Colômbia recusa apoio internacional de resgate
Governo do recém-empossado Abelardo de la Espriella só aceitou a ajuda dos Estados Unidos, quando ainda há um número por contabilizar de desaparecidos.
O Governo da Colômbia, do recém-empossado Abelardo de la Espriella, ignorou as ofertas internacionais de apoio às operações de resgate após o sismo que matou mais de 200 pessoas naquele país. A única exceção foi os Estados Unidos.
“O Governo da Colômbia solicitou ajuda humanitária exclusivamente na forma de mantimentos para auxiliar as famílias afetadas pelo terramoto. Fomos informados de que as suas equipas de resgate, pessoal médico e outras unidades de emergência estão mobilizados e a lidar com a situação. Portanto, não necessitam de apoio de pessoal neste momento”, avançou Nayib Bukele, presidente de El Salvador, um dos Estados cujo apoio foi recusado.
Abelardo de la Espriella tomou posse como Presidente da Colômbia apenas 72 horas antes do sismo de magnitude 7.4 na escala de Richter. Segundo a imprensa internacional, o seu Governo só aceitou a ativação de uma equipa de resposta e assistência a desastres dos Estados Unidos.
Para apoiar as comunidades afetadas, os Estados Unidos anunciaram uma ajuda de 13,3 milhões de euros. Já a União Europeia vai apoiar a Colômbia com dois milhões de euros. O terramoto causou ainda pelo menos duas centenas de feridos e um número ainda por contabilizar de desaparecidos.
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