Autoridades da Catalunha aplicam "medidas contundentes" devido à Covid-19

Teletrabalho e aulas virtuais, num regresso ao passado.

12 de outubro de 2020 às 08:50
Foto: REUTERS/Sergio Perez
Foto: EPA/PHILIPP GUELLAND

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As autoridades da Catalunha, Espanha, vão reintroduzir “medidas contundentes, mas curtas” para estancar o aumento de casos de coronavírus. O secretário de Saúde Pública da Generalitat, Josep Maria Argimon, anunciou este domingo que vai ser pedido às empresas planos de trabalho à distância similares aos que foram introduzidos em março e abril, no início da crise do Covid.

“Tentaremos que as medidas sejam contundentes, mas curtas, durante 15 dias”, especificou. A faixa etária entre os 20 e os 29 anos é uma das que mais preocupa, devido à sua maior atividade social, o que leva o responsável a pedir aos centros universitários que limitem a presença dos alunos apenas ao essencial. Com estas medidas tenta-se reduzir a mobilidade e a interação, já que a velocidade de contágio na Catalunha está a crescer. Nas últimas horas foram detetados 2360 novos positivos.

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Rússia bate recorde

A Rússia voltou, este domingo, a superar o seu recorde histórico de contágios diários, ao constatar mais de 13 600 novos casos e quase mais 150 mortes, segundo os dados fornecidos pelo centro operativo nacional.

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China isola edifícios

Residências e acessos a um hospital foram isolados na cidade de Qindao, Leste da China, após terem sido detetados três casos assintomáticos de Covid, anunciarem as autoridades.

Itália registou 5456 novos casos de infeção e 26 óbitos associados à doença, de acordo com a mais recente atualização. Dados representam um aumento dos novos casos de 1,56%.

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O subdiretor-geral da Saúde do Reino Unido, Jonathan Van-Tam, alertou que o país está num “ponto de inflexão semelhante àquele em que esteve em março”. Em cima da mesa está um possível novo confinamento.

Novas zonas de risco na Alemanha

A Alemanha ampliou a lista de zonas de risco ou de especial incidência a novas cidades. É o caso de Essen, Estugarda e Bremen, que se somam a Berlim, Frankfurt e Colónia. De acordo com a norma do Instituto Robert Koch, é considerada zona de risco aquela onde se registam 50 contágios em sete dias por 100 mil habitantes. A partir deste nível são definidas medidas especiais.

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