Amnistia Internacional pede investigação e denuncia perseguição a apoiantes de Navalny dois anos após a sua morte

Países europeus publicaram recentemente um comunicado em que afirmaram que opositor russo foi envenenado.

16 de fevereiro de 2026 às 07:52
Alexei Navalny morreu há dois anos Foto: Direitos Reservados
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A organização Amnistia Internacional instou hoje a comunidade internacional a reclamar uma investigação independente à morte do opositor russo Alexei Navalny numa prisão, há dois anos, denunciando a perseguição das autoridades russas aos seus apoiantes.

"Passaram-se dois anos desde que Alexei Navalny, prisioneiro de consciência e uma das vozes mais destemidas contra a corrupção e a repressão estatal na Rússia, morreu, numa remota colónia penal no Círculo Polar Ártico. É desprezível que as autoridades russas continuem a encobrir os factos da sua morte, enquanto travam uma campanha implacável para apagar o seu legado e perseguir os seus apoiantes", afirmou a secretária-geral da Amnistia Internacional, Agnès Callamard, num comunicado.

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O comunicado da Amnistia Internacional foi divulgado com embargo e antes da publicação, no sábado, de um comunicado conjunto de cinco países europeus (Reino Unido, Suécia, França, Alemanha e Países Baixos) que avançou que Navalny morreu envenenado com uma toxina mortal encontrada em sapos-dardo da América do Sul.

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