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Zelensky denuncia ataque russo com mais de 1500 drones contra a Ucrânia e pede proteção do espaço aéreo

Presidente ucraniano pediu mais pressão sobre a Rússia. "Estas são, definitivamente, as ações de quem acredita que a guerra está a chegar ao fim", referiu.

14 de maio de 2026 às 08:28
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Zelensky denuncia ataque russo com mais de 1500 drones contra a Ucrânia e pede proteção do espaço aéreo

Serviço Estatal de Emergência da Ucrânia

A Rússia lançou mais de 1560 drones contra a Ucrânia desde a madrugada de quarta-feira, afirmou o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. "Estas são, definitivamente, as ações de quem acredita que a guerra está a chegar ao fim", escreveu numa publicação feita na rede social X esta quinta-feira. Para além dos drones, o líder ucraniano referiu ainda que foram utilizados mísseis balísticos, aerobalísticos e de cruzeiro durante os ataques e que existem danos em vários locais da cidade de Kiev. A investida atingiu ainda a infraestrutura de energia em Kremenchuk, bem como áreas portuárias e residenciais em Chornomorsk. Há registo de um morto e dezenas de pessoas tiveram de ser resgatadas dos escombros. 

"Há danos em vinte locais da cidade – prédios residenciais comuns, uma escola, uma clínica veterinária e outras infraestruturas civis", afirmou Zelensky. 

O líder ucraniano referiu ainda que "é importante que os aliados não se calem" depois da investida russa e pediu a proteção do espaço aéreo ucraniano. "A pressão sobre a Rússia deve continuar. Agradeço a todos que estão ao lado da Ucrânia", escreveu. 

Na quarta-feira, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, já tinha feito uma partilha na rede social X em que sublinhou que a Rússia estaria a atacar para "desestabilizar o clima político geral" ao programar ofensivas no primeiro dia da visita de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, à China. 

"Pelo menos 800 drones russos já foram lançados, e o ataque continua, com drones adicionais a entrar no espaço aéreo do nosso país", destacou Zelensky. Na mesma publicação, o presidente da Ucrânia referiu que os mísseis balísticos atingiram maioritariamente as regiões próximas à fronteira com os países da NATO.

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