A soluçar e a pedir ajuda: Revelada chamada de emergência do filho do fundador da Mango após queda fatal do pai

Isak Andic morreu a 14 de dezembro de 2024. Filho mais velho é suspeito de homicídio.

17 de junho de 2026 às 11:41
Isak Andic, dono da mango, morreu a 14 de dezembro de 2024 Foto: Thibault Camus/AP
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Cinco minutos depois da queda fatal do fundador da Mango, o filho de Isak Andic, ligou para os serviços de emergência a pedir ajuda: "O meu pai caiu". Foi assim que Jonathan Andic deu o alerta para a tragédia de 14 de dezembro de 2024, indicando onde se encontravam, perto das grutas de Salnitre de Collbató, em Montserrat, em Barcelona, cidade espanhola. A chamada, importante para a investigação, foi divulgada esta segunda-feira, depois de Jonathan Andic ter sido acusado da morte do pai. 

De acordo com o La Voz de Galicia, o operador pergunta a Jonathan Andic a idade de Isak, obtendo a resposta "71 anos". A soluçar, o filho mais velho do fundador da Mango, volta a pedir ajuda. Nas últimas horas foram recuperadas algumas mensagens comprometedoras do telemóvel de Jonathan. O espanhol terá enviado uma mensagem ao pai a comemorar o progresso da terapia familiar a que estava a recorrer para melhorar a relação que tinham um com o outro. No texto enviado, Jonathan relembra algumas discussões e afirma: "não me surpreende que tenha pensado que eu era capaz de o matar". Em julho de 2025, foi enviada mais uma mensagem que dizia o seguinte: "Compreendo que era impossível salvar a nossa relação, não me surpreende que a corda se tenha partido". A defesa do espanhol considerou que estas afirmações foram retiradas de contexto e que devem ser entendidas no âmbito terapêutico uma vez que nas sessões da terapia eram feitas "referências metafóricas".

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Recorde-se que, no âmbito da investigação, Jonathan Andic foi detido pelos Mossos d'Esquadra por suspeita de homicídio do pai. As autoridades não acreditam que a queda do empresário tenha sido acidental e que a relação conturbada entre pai e filho pode ter motivado o crime. As primeiras declarações de Jonathan foram incongruentes e tiveram pouco impacto emocional.

Apesar de detido, o filho mais velho do fundador da Mango saiu em liberdade depois de pagar uma fiança de um milhão de euros.

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