Um íman para turistas. Conheça o destino da caverna onde ocorreu o resgate dos jovens na Tailândia
Quase um ano depois do salvamento de 12 jogadores e do seu treinador, mais de um milhão de turistas visitou Tham Luang.
Quase um ano depois de uma equipa de futebol de meninos tailandeses ter ficado presa numa gruta, o local tornou-se um íman para turistas. A caverna de Tham Luang, onde o treinador Ekapol Chantawong e doze jogadores ficaram presos devido à subida do nível das águas, recebeu 1,3 milhões de turistas entre outubro de 2018 e abril de 2019, revelou o responsável pelo local à AFP.
No local, veem-se os turistas a captar fotografias junto à estátua de bronze em homenagem a Saman Kunan, o mergulhador que morreu durante os esforços para manter vivos os jovens. Ficou sem oxigénio.
Os visitantes também compram souvenirs como t-shirts – algumas com a cara de Kunan -, fotografias e posters dos rapazes, com idades entre os 11 e os 17 anos na altura do resgate.
"É incrível o que aconteceu aqui. Acompanhei tudo a partir da Austrália", afirmou à AFP John McGowan, que tirou fotografias no centro de visitantes a 100 metros da entrada na caverna de Tham Luang. "Queria ver tudo com os meus próprios olhos", explica o homem de 60 anos.
Ainda é impedida a entrada na caverna. Quando a proibição acabar, o vendedor de boletins da lotaria Kraingkrai Kamsuwan espera vender ainda mais. Por mês, já vende 4 mil boletins. As pessoas acreditam que o sucedido no local dá boa sorte e um templo junto à gruta alimenta essa crença. "As pessoas querem jogar depois de pedirem boa sorte no templo", conta o vendedor de 60 anos à AFP.
"Aconteceu um milagre aqui com estas crianças", considera Cheong, um turista de Singapura.
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