Crise de migrações no continente americano provocou morte de 1.238 pessoas em 2021

Fronteira do México para os Estados Unidos da América é considerada a mais perigosa do mundo.

01 de julho de 2022 às 17:17
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Mais de 1.200 migrantes, incluindo cerca de 50 crianças com menos de cinco anos, morreram em 2021 no continente americano enquanto tentavam chegar a outro país, anunciou esta sexta-feira a Organização Internacional para as Migrações.

De acordo com a organização (OIM), liderada pelo português António Vitorino, aquele continente vive uma "crise migratória" que provocou a morte de 1.238 pessoas no ano passado, mais de metade das quais (728 migrantes) quando tentavam passar a fronteira considerada mais perigosa do mundo: do México para os Estados Unidos.

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A região das Américas, abalada por tensões sociais, económicas e crises políticas prolongadas, como as da Nicarágua ou da Venezuela, é um mar de rotas perigosas para dezenas de milhares de pessoas, que saem de suas casas à procura de uma vida melhor, refere um relatório da OIM sobre Migrantes nas Américas em 2021, apresentado esta sexta-feira.

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