Ventura reafirma que é contra "uma privatização selvagem" da TAP "à moda" da IL
Líder do Chega defende que a companhia tem de servir não apenas Lisboa, mas todo o território nacional.
O presidente do Chega, André Ventura, reafirmou este sábado que é contra "uma privatização selvagem" da TAP "à moda da Iniciativa Liberal", mas defende que a companhia tem de servir não apenas Lisboa, mas todo o território nacional.
"Dissemos desde o início que não aceitaríamos uma total destruição da TAP nem uma privatização selvagem da TAP, que não olhasse aos interesses nacionais", afirmou o líder daquele partido de extrema-direita, que falava aos jornalistas à chegada ao jantar-comício do Chega na Alfândega do Porto.
André Ventura frisou que o partido sempre defendeu que o plano de reestruturação da companhia que foi entregue em Bruxelas não tornasse a TAP "numa companhia de Lisboa, mas que fosse uma companhia bandeira para o país todo, nomeadamente com rotas estratégicas no Porto, mas também em Faro".
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