Apanhada rede que fazia da Guiné-Bissau "trampolim" para emigração ilegal. Detidas 25 pessoas

Cabecilha recebia uma média de 20 mil euros por pessoa.

15 de janeiro de 2024 às 19:38
Polícia na Guiné-Bissau Foto: Reuters/Christophe Van Der Perre
Partilhar

Uma alegada rede de emigração clandestina, que estaria a usar a Guiné-Bissau como "trampolim", foi apanhada pelas autoridades guineenses, que anunciaram esta segunda-feira a detenção de 25 pessoas, incluindo o cabecilha, todas do Bangladesh.

O anúncio do desmantelamento da alegada rede foi feito pelo comissário nacional da Polícia de Ordem Pública (POP), Salvador Gomes, que especificou, em conferência de imprensa, ser o resultado de uma operação policial denominada "Falcão", em que foram detidos alegados responsáveis e vítimas e apreendidos documentos e dinheiro.

Pub

De acordo com o comissário nacional da Polícia, um dos detidos é o considerado cabecilha da rede e "recebia valores avultados", ainda em investigação, mas que "rondariam os 20 mil (18.265 euros) a 25 mil dólares (22.832 euros) por pessoa" para fazer chegar os migrantes à América do Sul, a maioria à Nicarágua", usando a Guiné-Bissau como "trampolim".

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

Partilhar