Coreia do Norte justifica à ONU que lançou satélite espião como "legítima defesa"
Em causa estão alegas "ameaças" norte-americanas.
O embaixador norte-coreano junto das Nações Unidas (ONU) argumentou esta segunda-feira, perante o Conselho de Segurança, que o lançamento de um satélite espião na semana passada foi um ato "legítimo" de autodefesa face a "ameaças" norte-americanas.
As potências ocidentais, o Japão e a Coreia do Sul condenaram o lançamento, tal como o secretário-geral da ONU, António Guterres, observando que a utilização de tecnologias de mísseis balísticos viola as resoluções do Conselho de Segurança da ONU.
"Nenhuma outra nação no mundo está numa situação de segurança tão crítica" como a Coreia do Norte, disse esta segunda-feira o embaixador norte-coreano, Kim Song, numa rara aparição no Conselho de Segurança da ONU, deplorando que outros países não estejam sujeitos às mesmas restrições a satélites.
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