Angélica e Luciano Hulk têm alta

Casal de apresentadores da TV Globo sofreu um aparatoso acidente de avião.

Foto: DR
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Os apresentadores da TV Globo Angélica e Luciano Hulk tiveram alta do Hospital israelita Albert Einstein, em São Paulo, Brasil, no final da noite de segunda-feira (hora local), quando já era madrugada desta terça em Lisboa. O casal de apresentadores ficou ferido domingo de manhã quando o avião em que seguia com os três filhos, duas amas e dois pilotos teve uma avaria e foi forçado a aterrar de emergência no pasto de uma quinta perto de Campo Grande, capital do estado de Mato Grosso do Sul.

Numa curta entrevista ao deixarem o hospital, por volta das 9h00 locais, Angélica voltou a classificar como um milagre o facto de ela, a família e os outros passageiros estarem vivos, pois, afirmou, "tudo se partiu no avião menos a gente". Ela e Hulk acrescentaram ainda que não tinham conseguido dormir desdeo acidente de domingo, pois quando fecham os olhos as imagens terríveis voltam à memória com muita intensidade.

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Horas antes da alta médica, o Hospital Albert Einstein informou em comunicado que Luciano Hulk sofreu "uma pequena fractura na 11.ª vértebra toráxica, sem sequelas neurológicas", e que Angélica sofreu "um estiramento cervical e lesão nas paredes da região abdominal e pélvica". Ao sair do Albert Einstein, Angélica, a mais afectada no acidente, usava um colar cervical.

O avião acidentado, um modelo Carajás, fabricado pela Embraer, saiu ao amanhecer de domingo da região de Miranda, no Pantanal, onde Angélica tinha estado a gravar cenas para o seu programa dos sábados à tarde "Estrelas", e a apresentadora voltava para São Paulo com o marido, Luciano Hulk, os três filhos, Joaquim, Benício e Eva, duas amas e os dois pilotos. Perto de Rochedo, a 30 km de Campo Grande, o comandante da aeronave, Osmar Fratini, avisou a torre de controle desta cidade que estava em emergência, que não ia conseguir chegar à pista e que ia tentar aterrar imediatamente onde fosse possível.

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Conseguindo encontrar um pasto numa quinta da região, que é bastante acidentada, o piloto optou por tentar a aterragem forçada, numa manobra cuja perícia foi muito elogiada por outros pilotos. O piloto desligou os motores, para evitar uma explosão, e não baixou o trem de aterragem, para que o avião, ao embater no terreno irregular, não se virasse matasse todos os passageiros.

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