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Devagar e devagarinho

De norte a sul do País não faltam as popularmente chamadas de obras de Santa Engrácia, expressão normalmente utilizada para designar "aquilo que não tem fim". Segundo se conta, a expressão deve-se ao facto da construção da igreja de Santa Engrácia, situada na freguesia de São Vicente de Fora, em Lisboa, onde é hoje o Panteão Nacional, ter demorado cerca de 300 anos a ficar concluída – a primeira pedra foi lançada em 1682 e a igreja só ficou concluída em 1966.

06 de setembro de 2009 às 00:30

Os tempos são outros, mas em pleno século XXI também se demora eternidades para concluir uma obra. Veja-se o que aconteceu em Massamá, Sintra, onde só agora se vê uma luz ao fundo do túnel no que diz respeito à construção do Centro Lúdico. A obra começou em 2006, mas parou nesse mesmo ano por insolvência da empresa que tinha a empreitada a seu cargo. Foi preciso esperar dois anos para que a Câmara de Sintra tomasse posse administrativa do terreno e da construção. E só agora foi consignada a nova empreitada. Este é um dos muitos exemplos do andamento das obras por este País fora.

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