"Devemos manter as relações próximas": Trump discursa durante visita de rei Carlos III aos EUA

Presidente norte-americano considerou que ao longo do reinado da rainha Isabel II, o mundo passou por inúmeros momentos marcantes e que foram anos de aproximação entre os EUA e o Reino Unido.

28 de abril de 2026 às 16:37
Rei Carlos III e Donald Trump Foto: Evan Vucci/AP
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O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou esta terça-feira, durante a visita oficial do rei do Reino Unido, Carlos III, que as relações de proximidade existentes entre os dois países devem ser mantidas. 

O presidente norte-americano considerou que ao longo do reinado da rainha Isabel II, o mundo passou por inúmeros momentos marcantes e que foram anos de aproximação entre os EUA e o Reino Unido, mostrando-se confiante e certo de que essa relação será para manter. 

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"Falamos a mesma língua, temos as mesmas raízes e os mesmos valores. Até as nossas bandeiras partilham as mesmas cores", afirmou. 

Durante o discurso, Donald Trump lembrou as origens da sua família uma vez que parte dela nasceu na Escócia. A avó do presidente norte-americano foi viver para os EUA onde nasceu o seu pai. Trump confidenciou ainda que a mãe gostava bastante da família real e que cada vez que a rainha Isabel II aparecia na televisão "ficava agarrada a ver as cerimónias". 

"Esta proximidade nunca deve ser esquecida e deve ser sempre um motivo de orgulho afirmou no final do discurso. 

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A visita do monarca britânico aos EUA, que se iniciou esta segunda-feira, deverá prolongar-se durante quatro dias. A viagem acontece numa altura em que as relações entre o Reino Unido e os EUA atravessam um período sensível, com divergências em temas internacionais e declarações públicas a intensificar o clima de desconforto. 

A visita vai ainda incluir uma deslocação a Nova Iorque, onde Carlos III e a rainha Camilla deverão prestar homenagem às vítimas dos atentados de 11 de setembro, e ao estado de Virginia.

A visita de Carlos III é vista como uma tentativa de reforçar laços diplomáticos e estabilizar a relação entre Londres e Washington, apesar dos desafios políticos e reputacionais que marcam a atualidade.

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