Médico
“O seu pensamento ajudou a afirmar uma medicina cientificamente rigorosa, eticamente responsável e profundamente humana”, diz Carlos Cortes, bastonário da Ordem dos Médicos. Pioneiro da bioética, o “homem que uniu a ciência e a consciência” formou-se na Faculdade de Medicina do Porto, onde desenvolveu a carreira académica. Após a reforma, o médico e farmacologista dedicou-se ao estudo, ensino e investigação em bioética. É autor de cerca de 600 artigos. Morreu terça-feira, dois dias depois de completar 98 anos.
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