Adília Lopes (1960-2024)
Poetisa
Natural de Lisboa, foi registada com o nome de Maria José da Silva Viana Fidalgo de Oliveira. “Adília surgiu com um poema que escrevi no meu diário quando uma gata minha, a Faruk, desapareceu”, esclareceu a poetisa, autora de 30 livros, de onde constam títulos como ‘O Poeta de Pondichéry’, ‘Manhã’, ‘Bandolim’, ‘Estar em Casa’ e ‘Choupos’. O funeral realiza-se esta quinta-feira. A missa de corpo presente será celebrada, na Capela do rato, pelo cardeal Tolentino Mendonça, às 13h00, seguindo-se o funeral para o Cemitério dos Prazeres. Tinha 64 anos.
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