Correio da Manhã

Donald Trump "festeja" durante homenagem a vítimas do 11 de setembro
Foto Getty Images
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21:29
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Presidente dos Estados Unidos controverso e com tweet polémico.

No dia em que caíram as Torres Gémeas, todo o mundo parou para ver o momento e milhões de pessoas lamentaram a perda de milhares de vida em Nova Iorque, Washington D.C. e na Pensilvânia. Donald Trump era na altura um dos mais importantes investidores imobiliários da cidade de Nova Iorque e comentou a tragédia ao vivo num programa televisivo. Depois de lamentar a perda das vidas, o milionário fez uma constatação inusitada. Após da queda das Torres Gémeas, a sua Trump Tower voltava a ser o edifício mais alto da baixa de Manhattan, congratulou-se Trump.

A posição de Trump foi altamente criticada e este foi acusado de desrespeito pelas vítimas.

Anos mais tarde, o milionário voltou a falar do ataque e escreveu no Twitter: "Gostava de estender as minhas condolências a todos, incluindo os haters e os perdedores, neste dia especial, 11 de Setembro".

E embora Trump seja agora um dos homens mais poderosos do mundo e o líder de uma potência mundial, a sua atitude face ao acontecimento que mudou os EUA continua deslocada. Esta terça-feira, o presidente dos EUA, ao chegar a uma homenagem às vítimas mortais daquele dia na Pensilvânia foi, durante o caminho, com punhos elevados e os dentes a morder o lábio inferior, como que a festejar uma vitória desportiva. 




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Mas o dia de Trump não começou na Pensilvânia. O presidente dos EUA fez um retweet de uma publicação do 11 de Setembro do ano passado e depois começou a escrever sobre cooperação com a Rússia. Posteriormente, saudou o trabalho desenvolvido por Rudy Giuliani, o seu advogado, enquanto presidente da Câmara de Nova Iorque, durante os ataques.

Só depois um tweet original onde anunciava que iria assistir à homenagem na Pensilvânia, divulgando uma fotografia onde aparece com dezenas de funcionários da Casa Branca, de mão sobre o peito. A mensagem dá a entender que o evento se tinha passado neste dia, mas uma análise à fotografia mostra que estão presentes Omarosa Manigault, ex-conselheira de Trump, e Hope Hicks, ex-diretora de comunicação da Casa Branca, que abandonaram o executivo há vários meses. Isto prova que a fotografia tem vários meses e que não foi tirada esta terça-feira.


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