Sobe para 89 o número de portugueses e lusodescendentes desaparecidos nos sismos na Venezuela. 53 morreram

Já são mais de 2500 os socorristas na Venezuela.

29 de junho de 2026 às 07:16
Pai e dois filhos lusodescendentes encontrados com vida nos escombros de uma padaria após sismos na Venezuela Foto: Henry Chirinos/EPA
mulher passa por edifício danificado devido a sismos que abalaram a Venezuela Foto: AP
Motociclistas percorrem estrada rachada pelos sismos na Venezuela Foto: Javier Campos/AP
Equipas de resgate continuam a trabalhar no meio dos destroços na Venezuela Foto: Ronald Pena R/EPA
Voluntários recuperam corpos das vítimas dos sismos que atingiram a Venezuela Foto: Ronald Pena R/EPA
Equipas de resgate continuam a trabalhar no meio dos destroços na Venezuela Foto: Jonathan Lanza/AP
Equipas de resgate continuam a trabalhar no meio dos destroços na Venezuela Foto: Boris Vergara/EPA

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O que sabemos até agora:

Dois sismos de magnitude 7.2 e 7.5 atingiram a Venezuela na noite de quarta-feira. Na sexta-feira um novo sismo de magnitude 4.9 atingiu Aragua e este sábado, um abalo de 4.8 atingiu novamente o país;

 - As equipas de resgate continuam a trabalhar para tentar salvar o maior número possível de sobreviventes, que ainda possam estar nos escombros. O último balanço oficial indica 1450 vítimas mortais, incluindo 53 portugueses e lusodescendentes; há oito crianças entre as vítimas mortais;

 - Há ainda registo de 3150 feridos e milhares de incontactáveis ou desaparecidos;

 - Uma missão portuguesa já chegou à Venezuela para ajudar nas buscas e operações de resgate;

 - O Serviço Geológico dos Estados Unidos aponta para um "número elevado de vítimas", entre os 10 mil e os 100 mil, e "danos extensos".

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