Motorista de Pablo Neruda.
O ex-motorista de Pablo Neruda (1904-1973), cujo testemunho foi decisivo para sustentar a tese do assassinato do Nobel da Literatura, morreu aos 77 anos no Chile.
Manuel Araya, que na década de 1970 era um jovem ativista que o Partido Comunista Chileno tinha designado como assistente e motorista do escritor - que planeava exilar-se no México para liderar a oposição a Pinochet - só avançou com a hipótese de assassinato, ainda não comprovada, em 2011. Até então a versão oficial era a de que o poeta tinha morrido de cancro da próstata.
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