autónomas para a Moldova têm uma prorrogação de 25 de julho até 24 de julho do próximo ano, que "também reforça a proteção para produtos agrícolas sensíveis, aumentando o mecanismo de salvaguarda que já existe".
A União Europeia (UE) vai prorrogar a suspensão de encargos alfandegários às exportações da Ucrânia para os 27 por mais um ano, na sequência da invasão russa, anunciou esta segunda-feira a Comissão Europeia.
Em comunicado, o executivo comunitário anunciou a suspensão de encargos alfandegários para produtos importados à Ucrânia por mais um ano, depois da adoção desta decisão hoje pelo Conselho da UE e da aprovação pelo Parlamento Europeu no dia 23 de abril.
Em simultâneo também vai vigorar um "mecanismo de salvaguarda reforçado" para evitar disrupções no mercado interno da UE ou de alguns Estados-membros, que inclui um "travão de emergência" para importações de ovos, aves, açúcar, aveia, milho e mel, que pode ser acionado imediatamente se o volume de importações atingir a média anual das importações registadas entre 01 de julho de 2021 e 31 de dezembro de 2023.
Em 31 de janeiro de 2024, a Comissão Europeia propôs prorrogar por mais um ano a suspensão dos direitos e quotas de importação sobre todas as importações da Ucrânia e da Moldova para a União Europeia.
A proposta foi apresentada no contexto da guerra de agressão contínua da Rússia contra a Ucrânia e do consequente impacto contínuo na Moldova, da necessidade resultante de continuar a apoiar os dois países e tem em conta que Kiev e Chisinau receberam o estatuto de candidato ao bloco político-económico em junho de 2022 e as negociações de adesão foram abertas em dezembro de 2023.
Lusa
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MNE Kuleba aborda integração na UE com homólogo em visita à Sérvia
O ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Dmytro Kuleba, debateu esta segunda-feira com o homólogo sérvio, Mark Djuric, sobre como está a decorrer o processo de integração dos respetivos países na União Europeia (UE), num encontro em Belgrado.
"Discutimos diferentes formas de aumentar a nossa cooperação bilateral. O ministro Djuric expressou o seu apoio à soberania e à integridade territorial da Ucrânia e eu fiz o mesmo em relação à Sérvia. Abordámos a integração europeia dos dois países", afirmou Kuleba numa mensagem divulgada na sua conta da rede social X (antigo Twitter).
O chefe da diplomacia ucraniana reuniu-se também com o Presidente sérvio, Aleksandar Vucic, e com o primeiro-ministro, Milos Vucevic.
Lusa
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NATO acusa China de ser principal facilitador da guerra
O secretário-geral da NATO defendeu esta segunda-feira que a China é o "principal país" facilitador da guerra da Rússia contra a Ucrânia e exigiu uma mudança de postura de Pequim.
"O principal país que está a possibilitar a agressão da Rússia contra a Ucrânia é a China. [Pequim] é de longe o maior parceiro comercial da Rússia", disse Jens Stoltenberg, no quartel-general da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), em Bruxelas.
Numa intervenção por videoconferência, a propósito de uma cimeira da NATO sobre a juventude em Estocolmo (Suécia) e Miami (Estados Unidos), o secretário-geral referiu que Pequim está a "fornecer os componentes críticos" de que Moscovo precisa para "a sua tecnologia avançada".
Lusa
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Chanceler alemão apela a aumento da produção de armamento na Europa
O chanceler alemão Olaf Scholz exortou esta segunda-feira os países europeus a fabricar mais armamento para satisfazer as necessidades da Ucrânia na guerra com a Rússia.
"O que aprendemos foi que temos de aumentar a nossa produção, não estávamos preparados para uma guerra longa, esta é uma das lições desta guerra", disse Scholz numa conferência de imprensa em Estocolmo no final de uma reunião com os chefes de Governo dos cinco países nórdicos.
Scholz pugnou pelo envio de mais armamento para a Ucrânia, em particular munições e defesa aérea, e pediu para se "fazer mais" e encontrar soluções para satisfazer os pedidos de Kiev.
Lusa
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EUA consideram que substituição de Shoigu demonstra "desespero" de Putin
O Departamento de Estado norte-americano considerou esta segunda-feira que a substituição do ministro da Defesa russo demonstra que o Presidente Vladimir Putin está "desesperado" face ao custo da guerra na Ucrânia.
"Trata-se de uma nova indicação da vontade desesperada de Putin em prosseguir a sua guerra de agressão contra a Ucrânia, apesar de representar um importante peso para a economia russa e implicar pesadas perdas para as tropas russas", declarou o porta-voz Vedant Patel aos 'media'.
"A Rússia desencadeou esta guerra não provocada contra a Ucrânia. Putin pode pôr-lhe termo a qualquer momento ao retirar as suas forças da Ucrânia", prosseguiu o porta-voz.
Lusa
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Casa Branca diz que ajuda militar aprovada em abril já está no país
A ajuda militar que o Congresso dos Estados Unidos aprovou em abril para Kiev já está na Ucrânia, afirmou esta segunda-feira o conselheiro de segurança nacional da Casa Branca, Jake Sullivan.
Em conferência de imprensa, Sullivan indicou que parte da ajuda aprovada já alcançou o campo de batalha e que o foco dos Estados Unidos e seus aliados agora é conseguir mais defesas antiaéreas para a Ucrânia.
"A Rússia continuou a ultrapassar os limites da sua campanha militar em termos de brutalidade e intensidade. A Rússia procura cada vez mais objetivos, na maioria infraestruturas civis, para destruir a rede elétrica ucraniana", adiantou.
Lusa
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Blinken faz visita surpresa a Kiev para reiterar apoio dos EUA
O chefe da diplomacia norte-americana chegou esta madrugada a Kiev para uma visita surpresa, para reiterar o apoio dos EUA à Ucrânia, dias depois da Rússia ter lançado uma ofensiva no nordeste do país.
Antony Blinken chegou de comboio noturno à capital ucraniana, vindo da Polónia, e deve encontrar-se esta terça-feira com o Presidente, Volodymyr Zelensky, na quarta visita a Kiev desde o início da invasão russa, em fevereiro de 2022.
Blinken deverá ainda reunir-se com o homólogo ucraniano, Dmytro Kuleba, e proferir, num encontro com membros da sociedade civil, um discurso centrado no "futuro da Ucrânia", disse aos jornalistas um dirigente governamental norte-americano, a bordo do comboio.
Lusa
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UE aprova plano para pagamentos regulares à Ucrânia até 2027 num total de 50 mil milhões de euros
Os ministros das Finanças da União Europeia aprovaram esta terça-feira um plano com 69 reformas e 10 investimentos na Ucrânia até 2027, no âmbito do Mecanismo de Apoio de 50 mil milhões de euros, prevendo "pagamentos regulares" ao país.
"O Conselho adotou hoje uma decisão de execução que avalia positivamente o Plano para a Ucrânia, que define as intenções do Governo da Ucrânia no que se refere à recuperação, reconstrução e modernização do país, bem como as reformas que tenciona empreender no âmbito do seu processo de adesão à UE nos próximos quatro anos", indica, em comunicado, a instituição os países comunitários.
A 'luz verde' foi dada na reunião dos ministros das Finanças da UE, esta terça-feira em Bruxelas e na qual Portugal esteve representado pelo governante da tutela, Joaquim Miranda Sarmento, estando em causa o plano previamente aceite pela Comissão Europeia com 69 reformas e 10 investimentos na Ucrânia até 2027, que obrigam ao cumprimento de 146 indicadores para apoio financeiro da UE.
Lusa
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Nuno Melo confirma que visita de Zelensky a Portugal está a ser preparada
O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, confirmou esta terça-feira em Lisboa que a visita do Presidente da Ucrânia a Portugal "está a ser preparada", sem adiantar mais pormenores sobre a data ou programa da deslocação.
Lusa
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Novo ministro da Defesa russo quer vitória na guerra com perdas mínimas
O novo ministro da Defesa da Rússia, Andrei Belousov, um economista sem experiência militar, afirmou esta terça-feira que pretende modernizar as forças armadas e alcançar a vitória na Ucrânia com perdas humanas mínimas.
Lusa
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PCP espera que visita de Zelensky a Portugal contribua para "solução de paz"
O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, disse esta terça-feira esperar que a visita do Presidente da Ucrânia a Portugal, que está a ser preparada, permita ao Estado português contribuir para "a solução da paz".
"Estamos perante a visita de um presidente de um país que está em guerra, portanto, o Estado português, cumprindo aquilo que tem cumprir (...) devia aproveitar essa visita para contribuir para a solução da paz, que é isso que o povo ucraniano precisa", afirmou Paulo Raimundo, à margem de uma visita ao museu de Serralves, no Porto.
Dizendo aguardar "por mais pormenores" sobre a visita do Presidente da Ucrânia a Portugal, o secretário-geral do PCP defendeu que essa é "a grande mensagem" a passar pelas entidades nacionais.
Lusa
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Blinken defende que Rússia deve pagar reconstrução do país
O secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, defendeu esta terça-feira em Kiev que a Rússia deve pagar a reconstrução da Ucrânia e reiterou a promessa de apoio de Washington até que a segurança do país seja restabelecida.
Num discurso dirigido a estudantes durante a visita que hoje realizou a Kiev, o chefe da diplomacia dos Estados Unidos defendeu que a compensação de Moscovo pela destruição provocada pela invasão russa da Ucrânia, desde 24 de fevereiro de 2022, é "o que o direito internacional exige e é o que o povo ucraniano merece".
Blinken assegurou que Washington tem a intenção de utilizar para este fim os bens russos apreendidos pelos Estados Unidos após o começo da invasão, ao mesmo tempo que recordou que o seu país está ao lado da Ucrânia "desde o primeiro dia" do conflito.
Lusa
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Mais de 7.500 pessoas retiradas na região de Kharkiv
Pelo menos 7.531 civis, incluindo 568 menores, foram retirados nos últimos dias na região de Kharkiv, no nordeste da Ucrânia, como medida de prevenção face à ofensiva militar russa, informou esta terça-feira o governador Oleg Sinegubov.
"A evacuação continua, mas a cada dia, a cada minuto, torna-se mais difícil", afirmou o governador de Kharkiv, em declarações a jornalistas ucranianos, alertando para o agravamento da situação na área de Vovchansk, a escassos quilómetros da fronteira com a Rússia.
Entre os civis retirados há cerca de 200 pessoas com diferentes graus de deficiência, explicou o governador, indicando que "a evacuação continuará até que todos saiam".
Lusa
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ONU denuncia padrão intensificado de ataques a infraestruturas civis
As Nações Unidas (ONU) denunciaram esta terça-feira um "padrão intensificado" de ataques russos a infraestruturas civis em toda a Ucrânia, com "consequências humanitárias de grande alcance", e manifestaram "extrema preocupação" com novas ofensivas contra o sistema ferroviário ucraniano.
Numa reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre a situação na Ucrânia, a diretora de Financiamento e Parcerias do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), Lisa Doughten, indicou que "hostilidades implacáveis" intensificaram-se nas últimas semanas, causando a morte e ferimentos a um grande número de civis, incluindo crianças.
"Estes ataques provocaram ainda mais deslocações de comunidades fronteiriças e da linha da frente. Até hoje, mais de 7.000 civis foram retirados das zonas fronteiriças de Kharkiv. Tiveram ainda consequências devastadoras para os civis que permanecem nessas áreas, privando-os do acesso a alimentos, cuidados médicos, eletricidade e gás", explicou.
Lusa
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Cortes de energia impostos em todo o país
A Ucrânia regista esta terça-feira cortes de energia, após bombardeamentos russos a centrais que as deixaram incapazes de responder a uma queda das temperaturas, anunciou a companhia pública de eletricidade Ukrenergo.
"Entre as 21h00 e as 24h00 (menos duas horas em Lisboa), a Ukrenergo foi obrigada a proceder a cortes de emergência controlados em todas as regiões da Ucrânia. A razão é a significativa falta de eletricidade no sistema após os ataques russos e o aumento do consumo devido a uma vaga de frio", explicou a empresa na rede Telegram.
Na capital, Kiev, 10% das casas tiverem de ser desligadas da rede.
As forças russas levaram a cabo alguns dos seus ataques mais devastadores contra infraestruturas energéticas na Ucrânia nos últimos meses, destruindo instalações importantes no país.
Nos últimos dias, as tropas de Moscovo capturaram cerca de 100 a 125 quilómetros quadrados na região de Kharkiv, no nordeste da Ucrânia, ao mesmo tempo que fazem esforços concertados para penetrar na província parcialmente ocupada de Donetsk, no leste do país.
Forças ucranianas recuam na frente de Kharkiv devido a ataques russos
O Exército ucraniano anunciou terça-feira à noite que retirou forças de "certas zonas" da frente da região de Kharkiv, no norte, onde a Rússia lançou uma nova ofensiva a 10 de maio.
"Em certas áreas, perto de Lukiantsi e Vovchansk, em resposta ao fogo inimigo e a um ataque de Infantaria, as nossas unidades manobraram para posições mais favoráveis, a fim de salvar as vidas dos nossos soldados e evitar perdas. A batalha continua", afirmou o Estado-Maior ucraniano nas redes sociais.
Em Vovchansk, a maior cidade a ser atacada pela atual campanha russa, a situação é "crítica", admitiu na terça-feira o chefe da administração militar local, Tamaz Gambarashvili, referindo-se aos "bombardeamentos constantes" e aos combates "nos arredores da cidade".
Lusa
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Estónia vai autorizar o uso de ativos russos congelados para indemnizar danos causados pela guerra na Ucrânia
O Parlamento da Estónia aprovou uma proposta que permite a utilização de ativos russos congelados para pagar indemnizações por danos causados pela guerra na Ucrânia, informou o Ministério dos Negócios Estrangeiros do país báltico em comunicado, esta quarta-feira.
"Demos um grande passo para criar um precedente que a Europa possa seguir", afirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros, Margus Tsahkna.
Cancelamento de visitas de Zelensky mostra gravidade da situação
O cancelamento da visita do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, a Portugal e Espanha mostra a "gravidade da situação" na Ucrânia, argumentam fontes diplomáticas europeias, quando a União Europeia (UE) avança para novo pacote de sanções à Rússia.
"Sabemos que a situação no país é bastante grave e é por isso que continuamos a apoiar e há muitas iniciativas em curso, [...] mas é evidente que a situação no terreno é bastante problemática -- não vamos esconder que isso é verdade -- e o facto de Volodymyr Zelensky ter cancelado qualquer visita [incluindo a Portugal e Espanha] mostra a gravidade da situação", declarou um alto funcionário europeu falando com jornalistas europeus em Bruxelas, incluindo a Lusa.
"Estamos a continuar a apoiar a Ucrânia. Penso que o que vimos na semana passada e que será confirmado na próxima semana, no que se refere à utilização dos lucros inesperados dos ativos congelados [russos], mostra a nossa determinação em manter apoio contínuo", acrescentou a mesma fonte diplomática europeia.
Lusa
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Kiev atribui quase 300 atos de violência sexual às forças russas
O comissário dos Direitos Humanos ucraniano, Dmytro Lubinets, indicou esta quarta-feira a ocorrência de 292 atos de violência sexual atribuídos às forças russas desde o início da invasão da Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022.
"Atualmente, estão registados 292 atos de violência sexual como resultado do conflito armado. Os invasores [russos] cometeram o maior número destes crimes nas regiões de Kherson, Donetsk, Kiev e Kharkiv", afirmou o provedor ucraniano, na rede Telegram, após um discurso da relatora especial da ONU, Alice Edwards, sobre tortura sexual em contexto de guerra.
Lubinets acrescentou que os soldados russos "não são impedidos pela idade ou pelo género", cometendo atos de violência sexual contra crianças, mulheres e homens ucranianos.
Lusa
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Presidente ucraniano visita Kharkiv para avaliar situação
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e membros do Governo deslocaram-se esta quinta-feira a Kharkiv, no nordeste da Ucrânia, onde a Rússia tem em curso uma ofensiva militar de grande escala.
A situação é "extremamente difícil", mas está "sob controlo", disse Zelensky nas redes sociais a partir de Kharkiv, citado pela agência francesa AFP.
Zelensky reuniu-se com os comandantes militares da região, segundo a agência ucraniana Ukrinform.
Lusa
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NATO diz que Rússia não tem capacidade militar suficiente para progressão na Ucrânia
A NATO revelou esta quinta-feira que a Rússia não tem capacidade militar suficiente para uma grande progressão na Ucrânia, depois de uma reunião no quartel-general da Aliança Atlântica, em Bruxelas.
"A Rússia não tem os números necessários para alcançar um avanço estratégico, não acreditamos nisso e, em concreto, não tem as competências e a capacidade para o fazer", disse o Comandante Supremo Aliado para a Europa (SACEUR), Christopher G. Cavoli, em conferência de imprensa conjunta com o presidente do Comité Militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), Rob Bauer.
As tropas russas "têm a capacidade para fazer ligeiros avanços e é isso que tem acontecido", admitiu o general norte-americano.
Lusa
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Kiev reclama neutralização de ataques russos na frente de Kharkov
As tropas ucranianas na região fronteiriça de Kharkov reclamam ter repelido "todos os ataques russos" nas últimas horas em três localidades da zona e "controlam" a situação no interior do município de Vovchansk.
"Na região de Kharkov ocorreram 10 batalhas. Os nossos soldados repeliram todos os ataques russos nas localidades de Lippi, Staritsia e Vovchansk", afirmou Oleg Siniegubov, chefe da Administração Militar da região de Kharkov, nordeste da Ucrânia, junto da fronteira com a Rússia.
Siniegubov, através das redes sociais, acrescentou que as forças russas ainda estão a tentar romper as defesas ucranianas em direção a Vovchansk.
Lusa
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Zelensky rejeita trégua na guerra com a Rússia durante os Jogos Olímpicos em Paris
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse rejeitar a ideia de uma "trégua" na guerra com a Rússia, durante os Jogos Olímpicos Paris2024, como defendeu o presidente francês, Emmanuel Macron.
"Eu disse: Emmanuel, não acreditamos nisso. Vamos imaginar, por um segundo, que há um cessar-fogo. Em primeiro, não confiamos em [Vladimir] Putin. Em segundo, ele não vai retirar as suas tropas. E, terceiro, Emmanuel, quem garante que a Rússia não vai aproveitar isso para trazer as suas tropas para o nosso território", afirmou Zelensky, em entrevista à agência noticiosa AFP.
Lusa
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Bombardeamentos ucranianos em Belgorod provocam 13 feridos. Há crianças entre as vítimas
Pelo menos 13 pessoas ficaram feridas em bombardeamentos ucranianos na região de Belgorod, no sul da Rússia, avançou o governador da região.
Entre os feridos, estão três crianças.
Correio da Manhã
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Marta Temido expressa apoio incondicional e espera solução de paz na Ucrânia
A cabeça de lista do PS às eleições europeias, Marta Temido, reuniu-se esta segunda-feira com a embaixadora da Ucrânia em Portugal, a quem expressou apoio "irrenunciável e incondicional", e manifestou esperança numa solução de paz pela via diplomática.
Lusa
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Ucrânia controla 60% da cidade fronteiriça de Kharkiv após ataques russos
As tropas ucranianas ainda controlam cerca de 60% de Vovchansk e estão a lutar para defender a cidade fronteiriça no nordeste da região de kharkiv dos ataques russos, disseram as autoridades.
De acordo com a Reuters, a captura de Vovchansk seria o ganho mais significativo de Moscovo desde que abriu a nova frente na parte norte da região de Kharkiv.
Correio da Manhã
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Rússia e EUA trocam acusações no Conselho de Segurança sobre guerra
A Rússia e os Estados Unidos responsabilizaram-se esta segunda-feira mutuamente, perante o Conselho de Segurança da ONU, pelo arrastar do conflito na Ucrânia, atribuído pela diplomacia russa ao armamento ocidental e por Washington ao apoio de China e Irão.
Numa reunião do Conselho de Segurança da ONU convocada pela Rússia para abordar o fornecimento de armas ocidentais à Ucrânia, o vice-embaixador norte-americano, Robert Wood, considerou falsas e até "cínicas" as acusações russas de que é a assistência à Ucrânia - e não a própria agressão da Rússia, após a invasão de fevereiro de 2022 - que está a prolongar a guerra.
Wood frisou que a oposição à guerra na Ucrânia não se limita ao Ocidente, recordando que mais de 140 países condenaram na Assembleia-Geral da ONU a agressão russa e pediram a sua retirada imediata do território ucraniano.
Lusa
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Chefe da diplomacia alemã diz que Kiev precisa de mais defesa aérea com urgência
A chefe da diplomacia alemã, Annalena Baerbock, numa visita surpresa a Kiev, afirmou hoje que a Ucrânia "precisa urgentemente" de mais defesa aérea face aos bombardeamentos russos na região de Kharkiv, no nordeste do país.
"A situação na Ucrânia voltou a agravar-se dramaticamente com os ataques aéreos russos em massa contra infraestruturas civis e a brutal ofensiva russa na região de Kharkiv", disse Baerbock.
Para proteger a Ucrânia da "chuva de mísseis e 'drones' russos", o país "necessita urgentemente de uma defesa aérea reforçada", afirmou, depois de chegar de comboio noturno à capital ucraniana.
Lusa
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Rússia inicia exercício com armas nucleares táticas
A Rússia iniciou um exercício militar com armas nucleares táticas na fronteira com a Ucrânia, anunciou esta terça-feira o Ministério da Defesa russo, alegando que se trata de uma resposta a ameaças do Ocidente.
Segundo o executivo de Moscovo, o exercício corresponde a uma ordem dada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, no início de maio, na Região Militar Sul, na fronteira com a Ucrânia, e abrange regiões ucranianas anexadas.
"A primeira fase de exercícios (...) sobre a preparação e utilização de armas nucleares não estratégicas já começou", afirmou o Ministério da Defesa russo em comunicado.
Lusa
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Forças de Kiev reclamam novo ataque contra navio russo na Crimeia
As forças ucranianas anunciaram esta terça-feira que atingiram um navio porta-mísseis no domingo no porto de Sebastopol, na península anexada da Crimeia, segundo comunicado do Estado-Maior de Kiev.
"De acordo com informações confirmadas, na noite de 19 de maio, as Forças Armadas da Ucrânia atingiram o navio porta-mísseis russo 'Cyclone' do projeto 22800 em Sebastopol", indica o comunicado.
O canal Telegram Krimski Veter, que cobre eventos censurados na Rússia sobre a Crimeia ocupada, noticiou no domingo um ataque contra o "Cyclone" com dois mísseis balísticos norte-americanos ATACMS, no qual teriam morrido seis marinheiros russos e 11 teriam ficado feridos.
Lusa
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Zelensky diz que Exército ucraniano obteve "resultados tangíveis" em Kharkiv
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse esta terça-feira que o Exército de Kiev atingiu "resultados tangíveis" na região de Kharkiv, no nordeste do país, onde as forças russas lançaram uma ofensiva desde 10 de maio.
"Na região de Kharkiv, as nossas forças estão a destruir o ocupante, os resultados são tangíveis", afirmou Zelensky durante o seu discurso noturno.
Ao mesmo tempo, especificou que a situação continuava "extremamente difícil" nas áreas de Pokrovsk, Kramatorsk e Kurakhove, na região de Donetsk, no leste da Ucrânia, onde indicou que "atualmente ocorre a maior parte dos combates".
Lusa
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Ataque russo com 'drones' deixa a cidade de Sumi sem água e eletricidade
Um ataque russo com 'drones' deixou sem eletricidade e água a cidade de Sumi, localizada no nordeste da Ucrânia e perto da fronteira com a Rússia, na madrugada desta quarta-feira, disseram as autoridades locais.
"Como resultado do ataque inimigo, Sumi não está a receber eletricidade", declarou o chefe da administração militar da região de Sumi, Oleksi Drozdenko, na rede social Telegram.
A administração militar regional já tinha relatado previamente o impacto dos 'drones' disparados pela Rússia nas infraestruturas energéticas de duas cidades da região.
Lusa
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Mais de 136 milhões de toneladas de exportações ucranianas em corredores solidários da UE
Mais de 136 milhões de toneladas de mercadorias ucranianas foram exportadas em dois anos nos corredores solidários da União Europeia para ajudar a Ucrânia e Moldova, que permitiram também a importação de 52 milhões de toneladas de produtos essenciais.
Os dados foram esta quarta-feira divulgados pela Comissão Europeia quando se assinalam dois anos do lançamento, pela União Europeia (UE) e na sequência da guerra na Ucrânia causada pela invasão russa, de corredores de solidariedade para estabelecer novas rotas de transporte para manter as importações e exportações ucranianas e moldovas a fluir por via ferroviária, rodoviária e fluvial, dados os constrangimentos então verificados, nomeadamente no Mar Negro.
"Até à data, os corredores de solidariedade facilitaram a exportação de mais de 136 milhões de toneladas de mercadorias ucranianas, incluindo cereais, oleaginosas, minerais e aço. Também permitiram a importação de mais de 52 milhões de toneladas de produtos essenciais, como combustível, veículos, fertilizantes e ajuda militar e humanitária", indica o executivo comunitário em comunicado.
Estes corredores estendem-se pela região do Danúbio, pela Polónia, pelos Estados Bálticos e pela região do Adriático, utilizando os caminhos-de-ferro, as estradas e as vias navegáveis interiores.
"Inicialmente criados para contornar o bloqueio russo no Mar Negro às exportações de cereais ucranianos, os corredores de solidariedade evoluíram para abranger o comércio em todos os setores. Permitem à Ucrânia e à Moldova exportar uma variedade de mercadorias para os mercados mundiais, assegurando simultaneamente que as importações essenciais cheguem à Ucrânia", indica a Comissão Europeia na nota hoje publicada.
Lusa
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Zelensky convida Filipe Nyusi para a Cimeira Global sobre a Paz na Ucrânia
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, convidou esta quarta-feira o homólogo moçambicano para participar na Cimeira Global sobre a Paz na Ucrânia durante uma conversa telefónica em que Filipe Nyusi reconheceu o incremento das relações entre os dois países.
Lusa
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Pelo menos seis mortos e 11 feridos em ataque russo em Kharkiv
Um ataque com mísseis russos contra a cidade de Kharkiv, no nordeste da Ucrânia, matou esta quinta-feira, pelo menos seis pessoas e feriu outras 11, informaram as autoridades locais e avança a Reuters.
O ataque danificou os transportes e as infra-estruturas municipais e destruiu uma tipografia, provocando um incêndio, informaram o presidente da Câmara de Kharkiv e o governador da região.
De acordo com a mesma fonte, o fumo saía de um dos edifícios da tipografia e o cheiro a madeira queimada enchia o ar enquanto as equipas de salvamento retiravam os corpos em sacos de plástico do edifício, informou um correspondente da Reuters no local.
"Este é um local puramente civil, é uma gráfica que imprime livros", disse o chefe da polícia regional Volodymyr Tymoshko aos jornalistas no local.
Correio da Manhã
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Kremlin critica defensores de uso de armas ocidentais contra solo russo
O Kremlin criticou esta quinta-feira os políticos norte-americanos e europeus que defendem o uso pela Ucrânia de armas ocidentais para atacar solo russo, alertando que se trata de uma ideia irresponsável visando uma escalada no conflito entre Moscovo e Kiev.
A Ucrânia afirma ser capaz de atacar com armas ocidentais as bases de retaguarda da Rússia e outras posições localizadas em território russo, o que tem sido recusado pelos aliados de Kiev com receio de provocar um agravamento do conflito.
"Em Washington e em várias capitais europeias, alguns estão zelosamente a tentar provocar para aumentar constantemente o nível de escalada. Neste sentido, podemos descrever a sua posição como irresponsável", observou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, entrevistado pela televisão russa.
Lusa
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Mais de 70 chefes de Estado e de Governo confirmados na Conferência para a Paz
Mais de 70 chefes de Estado e de Governo confirmaram presença na Conferência para a Paz na Ucrânia, que decorrerá entre 15 e 16 de junho, onde se incluem os principais líderes latino-americanos com a exceção do Brasil.
Fontes oficiais da Suíça, que organiza o encontro, também precisaram que não se deslocam ao país helvético os Presidentes de Cuba, Venezuela ou Nicarágua, países da América latina considerados próximos da Rússia.
Hoje, o Presidente ultraliberal argentino, Javier Milei, confirmou a presença no evento, que decorrerá em Bürgenstock (centro do país).
Lusa
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Países da NATO vizinhos da Rússia vão erguer "muro de 'drones'"
Os seis países membros da NATO vizinhos da Rússia concordaram erguer um "muro de 'drones'" para defender as suas fronteiras contra eventuais provocações de Moscovo, anunciou hoje o Governo lituano.
"É uma coisa completamente nova, um muro de 'drones' que se estende da Noruega à Polónia. O objetivo é usar 'drones' e outras tecnologias para proteger as nossas fronteiras", justificou a ministra do Interior da Lituânia, Agne Bilotaite, à agência de notícias BNS.
A governante lituana deu conta do projeto de defesa após conversações com os seus homólogos dos outros dois estados bálticos, Estónia e Letónia, bem como da Finlândia, Noruega e Polónia.
Lusa
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EUA anunciam transferência de ajuda militar a Kiev de mais de 250 milhões de euros
Os Estados Unidos desembolsaram um pacote de 275 milhões de dólares (253 milhões de euros) de ajuda militar à Ucrânia para enfrentar a invasão russa, anunciou hoje em comunicado o secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken.
O pacote inclui munições para o sistema de mísseis HIMARS, sistemas antitanque Javelin, projéteis de artilharia, mísseis guiados, armas ligeiras, granadas, veículos táticos e coletes à prova de bala.
Esta ajuda faz parte do orçamento de 61 mil milhões de dólares (56,2 mil milhões de euros) que o Congresso dos Estados Unidos aprovou em abril, após parte dos representantes republicanos levantar o bloqueio que tinha estabelecido durante meses ao apoio militar de Washington a Kiev.
Lusa
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Sobe para dois o número de mortos em ataque russo a hipermercado em Kharkiv. Há 24 feridos
Um ataque russo num hipermercado em Kharkiv, na Ucrânia, fez pelo menos dois mortos e 24 feridos, avança a Reuters.
"Um ataque na cidade, com um alvo civil claro: um centro comercial com um hipermercado. Um dos centros comerciais maiores, tinha muitos trabalhadores e visitantes dentro. Deflagrou um incêndio no local. Foram acionados todos os meios: médicos, de emergência e polícias. Estamos todos a lutar por todas as vidas", reagiu o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.
Correio da Manhã
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Três pessoas morreram e 10 ficaram feridas em ataques ucranianos à região russa de Belgorod
Três pessoas morreram e 10 ficaram feridas, este sábado, em ataques ucranianos à região de Belgorod, no sul da Rússia, avança a Reuters.
O governador regional, Vyacheslav Gladkov, disse que as unidades de defesa russas tinham intercetado quinze alvos aéreos.
Correio da Manhã
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Pelo menos 11 mortos em novo balanço de ataque russo a hipermercado em Kharkiv
Um ataque russo num hipermercado em Kharkiv, na Ucrânia, fez pelo menos 11 mortos e 24 feridos, de acordo com um novo relatório divulgado este domingo pelo governador regional.
Espanha vai entregar à Ucrânia pacote de armamento sem precedentes de 1,1 mil milhões de euros
Espanha vai entregar à Ucrânia um pacote de armamento no valor de 1,129 mil milhões de euros, sem precedentes na ajuda militar espanhola a qualquer país, noticia o El País na primeira página da sua edição de segunda-feira.
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, vai reunir-se segunda-feira em Madrid com o chefe do Governo espanhol, Pedro Sánchez, com quem deverá assinar um acordo bilateral de segurança, e terá um encontro com o rei antes de participar num almoço em sua honra e de visitar o Congresso, noticiou este domingo a agência espanhola EFE.
Segundo o El País, citado pela EFE, o acordo bilateral de segurança inclui o fornecimento de equipamentos militares que vão desde mísseis Patriot até tanques de batalha Leopard, além de uma ampla gama de produtos de fabrico espanhol, como projéteis de artilharia, sistemas anti-drone e lançadores de foguetes portáteis.
Lusa
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Assembleia Parlamentar da NATO autoriza Ucrânia a atacar Rússia com armas aliadas
A Assembleia Parlamentar da NATO, uma instituição independente da Aliança Atlântica, aprovou esta segunda-feira uma declaração de apoio à capacidade da Ucrânia de atacar alvos militares na Rússia também com armas fornecidas por países aliados.
Lusa
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Kiev diz que França vai enviar "em breve" instrutores militares
A França vai enviar "em breve" à Ucrânia os primeiros instrutores militares para darem formação aos soldados ucranianos, que recuam face às ofensivas russas em particular na região de Kharkiv, anunciou esta segunda-feira o comandante do Exército ucraniano.
"Saúdo a iniciativa da França de enviar instrutores à Ucrânia para formar militares ucranianos. Já assinei documentos que permitirão aos primeiros instrutores franceses instalarem-se proximamente nos nossos centros de formação e familiarizem-se com as infraestruturas e o seu pessoal", escreveu na rede social Telegram o general Oleksandre Syrsky.
O Ministério da Defesa francês, contactado pela agência noticiosa AFP, limitou-se a referir que o 'dossier' está a ser estudado, sem confirmar o envio de instrutores.
Lusa
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Presidente búlgaro alerta para risco de confronto direto entre Rússia e NATO
O Presidente da Bulgária, conhecido pelas suas posições pró-russas, alertou esta segunda-feira para o risco de Moscovo atacar diretamente um país da NATO, caso a Ucrânia seja autorizada a atingir alvos em solo russo com armas aliadas.
"As reações precipitadas dos nossos políticos e instituições, de que a Bulgária não enviará tropas para a Ucrânia, não significarão absolutamente nada se qualquer outro país provocar um confronto direto com a Rússia", referiu Rumen Radev, em declarações aos jornalistas na cidade suíça de Berna.
O chefe de Estado búlgaro referia-se ao apelo feito esta segunda-feira pelo secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, para que sejam reconsideradas as atuais restrições que impedem a Ucrânia de utilizar armas aliadas contra território russo.
Lusa
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Michel falou com Zelensky e apelou a adesão global massiva a Conferência da Paz
O presidente do Conselho Europeu conversou com o Presidente ucraniano sobre "os últimos desenvolvimentos" da invasão russa e a preparação da Conferência da Paz na Suíça, e apelou a uma participação "global massiva".
"Conversei, pelo telemóvel, com o Presidente Volodymyr Zelensky sobre os últimos desenvolvimento na Ucrânia e a preparação da Conferência da Paz na Suíça. Uma participação global massiva é necessária para assegurar que um quadro no cumprimento dos direitos fundamentais das Nações Unidas e a defesa da lei internacional", escreveu Charles Michel na rede social X (antigo Twitter).
O Presidente da Ucrânia vai encontrar-se hoje de manhã com o primeiro-ministro da Bélgica, Alexander De Croo, para a assinatura de um acordo bilateral de segurança entre os dois países.
Lusa
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Bélgica vai enviar 30 caças F-16 até 2028
A Bélgica vai disponibilizar à Ucrânia 30 caças F-16 até 2028, anunciou esta terça-feira o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, depois da assinatura de um acordo bilateral de segurança com o primeiro-ministro belga, Alexander De Croo.
"Hoje em Bruxelas, o primeiro-ministro, De Croo, e eu assinámos um acordo bilateral de segurança e apoio a longo prazo entre a Ucrânia e a Bélgica. O documento inclui pelo menos 977 milhões de euros em apoio militar da Bélgica este ano, assim como o compromisso da Bélgica de auxiliar o nosso país ao longo dos 10 anos do acordo", escreveu Volodymyr Zelensky na rede social X (antigo Twitter), após ter sido recebido pelo chefe de governo.
O Presidente da Ucrânia também anunciou uma decisão inédita para a Bélgica: "Pela primeira vez, um acordo deste tipo especifica o número exato de caças F-16 - 30 - que vão ser enviados para a Ucrânia até 2028, e o primeiro chegará ainda este ano."
Lusa
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Ausência dos EUA da Conferência de Paz será "aplauso para Putin"
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, advertiu esta terça-feira que a ausência do Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, da conferência de paz prevista para junho "vai ser um aplauso para Putin".
Questionado sobre as expectativas para a Conferência de Paz que está a ser organizada pela Suíça, em junho, Volodymyr Zelensky disse que "tudo depende do quão resolutos estão os líderes mundiais" com o fim da invasão russo.
"Queremos saber se querem um cenário de paz completa ou se estão confortáveis com esta realidade", acrescentou Zelensky.
Lusa
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Macron favorável a uso de armas ocidentais contra alvos militares em território russo
O Presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou-se esta terça-feira favorável ao uso de armas ocidentais pela Ucrânia contra o território russo para neutralizar pontos de onde a Rússia lança os seus mísseis, desde que os alvos não sejam civis.
"Acreditamos que devemos permitir que neutralizem os locais militares a partir dos quais a Ucrânia é atacada, mas não podemos permitir que outros pontos civis ou outros alvos militares sejam tocados", disse Macron, numa conferência de imprensa com o chanceler alemão, Olaf Scholz, no castelo de Meseberg, perto de Berlim.
"Se lhes dissermos que não têm o direito de chegar ao ponto a partir do qual os mísseis são disparados, estamos de facto a dizer-lhes que vos fornecemos armas, mas que não se podem defender", sublinhou Macron, no último dia de uma visita de Estado à Alemanha.
Lusa
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Kiev vai receber em breve obuses de 155 mm, anuncia Praga
A Ucrânia vai receber nos próximos dias os primeiros obuses de 155 mm adquiridos fora da Europa no âmbito de um programa internacional desencadeado pela República Checa, assegurou esta terça-feira o primeiro-ministro checo Petr Fiala.
Este país, membro da União Europeia e da NATO, supervisiona uma recolha de fundos para fornecer munições ao Exército ucraniano, que desde fevereiro de 2022 se confronta com a invasão militar russa.
"Quinze países da UE e a NATO já contribuíram [para este programa] com mais de 1,6 mil milhões de euros", declarou Fiala.
Lusa
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Michel otimista sobre cimeira da paz e negociações de adesão à UE em junho
O presidente do Conselho Europeu diz estar "relativamente confiante" sobre a participação internacional na cimeira de paz na Ucrânia, estando em contacto com o Brasil, e estipula junho para arranque das negociações da adesão ucraniana à União Europeia (UE).
Lusa
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Suécia anuncia novo pacote de ajuda a Kiev de 1,6 mil milhões de euros
A Suécia prometeu esta quarta-feira 13,3 mil milhões de coroas (1,16 mil milhões de euros) de ajuda militar à Ucrânia, numa altura em que Kiev sofre de atrasos na entrega de equipamento ocidental.
"A Suécia está a apoiar a Ucrânia com o décimo sexto e maior pacote de ajuda", afirmou esta quarta-feira a vice-primeira-ministra Ebba Busch numa conferência de imprensa.
"Trata-se de equipamento que está no topo da lista de prioridades da Ucrânia", declarou a vice-primeira-ministra, Ebba Busch.
Finlândia autoriza uso das suas armas para atacar alvos em solo russo
A ministra dos Negócios Estrangeiros finlandesa afirmou esta quarta-feira que a Ucrânia pode usar as armas doadas pela Finlândia para atacar alvos em território russo, porque a ONU reconhece o direito de um país atacado a defender-se do agressor.
"A Finlândia não impôs quaisquer restrições concretas à sua ajuda material à Ucrânia, mas presume que o material será utilizado em conformidade com o Direito Internacional", declarou Elina Valtonen ao diário digital finlandês Uusi Suomi.
"A Rússia está a travar uma guerra de agressão ilegal na Ucrânia, e a Ucrânia tem o direito à autodefesa, segundo o artigo 51.º da Carta das Nações Unidas. Isso inclui também ataques a alvos militares no território do agressor que sejam necessários para a autodefesa", acrescentou Valtonen.
Lusa
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Limites ao uso de armas ocidentais domina reunião de MNE da NATO em Praga
Os ministros dos Negócios Estrangeiros da NATO reúnem-se esta quinta-feira e sexta-feira de maneira informal em Praga para preparar a cimeira de julho, com a discussão a ser dominada pelas limitações impostas ao uso de armamento ocidental pela Ucrânia.
O ministro dos Negócios Estrangeiros português, Paulo Rangel, vai participar na reunião, assim como o secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken.
O caráter informal do encontro impossibilita quaisquer decisões e a reunião tem como enfoque preparar a cimeira da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) de julho, em Washington.
Lusa
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Portugal entre os 5 que já pagaram a sua parte na iniciativa checa de apoio com munições à Ucrânia
Portugal é um dos cinco países que já pagaram a sua contribuição para a iniciativa da República Checa para enviar munições à Ucrânia, tendo enviado 100 milhões de euros, anunciou esta quinta-feira o governo checo, agradecendo o apoio português.
"Até à data, apenas cinco países pagaram, de entre 20 contribuintes. São eles a Dinamarca, Alemanha, Portugal, Países Baixos e Canadá", disse o enviado especial do governo checo para a Ucrânia, Tomas Kopecny.
Num encontro com alguns jornalistas europeus, incluindo a agência Lusa, o responsável avançou que "o problema é o dinheiro e a vontade política", falando em necessidades ucranianas de sete a 10 mil milhões de munições por ano.
Lusa
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Rússia acusa NATO de provocar Kiev para prolongar a guerra
A Rússia acusou esta quinta-feira a NATO de provocar a Ucrânia para prolongar a guerra, numa altura em que os aliados debatem a possibilidade de autorizar Kiev a usar armas ocidentais para atacar território russo.
"Os países membros da NATO, especialmente os Estados Unidos e outras capitais europeias, iniciaram um novo ciclo de escalada nos últimos dias e semanas", denunciou o porta-voz do Kremlin (presidência russa).
Dmitri Peskov disse que os países ocidentais "estão a provocar a Ucrânia por todos os meios possíveis para continuar uma guerra sem sentido".
Lusa
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Kiev reivindica novo ataque com 'drones' navais na Crimeia
A Ucrânia reivindicou esta quinta-feira ter atingido dois navios de patrulha russos na Crimeia, a península ucraniana anexada pela Rússia no Mar Negro, num ataque com 'drones' navais.
Sem comentar o incidente, o Ministério da Defesa russo afirmou ter destruído dois 'drones' navais ucranianos que se dirigiam para a Crimeia durante a noite.
Também afirmou ter neutralizado 13 'drones' aéreos ucranianos perto da Crimeia e sobre a região de Krasnodar, no sul da Rússia.
Lusa
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Secretário-geral da NATO pede aos Aliados que revejam restrições de armamento
O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, pediu esta quinta-feira aos Aliados que revejam as restrições colocadas ao armamento ocidental usado pela Ucrânia em território russo, sugerindo que as limitações poderiam ser "reconsideradas" dada a evolução da guerra.
"Temos de reconhecer que os Aliados estão a prestar muitos tipos diferentes de apoio militar à Ucrânia. Alguns deles impuseram restrições à utilização dessas armas, outros não impuseram quaisquer restrições às armas que forneceram à Ucrânia, estas são decisões nacionais, mas penso que, à luz da forma como esta guerra evoluiu face ao início, quando quase todos os combates tiveram lugar em território ucraniano, [...] creio que chegou a altura de reconsiderar algumas destas restrições", declarou o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO).
Intervindo numa conferência sobre os 75 anos da NATO, que antecede a reunião informal dos chefes da diplomacia da Aliança Atlântica na cidade checa de Praga, Jens Stoltenberg lembrou que, dois anos após a invasão russa da Ucrânia, "a maior parte dos combates pesados tem tido lugar ao longo da fronteira entre a Rússia e a Ucrânia", com a linha da frente a ser "o lado russo da fronteira".
Lusa
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Ataques russos contra Kharkiv causam três mortos
Ataques russos contra Kharkiv, no nordeste da Ucrânia, causaram três mortos e 23 feridos, anunciaram as autoridades, depois de os EUA terem autorizado Kiev a usar armamento norte-americano em solo russo para defender a cidade.
O autarca de Kharkiv, Igor Terekhov, disse que foi atingido um edifício de cinco andares onde dormiam civis no distrito de Novobavarsky e que mais vítimas poderão ainda estar sob os escombros.
O governador da região, Oleg Sinegoubov, disse que a Rússia "recorreu mais uma vez à tática de ataque duplo", voltando a bombardear o local numa altura em que já lá estavam médicos, socorristas e forças de segurança.
Lusa
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Alemanha autoriza Kiev a usar armas alemãs contra alvos na Rússia
A Alemanha autorizou a Ucrânia a utilizar armas alemãs contra alvos militares na Rússia para se defender dos ataques de Moscovo, nomeadamente na região de Kharkiv, anunciou o porta-voz do chanceler Olaf Scholz.
"A Ucrânia tem o direito, garantido pelo direito internacional, de se defender destes ataques. Para o fazer, pode também utilizar as armas fornecidas para o efeito, incluindo as que nós fornecemos", afirmou Steffen Hebestreit num comunicado.
A decisão segue-se a uma autorização dada também pelos Estados Unidos para utilização de armas norte-americanas contra alvos na Rússia, sob certas condições.
"Nas últimas semanas, a Rússia preparou, coordenou e levou a cabo ataques, especialmente na região de Kharkiv, a partir de posições na zona fronteiriça russa imediatamente adjacente", disse o porta-voz de Scholz.
"Estamos convencidos de que a Ucrânia tem o direito, garantido pelo direito internacional, de se defender contra estes ataques", insistiu, citado pela agência francesa AFP.
Lusa
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Zelensky na Suécia para pedir mais armas aos países nórdicos
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou que se deslocou à Suécia para solicitar aos cinco aliados nórdicos mais armamento para fazer face à ofensiva russa.
"As nossas principais prioridades são garantir mais sistemas de defesa aérea para a Ucrânia", disse Zelensky nas redes sociais, citado pela agência francesa AFP.
O líder ucraniano disse que procurará também garantir "projetos conjuntos na indústria de defesa", armas para o exército da Ucrânia e "esforços para forçar a Rússia a fazer a paz".
Lusa
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Zelensky saúda autorização dos EUA para utilização de armamento em território russo
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, classificou esta sexta-feira como "um passo em frente" a decisão de Washington de autorizar Kiev a usar armamento proveniente dos Estados Unidos da América (EUA) para atingir determinados territórios russos perto da fronteira.
"É um passo em frente em direção ao objetivo de que falamos previamente, vai permitir-nos defender as pessoas que vivem nas localidades ao longo da linha de fronteira", disse Zelensky durante uma conferência de imprensa conjunta com os líderes dos países nórdicos em Estocolmo (Suécia), confirmando ter sido informado da decisão norte-americana.
Nas mesmas declarações, Zelensky também se referiu à necessidade de a Ucrânia terminar com a hegemonia aérea russa e voltou a pedir mais sistemas de defesa antiaérea, um número suficiente de aviões de combate F-16 e equipamentos para neutralizar os ataques inimigos na origem, atingindo alvos dentro da Rússia.
Lusa
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NATO afirma que apoio militar ocidental a Kiev deve manter-se em 40 mil milhões de euros por ano
A ajuda militar dos países da Aliança Atlântica à Ucrânia deve atingir pelo menos 40 mil milhões de euros por ano, durante o tempo que for necessário, afirmou esta sexta-feira o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg.
"Desde a invasão russa da Ucrânia em 2022, os aliados forneceram aproximadamente 40 mil milhões de euros por ano em ajuda militar à Ucrânia. Devemos manter pelo menos este nível de apoio todos os anos, durante o tempo que for necessário", defendeu Stoltenberg, no final de uma reunião informal dos ministros dos Negócios Estrangeiros da NATO.
O secretário-geral da NATO já tinha sugerido que os aliados dedicassem 100 mil milhões de euros para ajudar a Ucrânia na sua guerra contra a Rússia.
Lusa
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Moscovo e Kiev trocam prisioneiros de guerra pela primeira vez em 3 meses
A Ucrânia e a Rússia trocaram esta sexta-feira 150 prisioneiros de guerra, 75 por cada parte, na primeira troca desse tipo nos últimos três meses, informaram as autoridades ucranianas.
Algumas horas antes e no mesmo local, os dois lados também entregaram corpos de soldados mortos em combate.
Os prisioneiros de guerra ucranianos, incluindo quatro civis, foram devolvidos em vários autocarros que se dirigiram para a região norte de Sumy.
Lusa
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Rússia lança novos ataques noturnos contra alvos energéticos
A Rússia disparou mais de uma centena de mísseis e 'drones' contra infraestruturas essenciais e centrais elétricas na Ucrânia desde sexta-feira à noite, anunciou hoje a força aérea ucraniana.
Os ataques provocaram uma dezena de feridos civis, incluindo crianças, disseram as autoridades locais.
As forças ucranianas intercetaram 35 mísseis de vários tipos e 46 'drones' "Shahed", de fabrico iraniano, que foram lançados contra alvos no sul, centro e oeste do país, disse o comandante da força aérea, Mikola Oleschuk.
Os russos lançaram 53 mísseis, incluindo 35 mísseis de cruzeiro X-101 e X-555, da região russa de Saratov, e quatro mísseis balísticos Iskander-M e um míssil de cruzeiro Iskander-K da Crimeia.
Lusa
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Zelensky esperado em Singapura para discursar num fórum de defesa
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, vai discursar presencialmente no domingo num fórum de defesa em Singapura, anunciaram hoje os organizadores do encontro.
Zelensky irá dirigir-se aos líderes mundiais no Diálogo de Shangri-La, um fórum anual de defesa a decorrer na cidade-Estado do Sudeste Asiático, disse o Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS) à agência francesa AFP.
O nome do líder ucraniano não constava do programa de participantes inicialmente fornecido pela organização.
Lusa
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Central de Dnipro em "estado crítico" após ataque russo
As autoridades ucranianas disseram que a central hidroelétrica de Dnipro se encontra em "estado crítico" após o ataque russo de sábado na região de Zaporijia, no sul da Ucrânia.
O governador militar da região de Zaporijia, Ivan Fedorov, afirmou que o estado da barragem e a segurança desta ainda não foram avaliados após o ataque.
"De momento, a circulação da margem esquerda para a margem direita está completamente bloqueada", notou Fedorov.
Lusa
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Zelensky convida líderes da Ásia-Pacífico para cimeira mundial para a paz
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, convidou este domingo, em Singapura, os líderes da região Ásia-Pacífico a participarem na cimeira mundial sobre a paz, que se realiza na Suíça a 15 e 16 de junho.
"A Ucrânia propõe alcançar a paz através da diplomacia (...) Convido a vossa região, os vossos líderes e países a participarem, para que os vossos povos se envolvam nos assuntos mundiais", declarou Zelensky no fórum de segurança Diálogo de Shangri-La, que termina hoje em Singapura.
"Unidos contra a guerra, podemos criar um mundo capaz de ultrapassar qualquer conflito", acrescentou.
Lusa
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Zelensky teve uma reunião "muito boa" com o secretário da Defesa dos EUA
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse este domingo que teve em Singapura uma reunião "muito boa" com o secretário da Defesa dos EUA, Lloyd Austin, numa altura em que procura apoio ocidental devido aos avanços russos no terreno.
Zelensky reuniu-se com Austin à margem do Diálogo de Shangri-La, um fórum que reúne responsáveis de todo o mundo, incluindo os ministros da Defesa dos EUA e da China.
O encontro realizou-se depois de Zelensky ter classificado, na sexta-feira, como "um passo em frente" a decisão de Washington de autorizar Kiev a usar armamento proveniente dos Estados Unidos para atingir determinados territórios russos perto da fronteira.
Lusa
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Zelensky acusa China de tentar boicotar cimeira da paz na Suíça
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, acusou este domingo a China de tentar impedir países de participaram na cimeira de paz na Ucrânia, que se realiza em 15 e 16 de junho, na Suíça.
"Infelizmente, a China está agora a tentar impedir os países de participarem na cimeira de paz", disse Zelensky aos jornalistas, à margem de um fórum de segurança em Singapura, citado pela agência francesa AFP.
Zelensky referiu que Pequim não pode dizer que aceita a soberania e a integridade territorial da Ucrânia "e, ao mesmo tempo, ser aliado de um país que viola os princípios da Carta das Nações Unidas", referindo-se à Rússia.
Lusa
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Rússia reivindica conquista de localidade na região de Donetsk
A Rússia reivindicou este domingo a conquista de Umanske, uma pequena localidade na região de Donetsk, no leste da Ucrânia, onde tem em curso uma ofensiva.
"As unidades do grupo de tropas 'Centro' conseguiram libertar a localidade de Umanskoye [Umanske em ucraniano] na República Popular de Donetsk", declarou o Ministério da Defesa russo num comunicado citado pela agência francesa AFP.
A localidade de Umanske, que tinha menos de 180 habitantes antes do início da ofensiva russa na Ucrânia em fevereiro de 2022, localiza-se a cerca de 25 quilómetros a noroeste de Donetsk, uma importante cidade regional sob controlo russo.
Lusa
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Zelensky nas Filipinas para promover cimeira de paz
O Presidente da Ucrânia visitou esta segunda-feira as Filipinas, um dia depois de participar num fórum de segurança regional em Singapura para promover a cimeira mundial de paz, marcada para a próxima semana, na Suíça.
Volodymyr Zelensky, cuja viagem a Manila não foi anunciada oficialmente pelo seu gabinete ou pelas autoridades filipinas, reuniu-se com o homólogo, Ferdinand Marcos, que expressou todo o apoio possível para resolver o conflito no país europeu, informou a televisão filipina ABS-CBN.
O líder ucraniano compareceu, de surpresa, no domingo no Diálogo de Shangri-La, o principal fórum de segurança e defesa da Ásia, para pedir apoio dos países da Ásia-Pacífico para a cimeira mundial de paz que vai decorrer, de 15 a 16 de junho, na estância suíça de Bürgenstock.
Lusa
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China nega pressão sobre outros países para evitarem participar na cimeira de paz na Ucrânia
A China negou esta segunda-feira "ter pressionado" certos países para que não participassem na Cimeira de Paz na Ucrânia, contrariando comentários do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, no fim de semana.
"Utilizar a política da força não é o estilo da diplomacia chinesa (...). A posição da China é aberta e transparente e, em nenhum caso, exercemos pressão sobre outros países", disse à imprensa Mao Ning, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês.
Falando à margem de um fórum de segurança em Singapura no domingo, o Presidente Zelensky acusou a China de trabalhar para impedir países de participarem na Cimeira de Paz na Ucrânia, marcada para junho na Suíça.
Lusa
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EUA representados por vice-presidente na Conferência de Paz da Suíça
A vice-presidente dos EUA, Kamala Harris, viajará para Lucerna, na Suíça, no dia 15 de junho para representar o seu país na Conferência de Paz para a Ucrânia, anunciou esta segunda-feira a Casa Branca.
De acordo com um comunicado da presidência dos Estados Unidos, nesta sua deslocação Harris deverá destacar "o compromisso do Governo Biden-Harris em encorajar os esforços da Ucrânia para garantir uma paz justa e duradoura, baseada na soberania da Ucrânia, na integridade territorial e nos princípios da Carta das Nações Unidas".
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, convidou o seu homólogo norte-americano, Joe Biden, que participará na cimeira do G7 em Itália pouco antes, a prolongar a sua estadia na Europa e a comparecer pessoalmente na conferência na Suíça.
Lusa
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Agência da ONU diz que central nuclear de Zaporijia está em situação precária
O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), Rafael Grossi, disse esta segunda-feira que a situação na central nuclear de Zaporijia, sob controlo russo na Ucrânia, continua precária após os ataques de abril.
Grossi explicou ao Conselho de Governadores da AIEA, a partir da capital austríaca, Viena -- onde a organização tem a sua sede -- que os sete pilares da segurança nuclear que descreveu no início do conflito "foram total ou parcialmente comprometidos".
Entre esses pontos está a garantia da integridade física das instalações nucleares; a operação de sistemas de segurança; o trabalho da equipa; fornecimento de eletricidade ou cadeias de fornecimento e transporte.
Lusa
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Ministros das Finanças da UE reunidos para acertar posição antes de cimeira do G7
Os ministros das Finanças da União Europeia (UE) vão reunir-se na quarta-feira, por videoconferência, para um encontro extraordinário antes da cimeira do G7 centrando no apoio financiamento do apoio à Ucrânia face à invasão russa, foi hoje anunciado.
Fonte do fórum informal dos ministros das Finanças da moeda única, o Eurogrupo, indicou à Lusa que, na quarta-feira pelas 15:00 de Bruxelas (menos uma hora em Lisboa), se realiza então uma reunião extraordinária "em formato inclusivo", isto é, com os países que não pertencem ao euro, cujo "tópico principal é o apoio à Ucrânia".,
De acordo com a mesma fonte, a ideia será fazer "o balanço e o seguimento da reunião dos ministros das Finanças do G7", que decorreu na cidade italiana Stresa em maio passado, com "o presidente do Eurogrupo e as instituições a informarem todos os ministros sobre a reunião e a presidência italiana comunicará as suas intenções e expectativas para a cimeira" do grupo dos sete países mais industrializados do mundo (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido, mais a UE).
"O objetivo é que todos estejam em sintonia sobre as discussões em Stresa", referiu a mesma fonte, justificando a data escolhida, esta quarta-feira, com o facto de a próxima reunião do Eurogrupo só estar marcada para 20 de junho, já depois da cimeira do G7, que decorre entre 13 e 15 de junho em Apúlia, Itália.
Na reunião dos ministros das Finanças do G7, realizada em maio passado, a atual presidência italiana do grupo alertou para as dificuldades de chegar a uma base jurídica sólida para utilizar os ativos russos congelados no apoio à Ucrânia, esperando progressos antes da cimeira de junho.
A possibilidade de utilizar os lucros derivados dos ativos financeiros russos congelados para ajudar a Ucrânia foi a principal questão abordada na reunião dos ministros das Finanças e governadores dos bancos centrais do G7, que decorreu em Stresa, norte de Itália.
Outro dos temas abordado na reunião dos ministros da Finanças do G7 foi a proposta promovida pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) de um imposto mínimo de 15% sobre o rendimento das empresas multinacionais pela atividade que desenvolvem em cada país, dado o aproximar do prazo de junho para a implementação desta medida, que deverá voltar a ser discutida, além do apoio financeiro à Ucrânia.
Lusa
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Ucrânia reivindica primeiro ataque com armas ocidentais em território russo
A Ucrânia assumiu esta terça-feira a responsabilidade pelo seu primeiro ataque com armas ocidentais contra um objetivo militar localizado dentro da Federação russa, anunciou a vice-ministra ucraniana para a reintegração dos territórios ocupados.
A Ucrânia recebeu nas últimas semanas permissão dos seus principais aliados para atingir, com as armadas cedidas, certos alvos militares dentro da Federação Russa.
Desde o início da guerra, os parceiros de Kiev proibiram a Ucrânia de atacar dentro do território russo por medo de uma possível retaliação de Moscovo. Esta limitação não incluiu os territórios ucranianos ocupados pela Rússia.
Lusa
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Forças ucranianas mantêm ataques na região fronteiriça de Kursk
As forças ucranianas intensificaram os ataques à região fronteiriça russa de Kursk, mantendo simultaneamente a pressão sobre a vizinha Belgorod, disseram hoje as autoridades russas.
O Ministério da Defesa russo informou que quatro projéteis do sistema de lançamento múltiplo de foguetes Olja foram abatidos sobre Kursk.
Vinte 'drones' ucranianos foram intercetados na região na segunda-feira, de acordo com o governador interino de Kursk, Alexei Smirnov, citado pela agência espanhola EFE.
Lusa
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Ataques russos destruíram nove gigawatts de capacidade de gerar energia na Ucrânia
Os sucessivos ataques russos contra o sistema energético da Ucrânia fizeram com que o país perdesse mais de nove gigawatts de capacidade de produção de eletricidade, anunciou esta terça-feira o primeiro-ministro ucraniano, Denys Shmygal.
"Hoje, a nossa principal prioridade é reforçar o nosso sistema elétrico após os ataques terroristas russos. A situação é muito difícil", escreveu Shmygal nas redes sociais, citado pela agência espanhola EFE.
Lusa
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Kiev coloca provedora de crianças russa sob mandado de captura
O Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) anunciou esta terça-feira que a provedora das crianças imposta por Moscovo para a autoproclamada República de Lugansk, Inna Mishchenko, está a ser procurada por Kiev por deportação de menores.
"O serviço especial ucraniano processou dados sobre a participação direta da suspeita na deportação, a transferência para os invasores dos arquivos pessoais de crianças do território temporariamente ocupado da região de Lugansk e a sua transferência ilegal para a Rússia", informaram as autoridades ucranianas, em comunicado.
O SBU iniciou uma investigação preliminar sob a direção do Gabinete do Procurador Regional de Lugansk.
Lusa
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Itália vai fornecer novo sistema de defesa aérea a Kiev
A Itália vai fornecer um novo sistema de defesa aérea SAMP/T, um equivalente franco-italiano do Patriot norte-americano, respondendo aos apelos de Kiev para o reforço do controlo aéreo face aos bombardeamentos russos, anunciaram hoje as autoridades ucranianas.
"O ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, Antonio Tajani, confirmou que o seu país irá fornecer à Ucrânia um segundo sistema de defesa aérea SAMP/T", declarou Andriï Iermak, chefe da administração presidencial ucraniana, na rede Telegram.
Uma fonte governamental italiana confirmou este anúncio à agência France-Presse (AFP), sem fornecer mais pormenores.
Lusa
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Biden e Zelensky encontram-se em França e no G7 em Itália
O Presidente dos Estados Unidos vai encontrar-se com o homólogo da Ucrânia à margem das comemorações do desembarque na Normandia (França) e depois na cimeira do G7 em Itália, anunciou a Casa Branca.
O anúncio foi feito na terça-feira, pouco depois de Joe Biden ter partido para França.
"Durante a deslocação à Normandia, terá a oportunidade de discutir com o Presidente [Volodymyr] Zelensky a situação na Ucrânia e a forma como podemos continuar a aprofundar o nosso apoio à Ucrânia", afirmou o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, Jake Sullivan, a bordo do avião Air Force One.
Lusa
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Zelensky no Qatar para conversações com o emir
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, chegou esta quarta-feira ao Qatar para um encontro com o emir qatari, cujo país é mediador no 'dossier' do regresso das crianças ucranianas da Rússia ou de territórios ocupados a Kiev.
"Cheguei ao Qatar para me reunir com o meu amigo, Sua Alteza o xeque Tamim ben Hamad Al Thani", anunciou o Presidente ucraniano na sua conta da rede social X.
"O Qatar ajuda a Ucrânia no regresso das crianças levadas pela Rússia. Vamos discutir esses esforços", acrescentou.
Lusa
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Presidente do Eurogrupo insiste que é preciso empenho total para prosseguir apoio à Ucrânia
O presidente do Eurogrupo, Paschal Donohoe, insistiu esta quarta-feira que os ministros dos países da moeda única continuam empenhados em apoiar a Ucrânia enquanto houver necessidade e enalteceu a utilização das receitas dos bens russos imobilizados.
"Reafirmámos o nosso apoio incondicional à Ucrânia e continuamos fortemente empenhados em ajudá-la com as necessidades financeiras. Na reunião [de hoje] recordámos a decisão unânime do mês passado de todos os Estados-membros da União Europeia [UE] de utilizar as receitas extraordinárias diretas dos bens russos imobilizados na Europa para beneficiar a Ucrânia", disse Paschal Donohoe, numa mensagem divulgada depois da reunião por videoconferência.
Os ministros também discutiram as reuniões dos ministros das Finanças do G7 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos da América, França, Itália, Japão e Reino Unido) e a preparação da reunião de líderes deste bloco que integra alguns dos países mais industrializados do mundo.
Os ministros do euro reafirmaram, de acordo com o presidente do Eurogrupo, a vontade de coordenar o "apoio total" à Ucrânia com os países do G7.
Lusa
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Macron anuncia participação em cimeira de paz para a Ucrânia na Suíça
O Presidente francês, Emmanuel Macron, vai participar na cimeira de paz para a Ucrânia, na Suíça em meados de junho, anunciou este quarta-feira o Palácio do Eliseu, que revelou também a assinatura de um novo acordo entre Paris e Kiev.
Além do auxílio militar à Ucrânia "a longo prazo", a França pretende prestar "o seu apoio político e diplomático", de acordo com a Presidência francesa.
Antes do encontro na Suíça, no qual a Ucrânia espera obter um amplo apoio internacional, estabelecendo as condições que considera necessárias para acabar com a invasão russa, os presidentes francês e ucraniano vão assinar na sexta-feira dois acordos no valor de 650 milhões de euros
Lusa
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França considera escandaloso que Rússia trate formadores franceses como alvos
O Governo de França considerou esta quarta-feira "escandalosas" as declarações das autoridades russas sobre uma eventual presença de instrutores franceses em território ucraniano que passariam a ser alvos militares legítimos.
"São declarações escandalosas que não ficarão sem consequências", disse o porta-voz adjunto do Ministério dos Negócios Estrangeiros francês, Christophe Lemoine, segundo o canal BFMTV, reagindo ao porta-voz da Embaixada da Rússia em Paris, Alexander Makogonov.
"Se eles enviarem os seus soldados, os seus especialistas, os seus instrutores para solo ucraniano, para que possam treinar soldados ucranianos, para melhor atacar os russos e matá-los, constituirão naturalmente um alvo legítimo", declarou na terça-feira Makogonov.
Lusa
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Putin ameaça ceder armas de longo alcance para ataques a alvos ocidentais
O Presidente russo, Vladimir Putin, ameaçou esta quarta-feira enviar armamento de longo alcance para locais onde possam atingir o Ocidente, em resposta ao fornecimento de armas de alta precisão à Ucrânia para lançar ataques contra alvos em território da Rússia.
Em entrevista a várias agências noticiosas internacionais à margem do Fórum Económico Internacional de São Petersburgo, o líder do Kremlin afirmou que a Rússia está a considerar o fornecimento das suas armas de precisão de longo alcance a regiões onde possam ser utilizadas para atingir "infraestruturas sensíveis" dos países que estão a transferir armamento para Kiev.
Putin sublinhou que os soldados ucranianos não têm capacidade tecnológica para utilizar armas ocidentais de longo alcance, pelo que são os especialistas dos países da NATO que devem inserir as instruções de voo com a ajuda de informações dos satélites norte-americanos.
Lusa
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Ucrânia pede em Pequim à China que adira a cimeira de paz
O 'número dois' da diplomacia da Ucrânia, Andriy Sybiha, pediu esta quinta-feira, em Pequim, ao Governo da China, em Pequim, que participe na cimeira de paz marcada para 15 e 16 de junho, na Suíça.
O primeiro vice-ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano falou com o homólogo chinês, Sun Weidong, sobre a situação na Ucrânia e os preparativos para a cimeira, de acordo com um comunicado da Embaixada da Ucrânia na China.
No encontro, Sybiha disse que a participação da China na cimeira seria uma "excelente oportunidade para contribuir de forma prática para a conquista de uma paz justa e duradoura na Ucrânia".
Lusa
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Biden garante que armas dos EUA não atingirão Moscovo ou o Kremlin
O Presidente dos EUA, Joe Biden, garantiu esta quinta-feira que as armas que o seu Governo autorizou a Ucrânia a utilizar contra alvos militares em território russo não serão utilizadas para atacar Moscovo ou o Kremlin.
Na semana passada, o Presidente dos Estados Unidos deu luz verde, sob condições, à utilização de armas norte-americanas por Kiev contra alvos na Rússia perto da região de Kharkiv, de onde baterias de mísseis têm sido utilizadas para fustigar território ucraniano.
Questionado sobre se estas armas já tinham sido utilizadas por Kiev, Joe Biden não respondeu diretamente, mas garantiu que os Estados Unidos não permitiram que fossem utilizadas "para atacar 300 quilómetros dentro do território russo ou em Moscovo ou no Kremlin".
Lusa
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Macron promete entrega de aviões Mirage e formação de 4.500 pilotos
O Presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou esta quinta-feira a transferência para a Ucrânia de caças franceses Mirage 2000-5 e o lançamento de um programa de formação de pilotos ucranianos, para ajudar a Ucrânia "a resistir" à invasão russa.
"A partir de amanhã [sexta-feira], vamos lançar um programa de formação de pilotos e a transferência destes aviões", disse Emmanuel Macron em entrevista à France 2 e TF1, referindo que o objetivo é "formar 4.500 soldados ucranianos (...) equipá-los e formá-los" até ao final do ano, sem a intenção de provocar uma escalada no conflito com a Rússia.
O Presidente francês não especificou o número de aviões de combate franceses que serão enviados para a Ucrânia com esta "nova cooperação", que "permitirá à Ucrânia proteger o seu solo e o seu espaço aéreo".
Lusa
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"Secreta" de Kiev anuncia destruição de mais um navio russo na Crimeia
Os serviços de informações militares da Ucrânia (GUR) anunciaram esta quinta-feira a destruição de um rebocador russo Saturn que se encontrava na costa ocidental da península da Crimeia, ocupada pela Rússia desde 2014.
"Em 06 de junho de 2024, a unidade especial 9 do GUR atingiu com sucesso um rebocador russo 498 Saturn ou Proteus na costa da Crimeia temporariamente ocupada", afirmou em comunicado a "secreta" ucraniana, que usa os dois nomes pelos quais é conhecido este tipo de embarcações.
Segundo a nota da estrutura dependente do Ministério da Defesa de Kiev, a operação ocorreu no lago salgado Panske, entre as cidades costeiras de Chornomorske e Mizhvodne, na costa oeste da Crimeia.
Lusa
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EUA vão enviar material para a Ucrânia que o pode usar contra território russo
Os EUA vão enviar material militar para a Ucrânia, no valor de 225 milhões de dólares, que inclui munições que os ucranianos podem usar para atacar alvos na Federação Russa, no contexto da defesa de Kharkiv dos ataques russos.
O anúncio foi feito por dirigentes norte-americanos, sob anonimato, que adiantaram que a ajuda inclui munições para o Sistema de Foguetes de Artilharia de Alta Mobilidade (HIMAR, na sigla em Inglês), bem como sistemas de morteiros, e mais material para artilharia.
Sob uma nova diretiva dos EUA, a Ucrânia pode usar este material para atacar dentro da Federação Russa, se aí estiverem forças que a estejam a atacar ou a preparar-se para o fazer.
Lusa
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Joe Biden anuncia nova ajuda norte-americana à Ucrânia de cerca de 207 milhões de euros
O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou esta sexta-feira uma nova ajuda de 225 milhões de dólares (cerca de 207 milhões de euros) à Ucrânia, durante um encontro em Paris com o seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky.
"Os Estados Unidos estarão sempre convosco", garantiu Biden, que também pediu desculpas publicamente, pela primeira vez, pelo atraso de meses no apoio militar, o que permitiu à Rússia obter ganhos no terreno.
Em declarações na capital francesa, onde os dois chefes de Estado se encontram para assinalar o 80.º aniversário do desembarque na Normandia (o Dia D), Biden dirigiu um pedido de desculpas ao povo ucraniano pelas semanas sem decisão sobre um apoio norte-americano, numa referência ao impasse no Congresso dos Estados Unidos que durante várias semanas não avançou com a aprovação de um pacote de cerca de 61 mil milhões de dólares (mais de 50 mil milhões de euros) em assistência militar e económica à Ucrânia.
Lusa
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Jens Stoltenberg afirma que nenhum país da NATO está sob ameaça militar imediata da Rússia
O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, afirmou esta sexta-feira que não existe qualquer ameaça militar imediata da Rússia a países da organização, depois de Moscovo ter acusado os aliados ocidentais de procurarem uma escalada na Ucrânia.
"Desde que não deixemos espaço para mal-entendidos ou erros de avaliação em Moscovo ou noutras capitais de países que nos possam atacar, não existe qualquer ameaça militar contra os países da NATO", disse Stoltenberg em Estocolmo.
O chefe da NATO falava sobre a possibilidade de Moscovo testar o compromisso dos países da aliança de defender um deles em caso de ataque, durante uma conferência de imprensa com o primeiro-ministro sueco, Ulf Kristersson.
Lusa
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Número de vítimas civis em maio foi o maior desde junho de 2023
As Nações Unidas (ONU) informaram esta sexta-feira que pelo menos 174 civis foram mortos e 690 ficaram feridos no mês passado na Ucrânia, o número mensal mais elevado desde junho de 2023.
Os dados foram avançados pela secretária-geral adjunta da ONU para Assuntos Humanitários, Joyce Msuya, num briefing ao Conselho de Segurança convocado pela França para abordar a situação humanitária na Ucrânia.
De acordo com Msuya, mais de metade das vítimas civis registadas em maio "podem ser atribuídas aos combates em Kharkiv", onde, em 10 de maio, a Rússia lançou uma ofensiva terrestre que visou várias aldeias da região.
Lusa
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Macron apoia início de negociações de adesão de Kiev à UE até final do mês
O Presidente francês, Emmanuel Macron, manifestou esta sexta-feira, em conferência de imprensa em Paris com o homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, apoio ao "lançamento efetivo" até ao final do mês das negociações para a adesão da Ucrânia à União Europeia (UE).
Emmanuel Macron prometeu, após um encontro com Zelensky no Palácio do Eliseu, que a França continuará a apoiar a Ucrânia em todos os fóruns, particularmente "a nível europeu, para tentar obter o lançamento efetivo das negociações de adesão até ao final do mês".
A Comissão Europeia considera que Kiev cumpriu todos os pré-requisitos para uma possível abertura de negociações de adesão à UE, segundo fontes diplomáticas em Bruxelas citadas hoje pela agência France Presse (AFP).
Lusa
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Ataques nas regiões ucranianas ocupadas pela Rússia fazem 27 mortos
Autoridades instaladas pela Rússia nas regiões ucranianas parcialmente ocupadas de Kherson e Luhansk afirmam que ataques ucranianos fizeram pelo menos 27 mortos, enquanto Rússia e Ucrânia continuaram a trocar ataques com drones durante a noite de sexta para sábado.
Um ataque ucraniano na sexta-feira à pequena cidade de Sadove, na região ucraniana de Kherson, parcialmente ocupada, fez 22 mortos e 15 feridos, segundo o governador Vladimir Saldo, apoiado por Moscovo.
A agência noticiosa estatal russa Tass citou Vladimir Saldo como tendo dito que as forças ucranianas atingiram primeiro a cidade com uma bomba guiada de fabrico francês, tendo depois atacado novamente com um míssil HIMARS fornecido pelos EUA. Afirmou ainda que as forças ucranianas "repetiram deliberadamente o ataque para causar um maior número de vítimas" quando "os residentes das casas vizinhas correram para ajudar os feridos".
Lusa
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MNE suíço afirma que cimeira na Suíça será "primeiro passo" para paz
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Suíça afirmou esta segunda-feira que a cimeira para a paz na Ucrânia, que terá a participação de 90 países e organizações, é um "primeiro passo" para um processo que terá de incluir a Rússia.
"A cimeira [que vai decorrer sábado e domingo na Suiça] é um primeiro passo, mas não haverá processo de paz sem a Rússia. A questão não é saber se a Rússia vai aderir, mas sim quando", afirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros suiço, Ignazio Cassis.
A Suíça acolhe, sábado e domingo, uma cimeira que servirá como um "primeiro passo" para encontrar um caminho para a paz na Ucrânia, com a presença de dezenas de altos líderes, mas sem a Rússia ou, a priori, a China.
Lusa
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Diretor da agência de reconstrução da Ucrânia denuncia obstáculos e demite-se
O diretor da Agência de Reconstrução da Ucrânia, Mustafa Nayyem, demitiu-se esta segunda-feira devido a "obstáculos sistémicos" que o impediram de realizar o seu trabalho "eficazmente", especialmente desde novembro passado.
Ao longo dos últimos meses, as autoridades ucranianas suspenderam o orçamento para a manutenção das estradas e dos sistemas de abastecimento de água e energia, segundo uma declaração publicada por Nayyem na rede social Facebook.
Nayyem denunciou também que os salários foram consideravelmente reduzidos nos últimos meses. Apesar da situação, o até agora responsável pelos trabalhos de reconstrução na Ucrânia elogiou o empenho da agência nos últimos meses.
Lusa
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Rússia agradece à China não participar na Cimeira da Paz para a Ucrânia
O ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergey Lavrov, agradeceu esta segunda-feira ao seu homólogo chinês, Wang Yi, por recusar participar na Cimeira da Paz que se realiza dias 15 de 16 de junho na Suíça.
De acordo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, numa nota, esta segunda-feira citada pela agência Efe, Lavrov "agradeceu aos parceiros chineses a sua posição equilibrada e consistente sobre a crise na Ucrânia, pela qual Pequim decidiu não enviar os seus representantes à Cimeira da Paz na Suíça".
Moscovo insistiu que esta reunião não prevê a participação da Rússia, nem tem em consideração "todas as iniciativas de paz e as realidades atuais".
Lusa
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Zelensky afirma que região de Donetsk concentra a frente de batalha mais difícil
O Presidente ucraniano reconheceu esta segunda-feira que a frente de batalha mais difícil está concentrada na região de Donetsk, no leste do país, onde os militares estão a "fazer tudo o que é possível" para manter as posições.
"Comecei o dia com um relatório do comandante-em-chefe com detalhes de todas as regiões (...). A região de Donetsk é a mais difícil. As forças de defesa da Ucrânia estão a fazer tudo o que é possível para estabilizar e proteger as nossas posições", adiantou Valodymyr Zelensky na rede social Telegram.
Nesta mensagem, publicada depois de se reunir com o chefe das Forças Armadas, Oleksandr Sirski, o chefe de Estado ucraniano adiantou ainda que na região de Sumy, no norte, as forças de Kiev estão a controlar a situação.
Lusa
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Rússia acredita que o Parlamento europeu permanecerá "pró-ucraniano"
O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, destacou esta segunda-feira o avanço da direita na Europa após os resultados das eleições europeias realizadas no domingo, considerando que o Parlamento Europeu continuará a ser "pró-europeu e pró-ucraniano".
Lusa
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Hungria viabilizará apoio da NATO e dos aliados à Ucrânia
A Hungria vai estar fora dos próximos esforços da NATO para apoiar a Ucrânia na defesa "contra a agressão russa", permitindo que outros parceiros da Aliança Atlântica o façam, anunciou esta quarta-feira o secretário-geral da organização.
"Nenhum elemento húngaro participará" nas atividades que serão acordadas na próxima cimeira da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) em Washington, em julho, disse Stoltenberg numa conferência de imprensa, em Budapeste, ladeado pelo primeiro-ministro ultranacionalista húngaro, Viktor Orbán.
Lusa
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Rússia promete responder a últimas sanções dos EUA
A Rússia prometeu responder às últimas sanções adotadas pelos Estados Unidos (EUA) com o objetivo de travar a capacidade de Moscovo na guerra com a Ucrânia e de pressionar instituições financeiras que lidam com a economia russa.
"A Rússia, como sempre nestes casos, não deixará sem resposta as ações agressivas dos Estados Unidos", anunciou a porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros russo, Maria Zakharova, citada pela agência noticiosa estatal TASS.
A nova vaga de sanções norte-americanas foi anunciada na véspera do início da cimeira do G7, grupo que reúne as sete democracias mais ricas do mundo (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido, mais a União Europeia).
"As medidas anunciadas hoje visam os restantes canais de abastecimento através dos quais (a Rússia) adquire materiais e equipamentos a nível internacional, incluindo a sua dependência de fornecimentos críticos de países terceiros", afirmou a secretária do Tesouro norte-americana, Janet Yellen.
Lusa
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Dirigentes do G7 esperam chegar hoje a acordo sobre ajuda a Kiev
O G7 fez "muito bons" progressos para um acordo sobre a utilização de bens russos congelados para ajudar a Ucrânia e os dirigentes esperam chegar esta quinta-feira a um entendimento, no quadro da cimeira em Itália, indicou a Casa Branca.
"Há muito bons progressos nas discussões entre as delegações para alcançar um acordo", declarou à imprensa o conselheiro de segurança nacional, Jake Sullivan, que acompanha o Presidente Joe Biden.
"Esperamos que no encontro de dirigentes hoje tenhamos uma visão comum", acrescentou.
Lusa
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Dimitri Medvedev defende "causar o máximo dano" aos EUA e aliados
O ex-presidente russo Dimitri Medvedev defendeu esta quinta-feira "causar o máximo dano" aos EUA e seus aliados pelas sanções contra Moscovo, incluindo entrega de armas "aos inimigos do mundo ocidental" e recurso a notícias falsas.
"Novas sanções norte-americanas. Em breve haverá sanções europeias. É necessário responder? Parece que não, uma vez que já somam dezenas de milhares. Aprendemos a viver a a desenvolver-nos apesar das sanções", escreveu Dimitri Medvedev numa mensagem publicada na sua conta no canal Telegram, citada pela Europa Press.
O antigo presidente da Rússia e atual vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, ressalvou contudo que, "por outro lado, é necessário (responder)".
Medvedev denunciou que Washington e os seus aliados declararam uma "guerra sem regras" a Moscovo, sublinhando que "é necessário tentar causar todos os dias o máximo de dano aos países que impuseram estas restrições" à Rússia e seus cidadãos, insistindo em impor "danos onde se possam causar danos".
Medvedev defendeu a imposição de "danos às suas economias, instituições e governantes" e "danos ao bem-estar dos seus cidadãos e à sua confiança no futuro".
"Para isso devemos procurar as vulnerabilidades chave das suas economias e aplicar-lhes golpes em todas as áreas. Causar danos em todas as partes, paralisar as empresas e agências governamentais", acrescentou.
"Receiam que entreguemos armas aos inimigos do mundo ocidental? Devemos dar-lhes todo o tipo de armas, exceto armas nucleares, por enquanto" defendeu, continuando: "Receiam a anarquia e uma explosão do crime nas principais cidades? Devemos ajudar a desorganizar os seus governos locais".
Lusa
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G7 com acordo provisório para empréstimo de 46 mil milhões de euros a Kiev
O G7 alcançou um acordo provisório para conceder à Ucrânia um empréstimo de cerca de 46 mil milhões de euros, a financiar com juros gerados pelos ativos do banco central russo congelados na União Europeia (UE).
O acordo provisório foi alcançado pelos negociadores dos países do bloco -- conhecidos como 'sherpas' --, tendo agora de ser aprovado formalmente por cada um dos líderes, segundo fonte ligada ao G7 citada esta quinta-feira pela agência de notícias EFE.
Segundo a mesma fonte, que não foi identificada, não é esperado que o acordo seja bloqueado por qualquer um dos membros.
O acordo final deverá ser anunciado esta quinta-feira, quando o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, se juntar aos líderes do grupo numa sessão específica sobre a Ucrânia.
O G7, composto por Estados Unidos, França, Alemanha, Japão, Canadá, Reino Unido e Itália -- esta última com a presidência rotativa --, está reunido numa cimeira em Puglia, no sul de Itália.
Lusa
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NATO quer reforçar medidas para travar onda de ataques híbridos na Europa
O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, afirmou esta quinta-feira que os países da NATO querem tomar medidas para reforçar a resposta a uma onda sem precedentes de ataques híbridos liderados pela Rússia na Europa.
Os ministros da defesa, reunidos em Bruxelas, vão discutir medidas específicas para lidar com "a campanha de atividades hostis da Rússia contra os aliados da NATO", disse Stoltenberg à comunicação social.
"Tivemos vários exemplos de sabotagem, fogo posto, ataques cibernéticos e desinformação", disse Stoltenberg, antes do início da reunião dos ministros da Defesa da NATO que se realiza hoje.
Lusa
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Portugal vai instruir militares ucranianos no uso de carros de combate
O ministro da Defesa anunciou esta quinta-feira que Portugal vai instruir militares ucranianos na utilização de carros de combate, à semelhança do que está a ser feito para os caças F-16, e que a disponibilidade "é imediata".
"Implica treino naquilo que é o desempenho da artilharia, em carros de combate, em Portugal. Como sabe, nós temos já militares ucranianos a serem treinados em Portugal, no universo F-16 [...], e agora também no que tem que ver com terra e os carros de combate, que são uma prioridade", disse Nuno Melo, no final do primeiro dia de um encontro ministerial da Aliança Atlântica, em Bruxelas.
Lusa
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EUA assinam com Kiev acordo de segurança por dez anos
Os Estados Unidos assinaram esta quinta-feira um acordo de segurança por dez anos com a Ucrânia, à margem da cimeira do G7 (grupo das sete maiores economias do mundo e União Europeia), no sul de Itália.
"Hoje, os Estados Unidos expressam um forte sinal do seu firme apoio à Ucrânia", anunciou o Governo do Presidente norte-americano, Joe Biden, num comunicado divulgado pouco antes da cerimónia de assinatura do acordo, entre Biden e o homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, convidado a participar na cimeira do G7 na estância balnear de Bari.
Num púlpito azul com as bandeiras dos Estados Unidos e da Ucrânia, Biden e Zelensky assinaram perante a comunicação social o documento e, no final, apertaram as mãos.
Lusa
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Putin considera um roubo utilização de ativos russos congelados
O Presidente russo, Vladimir Putin, classificou esta sexta-feira como "um roubo" o congelamento de bens russos no Ocidente e a sua utilização para ajudar a Ucrânia a resistir à Rússia, e prometeu responder.
"Os países ocidentais congelaram parte dos ativos e das reservas de moeda estrangeira da Rússia. E agora estão a pensar numa base legal para se apropriarem deles definitivamente. Mesmo que embelezemos as coisas, o roubo continua a ser um roubo e não ficará impune", disse Putin perante funcionários do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo.
Lusa
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Conselho do Báltico defende reforço da preparação para as crises
Os ministros dos Negócios Estrangeiros dos dez países que integram o Conselho dos Estados do Mar Báltico (CEMB) apelaram esta sexta-feira em Porvoo (Finlândia) ao reforço da resiliência e da preparação para crises na região do Báltico.
No final da 21.ª reunião da organização, os chefes da diplomacia da CEMB e um alto representante da União Europeia (UE) aprovaram a 'Declaração de Porvoo', um documento em que reiteraram a condenação da invasão da Ucrânia pela Rússia, reafirmaram o apoio a Kiev e manifestaram preocupação com o aumento das "operações híbridas de Moscovo".
A Rússia, um dos membros iniciais do CEMB, foi suspensa do Conselho em março de 2022, após ter lançado a ofensiva em grande escala contra a Ucrânia, e optou por abandonar o organismo dois meses depois.
Na Declaração de Porvoo, o CEMB apelou à cessação imediata de todas as "atividades hostis" da Rússia e sublinhou a importância de combater as crescentes ameaças e desafios à segurança na região.
"Estamos empenhados em melhorar a preparação e a capacidade de resistência às crises na região do Mar Báltico. Os debates do Conselho em Porvoo demonstram, uma vez mais, que estamos mais fortes juntos para o conseguir", afirmou a ministra dos Negócios Estrangeiros finlandesa, Elina Valtonen, numa conferência de imprensa ladeada pelos homólogos da Alemanha, Annalena Baerbock, e da Estónia, Margus Tsahkna.
Lusa
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Zelensky já chegou à Suíça para a Conferência para a Paz
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, já chegou à Suíça para participar, este fim de semana, na Conferência para a Paz na Ucrânia, com a participação de perto de uma centena de países e organizações, mas não da Rússia.
"Cheguei à Suíça para a Cimeira Mundial da Paz. Serão dois dias de trabalho ativo com países de todas as partes do mundo, com nações diferentes que, no entanto, estão unidas por um objetivo comum de trazer uma paz justa e duradoura na Ucrânia", anunciou o próprio na rede social X, numa publicação acompanhado de uma foto sua a sair do avião.
Na mesma publicação, Zelensky sustentou que "a Cimeira da Paz constituirá uma oportunidade para a maioria global tomar medidas específicas em áreas importantes para todos no mundo: segurança nuclear, segurança alimentar e regresso dos prisioneiros de guerra e de todas as pessoas deportadas, incluindo as crianças ucranianas deportadas".
Lusa
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Putin diz estarem envolvidos 700 mil soldados na ofensiva
O Presidente russo, Vladimir Putin, disse esta sexta-feira que cerca de 700.000 soldados estão envolvidos atualmente na ofensiva na Ucrânia, que se iniciou em fevereiro de 2022.
"Temos quase 700.000 homens na área da operação militar especial", disse Putin, utilizando o termo oficial para caracterizar a guerra em curso, durante um encontro com soldados condecorados pelos seus feitos de armas, com transmissão televisiva.
Em dezembro, Putin tinha indicado que o número de tropas envolvidas era de 617.000.
Lusa
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Rússia insta ONU e Estados-membros a recusarem participar na Conferência para a Paz
A Rússia instou esta sexta-feira o Secretariado das Nações Unidas (ONU), assim os Estados-membros da organização, a rejeitarem participar na Conferência para a Paz na Ucrânia, a qual considerou "provocativa e absolutamente inútil".
Numa reunião do Conselho de Segurança da ONU convocada por Moscovo para discutir a autorização dada à Ucrânia para utilizar armas ocidentais contra alvos dentro da Rússia, o embaixador russo, Vasily Nebenzya, pediu aos Estados-membros da ONU para que "não se deixem usar como figurantes nas intrigas antirrussas do Ocidente".
Acusando os líderes ocidentais de "empurrarem a Europa para a beira de uma nova grande guerra", Nebenzya dirigiu-se especialmente aos "países do Sul Global" e a todos os países "cujas lideranças estão a seguir um caminho sensato", instando-os a não acreditarem nos objetivos da Conferência para a Paz, uma vez que não passa de "uma tentativa primitiva de apresentar um ultimato à Rússia".
Lusa
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EUA dizem que plano de cessar-fogo de Putin é inaceitável
O Governo dos Estados Unidos descreveu como inaceitável a proposta do Presidente russo Vladimir Putin, que prometeu iniciar negociações de paz se a Ucrânia se retirar de quatro regiões e abdicar de aderir à NATO.
"Agora [Putin] diz que o preço da paz é permitir que a Rússia ocupe ainda mais território ucraniano", disse na sexta-feira a porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, citada pela agência de notícias EFE.
"Não há nenhum país no mundo que possa dizer seriamente que isto é aceitável ao abrigo da Carta da ONU, do direito internacional, da moralidade básica ou do bom senso", disse Adrienne Watson.
Lusa
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Bombardeamento sobre cidade russa causa cinco mortes
Cinco pessoas morreram na sequência de um bombardeamento das tropas ucranianas contra a cidade de Shebékino, na região de Belgorod, informou o governador daquela localidade da Federação Russa fronteiriça com a Ucrânia.
De acordo com Vyacheslav Gladkov, as vítimas eram civis e o ataque ocorreu na sexta-feira.
Lusa
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Scholz critica exigências russas que querem "paz ditada"
O Chanceler alemão, Olaf Scholz, criticou hoje as exigências feitas pelo Presidente russo, Vladimir Putin, para negociar com a paz, que considerou que pretendem criar "uma paz ditada".
"O que precisamos não é de uma paz ditada, mas sim de uma paz justa e equitativa, que tenha em conta a integridade e a soberania da Ucrânia", afirmou o líder alemão em entrevista à estação televisiva ARD, citado pela agência France-Presse (AFP).
Scholz falou à margem da cimeira do G7, em Itália.
Já à televisão privada NTV, Scholz afirmou numa entrevista hoje transmitida que "Putin está a olhar com nervosismo" para a conferência de paz organizada pela Ucrânia.
Lusa
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Von der Leyen diz ser vital reafirmar primado da Carta da ONU
A presidente da Comissão Europeia defendeu este sábado , na Cimeira para a Paz na Ucrânia, que é vital a comunidade internacional "reafirmar o primado da Carta das Nações Unidas", que a Rússia está a violar com a sua "guerra brutal".
"Será correto que um país maior possa invadir e tomar o território de um vizinho mais pequeno? A resposta é, obviamente, não. Está escrito na Carta das Nações Unidas. E é por isso que é vital que reafirmemos essa Carta. É vital que nos comprometamos de novo a defender firmemente os princípios da Carta das Nações Unidas", afirmou Ursula von der Leyen.
Intervindo na sessão inaugural da cimeira, que decorre entre este sábado e domingo nos arredores de Lucerna, Suíça, a presidente da Comissão defendeu que "congelar o conflito hoje, com tropas estrangeiras a ocupar o território ucraniano, não é a resposta".
Lusa
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Presidente português destaca "aspeto global" de cimeira que é "primeiro passo" para a paz
O Presidente português destacou este sábado a forte e diversificada adesão de países e organizações à Cimeira para a Paz na Ucrânia, considerando que tal dá "um aspeto global muito importante" a este "primeiro passo" para o fim da guerra.
Em declarações à imprensa no final da primeira sessão de trabalhos da cimeira, que decorre até domingo na estância suíça de Burgenstock, arredores de Lucerna, Marcelo Rebelo de Sousa congratulou-se por estarem "muitos países representados, de todos os continentes", tendo sido possível verificar "uma grande convergência de pontos de vista" entre as cerca de três dezenas de líderes que este sábado já intervieram.
Essa convergência, em torno da "preocupação da paz e caminho para a paz", foi manifestada por países não só da União Europeia (UE) ou da NATO, "mas também do mundo árabe, do mundo africano e do mundo asiático", congratulou-se Marcelo Rebelo de Sousa, que constatou empenho de todos em "trabalhar para conclusões comuns" a serem adotadas no domingo.
Lusa
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Fotojornalista russo morre em ataque de drones na Ucrânia enquanto se preparava para fazer reportagem
Nikita Tsitsagi, um jornalista russo, foi morto durante um ataque com drones no leste da Ucrânia, quando se preparava para fazer uma reportagem. O ataque teve lugar na zona do mosteiro de São Nicolau, perto de Vugledar, uma cidade que há já vários meses tem sido palco de intensos combates.
Lusa
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Três mortos e cinco feridos em ataque em Donetsk na Ucrânia
Três pessoas morreram e outras cinco ficaram feridas no sábado na região de Donetsk, segundo informou o chefe ucraniano da administração militar daquela região, Vadim Filashkin, através do canal Telegram.
Lusa
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Vários chefes de Estado e de Governo fazem balanço de cimeira e pedem fim da guerra
Vários chefes de Estado e de Governo pediram, através das suas intervenções na sessão plenária na cimeira de paz sobre a Ucrânia ou em comunicado, o fim da guerra no país, criticando a proposta da Rússia.
Na sexta-feira, o Presidente russo, Vladimir Putin, prometeu ordenar imediatamente um cessar-fogo na Ucrânia e iniciar negociações se Kiev começasse a retirar as tropas das quatro regiões anexadas por Moscovo em 2022 e renunciasse aos planos de adesão à NATO.
Estas reivindicações constituem uma exigência de facto para a rendição da Ucrânia, cujo objetivo é manter a sua integridade territorial e soberania, mediante a saída de todas as tropas russas do seu território, além de Kiev pretender aderir à aliança militar.
Lusa
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Áustria duvida que declaração da cimeira seja assinada por todos os participantes
O chanceler austríaco, o conservador Karl Nehammer, indicou que não haverá unanimidade na declaração final da Cimeira da Paz para a Ucrânia, que termina hoje na Suíça, e que provavelmente não será assinada por todos os participantes.
Nehammer, que participa no encontro em Bürgenstock (Suíça) juntamente com representantes de quase uma centena da Estados e organizações, sustentou a sua posição com o facto de alguns países, por exemplo, se mostrarem relutantes em qualificar a Rússia como agressor.
Porém, o chanceler austríaco minimizou a importância desta falta de consenso, afirmando que existe uma posição básica comum e que as conversações na cimeira o "motivaram positivamente", de acordo com a agência noticiosa austríaca APA.
Lusa
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Cimeira de Paz pede envolvimento de "todas as partes"
O comunicado final da Cimeira para a Paz na Ucrânia "reafirma a integridade territorial do país" e pede que "todas as partes" estejam envolvidas para se alcançar a paz.
O texto, citado pela agência France-Presse (AFP), foi apoiado pela grande maioria dos participantes e reafirma "os princípios da soberania, da independência e da integridade territorial de todos os Estados, incluindo a Ucrânia".
Em declarações aos jornalistas depois de intervir na derradeira sessão plenária da cimeira que decorre desde sábado na estância de Burgenstock, o Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, tinha defendido o "alargamento a novos parceiros".
"Este é um passo, há outros passos, e nos outros passos é bom que haja o alargamento a novos parceiros, naquela expressão que provavelmente o comunicado vai adotar 'all parties' [todas as partes]. E eu acrescentei que, em rigor, deviam ter estado já aqui neste primeiro passo, mas poderão estar em passos seguintes", afirmou o chefe de Estado.
Lusa
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Kremlin diz que Zelensky deve refletir sobre proposta de paz de Putin
O Kremlin considerou este domingo que a Ucrânia devia refletir sobre a recente proposta de paz do Presidente Vladimir Putin, uma vez que a situação na frente de batalha está a piorar para as forças ucranianas.
Lusa
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Vaticano defende que o diálogo é a única maneira de alcançar uma paz justa
O secretário de Estado do Vaticano defendeu hoje, na Suíça, que a única maneira de alcançar uma paz estável e justa na Ucrânia é através do diálogo e alertou para a necessidade de se prestar assistência humanitária e política.
Segundo adiantou a agência de notícias espanhola Efe, a falar na cimeira internacional sobre a Ucrânia, que decorreu na Suíça no sábado e hoje, Pietro Parolin deu ainda conta do constante compromisso com a paz assumido pelo Papá Francisco.
"A única maneira de alcançar uma paz estável e justa é através do diálogo entre todas as partes envolvidas", defendeu o diplomata da Santa Sé, citado pela Efe.
Falando em nome do chefe de Estado do Vaticano, Pietro Parolin deixou uma garantia: "Em nome do Papa Francisco, desejo confirmar a sua proximidade pessoal ao martirizado povo ucraniano e o seu constante compromisso com a paz".
Pietro Parolin alertou ainda para a necessidade de "prestar assistência e facilitar a mediação, tanto humanitária como política".
E acrescentou: "A Santa Fé espera que os esforços diplomáticos atualmente promovidos pela Ucrânia e apoiados por tantos países sejam reforçados para alcançar os resultados que as vítimas merecem e que o mundo inteiro espera".
Lusa
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Brasil entre países que não assinaram comunicado final de cimeira de paz
O Brasil foi um dos países que não assinaram o comunicado final da Cimeira para a Paz na Ucrânia, documento que pede o envolvimento de todas as partes nas negociações de paz e "reafirma a integridade territorial" ucraniana.
Segundo a agência noticiosa espanhola Efe, entre os países presentes que não assinaram o comunicado estão os Estados-membros do BRICS, um bloco de países composto por Brasil, Índia e África do Sul, bem como pelas ausentes China e Rússia.
Também não subscreveram o documento Arménia, Barém, Indonésia, Líbia, Arábia Saudita, Tailândia, Emirados Árabes Unidos e México.
Lusa
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Quatro países da CPLP apoiam comunicado final da Cimeira para a Paz
O comunicado final adotado na Cimeira para a Paz na Ucrânia, realizada no sábado e este domingo na Suíça, foi apoiado por quatro Estados-membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), designadamente Portugal, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
Lusa
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Marcelo Rebelo de Sousa diz que cimeira iniciou via "imparável" para paz que terá de ser alargada à Rússia
O Presidente da República acredita que a Cimeira para a Paz na Ucrânia que este domingo termina na Suíça lançou uma "via imparável" para o fim do conflito, mas sublinhou que será necessário envolver todas as partes nos próximos passos.
Lusa
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Líder da NATO defende que caminho para paz passa por mais armas para Kiev
O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, defendeu esta segunda-feira que a China pague o preço pelo seu apoio à Rússia, ao mesmo tempo que encorajou a aliança militar ocidental a fornecer mais armas à Ucrânia.
"Pode parecer um paradoxo, mas o caminho para a paz passa por mais armas para a Ucrânia", argumentou o chefe da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) em declarações ao Wilson Center, um 'think tank' em Washington.
Stoltenberg, que em breve abandonará a sua posição como secretário-geral da NATO, está de visita a Washington para preparar a cimeira da aliança atlântica que terá lugar na capital norte-americana de 09 a 11 de julho.
Lusa
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Incêndio deflagra numa refinaria de petróleo russa após ataque de drones
Um incêndio deflagrou numa refinaria de petróleo após um ataque noturno de drones em Azov, sul da Rússia, onde está localizado o quartel-general militar da operação russa na Ucrânia, disseram esta terça-feira as autoridades locais.
"Os tanques de petróleo incendiaram-se em Azov na sequência de um ataque de drones", escreveu na plataforma de mensagens Telegram o governador da região de Rostov.
"De acordo com informações preliminares, não houve vítimas", sublinhou Vasily Golubev.
Lusa
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China acusa NATO de provocar discórdia
A República Popular da China acusou a NATO de provocar a discórdia condenando diretamente os comentários do secretário-Geral da organização, Jens Stoltenberg sobre o alegado apoio de Pequim à guerra da Rússia na Ucrânia.
"Instamos (o Secretário-Geral da NATO) a deixar de culpar os outros e de semear a discórdia, e a não deitar 'achas para a fogueira'", disse Lin Jian, porta-voz da diplomacia chinesa.
Lin Jian, numa conferência de imprensa de imprensa em Pequim, sugeriu que Stoltenberg deve "fazer algo de concreto para uma resolução política da crise", referindo-se à guerra na Ucrânia.
O Presidente chinês Xi Jinping está a tentar "dar a impressão de que se está a afastar deste conflito, para evitar sanções e manter os fluxos comerciais", disse Stoltenberg durante uma visita aos Estados Unidos, o principal apoiante militar da Ucrânia.
"A realidade é que a China está a alimentar o maior conflito armado na Europa desde a Segunda Guerra Mundial e, ao mesmo tempo, quer manter boas relações com o Ocidente", disse o líder da NATO.
"A menos que a China mude de rumo, os aliados vão ter de impor um preço. Deve haver consequências", defendeu Stoltenberg.
A República Popular da China afirma-se neutra no conflito mas nunca condenou a invasão russa da Ucrânia em fevereiro de 2022 e, desde o início da guerra, recebeu o Presidente russo Vladimir Putin em diversas ocasiões.
Relativamente à questão da Ucrânia, Pequim apela regularmente ao respeito pela integridade territorial de todos os países, o que inclui implicitamente a Ucrânia, mas também apela à consideração das preocupações de segurança da Rússia.
No passado fim de semana, a República Popular da China não participou na conferência de paz sobre a Ucrânia organizada na Suíça, sobretudo porque a Rússia não se fez representar.
Lusa
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Kiev reivindica ataque a refinaria de petróleo na Rússia
A Ucrânia reivindicou um ataque noturno "com sucesso" a uma refinaria de petróleo russa em Azov, na região de Rostov (sul), que provocou um incêndio, segundo as autoridades locais.
"Reservatórios de petróleo incendiaram-se em Azov na sequência de um ataque de 'drones'", indicou em mensagem no Telegram Vassili Golubev, governador da região russa de Rostov, onde está situado o quartel-general militar da operação russa na Ucrânia.
"Não há vítimas, de acordo com as primeiras informações", assegurou.
Pelas 05H00 (hora de Lisboa), 39 veículos e uma coluna de bombeiros com diverso equipamento foram enviados para o local do incêndio, prosseguiu Golubev.
Uma fonte ucraniana da Defesa citada pela agência noticiosa AFP felicitou-se pelo "sucesso" do ataque.
"Estão a ocorrer enormes incêndios nas instalações", acrescentou a mesma fonte sob anonimato.
Lusa
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Ataque russo deixa milhares de pessoas sem energia elétrica
Um ataque russo durante a noite contra uma infraestrutura de energia no centro da Ucrânia deixou milhares de pessoas sem eletricidade, anunciaram esta quarta-feira as autoridades de Kiev.
As zonas afetadas situam-se nas proximidades da linha da frente ou na fronteira com a Rússia, disse o ministério da Energia da Ucrânia, citado pela agência noticiosa espanhola EFE.
Os cortes de energia afetam principalmente a região oriental de Donetsk, onde se registam os combates mais intensos e onde cerca de 55.000 assinantes do serviço de eletricidade estavam sem energia hoje de manhã.
Os cortes estavam a afetar também Dnipro (centro), Zaporijia (sudeste), Kharkiv e Sumi (nordeste), Kherson (sul) e Chernobyl (norte).
Os apagões não planeados juntam-se aos que as autoridades programam todos os dias em toda a Ucrânia para poupar eletricidade devido ao défice causado pelos sucessivos ataques de mísseis e 'drones'.
A Rússia destruiu grande parte da capacidade de produção de eletricidade da Ucrânia desde que invadiu o país vizinho em fevereiro de 2022.
A Ucrânia está a trabalhar para reparar o equipamento e as centrais elétricas danificadas ou destruídas pelos ataques russos, antes que a procura aumente com o início do tempo frio, disse o ministério.
As empresas e as pessoas em toda a Ucrânia estão a depender de geradores de energia para continuarem a viver e a trabalhar normalmente no meio dos apagões.
Lusa
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UE chega a acordo sobre 14.º pacote de sanções contra a Rússia
Os embaixadores dos 27 países da União Europeia (UE) chegaram esta quinta-feira a acordo sobre o 14.º pacote de sanções contra a Rússia por causa da invasão ao território ucraniano, que "maximiza as consequências" das restrições aprovadas anteriormente.
"Os embaixadores da UE acabaram de chegar a acordo sobre um forte e substancial 14.º pacote de sanções em reação à agressão russa contra a Ucrânia. Este pacote expande as medidas apontadas e maximiza as consequências das sanções existentes, encerrando brechas", escreveu a presidência belga do Conselho da UE na rede social X (antigo Twitter).
Na mesma rede social, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, saudou o acordo e afirmou que vai "negar ainda mais o acesso da Rússia a tecnologias essenciais, cortar fontes de receita provenientes da energia" e também "atacar a frota sombra de [Vladimir] Putin e a rede bancária oculta no estrangeiro".
O pacote restritivo inclui pela primeira vez o gás natural liquefeito (GNL).
Lusa
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Ataques ucranianos dizimam infraestruturas energéticas russas e reduzem produção
O exército ucraniano atacou e incendiou na quarta-feira à noite, com 'drones', mais dois depósitos de combustível na retaguarda da Rússia, fundamentais para a economia russa e para os planos militares na Ucrânia.
Uma das estratégias de Kiev é causar o máximo de danos possível à infraestrutura petrolífera russa.
Os ataques aéreos ucranianos às refinarias de petróleo intensificaram-se este ano e, segundo o especialista russo em energia Mikhail Krutikhin, provocaram uma quebra de 20% na produção de combustível e de produtos petrolíferos na parte ocidental do país.
Lusa
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Roménia vai enviar sistema de defesa aérea Patriot para a Ucrãnia
A Roménia anunciou esta quinta-feira o envio de um sistema de defesa aérea Patriot para a Ucrânia para ajudar o país vizinho a proteger-se dos ataques russos, uma decisão imediatamente saudada pelo Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.
"Perante a deterioração acentuada da situação de segurança na Ucrânia (...), os membros do Conselho Superior de Defesa Nacional decidiram, em estreita coordenação com os Aliados, doar um sistema Patriot à Ucrânia", disse o conselho romeno num comunicado.
A Roménia disse estar a negociar com os parceiros da NATO, em particular com os Estados Unidos, a obtenção de "um sistema semelhante capaz de proteger o seu espaço aéreo", segundo a agência francesa AFP.
Lusa
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EUA autorizam Ucrânia a usar armas norte-americanas em toda a Rússia
Os Estados Unidos (EUA) autorizaram a Ucrânia a usar armas norte-americanas contra as forças russas em toda a Rússia, avançou esta sexta-feira o jornal Kyiv Post. O uso de armas já não se encontra limitado aos alvos militares russos nas proximidades de Kharkiv do lado russo.
Correio da Manhã
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Kiev denuncia ataque maciço russo contra infraestruturas energéticas
O Ministério da Energia ucraniano disse que as forças armadas russas lançaram, esta madrugada, um novo "ataque maciço" contra infraestruturas energéticas no oeste e no sul da Ucrânia.
"As instalações do Ukrenergo [operador ucraniano], nas regiões de Zaporijia [sul] e Lviv [oeste] ficaram danificadas", disse o ministério, referindo que dois funcionários se encontram hospitalizados em Zaporijia.
Este foi o oitavo ataque maciço a centrais elétricas ucranianas nos últimos três meses, ainda de acordo com o ministério.
Lusa
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Chefe da diplomacia da UE apela a ajuda europeia antes do verão por guerra longa
O chefe da diplomacia da União Europeia (UE) apelou aos Estados-membros para mobilizarem ajuda para a Ucrânia antes do verão e alegou que as recentes deslocações do Presidente russo, Vladimir Putin, demonstram que se prepara para "guerra longa".
"A Ucrânia precisa de mais ajuda e, [...] agora, antes do verão, e espero que os ministros apoiem a proposta que conseguimos [acordar] para que esta ajuda aumente, utilizando as receitas russas", declarou o Alto Representante da UE para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, Josep Borrell.
Em declarações à chegada ao Conselho de Negócios Estrangeiros, no Luxemburgo, o responsável apontou que a discussão de hoje surge após a cimeira da paz na Suíça, "onde foi aberta uma via diplomática", mas também depois da "resposta de Putin, viajando para a Coreia do Norte, viajando para todo o lado onde possa obter apoio".
"É claramente a preparação para uma longa guerra e, do nosso lado, a via diplomática tem de continuar a funcionar, mas nós temos vindo a aumentar o nosso apoio à Ucrânia", vincou Josep Borrell.
Lusa
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Entrega de 1.400 milhões de euros de lucros de bens russos congelados aceite por ministros da UE
P>Luxemburgo, 24 jun 2024 (Lusa) - Os países da União Europeia (UE) chegaram esta segunda-feira a acordo sobre a disponibilização à Ucrânia de 1.400 milhões de euros, no próximo mês, provenientes dos rendimentos de ativos financeiros russos congelados, anunciou o chefe da diplomacia europeia.
"Os ministros [dos Negócios Estrangeiros] chegaram hoje a um acordo sobre um quadro para a utilização dos lucros inesperados de bens russos imobilizados [em território europeu] e a sua alocação ao Mecanismo Europeu de Apoio à Paz [MEAP]", disse Josep Borrell, em conferência de imprensa no final de uma reunião no Luxemburgo.
Os primeiros 1.400 milhões de euros vão estar disponíveis já em julho e estão previstos "mais mil milhões de euros até ao final do ano", acrescentou.
Lusa
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Jens Stoltenberg espera que cimeira obtenha acordo de longo prazo para a Ucrânia
O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, expressou esta segunda-feira confiança de que a próxima cimeira da Aliança Atlântica em Washington chegue a acordo sobre um compromisso de ajuda financeira de longo prazo para a Ucrânia.
"Na cimeira em Washington, a nossa tarefa mais urgente será aumentar o apoio à Ucrânia", disse Stoltenberg à imprensa depois de se reunir com o Presidente francês, Emmanuel Macron, para preparar o encontro de alto nível, que terá lugar de 9 a 11 de julho.
O líder da Aliança Atlântica lembrou que algumas "lacunas recentes" na ajuda "tiveram consequências no campo de batalha", defendendo que é preciso "dar previsibilidade e responsabilidade à Ucrânia".
Lusa
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Investimentos robustos em Defesa e apoio à Ucrânia dominarão Cimeira da NATO
A importância de "investir robustamente" nas indústrias de Defesa e a continuidade do apoio à Ucrânia serão temas dominantes da próxima Cimeira da NATO, em julho em Washington, segundo a diplomacia norte-americana.
Num 'briefing' de antecipação da Cimeira, que decorrerá de 09 a 11 de julho na capital norte-americana e em que se assinalarão os 75 anos da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), o embaixador John Bass, secretário-adjunto interino para Assuntos Políticos dos Estados Unidos, indicou que serão debatidas formas de melhorar e reforçar a defesa coletiva dos aliados, "numa época em que há um conjunto de ameaças em evolução que transcendem aquelas que os membros originais da aliança enfrentaram" inicialmente.
Isso inclui garantir a continuação de "investimentos robustos nas respetivas indústrias de Defesa", bem como garantir que a Ucrânia saia vencedora da "guerra de agressão russa em curso", disse Bass na conferência de imprensa na noite de segunda-feira, acompanhada pela Lusa.
Lusa
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Presidente do Conselho Europeu considera o início das negociações com Ucrânia e Moldova rumo à UE é "momento histórico"
O presidente do Conselho Europeu considerou "um momento histórico" a abertura das negociações formais com a Ucrânia e a Moldova para aderirem à União Europeia (UE).
"Depois da decisão de dezembro de 2023 do Conselho Europeu de iniciar as negociações da Ucrânia e a República da Moldova, os dois países estão a embarcar numa verdadeira transformação para uma adesão total à UE -- um momento de orgulho para as duas nações e um passo estratégico para a UE", completou o presidente do Conselho Europeu.
O início das negociações entre Bruxelas, Kiev e Chisinau "é resultados dos enormes esforços de reforma".
"Quando a vontade das pessoas é acompanhada, as lideranças visionárias cumprem e a democracia é colocada em prática", completou Charles Michel.
Reconhecendo que os dois países, antigas repúblicas soviéticas, enfrentaram "desafios significativos" -- a Ucrânia mais com a invasão russa que está a tentar repelir há quase dois anos e meio -, Charles Michel lembrou que é o "início de um processo longo".
Mas o dia de hoje "é para celebrar", por ser um "passo significativo" rumo à adesão.
Lusa
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Autoridades ordenam retirada de crianças em cinco aldeias de Donetsk
As autoridades ucranianas ordenaram a retirada obrigatória de crianças e dos seus pais em cinco aldeias na região de Donetsk, no leste do país.
Esta medida diz respeito a "crianças com os seus pais ou outros representantes legais" que vivem em localidades próximas da zona onde os combates se intensificaram nas últimas semanas, disse o governador Vadym Filachkine nas redes sociais, indicando as aldeias próximas de zonas onde as forças russas ganharam terreno.
Nas últimas semanas, o governador apelou aos civis para fugirem da região devido ao aumento do número de mortos em resultado dos bombardeamentos russos.
PM da Moldova aponta início de negociações com a UE como dia histórico
A União Europeia (UE) lançou esta terça-feira oficialmente conversações de adesão com a Moldova, um dia que o primeiro-ministro de Chinisau descreveu como histórico para um país que a Rússia ainda vê como pertencente à sua esfera de influência.
As conversações da Moldova com o bloco de 27 países foram iniciadas numa conferência intergovernamental no Luxemburgo.
Ao chegar ao local, o primeiro-ministro moldavo, Dorin Recean, descreveu o acontecimento como "um dia histórico para a Moldova em tempos historicamente significativos para a Europa".
Lusa
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Rússia anuncia nova troca de prisioneiros
A Rússia anunciou esta terça-feira uma troca de 90 prisioneiros de guerra ucranianos que detinha contra 90 militares russos detidos na Ucrânia, na sequência de uma mediação dos Emirados Árabes Unidos (EAU).
"Na sequência de um processo de negociação, 90 militares russos que se encontravam em perigo de morte em cativeiro foram repatriados do território controlado pelo regime de Kiev", indicou o Ministério da Defesa russa em comunicado divulgado na rede social Telegram.
A ofensiva militar russa no território ucraniano, lançada a 24 de fevereiro de 2022, mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
Lusa
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Zelensky assinala Constituição da Ucrânia e destaca papel das Forças Armadas
O Presidente ucraniano, Volodymir Zelensky, assinalou esta sexta-feira o Dia da Constituição da Ucrânia e destacou o artigo 17 sobre a proteção da integridade territorial e que envolve as Forças Armadas.
"Milhões de ucranianos demonstram o compromisso com ele (artigo 17) todos os dias", afirmou Zelensky em declarações gravadas na estação ferroviária de Lviv, na região ocidental da Ucrânia, após o regresso de Bruxelas onde participou no Conselho Europeu de quinta-feira.
Lusa
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UE desembolsa quase 1,9 mil milhões de euros do mecanismo de apoio à Ucrânia
A União Europeia (UE) desembolsou esta sexta-feira quase 1,9 mil milhões de euros de pré-financiamento a Kiev ao abrigo do Mecanismo em favor da Ucrânia, divulgou esta sexta-feira Comissão Europeia em comunicado.
Este montante eleva para 7,9 mil milhões de euros o apoio total da UE já transferido para a Ucrânia desde que o mecanismo se tornou operacional em março.
Lusa
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Dezenas de países condenam na ONU envio de armas norte-coreanas para Rússia
Um grupo de 48 países, incluindo Portugal, condenou esta sexta-feira numa declaração conjunta na ONU "as transferências ilegais de armas da Coreia do Norte para a Rússia, que ajudaram significativamente" Moscovo a conduzir a sua guerra contra a Ucrânia.
A declaração, lida pelo vice-embaixador norte-americano, Robert Woods, salienta que esta transferência de "mísseis balísticos e outras munições" representa uma violação de pelo menos três resoluções do Conselho de Segurança concebidas no âmbito do regime de sanções contra a Coreia do Norte, principalmente pelo desenvolvimento do seu programa nuclear.
No entanto, a última resolução a este respeito é datada de 2016. Desde então, a Rússia tem demonstrado clara relutância em continuar com as sanções ao regime de Pyongyang, posição que também partilha com a China, enfraquecendo a posição do Conselho de Segurança.
Lusa
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Kiev anuncia entrega de defesas antiaéreas e mísseis pelos EUA e 8 países europeus
O primeiro-ministro da Ucrânia, Denis Shmigal, anunciou esta sexta-feira que os Estados Unidos e oito países europeus estão dispostos a entregar em breve novos sistemas de defesa antiaérea, para além de mísseis Patriot e NASAMS.
"Os parceiros internacionais escutaram-nos. Convencemo-los de que fortalecer a defesa aérea da Ucrânia é a primeira prioridade", indicou, citado pelos 'media' ucranianos.
De acordo com Shmigal, a Itália vai enviar o seu segundo sistema SAMP-T, capaz de intercetar mísseis balísticos, enquanto a Alemanha disponibilizará veículos blindados antiaéreos Gepard e mísseis teleguiados IRIS-T.
Lusa
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FMI aprova nova ajuda à Ucrânia de dois mil milhões de euros
O Fundo Monetário Internacional (FMI) aprovou na sexta-feira uma transferência de mais de dois mil milhões de euros à Ucrânia no âmbito de um empréstimo de cerca de 14,5 mil milhões de euros.
O FMI elogiou o "desempenho sólido" do país, apesar das "condições difíceis".
O anúncio foi feito três dias depois de a União Europeia ter iniciado oficialmente as negociações de adesão com a Ucrânia.
Lusa
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Rússia toma controlo da povoação de Shumy na Ucrânia
A Rússia tomou o controlo da povoação de Shumy, no leste da Ucrânia, este sábado, segundo o ministério da Defesa russo citado pela Reuters.
Correio da Manhã
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Sete mortos em ataque russo em Zaporíjia. Duas crianças entre as vítimas
Sete pessoas morreram, incluindo duas crianças, e outras dez ficaram feridas num ataque na cidade de Zaporíjia, na Ucrânia.
"Hoje, o inimigo levou a cabo mais um terrível ato terrorista contra a população civil", afirmou o governador de Zaporizhzhia, Ivan Fedorov, citado pela Reuters.
Correio da Manhã
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Rússia assume o controlo de duas aldeias ucranianas em Donetsk
As forças russas assumiram o controlo das aldeias de Spirne e Novooleksandrivka, na região de Donetsk, no leste da Ucrânia, este domingo, avança a Reuters.
Correio da Manhã
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Ucrânia tem Kharkiv "sob controlo" enquanto a Rússia avança em Donetsk
A Ucrânia considera ter controlada a região de Kharkiv após quase dois meses de ofensiva russa, enquanto tenta travar o avanço das tropas do Kremlin na província de Donetsk, onde Moscovo afirma ter tomado quatro cidades nos últimos dias.
Este domingo, o número total de ataques russos na linha da frente atingiu os 73, de acordo com o relatório diário do Estado-Maior da Ucrânia, o qal indicou que o inimigo está mais ativo no setor de Pokrovsk, a noroeste da cidade de Donetsk.
"A situação na zona de combate continua a ser difícil, mas está sob o controlo das Forças de Defesa da Ucrânia", declarou a liderança militar.
Lusa
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Ucrânia anuncia desmantelamento de grupo que queria tomar o parlamento
O Serviço de Segurança da Ucrânia anunciou esta segunda-feira o desmantelamento de um grupo subversivo que convocou um evento público na capital do país com o objetivo de derrubar as autoridades civis e militares ucranianas e tomar o edifício do parlamento.
Lusa
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Rússia afasta promessa de Trump de que resolveria guerra "num dia"
O embaixador russo na ONU garantiu esta segunda-feira que a guerra na Ucrânia "não pode ser resolvida num dia", quando confrontado com a promessa de Donald Trump, de que acabaria com o conflito em 24 horas se regressasse à Casa Branca.
"A crise ucraniana não pode ser resolvida num dia", afirmou o representante permanente da Rússia junto das Nações Unidas (ONU), Vasily Nebenzya, numa conferência de imprensa em Nova Iorque acompanhada pela Lusa.
"O Presidente [russo, Vladimir] Putin disse recentemente que a situação atual da crise ucraniana poderia ter sido resolvida, como bem sabem, em abril de 2022", acrescentou.
Lusa
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Primeiro-ministro húngaro em Kiev pela primeira vez desde a invasão
O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, realiza esta terça-feira a primeira visita à Ucrânia após a invasão da Rússia, apesar das ligações entre Budapeste e Moscovo e a oposição sobre a ajuda a Kiev.
O dirigente nacionalista húngaro "chegou a Kiev para encontros com o Presidente ucraniano, Volodimyr Zelensky", disse Bertaland Havasi do gabinete de imprensa de Orbán, citado pela agência de notícias MTI.
O objetivo, frisou Havasi, é discutir "a possibilidade de se alcançar a paz", acrescentou.
Lusa
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Zelensky quer paz justa e Orbán pede cessar-fogo para negociações
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse esta terça-feira em Kiev ao primeiro-ministro húngaro que falta uma paz justa para a Ucrânia e Viktor Orbán apelou para um cessar-fogo para permitir conversações de paz.
Numa conferência de imprensa conjunta, Zelensky considerou que a visita do líder húngaro ilustra "as prioridades europeias comuns e a importância de trazer uma paz justa à Ucrânia e a toda a Europa".
A Hungria assumiu na segunda-feira a presidência rotativa de seis meses da União Europeia (UE), que iniciou negociações para a adesão da Ucrânia.
Lusa
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NATO anuncia 40 mil milhões de euros de ajuda militar para a Ucrânia no próximo ano
Os aliados da NATO concordaram esta quarta-feira financiar militarmente a Ucrânia com 40 mil milhões de euros no próximo ano, avança a Reuters.
Correio da Manhã
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Dois mortos em ataques russos na região de Zaporijia
Duas pessoas morreram esta quinta-feira durante ataques russos na região de Zaporijia, no sul da Ucrânia, anunciou esta quinta-feira o governador regional.
"Um homem e uma mulher morreram na sequência de bombardeamentos inimigos", enquanto outro homem ficou ferido, declarou Ivan Fedorov, na plataforma de mensagens Telegram.
O dirigente contabilizou 391 ataques russos contra dez municípios da região de Zaporijia nas últimas 24 horas.
Lusa
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Kiev critica visita de primeiro-ministro húngaro a Moscovo
A diplomacia ucraniana criticou esta sexta-feira a visita do primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, a Moscovo, "sem acordo prévio", para discutir a situação na Ucrânia com o Presidente russo, Vladimir Putin.
O líder húngaro deslocou-se na terça-feira a Kiev para se encontrar com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, numa iniciativa inédita e apesar das relações frias entre os dois países, em particular devido à indulgência de Budapeste face à invasão russa da Ucrânia.
Depois de duras críticas da União Europeia e de grande parte dos Estados-membros, a diplomacia ucraniana critica agora Orbán, pela sua deslocação a Moscovo, para falar sobre o conflito militar desencadeado pela invasão russa.
Lusa
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Montenegro entende que "não há qualquer mandato" para contactos com a Rússia em nome da UE
O primeiro-ministro português afirmou esta sexta-feira que a posição da União Europeia quanto à Rússia "é clara", de pleno apoio à Ucrânia, e salientou que "não existe qualquer mandato para contactos com a Rússia em nome da UE".
A posição de Luís Montenegro foi expressa na rede social X (ex-Twitter), em português e inglês, no dia em que o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, viajou para Moscovo, dias depois de fazer a sua primeira visita a Kiev desde o início da invasão russa da Ucrânia - que aconteceu em 24 de fevereiro de 2022.
A Hungria assumiu a presidência rotativa do Conselho da União Europeia (UE) em 01 de julho.
"A posição da UE relativamente à Rússia é clara: pleno apoio à Ucrânia contra a guerra de agressão russa. Não existe qualquer mandato para contactos com a Rússia em nome da UE. A nossa unidade é a nossa força", escreveu o primeiro-ministro português.
A presidente da Comissão Europeia já tinha alertado esta sexta-feira Orbán que "apaziguar Putin" não vai impedi-lo de prosseguir com a invasão ao território ucraniano.
"O primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán está de visita a Moscovo. Apaziguar Putin não vai fazê-lo parar. Só unidade e determinação poderão abrir caminho para uma paz compreensiva, justa e duradoura na Ucrânia", disse Ursula von der Leyen, na rede social X (antigo Twitter).
Lusa
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Orbán admite grande diferença de opinião entre Moscovo e Ocidente sobre Guerra na Ucrânia
O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, reconheceu esta sexta-feira após encontrar-se em Moscovo com o Presidente russo, Vladimir Putin, que as posições da Rússia e do Ocidente estão "muito distantes" sobre a guerra na Ucrânia.
"Queria ouvir e escutei a opinião de Putin (...) As posições estão muito distantes, é preciso dar muitos passos para chegar mais perto do fim da guerra, mas o passo mais importante foi o estabelecimento de contactos e vou continuar a trabalhar", afirmou Orbán em declarações à imprensa no âmbito da sua visita de surpresa à capital russa, que motivou críticas dos seus pares europeus.
Orbán reivindicou que a Hungria é o único país da União Europeia (UE) capaz de dialogar com Moscovo e com o Ocidente e justificou que, "para a Europa, a paz é o mais importante" e que "a Europa precisa de paz".
Lusa
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Kiev recebe da Alemanha terceiro sistema de defesa aérea Patriot
A Ucrânia recebeu o terceiro sistema de defesa aérea Patriot, prometido em abril pela Alemanha, para ajudar o país a lidar com os bombardeamentos russos, anunciou hoje a embaixada alemã em Kiev.
Kiev tem pedido aos aliados ocidentais novos sistemas modernos de defesa aérea para se proteger dos ataques russos, que têm como alvo centrais elétricas e campos de aviação militares.
"O terceiro sistema de defesa aérea Patriot da Alemanha já chegou à Ucrânia. Virá fortalecer a proteção da população e das infraestruturas", explicou Martin Jaeger, o embaixador alemão em Kiev, na sua conta da rede social X
Lusa
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Modi quer discutir com Putin situação de indianos recrutados para Exército russo
O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, quer discutir com o Presidente russo, Vladimir Putin, durante a sua visita a Moscovo na próxima semana, a situação dos cidadãos indianos que alegadamente foram contratados para servir pelo Exército russo na Ucrânia.
O anúncio foi hoje feito pelo ministro dos Negócios Estrangeiros da Índia, Vinay Kwarta, que indicou que tudo fará para garantir que cerca de 40 cidadãos indianos que participaram de alguma forma na invasão da Ucrânia pelo lado russo regressem a casa, segundo o jornal The Indian Express.
Nos últimos meses, as autoridades indianas têm apelado à Rússia para rescindirem os contratos de vários dos seus cidadãos que foram recrutados pelo Exército russo para realizar "trabalho de apoio", embora pelo menos quatro deles tenham morrido em combate.
Lusa
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Pelo menos 11 mortos e 43 feridos em bombardeamento russo em Donetsk
Pelo menos 11 pessoas morreram e 43 ficaram feridas na região ucraniana de Donetsk devido a bombardeamentos russos, anunciou o governador local, estando 348 povoações sem eletricidade após um ataque a uma infraestrutura energética na região de Sumi.
Lusa
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Congresso Mundial Ucraniano espera que Costa no Conselho Europeu ajude à entrada plena na UE
O Congresso Mundial Ucraniano felicitou António Costa pela sua eleição para a presidência do Conselho Europeu, manifestando esperança que a sua liderança apoie os esforços ucranianos para restaurar a integridade territorial, garantir a paz e pertencer à União Europeia.
Lusa
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Declarado estado de emergência na região russa de Voronezh após ataque de drone ucraniano
O estado de emergência foi introduzido em algumas partes da região russa de Voronezh, este domingo, depois de um ataque de um drone ucraniano ter provocado um incêndio num armazém, refere o governador da região ocidental, segundo avança a Reuters.
"Não houve vítimas", disse Alexander Gusev no Telegram, acrescentando que alguns residentes no distrito de Podgorensky da região estavam a ser retirados.
Correio da Manhã
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Rússia afirma ter atacado dois sistemas Patriot ucranianos
A Rússia afirmou este domingo ter atingido dois sistemas de lançamento de defesa aérea Patriot. Contudo, a Ucrânia diz que Moscovo atingiu alvos de engodo concebidos para desperdiçar mísseis inimigos.
Segundo avança a Reuters, o Ministério da Defesa russo afirmou, em comunicado, que o ataque teve lugar na zona do porto de Yuzhne, no Mar Negro, acrescentando que foi também destruída uma estação de radar. Segundo o ministério, foram utilizados mísseis balísticos Iskander-M.
Correio da Manhã
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A China apela à "calma" na Ucrânia e ao reatamento do diálogo entre as duas partes
O Presidente da China, Xi Jinping, afirmou que o objetivo atual é arrefecer a situação na Ucrânia tanto quanto possível e que a comunidade internacional deve criar condições para o reatamento do diálogo direto entre a Ucrânia e a Rússia.
Os comentários foram feitos durante uma reunião com o primeiro-ministro húngaro Viktor Orban em Pequim, informou a emissora estatal CCTV, citada pela Reuters.
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Ataque russo provoca várias explosões no centro de Kiev
Várias explosões foram ouvidas hoje no centro de Kiev após as defesas antiaéreas terem sido ativadas para repelir um ataque russo contra a capital do país, segundo as autoridades ucranianas.
A administração militar de Kiev confirmou, à agência de notícias EFE, o ataque russo, após ter divulgado um alerta para um ataque "massivo" contra "toda a Ucrânia" na rede social Telegram.
"Vizinhos de Kiev! Ataque de mísseis! As defesas aéreas foram ativadas na região. Mantenha o silêncio informativo. Pedimos para não gravarem ou publicarem o trabalho dos nossos defensores nas redes. Fiquem nos abrigos até ao final do alerta aéreo", referiu a publicação do Telegram da Administração Militar de Kiev.
Lusa
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Um morto em bombardeamento ucraniano na região russa de Belgorod
Um civil foi morto e outros três ficaram feridos, esta segunda-feira, depois de projéteis ucranianos terem atingido uma aldeia na região fronteiriça russa de Belgorod, disse o governador Vyacheslav Gladkov citado pela Reuters.
De acordo com Gladkov, o homem não resistiu aos ferimentos no local, na aldeia de Nikolskoye.
Três outras vítimas foram levadas para um hospital local.
O número de feridos pode aumentar.
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MNE condena ataque russo a hospital pediátrico e evoca "crime de guerra"
O Ministério dos Negócios Estrangeiros português condenou esta segunda-feira "firmemente os ataques russos a Kiev, que atingiram, entre outros alvos civis, o maior hospital pediátrico do país", notando que o ataque indiscriminado a crianças é um crime de guerra.
"O ataque indiscriminado a crianças é um crime de guerra. Continuaremos empenhados no apoio à Ucrânia contra a agressão russa", refere mensagem do MNE na rede social X.
A condenação transmitida pelo gabinete de Paulo Rangel surge depois de o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, ter divulgado que "um dos maiores hospitais infantis da Europa" foi atingido.
Lusa
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Guterres condena ataques russos "particularmente chocantes" contra cidades na Ucrânia
O secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou esta segunda-feira os ataques russos contra várias cidades na Ucrânia, que fizeram pelo menos 33 mortos incluindo num hospital pediátrico, e que qualificou de "particularmente chocantes".
"Realizar ataques contra civis é proibido pelo direito internacional, e esse tipo de ataque é inaceitável e deve cessar imediatamente", disse o chefe da ONU em comunicado lido pelo seu porta-voz, nomeando as duas unidades médicas afetados, incluindo um importante hospital pediátrico na capital ucraniana, Kiev.
A mais recente vaga de ataques russos, na véspera do início da Cimeira da NATO em Washington, foi condenada antes de Guterres pela União Europeia e diversos líderes internacionais, a que se juntou o Ministério dos Negócios Estrangeiro português.
Lusa
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Quatro mortos em ataques de Kiev na fronteira russa em 24 horas
Pelo menos quatro pessoas morreram em ataques ucranianos na região russa de Belgorod, na fronteira com a Ucrânia, nas últimas 24 horas, disse esta terça-feira o governador, com Moscovo a anunciar também a destruição de 38 drones.
"Estas 24 horas foram muito difíceis para a região de Belgorod. Quatro pessoas morreram, 20 ficaram feridas, 17 ainda estão em instituições médicas, duas delas em estado grave", escreveu Vyacheslav Gladkov na plataforma de mensagens Telegram.
O presidente da câmara de Belgorod, capital administrativa da região, disse anteriormente que as forças ucranianas lançaram ataques noturnos em toda a região.
Lusa
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Drones ucranianos atacam refinaria de petróleo, base aérea e subestação elétrica na Rússia
Drones ucranianos atacaram uma refinaria de petróleo russa, um aeródromo militar e uma subestação de eletricidade numa operação conjunta realizada, durante a noite desta segunda-feira, pelas agências de segurança e inteligência militar de Kiev, disse uma fonte de segurança citada Reuters.
De acordo com a mesma fonte, os ataques atingiram o aeródromo de Akhtubinsk, na região de Astrakhan, no sul da Rússia, uma refinaria de petróleo na região de Volgogrado e uma subestação de eletricidade na região de Rostov.
Correio da Manhã
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Indianos induzidos em erro para se alistarem no exército russo serão dispensados
A Índia anunciou esta terça-feira que os seus cidadãos foram "induzidos em erro" para se alistarem no exército russo na guerra contra a Ucrânia serão dispensados.
A decisão foi anunciada pelo secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros indiano, Vinay Kwatra, num 'briefing' em Moscovo, após uma reunião entre o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, e o Presidente russo, Vladimir Putin, no final de uma visita oficial do líder indiano a Moscovo, a primeira desde o início da guerra na Ucrânia.
Nova Deli levantou esta questão em março e, na altura, a agência federal de investigação do país afirmou ter desmantelado uma rede que atraía pessoas para a Rússia sob o pretexto de lhes dar emprego, tendo sido enviados pelo menos 35 indianos.
Lusa
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Alta responsável da ONU adverte que visar hospitais é um "crime de guerra"
A subsecretária-geral da ONU para os Assuntos Humanitários, Joyce Msuya, advertiu hoje que visar hospitais constitui um "crime de guerra", falando numa reunião de emergência do Conselho de Segurança sobre os ataques da Rússia na Ucrânia ocorridos na segunda-feira.
O Conselho de Segurança das Nações Unidas, do qual a Rússia detém atualmente a presidência rotativa, realiza hoje uma reunião de emergência a pedido de Kiev na sequência destes ataques, que atingiram um hospital pediátrico e uma clínica na capital e fizeram pelo menos 38 mortos,, segundo o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.
"Lançar ataques intencionalmente contra um hospital protegido [pelo direito internacional] é um crime de guerra pelo qual os perpetradores devem ser responsabilizados", afirmou a alta responsável das Nações Unidas, assinalando "uma tendência preocupante de ataques sistemáticos a centros de saúde e outras infraestruturas civis em toda a Ucrânia".
Lusa
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Kiev pede ajuda a Washington para reconstruir hospital atingido
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Dmitro Kuleba, pediu esta terça-feira ao secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, ajuda para reconstruir o hospital pediátrico de Kiev atacado na segunda-feira pela Rússia.
Os chefes da diplomacia norte-americana e ucraniana reuniram-se na sede do Departamento de Estado por ocasião da Cimeira da NATO que se realiza esta semana em Washington.
"Este ataque é um ataque ao futuro da Ucrânia porque as crianças são o nosso futuro e não deve ficar sem resposta", disse Kuleba no início da reunião com Blinken.
Lusa
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ONU denuncia tortura sistemática de prisioneiros de guerra ucranianos
Prisioneiros de guerra ucranianos libertados pelos russos denunciam várias formas de tortura, incluindo espancamentos, eletrochoques, ataques com cães e períodos prolongados de jejum, denunciou esta terça-feira o chefe dos direitos humanos da ONU, Volker Turk.
No seu relatório ao Conselho de Direitos Humanos da ONU - que abrange o período desde a sua última aparição, em março - o alto-comissário informou que os dados de 600 entrevistas aos prisioneiros de guerra ucranianos evidenciam que a tortura nos centros de detenção está amplamente difundida em território russo.
"Exijo que a Federação Russa pare imediatamente com essas práticas, melhore as condições de detenção, estabeleça comissões médicas e forneça acesso total ao meu gabinete a investigadores independentes em todos os locais onde prisioneiros de guerra ucranianos e detidos civis são mantidos", disse Turk.
Lusa
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Secretário-geral avisa que tempo para defender liberdade e democracia é agora e o lugar é Ucrânia
O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, avisou esta terça-feira os membros da Aliança Atlântica que o tempo para "defender a liberdade e democracia é agora" e o lugar é a Ucrânia.
Na cerimónia comemorativa do 75.º Aniversário da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), na cimeira que decorre entre hoje e quinta-feira em Washington, Stoltenberg elogiou a determinação dos aliados no apoio à Ucrânia, mas avisou que tem de continuar no futuro, apesar de ter custos e riscos.
"O maior custo e o maior risco seria a Rússia ganhar na Ucrânia", disse, alertando que o resultado desta guerra vai moldar a segurança global nas próximas décadas.
Lusa
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Japão entrega máquinas de desminagem
O Governo do Japão anunciou hoje a entrega à Ucrânia de equipamento para a remoção de minas colocadas pelo exército russo e munições não detonadas.
O equipamento foi entregue, numa cerimónia em Kiev, como parte de um pacote de medidas anunciado, na semana passada, pelo Ministério das Relações Exteriores japonês, para "apoiar a remoção de minas terrestres no estrangeiro", indicou a diplomacia nipónica, em comunicado.
Tóquio forneceu ao Serviço Estatal de Emergência da Ucrânia (SESU) quatro máquinas desenvolvidas pela empresa japonesa Nikken para desminagem, já utilizadas em países como o Camboja e o Afeganistão.
Lusa
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Blinken anuncia que transferência de jatos F-16 para Ucrânia já começou
Os países da NATO iniciaram a transferência de aviões de combate F-16 para a Ucrânia, a fim de fortalecer a defesa deste país contra a Rússia, anunciou esta quarta-feira o secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken.
Lusa
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Governo quer recrutar voluntários na diáspora para forças armadas
A Ucrânia quer incorporar no seu exército cidadãos ucranianos em idade para combater que estejam a viver na Europa, criando uma nova unidade, a Legião Ucraniana, que ficará baseada Polónia, anunciou o ministro da Defesa do país.
"Os ucranianos na Polónia e noutros países da União Europeia (UE) poderão juntar-se à defesa ucraniana assinando um contrato com as forças armadas", disse nas redes sociais o ministro Rustem Umerov.
É uma "unidade especial de voluntários que treinará em território polaco" e "será equipada com as melhores armas ocidentais" antes de ser enviada para a frente na Ucrânia, garantiu Umerov.
Lusa
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Stoltenberg defende adesão da Ucrânia em caso de cessar-fogo
O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, defendeu esta quarta-feira a adesão da Ucrânia à Aliança Atlântica em caso de cessar-fogo no atual conflito, para evitar futuras agressões da Rússia.
"Se houver agora um novo cessar-fogo, um novo acordo, temos que estar 100% seguros de que [a Rússia] se detém ali, independentemente de onde estiver essa linha", indicou Stoltenberg durante o Fórum Público paralelo à Cimeira da NATO, hoje no segundo de três dias em Washington DC.
"Por isso, acredito firmemente que, quando os combates cessarem, temos que garantir que a Ucrânia tenha as capacidades para dissuadir futuras agressões da Rússia e mecanismos de segurança", acrescentou o político norueguês.
Lusa
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MNE húngaro diz ser "irrealista" futura adesão da Ucrânia
O ministro dos Negócios Estrangeiros húngaro, Peter Szijjarto, qualificou esta quarta-feira de "irrealista" uma futura adesão da Ucrânia à NATO, considerando que provocaria uma "ameaça de guerra" com a Rússia.
"Estão a tentar planear a aproximação da Ucrânia à NATO de tal forma que toda a gente com bom senso sabe que a adesão do país está fora de questão no futuro", afirmou o responsável, segundo o jornal diário Magyar Hirlap.
Durante a cimeira de dois dias da NATO, que decorre em Washington, é necessário discutir a questão com "aqueles que não podem falar honestamente" sobre a hipotética adesão da Ucrânia e que "falam como se fosse possível, quando é evidente que não é", defendeu.
Lusa
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Chefes das diplomacias dos EUA e Reino Unido abordam conflitos na Ucrânia e Gaza
O secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, e o novo homólogo britânico, David Lammy, encontraram-se hoje à margem da Cimeira da NATO em Washington, na qual abordaram as guerras da Ucrânia e na Faixa de Gaza.
Segundo o porta-voz do Departamento de Estado, Matthew Miller, os dois políticos "sublinharam que os aliados da NATO estão mais capazes e unidos do que nunca" e discutiram os respetivos compromissos com os investimentos em defesa.
Os governantes dos Estados Unidos e do Reino Unido manifestaram ainda a importância de a Ucrânia receber a assistência necessária na guerra com a Rússia e "a necessidade de se alcançar um cessar-fogo em Gaza", que garanta a libertação dos reféns em posse do grupo palestiniano Hamas e conduza a uma paz duradoura.
Lusa
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Stoltenberg diz que adesão da Ucrânia "não é uma questão de se, mas de quando"
O secretário-geral da NATO afirmou esta quarta-feira que a adesão da Ucrânia à Aliança Atlântica "não é uma questão de se mas de quando", sublinhando que os aliados concordaram que esse caminho "é irreversível".
Na conferência de imprensa no final do primeiro dia de trabalhos da cimeira da NATO, que decorre até quinta-feira em Washington, Jens Stoltenberg justificou o compromisso dos aliados de apoiarem a Ucrânia com um montante anual não inferior a 40 mil milhões de euros.
Lusa
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Sánchez pede coerência no tratamento da Ucrânia e de Gaza
O presidente do Governo espanhol, Pedro Sánchez, apelou esta quarta-feira aos aliados da NATO para a unidade e coerência na defesa do mesmo respeito pelo Direito Internacional tanto na Ucrânia como na Faixa de Gaza.
Sánchez fez o pedido aos restantes líderes da Aliança Atlântica no seu discurso na primeira sessão da cimeira realizada em Washington, coincidindo com o 75.º aniversário da organização.
Grande parte desta intervenção, à porta fechada como a de praticamente todos os dirigentes, foi dedicada, segundo fontes do Governo espanhol citadas pela agência EFE, a elogiar o aumento dos esforços da NATO para o flanco sul e a solidariedade que continua a existir em todos os momentos com a Ucrânia.
Lusa
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Aliados acordam financiamento de 40 mil milhões de euros a Kiev e "caminho irreversível" para adesão
Os chefes de Estado e de governo da NATO comprometeram-se esta quarta-feira com um mínimo de 40 mil milhões de euros para apoiar em 2025 o esforço de guerra ucraniano, declarando um "caminho irreversível" para a adesão da Ucrânia.
"Através de contribuições proporcionais, os aliados pretendem fornecer um mínimo de 40 mil milhões de euros em financiamento durante o próximo ano e fornecer níveis sustentáveis de assistência à segurança para que a Ucrânia tenha sucesso", perante o invasor russo, refere a declaração dos líderes da NATO, na cimeira que se realiza esta semana em Washington.
O objetivo é contribuir para a criação de "uma força capaz de derrotar" a Rússia e dissuadi-la de novos conflitos no futuro.
Lusa
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Navio dos Camarões com cereais da Crimeia apresado pela Ucrânia
As autoridades da Ucrânia apresaram um cargueiro com pavilhão dos Camarões, acusado de transportar cereais provenientes da região da Crimeia ocupada pela Rússia.
Em duas ocasiões, o navio "Usko MFU" entrou no porto de Sebastopol depois de ter desativado o sistema (AIS) que permitia a localização do cargueiro, disse hoje a Procuradoria-Geral ucraniana.
A Procuradoria acrescentou que, pelo menos no primeiro transporte, ocorrido em novembro de 2023, o navio transportou três mil toneladas de produtos agrícolas para uma empresa turca.
"No final de maio de 2024, o navio entrou pela segunda vez no porto de Sebastopol (...), onde descarregou mercadorias provenientes da Turquia. Em seguida, deixou o porto, indicando Istambul como destino. No entanto, depois de ter reativado o AIS, a 02 de julho, o navio deu entrada num porto da Moldova", explica o Ministério Público.
O navio acabou por ser abordado quando "atravessava as águas do porto (ucraniano) de Reni", no Danúbio, segundo a mesma fonte.
O capitão do cargueiro, cidadão do Azerbaijão, é acusado de violar a lei ucraniana, que proíbe a entrada ou saída dos territórios ucranianos ocupados pela Rússia, incluindo a Crimeia.
Os serviços de segurança ucranianos afirmaram ainda que se encontravam a bordo doze outros membros da tripulação, que não são cidadãos ucranianos.
De acordo com o serviço noticioso Lloydlist, o navio foi abordado nas águas romenas do Danúbio, a caminho do Mar Negro.
O navio está atualmente carregado de cevada com destino ao porto de Souda, na Grécia.
O portal MarineTraffic, citado pela agência France-Presse, indica que o "Usko" estava ancorado no Danúbio no passado dia 07 de julho.
O transporte de cereais provenientes de territórios ucranianos, sob o controlo de Kiev ou da Rússia, foi um dos pontos cruciais em 2022, no início do conflito, uma vez que são considerados essenciais para alimentar muitos países em todo o mundo.
Lusa
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Rússia avisa que vai tomar medidas para contrariar "a séria ameaça" representada pela NATO
A Rússia está a planear medidas para "contrariar a séria ameaça" representada pela NATO, considerada "de facto" totalmente envolvida no conflito em torno da Ucrânia, avisou esta quinta-feira o porta-voz da Presidência russa, Dmitri Peskov.
"Somos obrigados a analisar muito cuidadosamente as decisões que foram tomadas (na cimeira de Washington, quarta-feira), as discussões que tiveram lugar e analisar muito cuidadosamente o texto da declaração que foi adotada. Trata-se de uma ameaça muito grave à segurança nacional", afirmou Peskov, citado pelas agência de notícias russas.
Lusa
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Rússia tenta romper linhas ucranianas em Toretsk na província de Donetsk
As forças russas tentam romper as defesas ucranianas nos arredores da cidade ucraniana de Toretsk, situada na região oriental de Donetsk e um dos principais objetivos russos na frente oriental, explicou hoje o porta-voz militar ucraniano, Nazar Voloshin.
Durante o último dia, as forças ucranianas repeliram um total de 24 ataques inimigos em Toretsk e noutras áreas próximas, segundo o oficial.
Alguns destes ataques foram repelidos a menos de dez quilómetros a sul de Toretsk numa zona parcialmente controlada pelas forças russas.
Lusa
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Piloto russo revela dados confidenciais sobre ataque a hospital pediátrico de Kiev
Um piloto russo indignado com o ataque do seu exército ao principal hospital pediátrico de Kiev, na segunda-feira, revelou aos serviços secretos militares ucranianos (GUR) a identidade dos comandantes responsáveis, segundo o jornal Ukrainska Pravda.
Uma fonte do GUR citada pelo jornal adianta que a informação dada inclui dados confidenciais sobre as identidades de mais de 30 comandantes da 22.ª Divisão de Aviação de Bombardeiros Pesados da Rússia.
Lusa
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MNE alemã diz que Putin trava guerra híbrida contra Europa
A ministra alemã dos Negócios Estrangeiros, Annalena Baerbock, afirmou esta quinta-feira, em Washington, que os planos para matar o presidente da empresa de armas Rheinmetall são mais uma prova de que o Presidente russo trava uma guerra híbrida contra a Europa.
"No que diz respeito ao caso Rheinmetall, penso que é mais uma prova de que o Presidente russo (Vladimir Putin) está a travar uma guerra híbrida contra a Europa. Isto inclui ciberataques, sabotagem, campanhas de desinformação e também ataques contra pessoas em solo europeu", disse Baerbock, na cimeira da NATO, a decorrer em Washington.
A CNN revelou que os serviços secretos norte-americanos e os seus homólogos alemães travaram este ano uma conspiração russa para matar Armin Pappenberg, cuja empresa, considerada o maior fabricante de armas da Europa, tem sido fundamental para o apoio alemão a Kiev.
Lusa
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Rússia tenta romper linhas ucranianas em Toretsk na província de Donetsk
As forças russas tentam romper as defesas ucranianas nos arredores da cidade ucraniana de Toretsk, situada na região oriental de Donetsk e um dos principais objetivos russos na frente oriental, explicou hoje o porta-voz militar ucraniano, Nazar Voloshin.
Durante o último dia, as forças ucranianas repeliram um total de 24 ataques inimigos em Toretsk e noutras áreas próximas, segundo o oficial.
Alguns destes ataques foram repelidos a menos de dez quilómetros a sul de Toretsk numa zona parcialmente controlada pelas forças russas.
Lusa
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Biden anuncia 225 milhões de dólares para Ucrânia em reunião com Zelensky
O Presidente norte-americano, Joe Biden, anunciou esta quinta-feira novo pacote de assistência militar à Ucrânia, de 225 milhões de dólares (207 milhões de euros), numa reunião com o homólogo ucraniano Volodymyr Zelensky, à margem da Cimeira da NATO.
"Hoje tenho orgulho de anunciar um novo conjunto de sistemas de segurança para a Ucrânia", declarou Biden aos jornalistas em Washington, junto a Zelensky.
O Presidente norte-americano frisou que este é o oitavo pacote que autoriza desde que o Congresso aprovou 61 mil milhões de dólares (56, 1 mil milhões de euros) em ajuda a Kiev em abril, após meses de um bloqueio republicano que causou uma escassez de armas na Ucrânia.
Lusa
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Macron reafirma compromisso da França com Ucrânia perante aliados da NATO
O Presidente francês, Emmanuel Macron, reafirmou esta quinta-feira os compromissos do seu país com a Ucrânia - perante a NATO, em Washington -- com o chanceler alemão, Olaf Scholz, a acreditar que a França resolverá o seu impasse político.
Lusa
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"Vamos ficar mais fortes com a adesão à NATO": Zelensky espera que entrada da Ucrânia seja uma "oportunidade de paz"
Volodymyr Zelensky discursou esta quinta-feira no encerramento da cimeira da NATO e começou por referir que os estados-membros concordaram em "mais apoio e suporte" e que pretende uma "maior confiança dos parceiros".
Correio da Manhã
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Austrália anuncia pacote militar à Ucrânia no valor de 155 milhões de euros
O Governo australiano anunciou esta sexta-feira um pacote de ajuda militar para a Ucrânia de cerca de 250 milhões de dólares australianos (155 milhões de euros) para resistir à invasão russa.
A ajuda, a maior contribuição individual da Austrália desde que a Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022, inclui mísseis de defesa ar-terra e ar-ar, de acordo com um comunicado do ministro da Defesa australiano, Richard Marles, que se encontra em Washington na cimeira da NATO.
A assistência australiana inclui ainda armas antitanque e munições de artilharia, morteiros, canhões e armas ligeiras, bem como um carregamento de botas para as forças armadas ucranianas.
Lusa
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Austrália detém ex-soldado australiana e marido por acederem a material sensível para partilhar com a Rússia
A polícia australiana disse esta sexta-feira que deteve uma antiga soldado australiana e o marido, ambos de origem russa e cidadãos da Austrália, acusados de aceder a material militar sensível com intenção de partilhar com Moscovo.
Os acusados são uma mulher de 40 anos, cidadã australiana desde 2016 e soldado raso do Exército australiano, e o marido, de 62, trabalhador independente, naturalizado cidadão australiano em 2020, de acordo com um comunicado da Polícia Federal australiana.
Lusa
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Zelensky classifica gafe de Biden como um "erro" que pode "esquecer"
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, qualificou hoje a gafe de Joe Biden, que o apresentou como "Presidente Putin" na quinta-feira na cimeira da NATO nos Estados Unidos, como um "erro" que pode esquecer.
Lusa
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Rússia avisa que Europa pode estar no "ponto de mira" se aceita mísseis dos EUA
O porta-voz da presidência da Rússia disse este sábado que a Europa pode estar em "ponto de mira" se aceitar a instalação de mísseis de longo alance dos Estados Unidos no seu território, referindo-se à Alemanha.
"Os Estados Unidos continuam a ganhar dinheiro. A Europa está no ponto de mira dos nossos mísseis. O nosso país está na mira dos mísseis norte-americanos na Europa. Já passámos por isto (...). Temos potencial suficiente para conter estes mísseis, mas as potenciais vítimas são as capitais desses estados", afirmou Dimitri Peskov, segundo a estação de rádio russa RBC.
Na quarta-feira, a Casa Branca anunciou que os Estados Unidos iriam instalar novas mísseis na Alemanha, a partir de 2026, com um alcance mais longo do que os sistemas norte-americanos atualmente instalados na Europa.
Lusa
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Zelensky favorável à participação russa numa próxima conferência de paz
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, manifestou-se, esta segunda-feira, favorável, pela primeira vez, a uma participação russa numa próxima cimeira de paz organizada por Kiev, após a ausência de Moscovo na conferência de junho na Suíça.
Lusa
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Ataque de drones ucranianos provoca incêndio em fábrica de componentes eléctricos de Kursk
Um ataque de drones ucraniano provocou um incêndio numa fábrica que produz dispositivos e componentes elétricos na região russa de Kursk, disse o governador interino da região que faz fronteira com a Ucrânia, esta terça-feira, citado pelo Reuters.
"Nenhum dos trabalhadores ficou ferido", disse Alexei Smirnov, o governador, no Telegram.
Lusa
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Empresas checas vão produzir armamento em território ucraniano
Empresas de armamento checas vão produzir espingardas de assalto e munições na Ucrânia, anunciou hoje o primeiro-ministro ucraniano, Denys Chmygal, durante uma visita a Praga.
A produção resulta de acordos assinados pela Ucrânia com os grupos checos Sellier & Bellot e Colt CZ.
"É importante para abastecer o nosso exército", afirmou Chmygal, referindo-se ao acordo com o grupo Sellier & Bellot, citado pela agência francesa AFP.
O acordo prevê a construção de uma fábrica de munições na Ucrânia.
"O segundo acordo diz respeito à produção de espingardas de assalto na Ucrânia pelo grupo Colt CZ", acrescentou Chmygal, que falava ao lado do primeiro-ministro checo, Petr Fiala.
Não foi imediatamente anunciado um calendário exato.
"Para nós, é importante continuar a apoiar a Ucrânia na luta pela soberania, independência e integridade territorial. Mas estamos bem conscientes de que está também a lutar pela segurança da Europa", afirmou Fiala.
Lusa
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China diz que objetivo na guerra da Ucrânia é desanuviar tensões "o mais rápidamente possível"
O chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, considerou esta quarta-feira que o objetivo no que diz respeito à guerra na Ucrânia é desanuviar as tensões "o mais rapidamente possível".
Numa conversa com o homólogo húngaro, Peter Szijjarto, o ministro dos Negócios Estrangeiros chinês disse que "todas as partes devem chegar a um consenso o mais rapidamente possível sobre os princípios da não expansão do campo de batalha, da não escalada e da não deflagração de ataques, a fim de criar condições para um cessar-fogo e o reinício das conversações de paz".
O chefe da diplomacia chinesa também reconheceu o papel da Hungria na mediação para pôr fim à crise ucraniana, que descreveu "como construtivo", de acordo com a agência de notícias oficial chinesa Xinhua.
Lusa
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Autoridades russas dizem que ataques ucranianos na região de Kherson provocaram um morto e oito feridos
Uma pessoa morreu e oito ficaram feridas em ataques ucranianos na parte da região sul de Kherson, controlada por forças russas, escreveu Vladimir Saldo, governador da área apoiado pela Rússia, no Telegram.
Segundo a Reuters, o governador acusou as forças ucranianas de bombardear a área e de atacá-la com drones.
Correio da Manhã
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Bielorrússia isenta de vistos cidadãos de 35 países incluindo Portugal
A Bielorrússia vai alargar o regime de isenção de vistos a cidadãos de 35 países europeus, incluindo Portugal, que entrem no país por via terrestre a partir de sexta-feira, anunciaram esta quarta-feira as autoridades bielorrussas.
A medida foi aprovada pelo Presidente bielorrusso, Alexander Lukashenko, numa altura em que as sanções da União Europeia (UE) proíbem os voos das companhias aéreas europeias para o país.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros bielorrusso disse num comunicado citado pela agência oficial Belta que a medida demonstra "a abertura e a tranquilidade" na Bielorrússia.
Lusa
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Stoltenberg designa novo representante da NATO em Kiev
O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, anunciou esta quarta-feira a designação do funcionário Patrick Turner como novo representante da Aliança na Ucrânia.
A NATO indicou em comunicado que Turner vai liderar a representação da Aliança em Kiev a partir de setembro.
Turner ocupou anteriormente os cargos de subsecretário-geral das Operações da NATO e de subsecretário-geral da Política de Defesa e Planificação, para além de funções de topo na administração pública do Reino Unido.
Lusa
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Rússia diz ter destruído 33 drones aéreos e 10 navais na Crimeia
O Ministério da Defesa russo afirmou esta quinta-feira ter abatido 33 drones aéreos ucranianos durante a noite sobre a Crimeia, bem como 10 drones navais que se dirigiam para a península anexada por Moscovo em 2014.
"Os sistemas de defesa aérea em serviço destruíram e intercetaram 33 drones aéreos sobre [o território da] República da Crimeia", disse o Ministério, num comunicado publicado na rede social Telegram.
As armas "em serviço no mar Negro destruíram 10 drones navais que se dirigiam para a península da Crimeia", acrescentou.
Lusa
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Forças ucranianas abatem 16 'drones' lançados pela Rússia
A Rússia atacou na noite de quarta-feira o território ucraniano com 16 'drones' iranianos Shahed, todos abatidos pelas defesas antiaéreas da Ucrânia, declarou esta quinta-feira a força aérea ucraniana.
Os aparelhos não tripulados foram abatidos nas regiões de Dnipropetrovsk e Poltava (centro), Zaporijia (sudeste), Kiev (norte) e Kharkiv (nordeste).
Além dos 16 'drones', a Rússia lançou três mísseis - dos tipos Kh-59, Kh-69 e Kh-35 - em direção à Ucrânia e dois desses foram abatidos pelas forças ucranianas.
Lusa
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Exército ucraniano anuncia retirada de outra localidade de Donetsk
O Exército ucraniano anunciou esta quinta-feira a retirada da localidade de Urozhaine na região de Donetsk (leste), numa nova cedência na linha da frente face a um assalto em larga escala das forças russas, indicou um responsável oficial.
A localidade foi arrasada, "tornando impossível manter aí as nossas posições defensivas", referiu Nazar Voloshyn, porta-voz das forças terrestres locais, em mensagem enviada à agência noticiosa Associated Press (AP).
A Rússia apoderou-se de Urozhaine nos primeiros dias da invasão militar em larga escala desencadeada em fevereiro de 2022. As tropas ucranianas recapturaram a povoação há cerca de um ano. O Ministério da Defesa russo já tinha reivindicado previamente o seu controlo.
Lusa
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Moscovo acusa Kiev de querer abrir Mar Negro à NATO
A Rússia acusou esta quinta-feira a Ucrânia de querer abrir o Mar Negro à NATO com a nova estratégia de segurança marítima e advertiu que tomará medidas para garantir a segurança da Federação Russa.
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, assinou na quarta-feira um decreto sobre a nova Estratégia de Segurança Marítima, que prevê "mudanças e inovações", especialmente no Mar Negro, e que é acompanhada por uma estratégia com parceiros internacionais.
O porta-voz do Kremlin (presidência russa), Dmitri Peskov, ao comentar a iniciativa ucraniana, avisou que Moscovo tomará medidas para garantir a segurança do país devido às "ameaças adicionais" colocadas pela presença de navios da NATO na zona.
Lusa
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Zelensky diz que ataque russo em Mykolaiv matou três pessoas, incluindo uma criança
Pelo menos três pessoas, incluindo uma criança, foram mortas e cinco feridas num ataque russo que atingiu um parque infantil na cidade de Mykolaiv (sul), anunciou o Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky.
O ataque russo "atingiu um parque perto de um edifício de habitação. Atualmente, registam-se cinco feridos. Três pessoas foram mortas (...) incluindo uma criança", referiu no Telegram.
O Presidente ucraniano, que voltou a denunciar o "terror russo", acompanhou o comunicado com diversas fotos que mostram um edifício com os vidros estilhaçados em diversos andares.
Lusa
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Sanções à Rússia tiveram pouco impacto na guerra
As sanções ocidentais à Rússia tiveram pouco impacto na capacidade de Moscovo para travar a guerra contra a Ucrânia, revela um projeto de investigação realizado por quatro institutos para o governo alemão.
"A economia russa está atualmente a crescer fortemente graças ao 'boom' da defesa", revela Vasily Astrov, especialista em assuntos russos do Instituto de Estudos Económicos Internacionais de Viena (wiiw).
No entanto, revela, "as sanções podem funcionar como um veneno que atua lentamente", destacou o especialista a propósito das conclusões do estudo encomendando pelo ministério alemão dos Assuntos Económicos e da Ação Climática.
Lusa
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Alemanha "mantém compromisso" de apoiar Kiev mesmo com 'sombra' de travão da dívida
A Alemanha "mantém o compromisso de apoiar a Ucrânia" apesar de isso não estar "corretamente refletido" nos números do atual projeto do orçamento por causa do travão da dívida, acredita o economista Gustav Horn.
A Alemanha anunciou que vai cumprir em 2025 a meta da NATO de dedicar 2% do Produto Interno Bruto (PIB) à defesa, mas, de acordo com o jornal Der Spiegel, a ajuda à Ucrânia será cortada em metade, para 4 mil milhões de euros.
"A razão é que o FDP (partido liberal) está estritamente empenhado em respeitar o travão da dívida alemã. Mas tenho a certeza de que, se houver necessidade de mais dinheiro para a Ucrânia em 2025, o governo criará um orçamento adicional, provavelmente invocando um caso de emergência", revelou o professor da Universidade de Duisburg-Essen.
Lusa
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Trump diz que teve uma conversa "muito boa" com Zelensky e compromete-se a pôr fim à guerra na Ucrânia
O presidente da ucrânia, Volodymyr Zelensky, e o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, conversaram por telefone e discutiram o futuro do apoio dos EUA ao país de Leste
Segundo a Reuters, Donald Trump disse, num post no Truth Social que teve "uma conversa muito boa" com Volodymyr Zelensky e afirmou que vai acabar com a guerra na Ucrânia caso vença as eleições de 5 de novembro.
Correio da Manhã
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Ataques russos no centro da Ucrânia deixam milhares de pessoas sem eletricidade
A Rússia atacou com 'drones' durante a última noite as instalações do operador do sistema de eletricidade nas regiões de Poltava, no centro da Ucrânia, de Sumi (nordeste), e de Chernihiv (norte), deixando milhares de pessoas sem energia.
A empresa Ukrenergo indicou este sábado no Telegram que a maioria dos consumidores teve o fornecimento de energia elétrica restabelecido, mas continuam os trabalhos de reposição de emergência para milhares de outras pessoas afetadas.
Na região de Poltava, quase 4.000 pessoas estão sem eletricidade e 700 sem água, segundo a Administração Regional Militar.
Lusa
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Rússia diz ter abatido 75 'drones' ucranianos
A Rússia abateu esta madrugada 75 'drones' ucranianos, 47 dos quais na região de Rostov, no sul do país, num ataque que provocou um incêndio numa refinaria, segundo as autoridades locais.
"As defesas antiaéreas intercetaram e destruíram 47 'drones' sobre a região de Rostov, na fronteira com a Ucrânia", disse o Ministério da Defesa russo na plataforma de mensagens Telegram.
Além disso, três 'drones' foram eliminados sobre as regiões de Belgorod, Voronezh e Smolensk, outros oito sobre a região de Krasnodar e 17 sobre os mares Negro e Azov.
Lusa
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Ministros da UE discutem invasão russa após encontro entre Orbán e Putin
Os ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia (UE) encontram-se em Bruxelas para discutir a invasão russa, em plena presidência húngara do Conselho da UE e após o polémico encontro de Orbán com Putin.
A reunião entre os governantes com a pasta da diplomacia dos 27 países da UE não tem grandes decisões previstas, mas vai servir para fazer pontos de situação sobre várias questões que preocupam o bloco comunitário.
A mais premente: invasão russa da Ucrânia, que começou há dois anos e meio. A situação no campo de batalha pode estar melhor hoje, mas o início da presidência húngara do Conselho da UE trouxe crispação ao bloco comunitário.
Lusa
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Kiev elogia "proposta de paz" de Boris Johnson após encontro com Trump
A Ucrânia elogiou esta segunda-feira, pela voz da vice-primeira-ministra Olga Stefanishina, a designada proposta de paz formulada na semana passada pelo ex-primeiro-ministro britânico Boris Johnson após reunir-se com Donald Trump, ex-presidente dos EUA.
Num artigo de opinião publicado no diário Daily Mail, Johnson sugeriu a possibilidade de Trump levantar as restrições que os EUA continuam a impor a Kiev sobre a utilização de armamento norte-americano contra território da Rússia para forçar de seguida o Presidente russo, Vladimir Putin, a retirar-se de todas as zonas da Ucrânia ocupadas pela Rússia desde 24 de fevereiro de 2022.
"Devemos apreciar a sua valentia porque manteve um encontro com Trump por iniciativa própria", disse a vice-primeira-ministra num encontro com jornalistas em Kiev.
Lusa
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Rússia anuncia a destruição de 25 'drones' ucranianos
A Rússia abateu esta madrugada 25 'drones' ucranianos, 21 dos quais na província anexada da Crimeia e no mar Negro, disse esta terça-feira Ministério da Defesa russo.
"As defesas antiaéreas intercetaram e destruíram dois 'drones' sobre a região de Bryansk e dois sobre a região de Belgorod, bem como 21 'drones' sobre o território da República da Crimeia e as águas do mar Negro", escreveu o Ministério da Defesa na plataforma de mensagens Telegram.
Na segunda-feira, a Rússia disse ter abatido 85 'drones' ucranianos entre a madrugada e o início da manhã, incluindo 47 na região de Rostov, no sul da Rússia, na fronteira com a Ucrânia.
Lusa
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Moscovo acusa Kiev de atacar ferry na Rússia. Há pelo menos um morto
Moscovo acusou Kiev de ter utilizado 'drones' para atacar um ferry, matando pelo menos uma pessoa num porto do estreito de Kertch, que separa a Rússia da Crimeia. A informação é avançada pela Reuters.
"Os serviços de emergência estão atualmente a trabalhar no local. O incêndio está controlado e não há risco de propagação", anunciou o governador da região de Krasnodar, Veniamin Kondratiev, através das redes sociais.
Lusa
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Correio da Manhã
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Kiev procura "terreno comum" com Pequim em diálogo sobre fim da guerra
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia disse que está a procurar um "terreno comum" nas conversações com o seu homólogo chinês sobre uma solução para a guerra do seu país com a Rússia.
A invasão russa da Ucrânia, que já vai no terceiro ano, afetou as relações entre os dois países.
Num vídeo divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Dmytro Kuleba aparece na chegada ao local da reunião, na cidade de Cantão, sul da China, e a trocar impressões com o homólogo chinês, Wang Yi.
Lusa
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Eslováquia admite retaliar Kiev caso persista bloqueio à importação de petróleo russo
O Presidente da Eslováquia, Peter Pellegrini, admitiu esta quarta-feira medidas de retaliação dirigidas à Ucrânia caso não seja levantada a interrupção de fornecimento de petróleo russo da empresa Lukoil, sancionada por Kiev, através do oleoduto Druzhba.
"A decisão da Ucrânia em relação à Eslováquia é um assunto muito, muito sério", sublinhou Pellegrini, acrescentando esperar que Kiev solucione esta questão "o mais rapidamente possível", sem concretizar as medidas que poderão ser adotadas por Bratislava.
A Eslováquia argumenta que Kiev violou o acordo de associação com a União Europeia, e quando o país está abrangido por uma exceção para a importação de petróleo russo até ao final de 2024 e que proíbe a interrupção do trânsito de energia.
Na segunda-feira, a Hungria e a Eslováquia solicitaram à Comissão Europeia a mediação com a Ucrânia, após Kiev ter incluído a petrolífera Lukoil na sua lista de sanções, implicando a interrupção das importações de petróleo para os dois países através do oleoduto Druzhba (Amizade) "e que ameaça o fornecimento energético".
As autoridades húngaras também referiram na terça-feira que irão manter o seu veto aos 6,6 mil milhões de euros do Mecanismo Europeu de Apoio à Paz para a Ucrânia enquanto permanecer o bloqueio de Kiev.
Lusa
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Polónia condiciona entrada da Ucrânia na UE à resolução de antigo contencioso histórico
O vice-primeiro-ministro da Polónia, Wladyslaw Kosiniak-Kamysz, assegurou esta quarta-feira que a Ucrânia não será admitida na UE caso Varsóvia e Kiev não resolvam o contencioso histórico em torno do massacre de Volhynia, que se prolonga há décadas.
Kosiniak-Kamysz, que também ocupa a pasta da Defesa, assinalou à cadeia televisiva PolSat que "não haverá fronteiras abertas nem trocas comerciais ao nível atual [com a Ucrânia] caso não seja resolvida a questão de Volhynia".
O vice-primeiro-ministro assegurou pretender "que a Ucrânia se desenvolva", mas sem "deixar esquecida uma ferida que não cicatrizou".
Lusa
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Roménia confirma restos de drones russos no sul do país
O Ministério da Defesa da Roménia declarou esta quinta-feira que as autoridades da região de Tulcea, junto à fronteira com a Ucrânia, localizou restos de drones Shaed supostamente lançados pelas Forças Armadas russas durante a noite.
Através de um comunicado, o Governo da Roménia refere no portal oficial que "durante a madrugada" ocorreu o lançamento de drones russos contra regiões do centro e sul da Ucrânia, nomeadamente Odessa, região que faz fronteira com território romeno.
"Até ao momento, no primeiro dos locais apontados como possíveis áreas atingidas, nos arredores de Pauru (região de Tulcea) foram identificadas partes de um drone tipo Geran-1/2 (nome russo para os mísseis Hesa Shaed 136 de fabrico iraniano)", comunicou o Ministério da Defesa.
As autoridades romenas frisaram que os restos dos drones foram localizados "fora de zonas habitadas".
Lusa
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MNE pede em Hong Kong medidas contra evasão a sanções contra a Rússia
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Dmytro Kuleba, pediu, esta quinta-feira, em Hong Kong medidas contra a evasão da Rússia às sanções ocidentais, as quais empresas chinesas com sede na região são acusadas de contornar.
A última vaga de sanções ocidentais tem como alvo entidades que permitem a Moscovo evitar as restrições e a União Europeia dirigiu medidas contra 19 empresas chinesas, várias das quais estabelecidas em Hong Kong.
"O senhor Kuleba pediu à administração de Hong Kong que tomasse medidas para impedir que a Rússia e as empresas russas utilizassem Hong Kong para contornar as medidas restritivas impostas", indicou a diplomacia de Kiev em comunicado.
Lusa
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Kiev rejeita críticas húngaras e eslovacas por interromper trânsito de petróleo russo
A Ucrânia negou esta quinta-feira que a decisão de interromper o trânsito de petróleo russo da empresa Lukoil através do seu território afete o abastecimento da Hungria e da Eslováquia e defende o direito de aplicar esta medida.
De acordo com os representantes ucranianos, os volumes de petróleo que os dois países europeus receberam através do oleoduto Druzhba em julho não diminuíram após a Ucrânia aplicar sanções contra a Lukoil -- que considera uma das principais fontes de financiamento do Kremlin (presidência russa) e também sujeita a sanções ocidentais --, uma vez que outras empresas russas prosseguiram com o trânsito desta matéria-prima.
"A Ucrânia não pode transportar petróleo da Lukoil, mas o volume total de trânsito não se alterou", garantiu o presidente da Naftogaz, Oleski Chernishov, numa reunião em formato 'online' com investidores, noticiada pela edição ucraniana da revista Forbes.
Embora a Hungria e a Eslováquia recebam, respetivamente, um terço e 45% do seu petróleo da Lukoil, também têm outras rotas logísticas, informou o Centro Ucraniano de Combate à Desinformação na quarta-feira à noite.
O organismo adiantou que a Eslováquia não sentirá os efeitos da decisão da Ucrânia, pelo facto de também ser abastecida por outras empresas russas, onde se incluem a Tatneft ou a Gazprom Neft.
Kiev anuncia desmantelamento de célula russa que planeava ataques
O Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) anunciou esta quinta-feira a neutralização de um grupo de 19 agentes russos que estaria a planear ataques a centros comerciais, postos de gasolina, farmácias e mercados na Ucrânia, na Polónia e nos países bálticos.
"Como resultado de uma operação especial em diferentes regiões do nosso Estado, foi neutralizado um grupo de agentes do FSB [Serviço Federal de Segurança Russo] que se preparava para iniciar incêndios em locais com grande presença de pessoas", explicou o SBU em comunicado.
O alegado líder do grupo e um seu cúmplice foram detidos pelos serviços secretos ucranianos e pela polícia na região de Ivano-Frankivsk, no oeste da Ucrânia.
Lusa
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EUA anunciam novo pacote de ajuda militar a Kiev de 1,6 mil milhões de euros
Os Estados Unidos anunciaram hoje uma nova ajuda militar à Ucrânia avaliada em cerca de 1,7 mil milhões de dólares (1,6 mil milhões de euros) que inclui munições antiaéreas e obuses de artilharia solicitados por Kiev.
Em comunicado, o Departamento de Defesa norte-americano precisou que esta ajuda inclui 200 milhões de dólares (184 milhões de euros) de equipamentos provenientes dos recursos militares norte-americanos disponíveis e 1,5 mil milhões (1,4 mil milhões de euros) que serão encomendados à indústria da Defesa.
Washington vai fornecer vários tipos de munições antiaéreas, incluindo munições de lança-foguetes Himars, e armas antitanque.
Lusa
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Rússia inicia a terceira fase de exercícios com forças nucleares táticas
A Rússia iniciou a terceira etapa dos exercícios das suas forças nucleares táticas, anunciou esta quarta-feira o Ministério da Defesa russo num comunicado divulgado na rede social Telegram.
Nesta fase, as tropas com armas nucleares táticas das regiões militares do sul e do centro vão realizar treinos, entre outros, "com munições especiais de treino para os sistemas de mísseis táticos Iskander-M", referiu o comunicado.
Participantes nos exercícios carregarão também as munições nos mísseis e os veículos que os transportam avançarão secretamente em direção às posições onde vão preparar o lançamento simulado eletronicamente.
Lusa
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Kiev diz ter repelido maior incursão russa registada em meses
A Ucrânia garantiu esta quarta-feira ter repelido a maior incursão russa registada em meses, ao abater um míssil de cruzeiro e 89 'drones' de ataque de conceção iraniana.
"Hoje, a defesa aérea ucraniana resistiu e repeliu um ataque maciço de 'drones' inimigos", afirmou a força aérea num comunicado, numa referência ao ataque das últimas horas.
Segundo a mesma fonte, o principal alvo foi a região de Kiev, onde foram intercetados mais de 40 aparelhos de ataque não tripulados.
Lusa
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Ucrânia e Rússia trocam corpos de cerca de 300 soldados mortos
A Ucrânia anunciou esta sexta-feira a recuperação dos corpos de 250 dos seus soldados e a entrega a Moscovo de corpos de 38 soldados russos, numa das maiores trocas deste tipo desde o início da invasão.
A operação incluiu soldados que morreram nos setores de Bakhmut e Avdivka, duas cidades-fortaleza no leste da Ucrânia tomadas pelo Exército russo após meses de intensos combates, bem como nas regiões de Lugansk, Kherson e Zaporijia.
Alguns corpos foram recuperados na cidade de Mariupol, devastada por um cerco russo nos primeiros meses da guerra, em 2022, e em morgues na Rússia, de acordo com as autoridades ucranianas.
Lusa
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Rússia ataca aeródromo ucraniano preparado para receber caças F-16
O Exército russo atacou esta segunda-feira o aeródromo de Martinivka na região de Mykolaiv (sul da Ucrânia) preparado para receber os caças F-16 de fabrico norte-americano, indicou Serguei Lebedev, coordenador da resistência pró-russa na retaguarda ucraniana.
Lusa
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Fortes explosões ouvidas em Kiev após alerta aéreo
Várias explosões fortes foram ouvidas na noite desta segunda-feira no centro e leste de Kiev, depois de ter sido acionado um alerta aéreo na capital ucraniana, adiantou a agência France-Presse (AFP).
"As defesas antiaéreas estão em ação em Kiev. Fiquem em abrigos", referiu o presidente da câmara da capital ucraniana, Vitali Klitschko, na rede social Telegram.
Um jornalista da AFP ouviu cinco fortes explosões no bairro de Pozniaky, no leste da cidade.
Lusa
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Ataque russo em Kharkiv faz um morto e 12 feridos
Um ataque russo na zona de Kharkiv, na Ucrânia, que ocorreu na manhã desta terça-feira, fez um morto e feriu 12 pessoas, informou Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia.
Correio da Manhã
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Zelensky anuncia mais financiamento para programa de mísseis da Ucrânia
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou esta terça-feira, após ter-se reunido com o seu gabinete de guerra, que o Estado vai destinar mais fundos ao programa nacional para a produção de mísseis.
"O gabinete decidiu atribuir financiamento adicional ao nosso programa de mísseis. Haverá mais mísseis de produção própria", escreveu o chefe de Estado na sua conta da plataforma digital Telegram, depois de realizar uma reunião neste formato que inclui chefes militares e dos serviços secretos e os ministros de pastas estratégicas.
A Ucrânia está a desenvolver os seus próprios mísseis para reduzir a sua dependência do armamento que recebe dos aliados ocidentais.
Lusa
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Rússia envia reforços para proteger fronteira após ataque ucraniano na região de Kursk
O Ministério da Defesa da Rússia anunciou esta terça-feira o envio de reforços para a região fronteiriça de Kursk, após um ataque efetuado esta manhã por unidades mecanizadas do Exército ucraniano.
De acordo com um comunicado militar, cerca de 300 soldados inimigos atacaram pelas 8h00 horas locais (06:00 em Lisboa) posições das unidades da guarda fronteiriça russa apoiados por 11 tanques e mais de 20 veículos blindados.
O Ministério da Defesa russo indica que as tropas russas deslocadas na fronteira e unidades do Serviço Federal de Segurança (FSB) repeliram o ataque, com a aviação a flagelar de seguida as forças atacantes.
Lusa
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Forças Armadas da Ucrânia prendem grupo de soldados russos
As Forças Armadas ucranianas fizeram prisioneiro um grupo de soldados russos no distrito de Sudzha, na região russa de Kursk, fronteira com a Ucrânia, durante uma incursão com unidades mecanizadas, descreve esta quarta-feira um canal local.
"As Forças Armadas estão a levar um grupo de 'katsaps' [nome depreciativo usado na Ucrânia para identificar russos] para o território da Ucrânia", lê-se num relatório publicado no canal de análise militar DeepState, um canal Telegram que acompanha diariamente o curso da guerra.
O mesmo canal também relatou a destruição de dois tanques russos Ka-52, um camião militar russo e um grupo de infantaria russa que estava numa ponte na área.
Lusa
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Kiev ordena retirada de 6.000 pessoas de região de Kursk
A Ucrânia ordenou, esta quarta-feira, a retirada de cerca de 6.000 pessoas em zonas fronteiriças perto da região russa de Kursk, alvo de uma incursão ucraniana desde terça-feira.
"A ordem que acabo de assinar prevê a evacuação obrigatória de 23 localidades. Isto envolverá cerca de 6.000 pessoas, incluindo 425 crianças", na região de Sumy, disse o governador de Kursk, Volodymyr Artioukh, num discurso transmitido por televisão.
O chefe do Estado-Maior russo, Valery Gerasimov, informou que cerca de 1.000 soldados ucranianos participaram na incursão armada lançada na véspera na região de Kursk, na fronteira com a Ucrânia.
Lusa
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Decretado estado de emergência na região russa de Kursk invadida pela Ucrânia
A região russa de Kursk entrou, esta quarta-feira, em estado de emergência, depois da incursão das forças ucranianas na terça-feira, adiantou o governador interino deste território, que faz fronteira com a Ucrânia.
"A situação operacional continua a ser difícil nas zonas fronteiriças. Para eliminar as consequências da entrada de forças inimigas, decidi estabelecer um estado de emergência", destacou o governador Alexei Smirnov, numa mensagem na rede social Telegram.
O chefe do Estado-Maior russo, Valery Gerasimov, detalhou anteriormente que cerca de 1.000 soldados ucranianos participaram na incursão armada lançada na véspera na região de Kursk.
Lusa
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Decretado estado de emergência na região russa de Kursk invadida pela Ucrânia
A região russa de Kursk entrou esta quarta-feira em estado de emergência, depois da incursão das forças ucranianas na terça-feira, adiantou o governador interino deste território, que faz fronteira com a Ucrânia.
"A situação operacional continua a ser difícil nas zonas fronteiriças. Para eliminar as consequências da entrada de forças inimigas, decidi estabelecer um estado de emergência", destacou o governador Alexei Smirnov, numa mensagem na rede social Telegram.
Ao longo do dia, o alerta antiaéreo nesta região foi ativado repetidamente e permaneceu ativo durante mais de 12 horas. O último alerta foi emitido às 20:16 (18:16 em Lisboa), e ainda não foi levantado.
Lusa
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EUA querem conhecer os objetivos da incursão ucraniana na Rússia
A Casa Branca explicou, esta quarta-feira, que está a contactar Kiev para saber mais sobre os objetivos da incursão das tropas ucranianas em território russo, na região fronteiriça de Kursk.
"Vamos contactar o exército ucraniano para saber mais sobre os seus objetivos", disse a porta-voz Karine Jean-Pierre aos jornalistas, em resposta a uma pergunta sobre a operação, que levou à retirada de milhares de civis de ambos os lados da fronteira.
Washington apoia as ações de "bom senso" tomadas pela Ucrânia para travar os ataques das forças russas, acrescentou.
Lusa
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Zelensky diz a Rússia deve sentir consequências da guerra que desencadeou
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, defendeu, esta quinta-feira, que a Rússia, que enfrenta há três dias uma incursão armada na região fronteiriça de Kursk, deve sentir as consequências do conflito que desencadeou.
"A Rússia trouxe a guerra ao nosso país e deve sentir" os efeitos, sublinhou Zelensky no seu discurso diário, sem mencionar explicitamente a recente entrada de tropas ucranianas na Rússia.
O governante frisou que os ucranianos sabem "como atingir os seus objetivos" numa guerra que não foi sua escolha.
Lusa
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Pelo menos dois mortos e 17 feridos em ataque russo em supermercado no Leste
Um ataque russo à cidade de Kostiantynivka, no leste da Ucrânia, atingiu esta sexta-feira um supermercado local e provocou pelo menos dois mortos e 17 feridos, segundo um balanço feito pelo governador ucraniano da região de Donetsk.
"Dois mortos e 17 feridos: esta é a última informação às 12h40 [10h40 em Lisboa] sobre o ataque a Kostiantynivka", escreveu Vadym Filachkin no Telegram, especificando que continuam as operações de resgate, admitindo-se a possibilidade de se registarem mais vítimas.
Inicialmente, o governador tinha dado conta de sete feridos.
Lusa
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Operação contra alegado esquema de fraude no orçamento da Defesa da Ucrânia
A Procuradoria-Geral da Ucrânia realizou, esta sexta-feira, em cooperação com os serviços de segurança, uma operação em grande escala para expor os membros de um alegado esquema criminoso que desviava fundos destinados à defesa do país.
O montante da fraude ao Estado ucraniano ascende a 1500 milhões de hryvnia (cerca de 33 milhões de euros), segundo um comunicado da Procuradoria-Geral.
Estão presumivelmente implicados no esquema fraudulento funcionários do Ministério da Defesa, membros de unidades militares, administrações regionais e câmaras municipais, entre outros, bem como diretores de empresas de várias regiões da Ucrânia, de acordo com a investigação.
Lusa
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Zelensky diz que ataque a supermercado é mais um crime de guerra russo
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, condenou o ataque, desta sexta-feira, a um supermercado de Donetsk que fez pelo menos 14 mortos, considerando-o "mais um crime de guerra" na lista de abusos russos desde o início da invasão.
"Serão responsabilizados perante os tribunais e perante a história, e já o estão a fazer perante a força dos nossos soldados", disse Zelensky, numa mensagem à nação na qual afirmou que o trabalho de resgate na cidade ainda continua.
Além do supermercado, o ataque com mísseis também causou danos numa estação de correios, lojas e casas, segundo Zelensky, o que elevou o número provisório de feridos para mais de 40.
Lusa
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EUA anunciam novo pacote de ajuda militar a Kiev de 115 milhões de euros
Os Estados Unidos anunciaram, esta sexta-feira, um novo pacote de ajuda militar à Ucrânia, de 115 milhões de euros) que inclui munições para sistemas de rockets e artilharia ou armas antitanque.
O secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, realçou, em comunicado, que este é o décimo pacote de assistência a Kiev autorizado pelo Presidente, Joe Biden, com o objetivo de ajudar a Ucrânia "a proteger as suas tropas, o seu povo e as suas cidades da Rússia".
Para Blinken este é "um novo pacote significativo de armas e equipamento urgentemente necessário para apoiar as suas forças militares na sua defesa contra os ataques em curso da Rússia".
Lusa
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AIEA pede "contenção máxima" perto da central nuclear de Kursk
O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) instou, esta sexta-feira, as forças russas e ucranianas, que combatem na região russa de Kursk, a terem "máxima contenção" em relação à central nuclear e evitarem um acidente.
"Gostaria de apelar a todas as partes para que atuem com a máxima contenção para evitar um acidente nuclear que possa causar graves consequências radiológicas", frisou Grossi, num comunicado divulgado pela agência nuclear da ONU.
"Estou pessoalmente em contacto com as autoridades competentes de ambos os países e continuarei a acompanhar o assunto", garantiu ainda.
Lusa
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União Europeia condena ataque a mercado e pede responsabilização dos crimes de guerra russos
O chefe da diplomacia da União Europeia (UE) condenou, esta sexta-feira, o ataque mortal da Rússia contra um supermercado na cidade ucraniana de Kostiantinivka (leste), defendendo a "responsabilização por este e outros crimes de guerra".
"A Rússia voltou a atacar civis ucranianos, atacando um movimentado supermercado em Kostyantynivka, na região de Donetsk. Apoiamos a responsabilização por este e outros crimes de guerra russos", defendeu Josep Borrell, numa nota na rede social 'X'.
O alto representante para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança da UE frisou também que a Ucrânia precisa "agora de mais apoio militar para proteger as suas cidades, civis e infraestruturas".
Lusa
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Putin diz que incursão militar ucraniana compromete conversações de paz
O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou esta segunda-feira que deixou de fazer sentido manter conversações com a liderança de Kiev na sequência da incursão militar ucraniana, e prometeu uma "resposta firme".
No decurso de uma reunião especial sobre a situação nas zonas fronteiriças e transmitida pela televisão estatal, Putin também considerou que outros dos objetivos da operação militar ucraniana consiste em melhorar as posições de Kiev em eventuais negociações de paz.
"Torna-se agora claro que o regime e Kiev recusaram as nossas propostas para o regresso a um plano de acordo pacífico", disse Putin.
Kiev diz controlar mil quilómetros quadrados de território russo
A Ucrânia reivindicou, esta segunda-feira, o controlo de mil quilómetros quadrados de território russo na região fronteiriça de Kursk, onde as suas forças prosseguem uma ofensiva entretanto pela primeira vez assumida pelo Presidente, Volodymyr Zelensky.
"Continuamos a efetuar operações ofensivas na região de Kursk. Neste momento, controlamos cerca de 1.000 quilómetros quadrados do território da Federação da Rússia", declarou o comandante das Foças Armadas ucranianas, Oleksandre Syrsky, durante uma reunião com o Presidente.
As forças ucranianas desencadearam na passada terça-feira uma incursão de assinalável amplitude na região fronteiriça russa de Kursk, a mais importante desde a invasão em larga escala da Ucrânia pelas forças russas em fevereiro de 2022.
Lusa
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Zelensky reivindica controlo de 74 localidades russas
O Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky reivindicou hoje o controlo de 74 localidades em território russo, onde as suas forças desencadearam na semana passada uma ofensiva que implicou a retirada de dezenas de milhares de civis.
"Apesar dos combates difíceis e intensos, prossegue o avanço das nossas forças na região de Kursk (...). Existem 74 localidades sob controlo da Ucrânia", indicou Zelensky em mensagem na rede social Telegram.
Em contrapartida, a Rússia disse que as suas forças impediram o progresso da incursão ucraniana na região de Kursk, e quando um porta-voz da diplomacia ucraniana garantia que Kiev "não tem intenção" de ocupar território russo.
Lusa
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EUA afirmam que não estiveram envolvidos na ofensiva em Kursk
Os Estados Unidos afirmaram, esta terça-feira, que não estiveram envolvidos nem foram informados antecipadamente da ofensiva da semana passada das forças ucranianas na região fronteiriça russa de Kursk.
"Não tivemos nada a ver com isso. Cabe aos ucranianos falar sobre as suas operações militares. A nossa política não se alterou a este respeito. O que vamos continuar a fazer, como temos feito nos últimos dois anos, é continuar a prestar à Ucrânia a assistência de que necessita", disse aos jornalistas a porta-voz da Casa Branca, Karine Jean-Pierre.
A representante da administração de Joe Biden recordou que a Rússia "está a atacar a soberania e a liberdade da Ucrânia" e que a população ucraniana tem sido "incrivelmente corajosa".
Lusa
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Rússia declara estado de emergência na região de Belgorod
O governador da região russa de Belgorod declarou esta quarta-feira o estado de emergência, numa situação "extremamente difícil" causada devido aos bombardeamentos das forças ucranianas na zona fronteiriça.
Lusa
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Zelensky diz que as suas tropas "avançam com sucesso" em Kursk
O Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky assegurou, esta quarta-feira, que as suas tropas "avançam com sucesso" na região russa de Kursk, onde desde há uma semana decorre uma ofensiva militar de Kiev.
"Avançamos com sucesso na região de Kursk, atingimos o nosso objetivo estratégico", declarou Zelensky no seu discurso diário nas redes sociais.
Na sua página na rede social 'X', o Presidente ucraniano revela que manteve uma reunião com as chefias militares sobre a situação em Kursk, onde foram abordadas questões de segurança, ajuda humanitária "e, se necessário", o estabelecimento de gabinetes de comando militar.
Lusa
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Rússia assegura que maioria dos habitantes das zonas fronteiriças de Kursk foi retirada
O Ministério das Situações de emergência russo afirmou, esta quarta-feira, que a maioria dos habitantes das zonas fronteiriças da província de Kursk, onde as tropas ucranianas efetuam uma incursão desde 6 de agosto, foi retirada da região.
"A maioria dos residentes das zonas fronteiriças da região de Kursk foram temporariamente deslocados e encontram-se em locais seguros", assinalou o ministério na rede social Telegram, sem fornecer o número total de civis abrangidos.
No entanto, precisou que 8 mil dos deslocados se encontram em abrigos situados em 11 regiões russas.
Lusa
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Londres continua a negar a Zelensky mísseis de longo alcance em solo russo
O Reino Unido indicou esta quinta-feira que a Ucrânia pode utilizar armas fornecidas por Londres para a sua defesa, o que "não exclui operações dentro da Rússia", mas não os mísseis de longo alcance, segundo um porta-voz da Defesa britânica.
Este pronunciamento surge após o habitual discurso noturno do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na quarta-feira quando afirmou que Kiev e os seus aliados precisam tomar decisões sobre o uso de mísseis de longo alcance em solo russo.
Nas suas intervenções anteriores desta semana, Zelensky destacou a assimetria entre a capacidade da Rússia de atacar todo o território ucraniano, seja com os seus próprios mísseis ou com mísseis norte-coreanos, e as restrições dos aliados à capacidade Kiev de atacar para lá das zonas imediatamente próximas da fronteira entre ambos os países.
Lusa
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Forças russas atacaram unidade ucraniana com armamento da NATO
As forças russas destruíram uma unidade ucraniana de reconhecimento e sabotagem, localizada na região ocidental de Kursk, na Rússia, que estava armada com material bélico de países da NATO, informou a agência de comunicação social estatal RIA, na sexta-feira, citando fontes de segurança não identificadas.
"Amostras de armas ligeiras fabricadas pelos Estados Unidos e pela Suécia foram apreendidas no local de liquidação de um grupo de sabotagem ucraniano, perto da aldeia de Kremyanoe, na região de Kursk", disse a RIA, citando um responsável de segurança russo.
As tropas russas apreenderam uma espingarda de assalto Automatic Carbine 5, de fabrico sueco, bem como uma espingarda de assalto carabina M4, de fabrico americano, e uma metralhadora M2 Browning, disse a RIA citando o responsável.
Correio da Manhã
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Rússia reivindica captura de mais uma aldeia perto de Pokrovsk
A Rússia reivindicou esta sexta-feira a captura de uma aldeia a cerca de 15 quilómetros da cidade de Pokrovsk, um importante centro logístico no leste da Ucrânia.
"Graças às ações das unidades do grupo de tropas do centro, Segiivka (...) foi libertada", informou o Ministério da Defesa russo, na rede social Telegram.
Na quinta-feira, as forças russas tinham reivindicado a captura de uma outra aldeia neste setor, onde progrediram rapidamente desde a captura de Otcheretyne, no início de maio.
Lusa
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ONG russa acusa forças ucranianas de matarem 2 trabalhadores humanitários em Kursk
A Frente Popular, agrupamento de organizações não-governamentais russas, acusou esta sexta-feira as forças ucranianas de matarem dois trabalhadores humanitários na região russa de Kursk, palco de uma ofensiva comandada por Kiev há 10 dias.
Estes dois funcionários da Frente Popular, "foram mortos por uma bomba que atingiu o seu veículo num dos distritos fronteiriços da região de Kursk", quando "estavam a ajudar a retirar civis para centros de alojamento temporário", disse a organização na sua conta da rede social Telegram.
Os dois trabalhadores humanitários mortos foram Nikolai Kovaliov, enfermeiro, e David Sokolov, assessor de imprensa, e uma terceira pessoa terá ficado ferida, alegou a organização.
Lusa
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Ucrânia abate 14 drones russos
A força aérea da Ucrânia abateu os 14 drones russos disparados durante um ataque noturno, informaram as autoridades ucranianas.
Em causa estão os drones Shahed que tinham sido disparados pela Rússia em seis regiões da Ucrânia, localizadas no sul e no centro do país.
Correio da Manhã
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Kiev diz estar a consolidar conquistas em território russo, Moscovo nega
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou, este sábado, que as tropas da Ucrânia estão a reforçar as zonas controladas na região russa de Kursk, mas a Rússia já veio dizer que repeliu uma ofensiva sobre três cidades.
Nos últimos dez dias, Kursk, na fronteira com a Ucrânia, tem sido palco de uma ofensiva ucraniana e, hoje, Zelensky afirmou, após uma reunião com o Estado-Maior, que o "general (Oleksandre) Syrsky informou sobre o reforço das posições das forças na região de Kursk e a extensão do território estabilizado".
"Agradeço a todos os nossos soldados e comandantes que estão a capturar militares russos, avançando assim com a libertação dos nossos guerreiros e civis detidos pela Rússia", referiu ainda o governante.
Lusa
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Ucrânia derruba 8 drones e 5 mísseis lançados em ataque noturno russo, diz força aérea
A Ucrânia destruíu oito drones e cinco mísseis lançados durante a noite em novo ataque russo, informou o
chefe da Força Aérea da Ucrânia no domingo.
"Como resultado dos combates antiaéreos, as tropas dos mísseis antiaéreos da Força Aérea, os grupos de tiro das Forças de Defesa Ucranianas e as unidades de guerra abateram 13 alvos aéreos nas regiões de Kiev, Sumy e Poltava", disse o comandante.
Correio da Manhã
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Tropas ucranianas destroem segunda ponte em Kursk
As forças ucranianas destruíram uma segunda ponte em Kursk no espaço de três dias, informou Mykola Oleshchuk, comandante da Força Aérea Ucraniana, na rede social Telegram, citada pelo Kyiv Independent.
Embora não tenha informado qual a ponte destruída, Mash, um canal russo da rede social Telegram, fala de uma ponte sobre o Rio Seim, perto da vila de Zvannoye.
Ainda de acordo com a mesma fonte, terão sido usados mísseis fornecidos pelos EUA no ataque.
Correio da Manhã
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Rússia reivindica captura de nova aldeia perto do centro logístico de Pokrovsk
A Rússia reivindicou, este domingo, a captura de uma aldeia a cerca de quinze quilómetros da cidade de Pokrovsk, um importante centro logístico no leste da Ucrânia que tem como alvo há vários meses.
"Através de ações ativas", as forças russas "libertaram a aldeia de Svyrydonivka, na República Popular de Donetsk", afirmou o Ministério da Defesa russo em comunicado. Nos últimos dias, o exército russo reivindicou a captura de várias aldeias nesta zona onde as suas tropas avançaram rapidamente desde a captura de Otcheretyne no início de maio.
Estes avanços são um sinal de pressão que não está a diminuir na Frente Oriental, apesar do avanço sem precedentes das forças ucranianas na região de Kursk desde 6 de agosto.
Lusa
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Kremlin recusa negociar por causa de incursão ucraniana em Kursk
O Kremlin assegurou, esta segunda-feira, que não negociará com a Ucrânia após a ofensiva lançada por Kiev há quase duas semanas na região fronteiriça russa de Kursk.
"Nesta fase, em face desta aventura, não vamos discutir. (...) Neste momento, seria completamente inapropriado iniciar um processo de negociação", disse o conselheiro diplomático do Presidente Vladimir Putin, Yuri Ushakov, em declarações ao meio de comunicação social russo Shot.
Mykhailo Podoliak, conselheiro do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, tinha dito na sexta-feira que um dos objetivos da ofensiva na região de Kursk era forçar Moscovo a negociações "justas".
Lusa
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Kiev diz que baixas russas ultrapassam as 600 mil desde início de invasão
O Estado-Maior do Exército ucraniano estimou, esta segunda-feira, que a Rússia tenha perdido mais de 600 mil soldados, mortos e feridos, desde o início da invasão da Ucrânia, há quase dois anos e meio.
As baixas estimadas entre as forças russas na Ucrânia aumentaram para 600.470, depois de cerca de 1.120 dos seus soldados terem sido mortos ou feridos em combate no domingo, de acordo com dados do estado-maior no seu mais recente relatório.
As perdas mensais de militares russos aumentaram acentuadamente, em mais de 44%, após o início da sua ofensiva na região de Kharkiv, em maio, atingindo quase 39 mil nesse mês.
Forças ucranianas atingem terceira ponte em Kursk
As forças ucranianas atingiram, esta segunda-feira, uma terceira ponte localizada no Rio Seim, na cidade de Kursk, Rússia, informou o Comité de Investigação da Rússia, citado pela Al Jazeera.
Esta investida ucraniana surge após já terem destruído outras duas pontes, uma delas este domingo.
Correio da Manhã
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Forças ucranianas expandem ofensiva na região de Kursk
As forças da Ucrânia expandiram a sua ofensiva na região russa de Kursk, cruzando a fronteira num segundo ponto a oeste de Glushkovo, onde tentam isolar mais de 50 cidades assim como os militares de Moscovo.
Para atingir os seus objetivos, as tropas ucranianas contam com a destruição de pontes sobre o rio Seim a norte e exercem pressão a partir das áreas já capturadas a leste, relata a agência EFE.
Mais de 11 quilómetros quadrados de território russo ficaram sob controlo ucraniano a oeste de Glushkovo, onde uma nova frente está a emergir a cerca de 35 quilómetros de distância da área capturada a oeste de Sudzha.
Lusa
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Mais de 40 bombeiros russos feridos num incêndio provocado por ataque ucraniano
Mais de 40 bombeiros ficaram feridos enquanto combatiam um incêndio em uma instalação petrolífera na cidade russa de Proletarsk, na região de Rostov, no sul do país, avança o The Guardian. Os destroços de um drone ucraniano provocaram o incêndio.
A Ucrânia não fez comentários imediatos.
Segundo a Reuters, Kiev tem afirmado frequentemente que os seus ataques aéreos às infra-estruturas militares, energéticas e de transportes da Rússia são uma resposta aos contínuos ataques de Moscovo ao território ucraniano.
Correio da Manhã
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Parlamento ucraniano aprova adesão ao Tribunal Penal Internacional
O Parlamento ucraniano aprovou esta quarta-feira a adesão de Kiev ao Tribunal Penal Internacional (TPI), na esperança de punir a Rússia por alegados crimes de guerra cometidos na Ucrânia, segundo vários deputados.
A questão é muito sensível na Ucrânia, com muitos a temerem que as forças armadas que combatem o exército russo sejam, por sua vez, alvo do TPI, cuja missão é processar os autores de genocídio, crimes contra a humanidade e crimes de guerra e agressão.
No total 281 parlamentares votaram a favor da ratificação do Estatuto de Roma, o tratado fundador do TPI, sendo necessário um mínimo de 226, anunciaram vários deputados nas redes sociais.
Lusa
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Rússia diz que impediu ataque aéreo contra aeródromo militar
O Ministério da Defesa russo disse esta quinta-feira que repeliu um ataque aéreo na noite de quarta-feira contra um aeródromo na região de Volgogrado, no sul da Rússia.
"As forças de defesa aérea repeliram um ataque de veículos aéreos não tripulados no território da região de Volgogrado", afirmou o ministério em comunicado, acrescentando que a instalação visada pelos drones era a base aérea de Marinovka.
"A maioria dos drones foi destruída", refere-se na nota, que acrescenta que um dos drones abatidos acabou por provocar um incêndio nas instalações.
Lusa
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UE diz que cabe a cada país definir utilização que Ucrânia faz das armas doadas
A diplomacia da União Europeia assinalou esta quinta-feira que cabe a cada Estado-membro definir a utilização que a Ucrânia faz das armas doadas para se defender da invasão russa, após o alto representante ter defendido o levantamento de restrições.
"As entregas de armas à Ucrânia para autodefesa são feitas por cada um dos Estados-membros e eles decidem como as suas armas serão utilizadas com base em acordos com os parceiros ucranianos", afirmou o porta-voz da Comissão Europeia para os Negócios Estrangeiros, Peter Stano, em conferência de imprensa da instituição, em Bruxelas.
O esclarecimento surge um dia depois de o alto representante da UE para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança ter afirmado que a forma mais eficaz de defender a Ucrânia seria não ter limitações, posição que tem vindo a defender há vários meses, embora a decisão seja sempre nacional.
Lusa
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Zelensky visita região de onde partiu ofensiva em território russo
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou esta quinta-feira que visitou Sumi, no norte da Ucrânia, que faz fronteira com a região russa de Kursk, alvo de uma ofensiva ucraniana desde 06 de agosto.
"Visitei a zona fronteiriça da região de Sumi e encontrei-me com o comandante-chefe [do exército, Oleksandr] Syrsky e com o chefe da administração militar da região de Sumi", afirmou Zelensky nas redes sociais, citado pela agência francesa AFP.
Zelensky disse que Sirski o informou da tomada pelas forças ucranianas de outra localidade na região de Kursk, onde as tropas de Kiev controlam dezenas de aldeias após duas semanas de operações militares.
Lusa
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Putin acusa Ucrânia de visar central nuclear de Kursk
O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, acusou esta quinta-feira a Ucrânia de tentativa de ataque à central nuclear de Kursk, na região russa com o mesmo nome alvo de uma ofensiva de Kiev, que já rejeitou as alegações.
"O inimigo tentou atingir a central nuclear durante a noite", disse o Presidente russo durante uma reunião transmitida na televisão com membros do seu executivo e governadores das regiões fronteiriças da Ucrânia, mas sem detalhes.
Em reação, Kiev rejeitou a acusação de Putin, comentando que "o cenário desejado pela Rússia, segundo o qual as Forças Armadas da Ucrânia atacariam a Central Nuclear de Kursk para as acusar de terrorismo nuclear, não se sustenta".
Lusa
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Primeiro-ministro indiano chega a Kiev para conversações com Zelenskyy
O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, chegou esta sexta-feira a Kiev, onde vai encontrar-se com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse o chefe do Gabinete Presidencial ucraniano, Andriy Yermak.
As autoridades da Índia e da Ucrânia dizem que a visita visa o reforço dos laços económicos e a cooperação em matéria de defesa, ciência e tecnologia.
Os meios de comunicação ucranianos informaram que Modi reuniu-se com representantes da diáspora indiana após a sua chegada. A multidão reuniu-se em torno do primeiro-ministro indiano enquanto as pessoas gritavam "Modi, Modi, Modi".
Lusa
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Operadora ucraniana receia novo apagão na central nuclear de Zaporijia
A operadora ucraniana Energoatom alertou esta sexta-feira para o risco de um novo apagão na central nuclear de Zaporijia, depois de um bombardeamento russo ter danificado uma linha de energia que abastecia o complexo.
"A degradação da central nuclear de Zaporijia, que está sob ocupação 'russa' desde 04 de março de 2022, está a agravar-se. A maior central nuclear da Europa está novamente à beira de um apagão", disse a empresa.
Segundo a Energoatom, os bombardeamentos russos de quinta-feira danificaram a linha elétrica PL-330kW que fornecia a eletricidade necessária para o funcionamento seguro da central.
Lusa
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Kiev diz que incursão na Rússia está a dminiuir ataques ao seu território
A ofensiva ucraniana na região de Kursk levou a uma diminuição da intensidade dos ataques russos contra território da Ucrânia, criando uma "zona tampão", informou esta sexta-feira o Serviço de Fronteiras da Ucrânia.
"As ações das Forças de Defesa Ucranianas perto da região de Sumi estão a criar uma zona tampão, o que, claro, permite que os territórios próximos sejam bombardeados com menos frequência do que antes", explicou uma fonte daquele organismo ucraniano.
As regiões de Sumi, Chernihiv e Kharkiv estão no centro das atenções, embora Sumi seja a mais afetada, mas o número de incursões transfronteiriças russas diminuiu de forma especialmente dramática, informaram as autoridades russas.
Lusa
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Zelensky quer paz justa para Ucrânia e envolvimento da Índia no processo
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse esta sexta-feira ao primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, que o fim da guerra em termos aceitáveis para Kiev é uma questão prioritária para a Ucrânia.
"A questão de acabar com a guerra e alcançar uma paz justa é uma prioridade para a Ucrânia", disse Zelensky durante um encontro com Modi em Kiev, citado pela agência espanhola EFE.
O encontro foi parcialmente divulgado num vídeo publicado nas redes sociais pelo chefe de Estado ucraniano.
Lusa
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Zelensky assinala que guerra está "de volta" à Rússia
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, assinalou este sábado que a guerra está "de volta" à Rússia, acrescentando que Moscovo "vai saber o que é a retaliação".
Num discurso em vídeo para assinalar o Dia da Independência da Ucrânia, Zelensky deixou uma mensagem de otimismo quanto ao desfecho da guerra iniciada pela Rússia em fevereiro de 2022.
"A Rússia queria destruir-nos", mas a guerra "voltou para casa", sublinhou o chefe de Estado ucraniano, num vídeo que afirmou ter sido gravado na zona fronteiriça de onde Kiev lançou a sua incursão surpresa contra as tropas de Moscovo.
Lusa
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Forças de Kiev reclamam ataque a depósito de combustíveis na Rússia
A Ucrânia reclamou este sábado um ataque a um depósito de munições na região de Voronezh, no oeste da Rússia.
"No dia 24 de agosto, o pessoal de informações do Ministério da Defesa da Ucrânia (DIU) atingiu com sucesso um depósito de munições localizado perto de Ostrogosk, na região de Voronezh, na Rússia", disse a unidade da "secreta ucraniana" ucraniana.
O ataque coincide com o Dia da Independência da Ucrânia, que o Presidente assinalou, avisando que a guerra está "de volta" à Rússia e acrescentando que Moscovo "vai saber o que é a retaliação".
Lusa
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Zelensky recusa que Kursk seja carta a jogar em eventuais negociações
O Presidente ucraniano, Volodymir Zelensky, afirmou este sábado que a ofensiva na região russa de Kursk não é uma "carta" a ser jogada em eventuais negociações com Moscovo, referindo que nem todos os objetivos desta operação podem ser revelados.
"Algumas pessoas estão a falar em utilizar a zona tampão como uma carta para jogar no diálogo. Que tipo de diálogo? Eu digo-vos quem diz isso, é [Vladimir] Putin", afirmou, referindo-se ao Presidente russo, numa conferência de imprensa em Kiev.
Acompanhado pelo seu homólogo polaco, Andrzej Duda, e pela primeira-ministra lituana, Ingrida Simonyte, o líder ucraniano garantiu que não se joga às cartas e que é referido aos aliados avanços diplomáticos "para uma paz justa e para o fim da guerra. E todos foram convidados para a plataforma da Fórmula da Paz", disse Zelenski.
Lusa
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Cinco civis mortos em ataque na região russa de Belgorod
Cinco civis morreram e outros 12 ficaram feridos num ataque de Kiev na região russa de Belgorod, na fronteira com a Ucrânia, anunciaram as autoridades locais este domingo.
O ataque à aldeia de Rakitnoe "custou a vida a cinco civis", disse o governador da região de Belgorod, Vyacheslav Gladkov, acrescentando que "12 pessoas ficaram feridas, incluindo três menores".
Quatro dos feridos, uma mulher e três homens, estão em estado crítico, acrescentou.
Dois funcionários da agência Reuters feridos e um desaparecido em ataque a hotel na Ucrânia
Dois funcionários da agência de notícias Reuters ficaram feridos e outro está desaparecido após um ataque durante a noite a um hotel em Kramatorsk, no leste da Ucrânia.
A informação foi adiantada este domingo pela Reuters.
"Um dos nossos colegas está desaparecido, enquanto dois outros foram levados para o hospital para tratamento", precisou a agência, em comunicado.
Segundo a agência de notícias, no local encontravam-se três outros membros da equipa, que escaparam ilesos.
Lusa
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Ucrânia avanças mais três quilómetros em Kursk
As forças ucranianas avançaram, este domingo, mais três quilómetros na região russa de Kursk, assumindo o controlo de mais duas povoações, disse o Presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy, citado pela Reuters.
Correio da Manhã
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Quinze regiões ucranianas atingidas por ataque massivo russo. Morrem pelo menos três pessoas
Quinze regiões da Ucrânia foram atingidas esta segunda-feira por um ataque massivo russo que visava infraestruturas energéticas do país, anunciou o Governo ucraniano, indicando ainda que há "feridos e mortos".
"Quinze regiões foram hoje atingidas por um ataque massivo russo. O inimigo usou diferentes tipos de armas: 'drones', mísseis de cruzeiro, Kinzhal [mísseis balísticos hipersónicos]", disse o primeiro-ministro ucraniano, Denys Chmygal, na rede social Telegram.
Pelo menos três pessoas morreram esta segunda-feira no ataque massivo da Rússia sobre várias regiões da Ucrânia, incluindo Kiev, e que foi dirigido às infraestruturas energéticas do país, disseram as autoridades locais.
Lusa
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Rússia diz que ataque massivo atingiu todos os alvos em território ucraniano
O Ministério da Defesa russo declarou esta segunda-feira que realizou com sucesso um "ataque massivo" contra instalações energéticas na Ucrânia com mísseis e 'drones', enquanto Kiev confirmou que 15 regiões foram afetadas pelo ataque.
"Esta manhã, as forças armadas russas realizaram um ataque massivo com armas de alta precisão e longo alcance lançadas através do ar e do mar e com 'drones' contra importantes infraestruturas energéticas que permitem o funcionamento do complexo militar-industrial da Ucrânia.
Segundo os militares russos, "todos os objetivos" que Moscovo estabeleceu foram alcançados.
Lusa
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Rússia lançou mais de uma centena de mísseis contra a Ucrânia
A Rússia lançou esta segunda-feira contra a Ucrânia um ataque combinado massivo que ainda está em curso e no qual está a utilizar cerca de uma centena de mísseis e também 'drones kamikaze' iranianos Shahed, segundo o Presidente ucraniano.
"Foi um dos maiores ataques, um ataque combinado. "Mais de uma centena de mísseis de diferentes tipos e cerca de uma centena de 'drones' Shahed" foram utilizados, afirmou Volodymyr Zelensky, num vídeo transmitido na rede social X pouco depois das 13h00 locais (menos duas horas em Lisboa).
O Presidente ucraniano acrescentou que o ataque foi dirigido contra infraestruturas civis.
Lusa
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NATO adverte Rússia do perigo dos seus ataques chegarem à Polónia
A NATO disse hoje carecer de informações que indiquem que o objeto não identificado que entrou no espaço aéreo polaco faça parte de um ataque intencional da Rússia, mas advertiu Moscovo que tais atos são "irresponsáveis e potencialmente perigosos".
"Embora não tenhamos informações que indiquem um ataque intencional da Rússia contra aliados, estes atos são irresponsáveis e potencialmente perigosos", disse à agência espanhola EFE a porta-voz da Aliança Atlântica, Farah Dakhlallah.
A Polónia informou hoje que um objeto, provavelmente um 'drone', entrou no seu espaço aéreo ao início do dia, na altura dos ataques maciços da Rússia contra a Ucrânia, disse a porta-voz da NATO, que condenou "veementemente estes ataques contínuos contra civis ucranianos e infraestruturas civis".
Lusa
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Nova vaga de ataques russos à Ucrânia causa pelo menos três mortos
Pelo menos três pessoas morreram esta madrugada na Ucrânia numa nova vaga de ataques russos, um dia depois de um dos maiores ataques desde o início do conflito.
Duas pessoas morreram após um ataque no distrito de Kryvyi Rig, no centro da Ucrânia, anunciou o responsável local Evgen Sytnychenko na plataforma de mensagens Telegram.
Um homem morreu também num ataque com um drone Shahed, fabricado pelo Irão, na região de Zaporijia (leste), disse o governador local Ivan Fedorov.
Lusa
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Rússia acusa Ucrânia de utilizar substâncias químicas tóxicas no campo de batalha
A Rússia acusou esta terça-feira a Ucrânia de utilizar substâncias químicas tóxicas no campo de batalha e garantiu ter detetado mais de 400 casos da sua utilização.
"No decurso da operação militar especial, foram detetados mais de 400 casos de utilização de substâncias químicas tóxicas pelo lado ucraniano", disse o chefe das forças de defesa química, biológica e radiológica do exército russo, tenente-general Igor Kirilov, numa conferência de imprensa.
Segundo o militar russo, as substâncias utilizadas pelas forças armadas ucranianas incluem o composto BZ, um agente incapacitante, bem como ácido cianídrico, altamente tóxico e cloreto de cianogénio.
Lusa
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Kiev diz que já controla 100 localidades na região russa de Kursk
A Ucrânia garantiu esta terça-feira que controla 100 localidades e 1.294 quilómetros quadrados na região fronteiriça russa de Kursk, onde capturou 594 soldados inimigos desde o início da ofensiva, há três semanas.
"Até agora, assumimos o controlo de 1.294 quilómetros quadrados de território e 100 localidades", disse Oleksandr Syrsky, comandante-chefe do Exército ucraniano, durante um fórum em Kiev, sobre a ofensiva ucraniana em território russo, iniciada a 06 de agosto e a primeira desde a invasão russa, em fevereiro de 222.
Segundo o responsável militar, 594 membros das forças armadas russas foram feitos prisioneiros.
Lusa
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Zelensky quer apresentar a Biden plano para terminar a guerra
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou esta terça-feira que pretende apresentar, já em setembro, ao seu homólogo dos Estados Unidos, Joe Biden, um plano para pôr fim à guerra com a Rússia.
"Penso que poderei apresentar este plano ao Presidente Biden em setembro", disse Zelensky numa conferência de imprensa com dezenas de jornalistas, em Kiev, acrescentando que também fará chegar as suas ideias aos dois candidatos à Casa Branca, a democrata Kamala Harris e o republicano Donald Trump.
Zelensky explicou que a operação que a Ucrânia está a realizar na região russa de Kursk, onde as forças ucranianas ocupam parte do território, faz parte desse plano.
Lusa
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Agência da ONU diz ser "muito grave" guerra perto da central nuclear de Kursk
O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), Rafael Grossi, avisou esta terça-feira ser "muito grave" que a central nuclear russa de Kursk esteja tão perto de uma frente de guerra.
"Acreditamos que é muito grave que uma central desta tipologia esteja tão próxima de uma frente de guerra", disse Grossi à imprensa internacional, no final da sua visita à central atómica russa de Kursk.
Grossi afirmou que o reator está muito exposto a um possível ataque, tendo em conta a sua situação em plena frente de combate, após a incursão ucraniana nesta região fronteiriça, em curso há três semanas.
Lusa
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Rússia critica Ucrânia por apresentação de plano de paz aos EUA
O Kremlin criticou esta quarta-feira as declarações do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, sobre um plano que apresentará aos Estados Unidos para pôr fim à invasão russa da Ucrânia, insistindo que Moscovo continuará com a sua ofensiva.
"Esta não é a primeira vez que ouvimos declarações semelhantes de representantes do regime de Kiev", disse o porta-voz da presidência russa, Dimitri Peskov, garantindo que o Exército russo "continuará a sua operação militar especial".
Na terça-feira, Zelensky anunciou que, já em setembro, apresentará um plano de paz ao Presidente dos EUA, Joe Biden, para colocar um fim à invasão russa, incluindo a incorporação da Ucrânia na arquitetura da segurança global, passando por novos avanços nas estruturas multilaterais, como a NATO.
Lusa
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NATO diz que é preciso apoiar mais após um dos maiores bombardeamentos russos
O secretário-geral cessante da NATO defendeu esta quarta-feira que é necessário continuar a apoiar a Ucrânia com todo o armamento de que necessite para repelir a invasão russa, condenando um dos maiores bombardeamentos russos desde início do conflito.
"O Conselho NATO-Ucrânia reuniu-se para abordar os desenvolvimentos no campo de batalha e as necessidades de equipamento prioritárias da Ucrânia", escreveu Jens Stoltenberg, na rede social X (antigo Twitter).
Depois de uma reunião deste organismo criado há pouco mais de um ano, o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) condenou "veementemente a escalada dos bombardeamentos russos na Ucrânia".
Lusa
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Autoridades russas restringem acessos a cidade junto de central nuclear de Kursk
As autoridades russas restringiram esta quarta-feira a entrada na cidade de Kurchatov, junto da central nuclear de Kursk, alegando o risco de acesso de sabotadores no âmbito da incursão do Exército ucraniano na região desde 06 de agosto.
"A fim de garantir o cumprimento das medidas de segurança adicionais, o posto de comando da operação antiterrorista tomou a decisão de limitar a entrada em Kurchatov", escreveu na rede Telegram o governador em exercício de Kursk, Alexei Smirnov.
O governador salientou que, "embora a segurança da central nuclear de Kursk esteja garantida ao máximo, o Exército ucraniano não desiste das suas tentativas de entrar na cidade".
Lusa
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Rússia amplia sanções contra empresários e jornalistas
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia anunciou esta quarta-feira sanções contra 92 jornalistas, empresários e outros cidadãos norte-americanos, que responsabiliza por apoiarem a Ucrânia e acusa de difundirem notícias falsas sobre o país e o seu Exército.
A "lista negra" de Moscovo inclui jornalistas do The Wall Street Journal, do The New York Times, do The Washington Post e colaboradores dos britânicos Daily Telegraph e do Guardian, que descreveu como "liberais-globalistas e ligados à produção e divulgação de notícias falsas" e que ficam proibidos de entrar em solo russo.
A diplomacia russa reiterou as suas acusações contra a política russófoba da administração do Presidente norte-americano, Joe Biden, que, para "infligir uma derrota estratégica a Moscovo", lançou "ondas de sanções contra políticos, empresários, cientistas, personalidades culturais e jornalistas russos".
Lusa
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Zelensky reconhece "situação extremamente difícil" em Pokrovsk
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, reconheceu esta quarta-feira que a situação é "extremamente difícil" para o seu Exército perto da cidade de Pokrovsk, à medida que as tropas russas se aproximam deste importante centro logístico no leste do país.
A situação em Pokrovsk e outras áreas do Donbass "é extremamente difícil", afirmou o líder ucraniano na sua comunicação diária à nação.
"Os principais esforços e as maiores forças da Rússia estão concentrados lá", prosseguiu Zelensky, adicionando que a ofensiva da Ucrânia na região russa de Kursk impede Moscovo de "colocar mais pressão" na frente de combate na província de Donetsk.
Lusa
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Julho foi mês mais mortal para civis em quase dois anos
O mês de julho foi o mais mortal para civis na guerra da Rússia na Ucrânia em quase dois anos, registando-se pelo menos 219 mortos e 1.018 feridos, indicaram esta quarta-feira as Nações Unidas (ONU).
Numa reunião do Conselho de Segurança da ONU, convocada pela Eslovénia e pelos Estados Unidos para discutir a situação política e de segurança na Ucrânia, o secretário-geral adjunto das Nações Unidas para a Europa, Ásia Central e Américas, Miroslav Jenca, frisou que, "tragicamente", os números de vítimas continuam a aumentar, uma vez que cidades, vilas e aldeias em todo território ucraniano continuam a ser atingidas diariamente por mísseis, bombas e 'drones' explosivos.
"Não podemos permitir que a terrível devastação desta guerra seja normalizada", instou Jenca.
Lusa
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Borrell pede levantamento de restrições para que Kiev possa usar armas
O alto representante da União Europeia (UE) para os Negócios Estrangeiros, Josep Borrell, pediu esta quinta-feira que os países da união levantem as restrições impostas à Ucrânia para que esta possa utilizar plenamente as armas que possui.
"Temos de pôr fim às restrições ao uso de armas [dadas à Ucrânia] contra objetivos militares russos, de acordo com o direito internacional", declarou Borrell à imprensa à chegada a uma reunião informal de ministros dos Negócios Estrangeiros da UE em Bruxelas.
O chefe da diplomacia comunitária recordou que, durante o verão, tem apoiado esta possibilidade.
Lusa
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Terceiro ataque massivo russo com 'drones' atinge o território ucraniano
A Rússia lançou na madrugada de esta quinta-feira 74 'drones kamikaze' iranianos Shahed contra o território ucraniano, dos quais 60 foram abatidos pelas defesas aéreas do país, declarou a força aérea da Ucrânia num comunicado.
As autoridades ucranianas ainda não comunicaram a existência de vítimas mortais ou danos materiais importantes após este ataque russo.
Esse foi o terceiro ataque massivo com 'drones' que a Rússia realizou contra o território ucraniano esta semana.
Lusa
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Caça F-16 ucraniano despenhou-se na segunda-feira e piloto morreu
Um caça F-16 ucraniano despenhou-se na segunda-feira e o piloto morreu, poucas semanas após vários destes aviões de combate terem chegado à Ucrânia, segundo o comando militar de Kiev, confirmando uma notícia avançada pelo Wall Street Journal.
As circunstâncias da queda do aparelho não foram especificadas pelo Estado-Maior das Forças Armadas que, em comunicado esta quinta-feira divulgado, indica que aparelhos F-16 foram utilizados para repelir ataques de mísseis da Rússia.
Os caças demonstraram a sua "alta eficiência" e abateram quatro mísseis de cruzeiro inimigos, segundo a nota publicada nas redes sociais.
Lusa
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Kremlin não receia detenção de Putin na Mongólia, membro do TPI
A Presidência russa não teme que Vladimir Putin seja detido na Mongólia durante a visita oficial da próxima semana devido ao mandado de captura do Tribunal Penal Internacional (TPI), de que o país asiático é Estado-membro.
"Não, não estamos preocupados (...) Mantemos um grande diálogo com os nossos amigos da Mongólia", declarou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, quando questionado esta sexta-feira sobre a existência de receios quanto a uma eventual detenção do líder russo no país vizinho.
Peskov acrescentou que "todos os aspetos da visita foram cuidadosamente preparados".
Lusa
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Tribunal Penal Internacional pede à Mongólia que execute mandado de detenção contra Putin
O Tribunal Penal Internacional (TPI) pediu esta sexta-feira à Mongólia que execute o mandado de detenção contra o Presidente russo, Vladimir Putin, durante a sua visita ao país na próxima terça-feira.
O tribunal recordou, num comunicado, que a Mongólia é um Estado-Parte no Estatuto de Roma do TPI e que depende precisamente dos seus Estados-Partes e de outros parceiros para executar as suas decisões, incluindo em relação aos mandados de detenção.
"Os Estados-Partes no Estatuto de Roma do TPI são obrigados a cooperar em conformidade com o Capítulo IX do Estatuto de Roma, enquanto os Estados não-Partes podem decidir cooperar numa base voluntária", recorda o tribunal.
Lusa
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Kiev pede à Mongólia que cumpra mandado do TPI e prenda Putin
Kiev instou esta sexta-feira a Mongólia a prender o Presidente russo, Vladimir Putin, que deverá visitar aquele país na próxima terça-feira, com base num mandado emitido pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) por alegados crimes de guerra na invasão da Ucrânia.
"Apelamos às autoridades da Mongólia para que executem o mandado de captura internacional obrigatório e transfiram Putin para o Tribunal Penal Internacional de Haia", declarou o Ministério dos Negócios Estrangeiros ucraniano em comunicado.
Também o TPI pediu esta sexta-feira à Mongólia que execute o mandado de detenção contra o Presidente russo, que realiza uma visita oficial àquele país no próximo dia 3.
Lusa
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Zelensky demite chefe da Força Aérea após queda de caça F-16
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou esta sexta-feira a demissão do comandante da Força Aérea, Mykola Olegchchuk, um dia após a revelação da queda de um caça norte-americano F-16 entregue a Kiev.
"Decidi substituir o comandante da Força Aérea das Forças Armadas Ucranianas", disse Zelensky na rede Telegram, após a publicação do decreto da demissão no 'site' da presidência.
Um caça F-16 ucraniano despenhou-se na segunda-feira e o piloto morreu, poucas semanas após vários destes aviões de combate terem chegado à Ucrânia, segundo o comando militar de Kiev em comunicado divulgado três dias depois.
Lusa
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Secretário-geral cessante da NATO aprova ofensiva de Kiev em Kursk
O secretário-geral cessante da NATO, Jens Stoltenberg, demonstrou apoio à ofensiva da Ucrânia na região russa de Kursk, citando o direito da Ucrânia de se defender, numa entrevista ao jornal alemão Die Welt.
"Os soldados, tanques e bases militares russos são alvos legítimos ao abrigo do direito internacional", justificou o líder da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO, na sigla em inglês).
O direito de autodefesa da Ucrânia, invadida pela Rússia em fevereiro de 2022, "não pára na fronteira", defendeu Stoltenberg.
Lusa
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Mais de 66 mil soldados russos mortos desde o início da invasão
Mais de 66 mil soldados russos foram mortos desde o início da invasão da Ucrânia, em fevereiro de 2022, segundo dados do site Mediazone e da BBC.
"Em 30 de agosto, sabíamos os nomes de 66.471 soldados russos que morreram na guerra", avançou o 'site' Meadiazone, na rede social Telegram.
A investigação conjunta teve em conta os comunicados de imprensa oficiais, notícias e publicações nas redes sociais, bem como as sepulturas identificadas nos cemitérios.
Lusa
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Novo ataque russo na cidade de Chasiv Yar faz 5 mortos
Cinco pessoas morreram, este sábado, em novos bombardeamentos russos na cidade ucraniana de Chasiv Yar (leste do país), segundo o governador regional de Donetsk, Vadym Filaskhin, enquanto as tropas de Moscovo continuam a atacar a região.
Filaskhin adiantou à agência AP que o ataque atingiu um prédio e uma casa particular, matando cinco homens com idades entre os 24 e os 38 anos.
Nas redes sociais, Filaskhin apelou aos últimos residentes para que abandonem a cidade, que chegou a ter cerca de 12 mil habitantes antes do atual conflito, iniciado em fevereiro de 2022.
Lusa
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Rússia diz ter abatido 158 drones ucranianos
122 dos 158 drones foram abatidos nas regiões de Kursk, Bryansk, Voronezh e Belgorod, na fronteira com a Ucrânia.
Correio da Manhã
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Um morto e quatro feridos em bombardeamento russo na zona de Sumy
Um civil morreu e quatro ficaram feridos, na noite deste domingo, após um bombardeamento russo durante a noite em Sumy, na Ucrãnia, informa a administração da região.
Correio da Manhã
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Rússia controla aldeia na região de Donetsk, forças ucranianas mantêm-se em Kursk
A Rússia assumiu o controlo da aldeia de Paraskiivka, na região de Donetsk (leste), segundo uma plataforma ucraniana que acompanha a evolução da situação na linha da frente, enquanto a Ucrânia mantém a iniciativa em Kursk, disseram analistas militares.
De acordo com a plataforma DeepState, as tropas russas também obtiveram ganhos marginais na vizinha Kostiantinivka, bem como em Grodivka e Galitsinivka, perto de Pokrovsk, e Pishchane, a sul de Kupiansk, na região de Kharkov.
Pokrovsk, Kurakhov e Kupiansk continuaram a ser os alvos prioritários da Rússia no sábado, de acordo com o último relatório do Estado-Maior do Exército ucraniano deste domingo, com 52, 30 e 24 ataques lançados pela Rússia nessas áreas.
Lusa
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Rússia ataca Kiev com 'drones', mísseis de cruzeiro e mísseis balísticos
A Rússia lançou esta madrugada um ataque com 'drones', mísseis de cruzeiro e mísseis balísticos contra Kiev, informou esta madrugada a força aérea ucraniana.
De acordo com a força aérea, a Rússia disparou várias séries de mísseis de cruzeiro visando Kiev, acompanhados de lançamentos de mísseis balísticos e de alguns 'drones', levando a população a procurar refúgio em abrigos antiaéreos.
O presidente da Câmara de Kiev, Vitalii Klitschko, disse que os serviços de emergência foram chamados aos distritos de Holosiivskyi e Solomianskyi. Segundo Klitschko, uma pessoa terá ficado ferida devido à queda de escombros no distrito de Shevchenkivskyi.
Lusa
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Forças russas avançam mais rapidamente no leste da Ucrânia
As forças russas estão a avançar mais rapidamente no leste da Ucrânia do que há muito tempo, ocupando vários quilómetros quadrados por dia, disse o Presidente Vladimir Putin nesta segunda-feira, enquanto as forças de Moscovo tentavam romper uma importante linha defensiva ucraniana.
A Rússia, que já controla 18% da Ucrânia, tem avançado no leste da Ucrânia desde o fracasso da contra-ofensiva de Kiev, em 2023, em conseguir um grande avanço.
Apesar de uma grande incursão ucraniana na região russa de Kursk, que começou a 6 de agosto, o exército russo, numericamente mais forte, tem avançado nas últimas semanas com relativa rapidez através dos assentamentos no leste da Ucrânia, na aproximação da cidade estrategicamente importante de Pokrovsk.
Reuters
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Chefe da diplomacia da UE condena ataques russos "sem piedade"
O chefe da diplomacia da União Europeia (UE) condenou, esta segunda-feira, os bombardeamentos russos "sem piedade" dos últimos dias contra alvos civis na Ucrânia, insistindo no apoio à autodefesa ucraniana, quando os ucranianos atacam também com 'drones'.
"Nos últimos dias, a Rússia tem bombardeado sem piedade alvos civis na Ucrânia: um centro desportivo e um centro comercial em Kharkiv, um orfanato em Sumy, uma central elétrica em Kiev. As plataformas militares destes ataques não devem ficar fora dos limites", escreveu o alto representante da UE para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, Josep Borrell.
"A Ucrânia tem direito à autodefesa, em conformidade com a Carta das Nações Unidas", adiantou.
Lusa
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Putin chega à Mongólia na primeira viagem a um país-membro do TPI
O Presidente russo, Vladimir Putin, aterrou, esta segunda-feira, na Mongólia, na sua primeira visita a um estado-membro do Tribunal Penal Internacional (TPI) desde que enfrenta um mandado de detenção, emitido em março de 2023.
O líder russo saiu do avião à noite no aeroporto de Ulan Bator, capital da Mongólia, segundo imagens transmitidas pela televisão russa.
Após a confirmação da viagem, na semana passada, vários governos internacionais, incluindo o da Ucrânia, lembraram à Mongólia que, como signatário do Estatuto de Roma, é obrigada a cumprir todas as ordens provenientes do tribunal sediado em Haia.
Lusa
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Netanyahu irredutível sobre manter controlo de corredor em Gaza
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou, este domingo, que mantém a intenção de controlar o Corredor de Filadélfia, entre a Faixa de Gaza e o Egito, um dos pontos de bloqueio nas negociações com o movimento islamita palestiniano Hamas.
"Alcançar os objetivos da guerra passa pelo Corredor de Filadélfia", declarou em conferência de imprensa.
Este assunto constitui um ponto de bloqueio nas negociações para um acordo de cessar-fogo associado à libertação de reféns em posse do Hamas desde 7 de outubro.
Lusa
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51 mortos e 235 feridos em ataque com mísseis russos na Ucrânia, o mais mortífero este ano
Um ataque de mísseis russos matou pelo menos 51 pessoas e feriu 265 na cidade ucraniana de Poltava, esta terça-feira, disse o presidente Volodymyr Zelensky.
Zelenskiy disse ainda que as forças russas atingiram a cidade com dois mísseis balísticos, danificando um edifício do Instituto de Comunicações, avança a Reuters.
Correio da Manhã
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Chefe do setor de armamento da Ucrânia e dois outros ministros pedem a demissão
O ministro do governo ucraniano que supervisiona a produção doméstica de armas durante a guerra com a Rússia apresentou a sua demissão, esta terça-feira, juntamente com o ministro da justiça e o ministro do ambiente, disse o presidente do parlamento citado pela Reuters.
Os ministros são o ministro das Indústrias Estratégicas, Oleksandr Kamyshin, o ministro da Justiça, Denys Maliuska, e o ministro do Ambiente, Ruslan Strilets. O Presidente do Parlamento afirmou que os pedidos de demissão serão discutidos em breve pelos deputados.
Correio da Manhã
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Ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia pede a demissão
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Dmitry Kuleba, apresentou hoje a demissão, numa carta dirigida ao Verkhovna Rada (parlamento) do país.
"O Verkhovna Rada recebeu uma declaração do ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, D.I. Kuleba, sobre a sua demissão", escreveu o presidente do parlamento, Ruslan Stefanchuk, nas redes sociais.
O responsável anunciou ainda que a demissão de Kuleba vai ser discutida numa das próximas sessões plenárias do parlamento.
Lusa
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Pelo menos sete mortos, incluindo três crianças em ataque russo a Lviv
Pelo menos sete pessoas, incluindo três crianças, morreram esta madrugada num ataque de mísseis russos contra a cidade de Lviv, no oeste da Ucrânia, a cerca de 70 quilómetros da fronteira com a Polónia, segundo o ministro do Interior.
"Um total de sete pessoas morreram em Lviv, incluindo três crianças", escreveu o ministro Igor Klimenko na sua conta do Telegram, enquanto o Presidente, Volodymyr Zelensky, denunciou novos "ataques terroristas russos", apelando mais uma vez ao Ocidente para fornecer mais equipamento de defesa antiaérea.
Anteriormente, Zelenski tinha feito um balanço prévio de cinco mortos, especificando que uma rapariga de 14 anos se encontrava entre as vítimas.
Lusa
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Mudanças no Governo de Kiev não influenciam perspetivas de negociações
O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, afirmou hoje que as mudanças que estão a acontecer no Governo da Ucrânia não influenciarão "de forma alguma" as perspetivas de um processo negocial entre os dois países.
"Não, isso não influenciará de forma alguma e não tem nada a ver com as perspetivas de um processo de negociação", afirmou Peskov, citado pela agência de notícias russa TASS, a uma pergunta sobre o impacto que as mudanças governamentais na Ucrânia.
Ao mesmo tempo, o porta-voz russo sublinhou que Moscovo está a tomar nota de todas as informações provenientes da Ucrânia.
Lusa
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Biden reafirma apoio dos EUA a Kiev após ataque russo a Poltava
O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, reafirmou o apoio norte-americano à Ucrânia, depois do ataque russo à cidade de Poltava, que deixou 51 mortos.
Biden condenou na terça-feira o "deplorável ataque nos termos mais fortes possíveis", de acordo com uma declaração.
Um bombardeamento russo com dois mísseis balísticos Iskander-M contra o Instituto Militar de Comunicações da cidade de Poltava, no centro da Ucrânia, matou na terça-feira pelo menos 51 pessoas e causou 271 feridos, de acordo com a última contagem oficial.
Lusa
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Zelensky justifica remodelação com necessidade de "nova energia"
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, defendeu, esta quarta-feira, que é precisa "uma nova energia" depois de mais de dois anos de guerra com a Rússia para justificar a remodelação do seu governo, que inclui o chefe da diplomacia.
"Alguns deles são ministros há cinco anos e precisamos de energia nova", explicou Zelensky, ao agradecer aos líderes cessantes, numa conferência de imprensa conjunta com o primeiro-ministro irlandês Simon Harris, em Kiev.
Por Moscovo, o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, afirmou que as mudanças que estão a acontecer no Governo da Ucrânia não influenciarão "de forma alguma" as perspetivas de um processo negocial entre os dois países.
"Não, isso não influenciará de forma alguma e não tem nada a ver com as perspetivas de um processo de negociação", afirmou Peskov, citado pela agência de notícias russa TASS, a uma pergunta sobre o impacto que as mudanças governamentais na Ucrânia.
Ao mesmo tempo, o porta-voz russo sublinhou que Moscovo está a tomar nota de todas as informações provenientes da Ucrânia.
As declarações de Peskov coincidiram com o anúncio em Kiev da demissão do ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Dmitro Kuleba, que estava no cargo desde 2020.
A demissão de Kuleba, que será abordada numa das próximas sessões do Verkhovna Rada (Parlamento), aconteceu depois de os ministros da Justiça, das Indústrias Estratégicas e do Ambiente terem apresentado a sua demissão ao Parlamento juntamente com o chefe do Fundo de Propriedade do Estado.
Zelensky já tinha avançado previamente os seus planos para uma remodelação do Governo.
Lusa
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Putin diz estar disposto a negociar e focado na conquista do Donbass
O Presidente russo, Vladimir Putin, afirmou esta quinta-feira que a Rússia está disposta a negociar com a Ucrânia e que a conquista do Donbass ucraniano é a sua "prioridade número um".
"Se estamos prontos para negociar com eles? Nunca recusámos", disse Putin num fórum económico em Vladivostok, no Extremo Oriente russo.
"Se surgir um desejo de negociar [por parte da Ucrânia], não recusaremos', acrescentou.
Lusa
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Chanceler alemão avista-se com Zelensky na sexta-feira em Frankfurt
O chanceler alemão, Olaf Scholz, e o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, vão reunir-se na sexta-feira em Frankfurt, no oeste da Alemanha, para "um encontro cara a cara", informou, esta quinta-feira, a diplomacia de Berlim à agência France Presse (AFP).
A reunião acontece no mesmo dia de uma reunião do grupo de contacto dos aliados da Ucrânia em Ramstein, uma base aérea dos Estados Unidos na Alemanha, onde se espera que os ministros da defesa e responsáveis militares discutam o apoio a Kiev.
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros alemão não adiantou à AFP mais pormenores sobre o programa de Zelensky.
Lusa
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Reino Unido vai fornecer 650 sistemas de mísseis ligeiros multifunção à Ucrânia
O Reino Unido vai fornecer 650 sistemas de mísseis ligeiros multifunção (LMM) à Ucrânia para reforçar as capacidades de defesa aérea daquele país, avançou esta sexta-feira o Ministério da Defesa britânico em comunicado.
O pacote de defesa aérea, avaliado em 162 milhões de libras (cerca de 192 milhões de euros), será anunciado esta sexta-feira pelo secretário da Defesa britânico, John Healey, numa reunião do Grupo de Contacto de Defesa da Ucrânia, na base da Força Aérea dos EUA em Ramstein, na Alemanha.
Na reunião, a primeira de Healey como ministro da Defesa, o político trabalhista irá sublinhar o empenho inabalável do Reino Unido na Ucrânia e exortar os aliados a continuarem a fornecer equipamento vital para o país na sua luta contra a Rússia.
Lusa
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Rússia ataca 13 regiões ucranianas com 44 'drones'
As forças russas lançaram um total de 44 'drones' esta sexta-feira de madrugada contra 13 das 24 regiões ucranianas, dos quais as defesas aéreas ucranianas conseguiram abater dois, segundo a força aérea da Ucrânia.
A mesma fonte indicou que os 'drones' foram lançados a partir da região russa de Kursk, do território de Primorsko-Akhtarsk e da península ocupada da Crimeia. A Ucrânia não reportou nenhuma morte ou grandes danos materiais no ataque.
Durante o ataque, no qual a Rússia disparou também um míssil aéreo guiado Kh-59 e um míssil Kh-31P, foram ativadas defesas aéreas ucranianas sobre o território das regiões de Kiev e Chernihiv (norte), Kirovograd, Dnipropetrovsk e Poltava (centro), Kharkiv e Sumi (nordeste), Mikolayiv e Kherson (sul), Zaporizhzhia (sudeste), Donetsk (leste) e Lviv e Vinitsia (oeste).
Lusa
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Zelensky em Itália para participar em fórum político e económico
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, chegou, esta sexta-feira, à cidade de Cernobbio, no norte de Itália, onde vai participar no Fórum Ambrosetti, um encontro político e económico que reúne líderes mundiais para abordar temas como a guerra na Ucrânia.
Zekensky participará, esta sexta-feira, numa sessão intitulada "Agressão russa contra a Ucrânia", na qual voltará a analisar a situação atual do conflito com a Rússia.
Espera-se também que, no âmbito da sua visita a Itália e da sua participação no fórum, se encontre com importantes responsáveis do setor empresarial italiano e com a primeira-ministra, Giorgia Meloni.
Lusa
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Austin afasta autorização expressa para uso de armas em território russo
O secretário da Defesa norte-americano, Lloyd Austin, descartou, esta sexta-feira, a possibilidade de os EUA autorizarem expressamente a Ucrânia a usar as armas de longo alcance que estão a enviar para atacar alvos em território russo.
"Já tivemos antes esta discussão sobre tanques e outras capacidades. Em cada uma dessas vezes, salientámos que não se trata de uma coisa, mas sim da combinação de capacidades e da forma como estão integradas", afirmou o responsável, no final de uma reunião do grupo de contacto de Ramstein, na Alemanha.
Presencialmente pela primeira vez, o Presidente ucraniano, Volodymir Zelensky, participou numa destas reuniões, que se realizam na base militar norte-americana de Ramstein para defender que os aliados devem autorizar ataques a alvos em solo russo com as suas armas.
Lusa
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Rússia lança ataque com drones a Kiev
A Rússia lançou um ataque de drones durante a noite deste domingo a Kiev.
Segundo a Reuters, militares ucranianos afirmaram que as unidades de defesa aérea da Ucrânia estão dedicadas em repelir os ataques.
Correio da Manhã
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Suécia anuncia 400 milhões de euros de ajuda militar a Kiev
O Governo sueco anunciou esta segunda-feira um pacote de 4,6 mil milhões de coroas suecas (cerca de 400 milhões de euros) em ajuda militar à Ucrânia, que inclui componentes do caça Gripen, navios de combate, defesa antiaérea e armas antiminas e antitanque.
O ministro da Defesa, Pal Jonson, indicou em conferência de imprensa que metade do valor será destinado à compra de componentes para aviões de combate Gripen E, o que abre a perspetiva de o país escandinavo doar aeronaves a Kiev.
No entanto, a decisão de entrega destes aparelhos ainda não foi tomada, destacou.
Lusa
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EUA avisam para "consequências significativas" se Irão ceder mísseis à Rússia
Os Estados Unidos avisaram esta segunda-feira que o fornecimento de mísseis balísticos do Irão à Rússia representaria uma "escalada dramática" no apoio a Moscovo durante a guerra da Ucrânia e que poderia ter "consequências significativas".
"Estamos extremamente alarmados com esta informação", comentou o vice-porta-voz do Departamento de Estado, Vedant Patel, aos jornalistas, referindo que "qualquer transferência de mísseis balísticos iranianos para a Rússia representaria uma escalada dramática no apoio do Irão" à invasão da Ucrânia.
"Deixámos claro que estamos preparados para impor consequências significativas", acrescentou o porta-voz, sem especificar que medidas os Estados Unidos ou os seus aliados poderiam tomar contra o Irão.
Lusa
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Rússia anuncia uma morte em ataque ucraniano na região de Moscovo
A Rússia anunciou esta terça-feira a morte de uma pessoa na sequência de um ataque de drones ucranianos na região da capital, Moscovo, e disse ter abatido 144 daqueles aparelhos esta madrugada.
"Uma mulher de 46 anos morreu" depois de um drone ter embatido num prédio de apartamentos em Ramenskoye, nos arredores a sudeste da capital, anunciou o governador da região de Moscovo, na plataforma de mensagens Telegram.
Andrei Vorobiov sublinhou que a morte de uma criança de 9 anos, que tinha anunciado anteriormente, "não foi confirmada", e indicou que "três pessoas ficaram feridas" e transferidas para um hospital.
Lusa
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Kiev pressiona para que Mongólia sofra consequências após visita de Putin
O procurador-geral ucraniano, Andriy Kostin, afirmou esta terça-feira que Kiev está a trabalhar com parceiros internacionais para garantir que a Mongólia vai sofrer consequências depois de não ter executado o mandado de captura internacional contra o Presidente russo, Vladimir Putin.
Kostin falava hoje em conferência de imprensa conjunta com o procurador do Tribunal Penal Internacional (TPI), Karim Khan, no jardim do hospital pediátrico de Okhmadyt, em Kiev, alvo de um bombardeamento russo em julho que deixou dois mortos e elevados estragos.
"Não há necessidade de fazer uma tragédia com isto, porque existem 124 países signatários do Estatuto de Roma [base do TPI]. E, se alguém não cumprir as suas obrigações, isso não significa que outros não cumpram as suas obrigações", declarou Andriy Kostin, citado pela agência Ukinform, acrescentando, a respeito da Mongólia: "Estamos trabalhar com parceiros internacionais para que o país que recorra a tal ato sente as consequências".
Lusa
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Rússia e Irão vão firmar novo acordo de cooperação apesar de sanções ocidentais
A Rússia anunciou hoje a assinatura de um novo acordo-quadro com o Irão, que foi sujeito a uma nova ronda de sanções ocidentais devido ao fornecimento de mísseis balísticos a Moscovo.
"Esperamos a rápida assinatura de um novo acordo-quadro interestatal", disse Sergei Shoigu, secretário do Conselho de Segurança russo, durante uma reunião com o seu homólogo iraniano, Ali Akbar Ahmadian, em São Petersburgo.
Shoigu, citado pela agência Interfax, especificou que as partes estão a concluir os procedimentos antes da assinatura do documento pelos presidentes dos dois países.
Lusa
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Sanções ocidentais ao Irão incluem empresas de 'drones' e mísseis
As novas sanções ao Irão anunciadas esta terça-feira pelos Estados Unidos e vários aliados europeus incluem medidas contra seis empresas iranianas de 'drones' e mísseis balísticos, que são fornecedoras da Rússia, bem como dez dos seus gestores e funcionários.
Segundo um comunicado do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, a companhia aérea iraniana Iran Air está igualmente entre os alvos das sanções a Teerão, que resultaram da revelação do fornecimento de mísseis a Moscovo para a sua campanha militar na Ucrânia.
"Os parceiros internacionais estão a anunciar medidas que não permitirão que a Iran Air opere no seu território no futuro", indica o comunicado.
Lusa
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FMI e Governo ucraniano chegam a acordo sobre quinta revisão do programa de ajuda
O Governo ucraniano e o Fundo Monetário Internacional (FMI) chegaram esta quarta-feira a acordo relativamente à quinta revisão do programa de ajuda em vigor, abrindo a porta ao pagamento de uma nova tranche de 99,6 mil milhões de euros.
Esta nova parcela de 1,1 mil milhões de dólares (99,6 milhões de euros), que terá ainda de ser validada pelo conselho de administração do FMI, elevará para 8,7 mil milhões de dólares (7,9 mil milhões de euros) os fundos já pagos à Ucrânia, num total de 15,6 mil milhões de dólares (14,1 mil milhões de euros) no âmbito do programa.
Este último faz parte de um grande plano de ajuda internacional, no valor de 122 mil milhões de dólares (110,5 mil milhões de euros, aprovado em março de 2023 por todos os países que apoiam a Ucrânia desde o início da invasão russa em fevereiro de 2022.
O Fundo acredita ainda que, apesar das difíceis condições provocadas pelo conflito em curso, o Governo ucraniano, graças ao apoio externo, tem sido capaz de "sustentar a estabilidade financeira e macroeconómica".
O país cresceu 6,5% em termos homólogos no primeiro trimestre deste ano, com a inflação limitada a 5,4% em termos homólogos.
No entanto, o FMI espera um "abrandamento económico no segundo semestre devido aos repetidos ataques às infraestruturas energéticas e às consequências da guerra no trabalho e na confiança", sublinhou o chefe da missão, Gavin Gray.
Lusa
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Reino Unido sanciona 10 navios da "frota sombra" russa
Dez navios da chamada "frota sombra" russa que operam para transportar o máximo de petróleo possível à margem das sanções internacionais estão interditos de usar os portos do Reino Unido, anunciou esta quarta-feira o Governo britânico.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros afirmou esta quarta-feira em comunicado que a medida visa limitar as receitas que financiam a guerra russa contra a Ucrânia, para as quais as exportações de petróleo contribuem em grande parte.
Os navios sancionados serão proibidos de entrar nos portos britânicos e não terão acesso ao chamado Registo de Navios do Reino Unido.
"A máquina de guerra de [Vladimir] Putin é financiada por um sistema económico obscuro e ilícito que este governo está empenhado em desestabilizar", afirmou o Ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, David Lammy.
Segundo o Governo britânico, sanções anteriores contra "navios-sombra" tiveram efeito e a grande maioria ficou parada em portos, incapaz de prosseguir o comércio de petróleo russo.
"A Rússia gastou mais de oito mil milhões de dólares (7,3 mil milhões de euros) para reunir esta frota sombra. Mas com os petroleiros sancionados a vaguear e incapazes de carregar petróleo, estamos determinados a fazer do investimento de Putin um erro dispendioso para o Kremlin", acrescentou.
Londres convoca diplomata iraniano para criticar entrega de mísseis à Rússia
O Ministério dos Negócios Estrangeiros britânico revelou hoje que convocou o encarregado de negócios da embaixada iraniana em Londres para protestar contra "a entrega de mísseis balísticos do Irão à Rússia" para atacar a Ucrânia.
"O governo britânico deixou claro que qualquer transferência de mísseis balísticos para a Rússia seria vista como uma escalada perigosa e resultaria numa resposta significativa", afirmou um porta-voz diplomático britânico num comunicado.
O ministro dos Negócios Estrangeiros, David Lammy, que se deslocou hoje a Kiev com o seu homólogo americano Antony Blinken, "ordenou" a convocação de Ali Matinfar, acrescentou.
Na terça-feira, Antony Blinken tinha afirmado que o Irão tinha ignorado vários avisos para não fornecer este tipo de mísseis a Moscovo.
A convocação surge um dia depois de o Reino Unido, os Estados Unidos, a Alemanha e a França terem anunciado novas sanções contra o Irão, em represália pelo fornecimento de mísseis.
Ao abrigo destas sanções, a companhia aérea iraniana Iran Air, visada por fazer tais entregas, deixará de poder operar no território destes países.
O Reino Unido anunciou o fim de "todos os serviços aéreos diretos" com o Irão.
A Iran Air efetua voos diretos várias vezes por semana entre o aeroporto londrino de Heathrow e Teerão.
O Irão rejeitou as acusações ocidentais e ameaçou tomar "medidas" em resposta.
Lusa
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EUA e Reino Unido anunciam mais de 1,3 mil milhões de euros de apoio a Kiev
Os Estados Unidos e o Reino Unido vão transferir pacotes de ajuda a Kiev, que somados atingem acima de 1,3 mil milhões de euros, anunciaram hoje na capital ucraniana os chefes das diplomacias dos dois países.
O apoio de Washington está avaliado em mais de 700 milhões de dólares (635 mil milhões de euros) em ajuda humanitária, dos quais cerca de metade serão destinados ao reforço da rede energética ucraniana, que a Rússia tem visado persistentemente, segundo o secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, que hoje realiza uma visita conjunta a Kiev com o homólogo britânico, David Lammy.
Em conferência de imprensa, Blinken detalhou que, do total do novo apoio, 325 milhões de dólares (296 milhões de euros) serão atribuídos ao setor energético, 290 milhões de dólares (263 milhões de euros) ao fornecimento de água potável e 102 milhões de dólares (92 milhões de euros) a trabalhos de desminagem.
Lusa
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Forças russas recuperam aldeias de Kursk em contra-ataque a exército ucraniano
As forças russas reconquistaram várias aldeias na região de Kursk, após um contra-ataque em grande escala no território que o exército ucraniano invadiu a 06 de agosto, segundo a imprensa russa.
De acordo com o portal Meduza, as tropas russas recapturaram, em particular, a aldeia de Snagost, situada a cerca de seis quilómetros da atual linha divisória entre as duas partes.
Bloguistas militares russos também estão a escrever sobre os sucessivos ataques russos à retaguarda inimiga.
Lusa
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Kiev insta vizinhos da NATO a abaterem mísseis e drones russos junto das suas fronteiras
A Ucrânia instou esta quarta-feira os aliados vizinhos da NATO a abaterem mísseis e 'drones' russos que visam alvos nas regiões ocidentais do país, alertando que os ataques de Moscovo estão a aproximar-se das fronteiras com a Aliança Atlântica.
"Os russos (...) atacam cada vez mais instalações perto da fronteira da NATO", declarou o chefe da diplomacia ucraniana, Andrii Sybiga, apelando para uma "resposta comum, firme e decisiva".
Abater estes projéteis "seria um passo digno e correto", acrescentou o ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, que hoje se avistou em Kiev com os homólogos dos Estados Unidos, Antony Blinken, e do Reino Unido, David Lammy.
Lusa
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Uso de mísseis de longo alcance ocidentais contra Rússia seria "guerra com NATO"
O Presidente russo, Vladimir Putin, advertiu esta quinta-feira que uma autorização dos países ocidentais à Ucrânia para ataques com mísseis de longo alcance contra território russo significaria que "os países da NATO estão em guerra com a Rússia".
"Se esta decisão [de uso de mísseis de longo alcance ocidentais] for tomada, significará nada menos do que o envolvimento direto dos países da NATO [Organização do Tratado do Atlântico Norte] na guerra na Ucrânia", advertiu Putin.
"Isso mudaria a própria natureza do conflito. Significaria que os países da NATO estão em guerra com a Rússia", acrescentou Putin num vídeo publicado na rede social Telegram por um jornalista do grupo presidencial russo.
Lusa
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Zelensky afirma que Rússia lançou contraofensiva em Kursk
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, indicou esta quinta-feira que a Rússia lançou uma contraofensiva em Kursk, cinco semanas após uma invasão das forças de Kiev nesta região fronteiriça russa.
Zelensky disse em conferência de imprensa que a Rússia estava a lançar "ações de contraofensiva", mas que as forças ucranianas estavam preparadas e prontas para lutar.
O Ministério da Defesa da Rússia disse que as tropas de Moscovo recapturaram 10 povoados em Kursk, mas não descreveram estes combates como uma contraofensiva.
Lusa
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Borrell condena homicídio de 3 funcionários da Cruz Vermelha em ataque russo
O alto representante cessante da União Europeia (UE) para os Negócios Estrangeiros condenou esta quinta-feira o bombardeamento russo de um camião da Cruz Vermelha, na região ucraniana do Donetsk, que matou três funcionários da organização humanitária.
"Condeno nos termos mais veementes possíveis o bombardeamento russo de um camião da Cruz Vermelha Internacional que levava ajuda humanitária na região do Donetsk e que matou três funcionários, ferindo outros tantos", escreveu Josep Borrell na rede social X.
O chefe da diplomacia da UE advertiu que, "em nenhuma circunstância, os trabalhadores humanitários podem ser alvos" e que a Rússia tem de "ser responsabilizada por todas as violações do Lei Humanitária Internacional".
Lusa
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Rússia emite mandado de captura contra jornalistas que entraram em Kursk
A Rússia emitiu hoje um mandado de busca e detenção contra vários jornalistas estrangeiros, que acusa de atravessarem ilegalmente a fronteira para entrar na região russa de Kursk com as tropas de Kiev, adiantou o Ministério do Interior russo.
A medida afeta sete jornalistas da CNN, Deutsche Welle, RAI e de meios de comunicação ucranianos.
As autoridades russas já tinham aberto processos criminais contra todos estes trabalhadores da comunicação social.
Moscovo tinha também alertado que estava a acompanhar todas as passagens ilegais da fronteira do seu país por jornalistas estrangeiros e não deixaria estas ações sem resposta.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros russo lembrou, por sua vez, que os representantes dos meios de comunicação social estrangeiros devem ter acreditação da diplomacia russa para poderem trabalhar no país.
"Cada caso [de passagem ilegal de fronteira] será analisado. Tomámos nota de cada um deles", alertou a porta-voz dos Negócios Estrangeiros, María Zajárova.
A Rússia, que bloqueou em junho o acesso aos 'sites' de 81 meios de comunicação europeus, incluindo a RTP, Público, Expresso e Observador, convocou o embaixador italiano e o encarregado de negócios dos EUA no mês passado, em protesto contra o comportamento dos seus jornalistas.
Já hoje, o ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, Antonio Tajani, revelou que convocou o embaixador russo depois de Moscovo ter emitido o mandado de busca e detenção que abrange uma repórter da estação pública italiana RAI, Stefania Battistini.
Lusa
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Moscovo critica entrega de helicópteros russos de combate a incêndios a Kiev pelo Governo português
A Rússia condenou esta sexta-feira a entrega de seis helicópteros russos de combate a incêndios à Ucrânia pelo Governo português, concluída no final da semana passada.
Lusa
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Kiev renova apelos aos aliados para aprovar ataques de longo alcance
A Ucrânia fez, este sábado, um novo apelo aos aliados ocidentais para que permitam ataques de longo alcance em território russo, depois de ter sido atacada pelas forças de Moscovo durante a noite.
"O terror russo começa em depósitos de armas, campos de aviação e bases militares dentro da Federação Russa", justificou o conselheiro presidencial ucraniano Andriy Yermak.
"A permissão para atacar profundamente a Rússia acelerará a solução", disse.
Kiev voltou a tocar no assunto das armas de longo alcance depois de mais uma noite de ataques da Rússia, com recurso a drones e artilharia.
De acordo com a Força Aérea ucraniana, foram lançados 76 drones sobre a Ucrânia, dos quais 72 foram abatidos, nas regiões de Odessa, Mikolayiv, Kherson, Poltava, Kharkov, Kiev, Donetsk, Zhitomyr, Dnipro, Cherkassi, Vinitsia e Sumi.
Em Odessa, vários edifícios foram danificados na sequência dos ataques.
A Rússia tem intensificado os ataques contra a rede elétrica e os serviços públicos da Ucrânia.
Outras investidas noturnas russas causaram um morto e sete feridos, em resultado do fogo de artilharia contra uma infraestrutura de energia na região de Sumy, na Ucrânia.
Uma bomba aérea guiada caiu num complexo de garagens na cidade de Kharkiv, sem provocar feridos, disse o governador regional, Ihor Terekhov.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, tem pressionado oa aliados para permitirem que as forças de Kiev usem armas ocidentais para atingir bases aéreas e locais de lançamento mais distantes no território russo.
"Precisamos de aumentar a defesa aérea e as capacidades de longo alcance para proteger o nosso povo", escreveu Zelensky nas redes sociais.
Lusa
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Moscovo condena agressão contra imprensa russa após sanções dos EUA
A Rússia acusou, este sábado, os Estados Unidos de recorrerem a uma "agressão" contra os meios de comunicação social russos nesse país, na sequência de uma nova série de sanções anunciadas na sexta-feira por Washington.
"Os jornalistas russos foram objeto de uma agressão por parte dos Estados Unidos", declarou a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Moscovo, Maria Zakharova, segundo a agência de notícias Interfax.
Trata-se de uma situação "extraordinária" que não deve passar despercebida, na opinião do Kremlin.
"Durante as duas últimas semanas, estes ataques estiveram literalmente à beira de uma agressão real, informativa e física", disse, rejeitando as acusações de Washington como "infundadas" e politicamente motivadas.
Os Estados Unidos anunciaram na sexta-feira uma nova série de sanções contra os meios de comunicação social estatais russos, que acusam de liderar uma campanha de angariação de fundos para comprar armas para as tropas russas na Ucrânia e de tentar influenciar as próximas eleições presidenciais na Moldova.
Lusa
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Putin decreta que exército russo terá 1,5 milhões de soldados até 1 de dezembro
O Presidente russo, Vladimir Putin, decretou esta segunda-feira que o exército russo terá de ter 1,5 milhões de soldados, incluindo pessoal administrativo, até 01 de dezembro, 180 mil mais do que atualmente.
A decisão de Putin aumentar o total de tropas é a terceira que toma nesse sentido desde o início da guerra na Ucrânia, em fevereiro de 2022, elevando, desta forma, os efetivos das forças armadas para 2,38 milhões de militares, incluindo o pessoal administrativo, segundo o decreto.
Putin ordenou já ao Governo que atribua verbas do orçamento para implementar o aumento.
O decreto substitui o que o chefe do Kremlin assinou em dezembro de 2023, quando aumentou o número de soldados em quase 170.000 homens.
Além disso, em agosto de 2022, quando os ucranianos começavam a recuperar terreno, já tinha ordenado um aumento de 137.000 soldados nas Forças Armadas.
Desde então, o exército passou de 1,9 milhões para os quase 2,4 milhões de efetivos, entre militares e administrativos, que terá a partir de 01 de dezembro.
Quando Putin chegou ao poder em 2000 -- a Rússia estava envolvida na Segunda Guerra da Chechénia -- o exército russo contava com um milhão de soldados.
O Kremlin, que tem cerca de 700.000 homens destacados na Ucrânia, acelerou o recrutamento nas últimas semanas devido à incursão da fronteira ucraniana na região de Kursk.
Esta operação ucraniana demonstrou que a Rússia não pode garantir a segurança da sua fronteira, que é frequentemente protegida por recrutas que cumprem o serviço militar.
Até à data, as tropas russas ainda não conseguiram expulsar os soldados ucranianos, que entraram em território russo a 6 de agosto.
Lusa
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Dona do Facebook e WhatsApp decide banir imprensa estatal russa
A empresa tecnológica Meta, dona das redes sociais Facebook e Instagram e da plataforma de mensagens WhatsApp, proibiu vários meios de comunicação estatais russos, incluindo a RT, de aceder às suas plataformas.
"A Rossiya Segodnya [um grupo de comunicação estatal russo], a RT e outras entidades relacionadas estão agora banidas das nossas aplicações em todo o mundo devido a atividades de interferência estrangeira", disse a empresa.
"Após uma reflexão cuidadosa, estamos a expandir a nossa fiscalização contra os meios de comunicação estatais russos", acrescentou a Meta, num comunicado divulgado na segunda-feira.
Lusa
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Kiev acusa Moscovo de lançar 51 drones contra região de Sumi
As forças russas atacaram nas últimas horas o território ucraniano com 51 drones, 17 dos quais foram intercetados pelas defesas aéreas, anunciou a Força Aérea da Ucrânia.
O ataque com aparelhos não tripulados de fabrico iraniano teve como principal objetivo a região de Sumi, noroeste da Ucrânia, próxima da fronteira com a Rússia.
De acordo com Kiev o abastecimento de energia elétrica foi afetado tendo sido acionadas fontes alternativas para manter a funcionar hospitais bem como o serviço público de distribuição de água.
"Esta noite, a região de Sumi sofreu um forte ataque aéreo. Os Shaed (drones de fabrico iraniano) atacaram instalações de fornecimento de energia elétrica", comunicou a Administração Militar Regional da Ucrânia através das redes sociais.
De acordo com a empresa de eletricidade local Sumioblenergo, o ataque afetou o sistema de distribuição de eletricidade em "várias zonas da região" atacada.
Segundo Kiev, a Rússia atinge "todas as noites" a Ucrânia com drones Shaed e mísseis, visando principalmente centrais de distribuição de energia.
Lusa
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Von der Leyen anuncia 160 milhões de euros para preparação de inverno e viagem a Kiev
A presidente da Comissão Europeia anunciou esta quinta-feira um apoio comunitário de 160 milhões de euros para apoiar a preparação do inverno na Ucrânia, em abrigos e obras de reparação, divulgando também que se deslocará a Kiev na sexta-feira.
"Hoje posso anunciar que disponibilizaremos um montante adicional de cerca de 160 milhões de euros para o inverno [na Ucrânia], o que inclui 60 milhões de euros para ajuda a abrigos e aquecedores, por exemplo, bem como cerca de 100 milhões de euros para obras de reparação e energias renováveis", anunciou Ursula von der Leyen, falando em conferência de imprensa na sede da instituição, em Bruxelas.
A líder do executivo comunitário especificou que estes últimos 100 milhões de euros "provêm das receitas dos ativos russos imobilizados na União Europeia", numa alusão às verbas congeladas no espaço comunitário na sequência das sanções europeias ao banco central russo.
Ursula von der Leyen vincou ser "justo que a Rússia pague pela destruição que causou", nomeadamente no setor energético, desde que invadiu o país em fevereiro de 2022, argumentando que o bloco continuará "a transferir parte das receitas dos ativos russos imobilizados para a resiliência energética da Ucrânia".
Lusa
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EUA aplicam novas sanções para atingir transações entre Rússia e Coreia do Norte
O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou esta quinta-feira novas sanções contra cinco bancos e um indivíduo com vista a desmantelar a rede financeira entre a Rússia e a Coreia do Norte no contexto da guerra na Ucrânia.
"Os Estados Unidos continuam firmemente empenhados em aproveitar todas as ferramentas disponíveis para perturbar este e outros esquemas destinados a apoiar a guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia e a permitir o acesso ilícito da Coreia do Norte ao sistema financeiro internacional", justificou o subsecretário interino do Departamento do Tesouro (equivalente ao Ministério das Finanças) para o Terrorismo e Informações Financeiras, Bradley T. Smith, num comunicado.
Por sua vez, o porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Matthew Miller, sublinhou que a "crescente cooperação financeira" entre Moscovo e Pyongyang "ameaça diretamente a segurança internacional", bem como o sistema financeiro global.
"A Rússia tornou-se cada vez mais dependente da Coreia do Norte à medida que enfrenta perdas crescentes no campo de batalha e um crescente isolamento internacional", disse o porta-voz da diplomacia norte-americana, acrescentando que o acesso de Pyongyang ao sistema bancário internacional viola as sanções impostas pela Resolução 1718 do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Lusa
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Putin anuncia produção de drones dez vezes superior na Rússia
O Presidente russo, Vladimir Putin, afirmou esta quinta-feira que as Forças Armadas vão receber este ano quase dez vezes mais 'drones' do que em 2023, quando foram produzidos cerca de 140 mil.
"No total, em 2023 as Forças Armadas receberam cerca de 140 mil dispositivos não tripulados. Este ano está previsto multiplicar a produção, para ser mais preciso, quase dez vezes", disse Putin durante a reunião da comissão da indústria militar, num discurso transmitido pela televisão pública.
O líder do Kremlin, que admitiu logo no início da invasão da Ucrânia, em fevereiro de 2022, que as Forças Armadas sofriam de uma escassez crítica de 'drones', sublinhou que Moscovo também vai expandir a produção de "sistemas não tripulados" e que estão igualmente a ser fabricados drones náuticos.
Lusa
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Israel afirma ter atingido 30 lançadores de 'rockets' do Hezbollah
O Exército israelita indicou, esta quinta-feira, que atingiu cerca de trinta lançadores de 'rockets' e várias infraestruturas militares do grupo xiita Hezbollah no Líbano.
"O Exército atingiu cerca de 30 lançadores do Hezbollah e locais de infraestruturas terroristas contendo cerca de 150 lançadores prontos para disparar projéteis em direção ao território israelita", afirmaram os militares de Telavive em comunicado.
Israel e o grupo pró-iraniano têm trocado tiros numa base diária desde o início da guerra na Faixa de Gaza, a 7 de outubro de 2023, entre as forças de Telavive e o grupo islamita palestiniano Hamas, aliado do Hezbollah.
Lusa
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EUA apela ao Hezbollah para cessar "ataques terroristas" a Israel
A diplomacia norte-americana apelou, esta quinta-feira, ao Hezbollah para pôr fim aos "ataques terroristas" a Israel, após o líder do movimento xiita libanês prometer retaliar às explosões mortíferas dos seus aparelhos de comunicação, que imputou a Israel.
O líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, "poderia pôr termo aos ataques terroristas a Israel, e garanto-vos que, se o fizesse, insistiríamos junto de Israel na necessidade de manter a calma do seu lado", declarou o porta-voz do Departamento de Estado, Matthew Miller, à comunicação social.
"O que é importante lembrar é que ele não cessou esses ataques terroristas", observou.
Lusa
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Rússia reclama ter abatido oito drones ucranianos sobre Belgorod
O Ministério da Defesa da Rússia reclamou ter derrubado nas últimas horas oito 'drones' ucranianos sobre a região de Belgorod, na zona de fronteira com a Ucrânia.
"Durante a noite foi neutralizada a tentativa de ataque terrorista do regime de Kiev que utilizou aparelhos aéreos não tripulados (drones) contra alvos na Federação da Rússia", indicou o Ministério da Defesa de Moscovo em comunicado.
O governador russo da região de Kursk, Alexei Smirnov, acrescentou que as forças localizadas na zona derrubaram um míssil ucraniano durante a madrugada.
A Rússia mantém a contra-ofensiva em Kursk com o objetivo de fazer recuar as tropas ucranianas que invadiram a região no passado dia 06 de agosto.
Segundo os militares russos, mais de dez localidades foram reconquistadas apesar de o Ministério da Defesa de Moscovo indicar que as forças de Kiev lançaram novas operações para ampliar a presença militar em território da Rússia.
Lusa
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Habitantes de Kiev aconselhados a ficar em casa devido a poluição
As autoridades ucranianas aconselharam os residentes de Kiev a permanecerem esta sexta-feira em casa, devido à poluição atmosférica que cobriu a capital, em parte causada por incêndios na região.
O Ministério da Proteção Ambiental e Recursos Naturais da Ucrânia indicou que a poluição era o resultado da queima de turfeiras e de outros incêndios florestais na região, combinada com as flutuações de temperatura à beira do outono.
A capital ucraniana, cujos habitantes se habituaram nos últimos dois anos e meio a avisos de ataques aéreos russos, no decurso da invasão militar desde fevereiro de 2022, despertou esta sexta-feira com uma névoa espessa e o cheiro persistente de fumo no ar e muitas pessoas saíram de casa usando máscaras.
Lusa
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Kiev recusa a ideia de desmilitarizar Crimeia sob mandato da ONU
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia rejeitou esta sexta-feira a sugestão do chefe da diplomacia polaca, Radoslaw Sikorski, de desmilitarizar e colocar a Crimeia sob mandato da ONU, recordando que é fundamental recuperar essa península.
"A integridade territorial da Ucrânia nunca foi nem nunca será objeto de debate ou compromisso. A Crimeia é a Ucrânia. Ponto final", sublinhou esta sexta-feira o Ministério dos Negócios Estrangeiros na rede social X.
A diplomacia ucraniana reforçou a ideia de que os esforços devem concentrar-se na implementação da Fórmula de Paz e na devolução a Kiev da península e de outros territórios ocupados pela Rússia e "não em satisfazer os apetites do Kremlin, de uma forma ou de outra, à custa dos interesses ucranianos e do direito internacional".
Lusa
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Kiev tenta voltar à normalidade com esperança em plano para a vitória
É manhã de final de verão e Kiev luta por manter a normalidade, enquanto noutros pontos da Ucrânia se combate ferozmente o inimigo russo: no ar há fumo de incêndios - estranhamente bem-vindo - e a esperança de um plano de vitória.
Trânsito, pessoas a correr na rua, outras a correr para deixar os filhos na escola e para ir de seguida para o trabalho: são 08h00 e esta poderia ser uma qualquer cidade europeia numa sexta-feira de manhã, mas é a capital ucraniana, no terceiro ano após a invasão russa em grande escala, que recebe a comitiva liderada pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.
"Foi uma noite tranquila e, pela primeira vez nalgum tempo, não tivemos alertas de ataque aéreo, que têm sido recorrentes todas as noites", comenta em conversa com a Lusa uma responsável ucraniana, que está a aguardar a chegada da comitiva europeia.
Lusa
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Zelensky admite negociações de paz diretas com Moscovo
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, admitiu este sábado que a nova proposta de plano de paz para a Ucrânia deverá permitir negociações diretas com a Federação Russa.
"O plano estará pronto no início de novembro. Será um começo para alguma base para falar em qualquer formato com a Rússia. Em qualquer formato. Com qualquer um dos seus representantes. Porque haverá um plano", assegurou o líder ucraniano num comunicado.
Lusa
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Rússia ataca várias regiões ucranianas com 80 'drones'
O Exército ucraniano reportou uma onda maciça de ataques com dois mísseis e 80 'drones' russos disparados esta manhã de domingo contra várias regiões do país, que deixaram pelo menos dois feridos e danificaram várias infraestruturas.
"Na madrugada de 22 de setembro de 2024, o inimigo atacou com dois mísseis aéreos guiados 'X-59/69' o espaço aéreo da zona temporariamente ocupada da região de Luhansk e lançou 80 'drones' de ataque do tipo 'Shahed' a partir de Yeisk e de Kursk, no Federação Russa", informou a Força Aérea Ucraniana em suas redes sociais.
O exército ucraniano referiu que 71 'drones' de ataque foram abatidos e outros seis foram neutralizados no solo e observou que as defesas aéreas ucranianas foram ativadas nas regiões de Khmelnitsky, Vinitsia, Cherkassy, Kirovohrad, Yitomir, Kiev, Sumi, Poltava, Kherson e Mikolaiv.
Na região sul de Kherson, dois homens de 51 e 86 anos foram hospitalizados após serem feridos por explosivos lançados por um 'drone', disse o chefe da administração militar regional, Roman Mrochko.
Em Kiev, as defesas aéreas abateram vários 'drones', anunciou a administração regional.
Não houve vítimas, mas os fragmentos dos dispositivos intercetados provocaram incêndios em dois bairros da região, já extintos, segundo a fonte, bem como danos numa habitação particular.
Por sua vez, o governador de Poltava (centro), Filip Pronin, relatou danos na infraestrutura energética de um dos distritos da região.
"Felizmente não houve vítimas. No entanto, há danos nas infraestruturas numa zona da região", afirmou no Telegram, acrescentando que cerca de uma centena de pessoas ficou sem eletricidade.
Lusa
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Zelensky diz que Rússia lançou 900 bombas, 400 'drones' e 30 mísseis numa semana
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou hoje que, durante a última semana, a Rússia lançou 900 bombas aéreas guiadas, 400 'drones' 'kamikaze' do tipo 'Shahed' e quase 30 mísseis de vários tipos contra a Ucrânia.
"Precisamos de fortalecer as nossas capacidades para proteger melhor as vidas [de civis] e a segurança. A Ucrânia precisa de condições de longo alcance", disse Zelensky, aludindo à exigência de Kiev de que os aliados lhe permitam utilizar as armas de longo alcance que lhes fornecem para atingir alvos em solo russo.
O Presidente ucraniano lembrou que, na noite de sábado, a Rússia voltou a atacar a cidade de Kharkiv (leste) com bombas aéreas guiadas, que causaram danos a edifícios residenciais e deixaram 21 civis feridos.
Lusa
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Kremlin está disponível para analisar "plano de vitória" de Zelensky
Kremlin (presidência russa) mostrou-se hoje disponível para analisar o chamado "plano de vitória" que o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pretende apresentar esta semana durante a sua visita aos Estados Unidos.
"Quando houver qualquer informação através de meios oficiais, nós, naturalmente, iremos estudá-la cuidadosamente", disse o porta-voz presidencial russo, Dmitri Peskov, na sua conferência de imprensa telefónica diária.
Peskov sublinhou que, por enquanto, os meios de comunicação social têm divulgado informações contraditórias sobre o conteúdo do plano de Kiev.
Kiev dedica mais de 60% do orçamento de 2025 para defesa e segurança
A Ucrânia planeia gastar mais de 60% do seu orçamento para 2025 em defesa e segurança, segundo a proposta, esta terça-feira, apresentada pelo governo, após mais de dois anos e meio de invasão russa que devastou a economia do país.
A economia ucraniana recorreu em grande parte à produção militar desde 2022 para resistir aos ataques russos, mas também se viu privada de milhões de pessoas que fugiram da guerra para o estrangeiro, tendo sido ainda afetada pela destruição causada pelos combates.
"Os recursos totais para a segurança e defesa nacional em 2025 ascenderão a 2.223 mil milhões de hryvnias [cerca de 48,3 mil milhões de euros]", afirmou hoje o Ministério das Finanças, num comunicado.
Lusa
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EUA vão enviar novo pacote de ajuda militar à Ucrânia de 336 milhões de euros
Os Estados Unidos vão enviar para a Ucrânia munições de médio alcance, 'rockets', artilharia e veículos blindados, num pacote de ajuda militar que totaliza cerca de 375 milhões de dólares (336 milhões de euros), de acordo com autoridades norte-americanas.
A informação, esta terça-feira divulgada pela agência Associated Press (AP), citando autoridades norte-americanas sob anonimato, deverá ser confirmada na quarta-feira num anúncio à margem da Assembleia-Geral das Nações Unidas, que decorre em Nova Iorque, e onde vai discursar o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.
No dia seguinte, Zelensky vai reunir-se com o homólogo norte-americano, Joe Biden, e com a vice-Presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, em Washington.
Lusa
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Zelensky pede no Conselho de Segurança que se force Rússia à paz
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pediu esta terça-feira no Conselho de Segurança da ONU que se force a Rússia a negociar a paz e acusou o Irão e a Coreia do Norte de serem cúmplices da invasão do seu país.
Num discurso em Nova Iorque perante os membros do Conselho de Segurança, numa sessão dedicada à situação na Ucrânia, Zelensky afirmou que "a Rússia só pode ser forçada à paz, e é exatamente isso que deve ser feito: forçar a Rússia à paz".
O Presidente ucraniano, que se encontra nos Estados Unidos desde domingo à noite, deverá também apresentar ao seu homólogo norte-americano, Joe Biden, e ao Congresso em Washington os detalhes do seu "plano de vitória", que visa pôr fim à invasão russa do seu país.
Lusa
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Guterres alerta para falta de fundos para ajuda humanitária à Ucrânia com inverno a chegar
O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu esta terça-feira à comunidade internacional apoio para ajuda humanitária à Ucrânia, alertando que, a poucos meses do inverno, o plano de resposta das Nações Unidas está financiado em "menos de metade".
Numa reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre a Ucrânia, e na presença do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, Guterres recordou que as Nações Unidas são a maior presença internacional no país invadido pela Rússia em 2022, entregando ajuda vital a mais de 6,2 milhões de pessoas apenas este ano.
"Mas precisamos do apoio da comunidade internacional. Quinze milhões de pessoas na Ucrânia precisam de assistência humanitária --- mais de metade delas são mulheres e meninas. Mas, com a aproximação do inverno, menos da metade do nosso Plano de Resposta Humanitária de 2024 está financiado", avisou.
Lusa
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Moscovo considera que forçar um acordo de paz é um erro fatal
A Presidência da Rússia considerou esta quarta-feira que seria "um erro fatal" forçar Moscovo a firmar um acordo de paz, como propôs o presidente da Ucrânia perante as Nações Unidas, em Nova Iorque.
Na terça-feira, durante uma intervenção perante o Conselho de Segurança da ONU que se concentrou na situação da Ucrânia, Volodymyr Zelensky afirmou que o Presidente russo Vladimir Putin "violou tantas normas internacionais que já não vai parar sozinho", pelo que para alcançar a paz só é possível "forçar" o regime de Moscovo que apontou como "o único agressor nesta guerra".
"É impossível forçar a Rússia", respondeu hoje o porta-voz da presidência da Rússia, Dmitri Peskov, em declarações aos meios de comunicação social divulgadas pela agência Interfax.
Mesmo assim, Peskov salientou que Moscovo não se opõe a um acordo, desde que sejam adotadas certas garantias de segurança que não especificou.
O líder ucraniano deslocou-se a Nova Iorque com uma nova proposta de paz que pretende apresentar também ao chefe de Estado norte-americano, Joe Biden.
Zelensky está também a organizar uma nova cimeira internacional que espera contar com a presença de "todos aqueles que respeitam verdadeiramente a Carta das Nações Unidas".
Zelensky acusa Putin de planear ataques às centrais nucleares ucranianas
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, acusou, esta quarta-feira, nas Nações Unidas o líder russo, Vladimir Putin, de estar a planear ataques às centrais nucleares na Ucrânia, advertindo contra um desastre nuclear.
"Recebi outro relatório alarmante dos nossos serviços de inteligência. Putin parece estar a planear ataques às nossas centrais nucleares de energia e às suas infraestruturas, procurando desligá-las da rede elétrica", disse o chefe de Estado ucraniano durante a sua intervenção na 79.ª Assembleia Geral da ONU.
Zelensky acusou Moscovo de vigiar as centrais "com a ajuda de satélites de outros países" e deixou um aviso: "Qualquer míssil ou ataque de drone sobre o sistema energético pode conduzir a um desastre nuclear".
"Um dia como este nunca poderá chegar e Moscovo tem de entender isto", salientou.
Putin diz que potência nuclear que apoie ataque à Rússia pode ser considerada agressora
O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou esta quarta-feira que as propostas para "clarificar" a doutrina sobre uso de armas nucleares incluem considerar como agressor do país qualquer potência nuclear que apoie um ataque de um país terceiro.
"Foi proposto considerar a agressão contra a Rússia por um país não nuclear, mas com a participação ou apoio de um país nuclear, como um ataque conjunto contra a Federação Russa", afirmou Putin, numa clara referência à Ucrânia, que tem pedido autorização aos Estados Unidos e outros países ocidentais para usar mísseis fornecidos por estes em ataques contra território russo.
A ofensiva russa em larga escala contra a Ucrânia iniciou-se em fevereiro de 2022 e os países ocidentais têm apoiado militarmente Kiev na sua defesa.
Lusa
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Putin diz que potência nuclear que apoie ataque à Rússia pode ser considerada agressora
O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou esta quarta-feira que as propostas para "clarificar" a doutrina sobre uso de armas nucleares incluem considerar como agressor do país qualquer potência nuclear que apoie um ataque de um país terceiro.
"Foi proposto considerar a agressão contra a Rússia por um país não nuclear, mas com a participação ou apoio de um país nuclear, como um ataque conjunto contra a Federação Russa", afirmou Putin, numa clara referência à Ucrânia, que tem pedido autorização aos Estados Unidos e outros países ocidentais para usar mísseis fornecidos por estes em ataques contra território russo.
Lusa
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Deportação de crianças por Moscovo foi operação "planeada e sistemática"
A "deportação forçada e adoção" de crianças ucranianas na Rússia, após a invasão da Ucrânia, foi "um processo planeado e sistemático", denunciaram esta quarta-feira associações em Paris, acusando o partido presidencial Rússia Unida de desempenhar um "papel decisivo".
A Ucrânia exige o regresso de cerca de 20 mil menores "deportados ou deslocados à força" para a Rússia desde o início da sua agressão ao país vizinho, a 24 de fevereiro de 2022 - um número que muitos observadores consideram subestimado.
O Tribunal Penal Internacional (TPI) emitiu em março de 2023 um mandado de captura para o Presidente russo, Vladimir Putin, e a sua Comissária para os Direitos da Criança, Maria Lvova-Belova, pelo crime de guerra de "deportações ilegais".
Lusa
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Keir Starmer questiona presença da Rússia no Conselho de Segurança da ONU
O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, questionou esta quarta-feira a presença da Rússia no Conselho de Segurança das Nações Unidas e apelou para que seja garantida a responsabilização dos países que violam a Carta da ONU.
"A maior violação da Carta [das Nações Unidas] numa geração foi cometida por um dos membros permanentes deste Conselho. A invasão russa da Ucrânia é ilegal", frisou, lançando dúvidas sobre a presença de Moscovo no edifício do Conselho.
A guerra na Ucrânia "causou um sofrimento humano colossal", vincou, durante um discurso no Conselho.
Lusa
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Rússia reitera ameaça nuclear a aliados de Kiev em caso de ataque
A Presidência da Rússia ameaçou, esta quinta-feira, os países ocidentais que participem num eventual ataque da Ucrânia contra território russo de que a nova doutrina sobre armamento nuclear de Moscovo pode ser posta em prática.
Moscovo referiu-se na quarta-feira à "nova doutrina nuclear" como resposta à eventual autorização dos países da Aliança Atlântica à Ucrânia para o emprego de mísseis de longo alcance.
"É um alerta sobre as consequências caso esses países (membros da NATO) participem num ataque contra o nosso país", afirmou, esta quinta-feira, Dmitri Peskov, porta-voz presidencial russo.
Peskov acrescentou que a nova doutrina russa contempla a resposta nuclear contra um ataque convencional, frisando que se trata de um aviso "aos países não amigos" da Rússia.
Biden convoca cimeira com 50 aliados a realizar em outubro na Alemanha
O Presidente norte-americano, Joe Biden, anunciou, esta quinta-feira, a convocação de uma cimeira de alto nível com 50 aliados da Ucrânia, a realizar na Alemanha em outubro.
"Convocarei uma reunião de líderes do Grupo de Contacto de Defesa da Ucrânia na Alemanha no próximo mês para coordenar os esforços de mais de 50 países que apoiam a Ucrânia na sua defesa contra a agressão russa", disse Biden, num comunicado de imprensa.
Esta convocação surge no dia em que o Presidente dos Estados Unidos anunciou um aumento da ajuda militar à Ucrânia, com um novo pacote superior a sete mil milhões de euros e novas munições de longo alcance, e a poucas horas de receber o homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, na Casa Branca, em Washington.
Rússia aumenta exportações de energia para Ásia-Pacífico
Mais de 60 por cento das exportações de energia da Rússia destinam-se à região da Ásia-Pacífico, que conheceu um aumento significativo nos últimos dois anos, anunciou, esta quinta-feira, o Presidente russo, Vladimir Putin.
"Se antes a quota da região Ásia-Pacífico nas nossas exportações de energia era de cerca de 39%, no final do ano passado aumentou 1,5 vezes e agora ultrapassa os 60%", disse Putin, citado pela agência espanhola EFE.
Desde o início da guerra na Ucrânia, em fevereiro de 2022, a Rússia aumentou o fornecimento de petróleo e gás a países como a China, a Índia e o Uzbequistão.
Ao discursar na sessão plenária da Semana da Energia Russa, em Moscovo, Putin disse que "os países amigos são responsáveis por mais de 90% das exportações de energia da Rússia", referindo-se à redução dos fornecimentos aos países ocidentais hostis.
Afirmou ainda que 40% das transações de comércio externo são efetuadas em rublos.
EUA dizem que é "totalmente irresponsável" Rússia ameaçar uso de armas nucleares
O chefe da diplomacia norte-americana, Antony Blinken, descreveu esta quinta-feira como "totalmente irresponsáveis" as ameaças do Presidente russo, Vladimir Putin, de usar armas nucleares no caso de ataques aéreos contra a Rússia.
"É totalmente irresponsável. E acho que muitas pessoas em todo o mundo deixaram isso claro quando ele colocou a ameaça de recurso a armas nucleares, incluindo a China", disse Blinken durante um programa de televisão no canal MSNBC.
Vladimir Putin alertou na quarta-feira que o seu país poderia usar armas nucleares no caso de um "lançamento massivo" de ataques aéreos e que qualquer ataque apoiado por uma potência nuclear poderia ser considerado uma "agressão conjunta".
Lusa
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EUA sancionam casa de câmbios de criptomoedas associada à Rússia
O Governo dos Estados Unidos sancionou esta quinta-feira uma rede de casas de câmbio virtuais associada à Rússia, numa ação contra o cibercrime que ajuda Moscovo a financiar o esforço de guerra na Ucrânia.
O Departamento de Tesouro dos EUA sancionou o alegado 'hacker' russo Serguei Ivanov e a Cryptex - uma casa de câmbio virtual registada em São Vicente e Granadinas, mas que opera na Rússia.
As casas de câmbio virtuais permitem que pessoas e empresas negociem criptomoedas, trocando-as por outros ativos, como dólares ou euros, bem como outras moedas digitais.
Lusa
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Kamala critica planos de paz prevendo "capitulação" de Kiev perante Rússia
A vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, criticou esta quinta-feira planos de resolução do conflito na Ucrânia que visam a "capitulação" de Kiev perante o invasor russo.
Ao receber o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, em Washington, e horas depois de o seu rival na corrida presidencial, Donald Trump, ter repetido a reivindicação de que se for eleito resolverá o conflito na Ucrânia rapidamente, Harris qualificou de "perigosa e inaceitável" qualquer sugestão de que Kiev deva ceder território à invasora Rússia.
Antes, Zelensky reuniu-se na Casa Branca com o Presidente Joe Biden, que prometeu empenhar-se no apoio à Ucrânia até ao final do seu mandato, em janeiro de 2025.
Lusa
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Reino Unido aplica sanções a navios russos de transporte de gás natural
O Governo britânico decidiu sancionar esta quinta-feira cinco navios russos de transporte de gás natural liquefeito (GNL) e duas entidades gestoras, defendendo que esta é uma fonte de financiamento da guerra na Ucrânia.
De acordo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros, os transportadores sancionados são o Pioneer, Asya Energy, Nova Energy, North Sky e SCF La Perouse.
A Ocean Speedstar Solutions, operadora e gestora da Pioneer e da Asya Energy, e a White Fox Ship Management, gestora da North Sky, foram igualmente sancionadas.
Os navios ficam assim "proibidos de entrar num porto do Reino Unido".
Por outro lado, o executivo avisou que as embarcações podem ser detidas e impedidas de se registarem no British Ship, que pertence à Agência Marítima e Costeira.
O Governo sublinhou que o GNL é uma "importante fonte de financiamento para a guerra ilegal de Putin na Ucrânia".
Lusa
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Trump vai reunir-se com Zelensky na sexta-feira
O candidato republicano à Casa Branca, Donald Trump, vai reunir-se com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, esta sexta-feira de manhã, em Nova Iorque, anunciou o ex-Presidente norte-americano.
"Como sabem, Zelensky pediu para se encontrar comigo. Encontrar-me-ei com ele amanhã de manhã, por volta das 09h45 na Trump Tower", em nova Iorque, afirmou Trump, em conferência de imprensa.
O candidato republicano tem vindo a referir que, caso vença as eleições, acaba como a guerra entre a Rússia e a Ucrânia "em 24 horas", sem adiantar detalhes.
Lusa
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China e Brasil alertam para ameaças sobre utilização de armas nucleares
China, Brasil e outros países do Sul alertaram esta sexta-feira para os riscos das ameaças de um potencial uso de armas nucleares, numa declaração conjunta após uma reunião ministerial sobre a Ucrânia realizada à margem da Assembleia-Geral da ONU.
"Apelamos à abstenção do uso e da ameaça (de uso) de armas de destruição maciça, em particular armas nucleares, químicas e biológicas", defenderam os países signatários da declaração.
O apelo surge poucos dias depois do Presidente russo, Vladimir Putin, ter ameaçado recorrer a armas nucleares caso ocorra um "lançamento massivo" de ataques aéreos contra a Rússia.
Lusa
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Trump promete "resolver" guerra após reunião com Zelensky
O ex-Presidente dos EUA e candidato republicano, Donald Trump, prometeu esta sexta-feira "resolver" a guerra na Ucrânia, após uma reunião com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, em Nova Iorque.
"Esta guerra nunca deveria ter acontecido, mas vamos resolvê-la", garantiu Trump, que no passado recente se tem mostrado relutante a ajudar a Ucrânia no esforço de guerra contra a Rússia, que invadiu o país vizinho em 2022.
À entrada para a reunião, na Trump Tower em Nova Iorque, o candidato republicano às eleições presidenciais norte-americanas salientou o significado do encontro.
Zelensky agradece encontro "muito produtivo" com Trump
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse estar grato pelo encontro "muito produtivo" desta sexta-feira com o candidato republicano às presidenciais nos Estados Unidos, Donald Trump, que tem criticado o apoio militar norte-americano a Kiev.
"Apresentei-lhe o nosso plano de vitória e discutimos detalhadamente a situação na Ucrânia e as consequências da guerra para o nosso povo", assinalou Zelensky numa mensagem na rede X, após a reunião com o ex-líder da Casa Branca na Torre Trump, em Nova Iorque.
"Ambos queremos que isto acabe e ambos queremos que seja feito um acordo justo", afirmou Trump ao lado de Zelensky, em declarações reproduzidas no canal televisivo Fox News, depois do encontro de cerca de 40 minutos, mostrando confiança de que "isso acontecerá na altura certa".
Lusa
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Seis mortos em ataques russos consecutivos em centro de saúde na Ucrânia
Dois ataques russos consecutivos num centro de saúde em Sumy, na Ucrânia, mataram pelo menos seis pessoas na manhã deste sábado. A informação é avançada pela agência Reuters, que cita o ministro da Administração Interna ucraniano.
De acordo com o governante, o primeiro ataque causou uma vítima mortal. Já no segundo, enquanto se procedia à retirada dos pacientes, foram mortas cinco pessoas.
Rússia afirma ter repelido cinco novos ataques em Kursk
O Ministério da Defesa russo afirmou este sábado que foram repetidos cinco novos ataques das forças ucranianas na região russa de Kursk, reclamando ter feito mais de 370 baixas num só dia.
De acordo com um relatório militar, a Ucrânia continua a tentar contornar as defesas russas em novos setores da frente de Kursk, mas tem sido repelida.
Só no último dia, as tropas ucranianas tentaram repetidamente entrar em território russo a partir de dois novos pontos na fronteira comum, acrescentaram os militares russos.
Lusa
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Paulo Rangel repudia acusação do BE de ser "barqueiro do genocídio"
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EUA e Reino Unido em alerta para aniversário de ataque do Hamas
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Mark Rutte em Kiev para "deixar bem claro" que NATO está com os ucranianos
O novo secretário-geral da NATO, Mark Rutte, afirmou esta quinta-feira, numa visita surpresa a Kiev, que quis vir à capital ucraniana para "deixar bem claro" que a Aliança Atlântica está ao lado da Ucrânia no conflito com a Rússia.
Numa conferência de imprensa conjunta com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, dois dias após tomar posse como secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), sucedendo ao norueguês Jens Stoltenberg, Rutte garantiu que a aliança vai continuar a apoiar a Ucrânia.
Rutte, cuja reunião com Zelensky ocorreu quando as sirenes de alarme de eventuais ataques soaram em duas ocasiões, expressou confiança de que poderá trabalhar com quem quer que seja eleito Presidente dos Estados Unidos, o membro mais poderoso da aliança e um dos principais apoiantes de Kiev em termos de ajuda militar, nas eleições agendadas para o próximo mês de novembro.
Lusa
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