Cerimónia de homenagem às vítimas do tiroteio de Buffalo torna-se grito contra o racismo
Bispo Darius Pridgen pediu que fossem empenhados todos os recursos para que se faça justiça contra o agressor do massacre.
A missa celebrada este domingo em Buffalo, estado de Nova Iorque, em homenagem aos 10 mortos do tiroteio de sábado com motivações racistas, tornou-se num grito contra a supremacia branca e um apelo à justiça.
Perante os principais representantes políticos do estado norte-americano, o bispo Darius Pridgen pediu que fossem empenhados todos os recursos necessários para que se faça justiça contra o alegado agressor do massacre, um jovem branco de 18 anos que foi detido sem direito a fiança sob a acusação de homicídio em primeiro grau.
"O que aconteceu foi terrorismo doméstico, pura e simplesmente", salientou a procuradora-geral do Estado de Nova Iorque, Letitia James, que juntamente com a governadora Kathy Hochul e outros representantes políticos, participaram na cerimónia religiosa presidida pelo bispo Pridgen.
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